História O irmão Bartholy - Is It Love Drogo? - Capítulo 11


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Categorias AnticLove
Tags Drogo, Magia, Misterios, Romance
Visualizações 69
Palavras 2.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem-vindos a mais um capítulo de nossa história sobrenatural, bote seus fones de ouvidos, vá na sua melhor playlist e viaje para New Orleans.

Boa viajem, leitor!

Capítulo 11 - Capítulo 10


Eu deveria gritar e chamar ajuda ou talvez matar ele com minhas próprias mãos mas não posso fazer isso.

 - Estou ouvindo você! - Fico parada no mesmo lugar.

 - A muito tempo me apaixonei por uma caçadora, na mais impossível das hipóteses esse amor era correspondido. - Ele me olha esperando alguma reação.

 - Continue! 

 - Melinda era diferente de qualquer pessoa que conheci, ela despertou sentimentos que estavam mortos para mim.

O nome que Drogo diz é o mesmo de meu sonho.

 - O que havia entre nós não se podia explicar com palavras mas apenas sentir. - Drogo da um sorriso amargo.

Sinto meus músculos relaxarem mas permaneço no mesmo lugar.

 - Eu era um vampiro e ela uma caçadora, isso nunca daria certo mas tínhamos a necessidade de tentar, até que Viktor descobriu.  

 - E então vocês decidiram fugir, mas isso não impediu que ele se juntasse a família dela, lançando a maldição. - Todos aqueles sonhos, não eram sonhos.

 - Acho que você conhece o resto da história!Ele abaixa sua cabeça olhando para o chão.

 - Me de um bom motivo para acreditar em você e não te matar? 

 - Me mate! - Drogo levanta sua cabeça e olha em meus olhos.

Ele começa a se aproximar de mim, vejo tanta dor em seus olhos.

 - Talvez isso acabe com a maldição e a minha dor eterna. - Ele para em minha frente.

 - Você não pode estar falando sério. - Olho no fundo de seus olhos.

 - Você pode não se lembrar mas por anos temos vagado na terra. Todas as vezes que te pedir é como se enfiassem uma adaga em meu coração. - Uma lágrima escorre de seus olhos.

 - Então por que se sujeita a isso? 

  - Porque eu amo você! 

A frase de Drogo me deixa sem palavras, toda essa história é insana.

 - Como pode me amar se não me conhece? 

Um sorriso surge em seus lábios.

 - Em 1750 estávamos em um bosque na Romênia, tinha alguns lírios, descobrimos que você era alérgica. 

Me surpreende Drogo saber disso, nunca contei nada assim para ele.

 - 1800 estávamos na Dinamarca, levei você ao primeiro parque de diversões no mundo, você se encantou por ele. Como acha que sabia sua paixão? 

Quando percebo lágrimas já escorrem em meus olhos.

 - Em 1900 estávamos em Paris, descobrimos seu medo de altura, mas segurei sua mão e você subiu a Torre Eiffel ao meu lado. 

- Como é possível que você saiba tantas coisas sobre mim? 

 - Porque faz 800 anos que te reconquisto. - Drogo coloca uma mão em minha bochecha.

Fecho meus olhos ao seu toque enquanto sinto as lágrimas escorrem, ele não parece estar brincando comigo.

De repente em um flash me lembro de meus sonhos, pela primeira vez vejo o rosto do homem que sempre esteve nele.

Abro meus olhos espantada.

 - Era você em meus sonhos, sempre foi você! 

 - Não são sonhos, são lembranças. 

 - Por que não me lembro de você e tudo que vivemos? - Me afasto de Drogo.

 - Essa é a maldição! 

 - Você nunca tentou quebrá-la? 

Drogo se vira para mim.

 - Procurei ajuda de bruxas e bruxos nos quatro cantos da terra, mas é uma maldição de sangue.

Cruzo meus braços.

 - E o que isso significa? 

 - A maldição está ligada à sua antiga família, a bruxa que a fez e Viktor meu criador. - Ele suspirar.

 - E o que é preciso? Matá-los? - Jogo minhas mãos para o ar.

 - Sua família já está morta e a bruxa que lançou o feitiço também. - No canto de seus lábios se estica um leve sorriso amargo.

 - E? - Olho para Drogo para que continue.

 - Viktor ainda está vivo! - Posso ver o ódio ao citar esse nome.

 - E o que estamos esperando? - Ergo minhas sobrancelhas.

 - Ele é um vampiro original, o triplo da minha força e uma simples estaca não pode matá-lo. 

 - Ok, nós vamos achar um jeito de matá-lo! 

Drogo me olha como se eu fosse completamente louca.

 - Matar Viktor é impossível e se ele morrer toda sua linhagem também morre. 

 - O quê quer dizer com isso? 

 - Que Peter, Nicolae e eu vamos morrer.

 - Vamos achar um jeito de fazer isso dá certo.

 - O quê levou você a acreditar em mim agora? - Ele se aproxima de mim.

Respiro fundo.

 - Por muito tempo eu procurei sentido a esses sonhos e esse homem que nunca via seu rosto, você foi a única pessoa que trouxe sentido a eles.

Ele para em minha frente.

 - Então você acredita em mim? 

 - Por mais insano que seja, sim. - Lhe dou um sorriso.

 - E o que isso quer dizer? 

 - Que eu não posso dizer que também te amo mas acredito em você. 

 - Já é um começo! - Ele sorri para mim.

Balanço minha cabeça rindo.

 - Provavelmente.

Drogo fica a poucos centímetros de meu rosto, a palma de sua mão encosta em minha bochecha.

 - Todas as vezes que te reencontro é como se nada tivesse mudado. - Ele encosta sua testa na minha.

Por um segundo fecho meus olhos, mas logo volto a mim e me afasto, ainda não sei o que sinto por Drogo, preciso esclarecer algumas coisas dentro de mim antes de me arriscar dessa forma.

 - É melhor você ir.

Ele se vira para mim.

 - Claro!

Drogo vai em direção à janela, e então lembro de meu sonho que na verdade aconteceu, a noite em seu quarto.

 - Drogo! 

Ele se vira enquanto me aproximo rapidamente dele.

 - Sim! 

Puxo o colarinho de sua blusa deixando seu rosto perto do meu, sem pensar duas vezes tomo seus lábios para mim. A língua de Drogo invade minha boca tornando nosso beijo mais quente, suas mãos repousam em minha cintura, ele me puxa para ele, fazendo com que nossos corpos quase se fundam.

Com muita dificuldade me afasto dele e retomo meu fôlego.

Drogo me da um amplo sorriso.

 - O quê isso significa? 

Retribuo seu sorriso.

 - Eu não sei! 

Ele vai em direção à janela com um sorriso em seus lábios e antes de pular me olha novamente para mim.

 - As 08:00! 

Mordo meu lábio inferior.

 - As 08:00! 

Quando ele pula eu corro para janela, mas ele já desapareceu na noite, sua agilidade é realmente incrível.

É tarde mas estou totalmente sem sono, para ser sincera não sei muito sobre vampiros além do fato de que temos que matá-los. Lembro de alguns livros que estão em minha cabeceira, por sorte um deles é sobre vampiros, talvez falem sobre vampiros originais.

Pego o livro e me sento em minha escrivaninha.

 - A noite vai ser longa! - Abro livro.

Começo a ler, perece que depois de algumas horas meus olhos pesam, até que tudo está escuro.

Sinto uma dor tão profunda em meu peito, posso ver o sangue escorrer enquanto a vida sai de mim.

  - Isabel, por favor aguente firme! - As lágrimas escorrem em seu rosto.

 - Eu me lembro! - Lhe dou um sorriso em meio a dor.

 - Do quê se lembra? - Ele me pegar em seus braços.

 - O pedido de casamento na Itália, também na Romenia, Finlândia, Rússia, Alemanha e tanto outros. - Apoio minhas mãos em seu peito.

 - Eles vão continuar acontecendo! - Ele para e me coloca em um banco se sentando ao meu lado.

 - Você sabe que eu vou morrer não é? - Coloco minha mão sobre o sangramento para ganhar algum tempo.

 - Eu sei! - Ele coloca sua mão sobre meus ombros fazendo com que me aconchegue em seu peito.

 - Eu amo você, Drogo Bartholy! - Fecho meus olhos.

 - Eu também te amo, Isabel Campbell! - Sua voz é a última coisa que ouço.

 - Claire! Você vai se atrasar! - Ela sacode meus ombros.

Me levanto rapidamente no susto e vejo Nanci parada ao meu lado.

 - O quê aconteceu? 

 - Você dormiu enquanto estudava! 

 - Espera! Que horas são? - Começo a rodar pelo quarto pegando minhas coisas para tomar banho.

 - 07:50! - Ela fala e logo em seguida ouço a porta bater.

 - Merda, merda! Vou me atrasar.

Estou descendo as escadas correndo, chegando na mesa do café papai já foi e só mamãe, Nanci e Hope estão, dou um beijo em cada uma delas, pego um maçã e saio correndo, quando chego na porta ouço mamãe falar comigo.

 - Claire, você tem que pegar sua irmã hoje! - Ela grita da cozinha.

 - Ok! - Respondo e saio batendo à porta.

Vou andando rápido pela rua quase correndo, quando estou a umas duas quadras de casa um carro para ao meu lado, olho para o vidro e logo que se abaixa vejo Drogo com um sorriso insolente.

 - Puta que pariu! - Abro a porta de seu carro e entro.

 - Você se esqueceu, certo? - Ele ergue uma sobrancelha.

Me viro para ele com uma cara bem mal-humorada.

 - Não dormiu bem? - Ele começa a dirigir.

 - Estava estudando sobre os vampiros. - Apoio minha cabeça na janela.

 - Não seria mais fácil me perguntar? 

 Olho para Drogo com um olhar cansado.

 - Não confio em você! 

 - Quanta insolência! - Drogo finge estar ofendido enquanto estaciona em frente à faculdade.

 - Aprendi com você! - Lhe dou largo sorriso e saio do carro.

 - Claire, espere! - Ele tranca o carro e corre até mim.

 - Eu vou me atrasar e nós não temos essa aula juntos. - Paro e me viro para ele.

 - Vou te levar até a sala. - Ele bota seu braço sobre meus ombros.

 - Eu não preciso de uma babá! - Me afasto dele.

Drogo chega bem perto de meu ouvido e sussurra:

 - Com tantos monstros a solta acho que precisa! - Ele passa em minha frente.

Reviro meus olhos.

 - Claro! 

Depois de me acompanhar até a sala Drogo foi para sua aula, o auditório não está muito cheio, então me sentei em uma fileira no meio, estou concentrada olhando meu material quando alguém se senta ao meu lado.

 - Eu sei que você estava lá! 

Me viro e vejo Loan com um olhar sério para mim.

 - Do quê você está falando? 

 - Não se faça de sonsa, Claire! Senti o seu cheiro ontem à noite. - Ele se aproxima mais de mim.

 - Fique tranquilo, não sou o tipo de pessoa que sai por aí fazendo fofoca sobre encontros secretos. - Faço um cara bem exagera e me volto para meu material.

Loan segura meu braço com força.

 - Você não sabe quem nós somos. - Ele fica a poucos centímetros de meu rosto.

 - Você também não sabe quem eu sou, e se quer um conselho, eu ficaria longe mim. - Dou a ele um sorriso falsamente amigável.

Loan larga meu braço e sai bufando de dentro da sala de aula, meu braço ficou roxo como a marcar de sua mão.

 - Ele é forte! - Passo minha sobre a mancha.

Volto meu olhar para sala e algumas pessoas prestam atenção em mim, puxo minha camisa para baixo para esconder a mancha roxa, apesar do incômodo e dor, não é nada insuportável.

O professor entra na sala e volto minha atenção para aula.

A aula foi produtiva e quase me esqueci de meu desentendimento com Loan, mas meu braço latejando de dor não me deixou esquecer. Vou até meu armário e com a porta dele aberta dou uma olhada em minha mancha, até que alguém fecha a porta do armário, rapidamente puxo minha manga para baixo.

 - Ei, moça! - Drogo me da um amplo sorriso.

 - Você está me perseguindo? - Passo por ele sorrindo e começo a andar.

 - Talvez! - Ele pega em meu braço.

Puxo rapidamente.

 - Cuidado! 

Drogo me olha com desconfiança.

 - O quê aconteceu? 

 - Nada exagerado, me machuquei no banheiro! - Dou um sorriso tentando acalmar as coisas.

 - Me mostre! - Drogo me olha sério.

 - Não é nada! - Me viro e começo a andar.

De repente a mão de Drogo agarra meu braço.

 - Drogo, o quê... - Não tenho tempo de dizer mais nada, ele puxa a manga de minha camisa e revela minha macha roxa.

 O olhar de Drogo se escure quando vê a mancha, ele me olha enfurecido.

 - Quem fez isso? 

 

Continua?


Notas Finais


E então, como foi? Espero que tenha gostado.
Deixe seu comentário dizendo o que achou desse capítulo e se devo continuar.
Até a próxima! Beijinhos!


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