História O irmão Bartholy - Is It Love Drogo? - Capítulo 13


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Categorias Is It Love?
Tags Drogo, Magia, Misterios, Romance
Visualizações 143
Palavras 2.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem-vindos a mais um capítulo de nossa história sobrenatural, bote seus fones de ouvidos, vá na sua melhor playlist e viaje para New Orleans.

Boa viajem, leitor!

Capítulo 13 - Capítulo 12


Eu acho que ele está tentando me dizer algo, mas não consigo entender o quê ele quer me dizer com a magia de New Orleans.

 - Drogo, não estou te entendendo! - Meus olhos confusos estão fixos nele.

  - Pense bem, essa cidade tem vampiros e lobos que se transformam em humanos. O quê mais pode ter? - Seu olhar insistente está sobre mim.

 Quase entendo o que Drogo que me dizer, mas o fato dele saber que eu sei sobre os lobos que se transformam em humanos, isso me assusta, não lembro de ter falado sobre isso.

 - Como sabe que o lobo que vi se transformou? - Me afasto um pouco dele.

Drogo fica sério.

 - Drogo? - Preciso saber a verdade.

Seus ombros caem como se tivesse uma peso enorme sobre eles.

 - Na noite em te deixei no bar, depois disso, fui esfriar minha cabeça na floresta, foi aí que vi você. 

  - Você está me dizendo que viu tudo que aconteceu e não fez nada? 

 - Claire, eu só queria que você começasse a descobrir as coisas. - Ele põem suas mãos em meus ombros.

Não posso acreditar no que estou ouvindo.

 - Você tem um pingo de noção do quanto aquela noite foi terrível? De como eu me senti? 

 - Eu sei e sinto muito por isso! Fiquei observando para ter certeza que tudo ficaria bem! - Ele sorri.

 - Ficar bem? - Quase grito.

Me afasto de Drogo, estou indignada com que estou ouvindo.

Drogo tenta se aproximar de mim.

 - Claire, sei que foi egoísmo da minha parte.

Me afasto mais dele.

 - Me perdoe, Claire! 

 - Esse é o seu problema, você não mede as consequências dos seus atos e acha que tudo se resolve com um pedido de desculpas. - Balanço minha cabeça de forma negativa.

Ele abaixa seus olhos.

 - Eu só...

Antes que ele termine o interrompo.

 - Eu preciso ir! - Vou em direção as escadas.

 - Claire! 

Paro na porta e me viro para Drogo.

 - Me de um tempo! 

Não espero um resposta ou qualquer tentativa de Drogo, apenas sigo para minha casa, preciso de um tempo para digerir tudo isso.

Depois do banho estou sentada em minha poltrona de frente para janela, não sei a quantos minutos estou sentada aqui mas toda aquela noite vaga por minha mente novamente, pensar que Drogo estava lá e apenas assistiu, me machuca, não só pelo fato de poder me ajudar mas porquê ele disse que me ama. Ouço minha porta se abrir e alguns passos se aproximarem de mim, Nanci puxa a cadeira da minha escrivaninha e se senta ao meu lado.

 - O quê aconteceu? 

 - Nada! - Digo sem tirar meus olhos da janela.

Ouço ela suspirar.

 - Sempre que acontece alguma coisa você se senta nessa poltrona.

Me ajeito e fico de frente para ela.

 - Como foi a sua primeira experiência? 

Ela arregala seus olhos.

 - Você quer saber como perdi...

Eu a interrompo.

 - Não! - Começo a rir 

Nanci e ri e diz:

 - Você tem que aprender é a ser mais clara.

 - Com a primeira criatura.

Os olhos de Nanci ficam um pouco tristes, por uma momento ela olha pela janela como se buscasse coragem lá fora e depois me olha.

 - Você lembra do Stefan? 

 - O seu ex noivo babaca? O quê ele tem haver com isso? 

 - Ele era o vampiro.

 - Espera, você me disse que ele te abandonou? 

 - Não, eu o matei! 

Olho espantada para Nanci.

 - Eu estava voltando para casa depois da minha festa de solteira, pedi para ir andando, a noite estava incrível. Você lembra? - Ela me da um sorriso.

 - Sim, você estava muito feliz. - Retribuo seu sorriso.

 - Ouvi algumas pessoas em um beco e depois o grito de uma mulher, então corri até lá e um homem estava atacando ela. - Uma lágrima escorre em seus rosto.

Seguro sua mão para lhe dar força.

 - Então quando gritei e o homem se virou para mim, era ele, o Stefan. Ele tinha o sangue dela em seus lábios.

Quando percebo também estou chorando.

 - Ele me disse que não ia machucá-la e só precisava de sangue fresco, mas eu tinha feito um juramento. - Ela coloca uma mão em seu peito.

 - Nanci! - Me levanto e abraço minha irmã.

Ela afunda seu rosto em meu peito.

 - Eu o amava tanto!

 - Eu sinto muito! - A aperto mais em meus braços.

Nanci se afasta secando suas lágrimas e fungando seu nariz.

 - Me prometa uma coisa! - Ela segura minhas mãos.

 - Sim! 

 - Nunca cometa o mesmo erro que o meu, não abra mão do amor por nada, o agarre com todas as suas forças. - Ela sorri.

 - Prometo! - Sorrio para ela.

Toda essa história de Nanci me remeteu à Drogo e tudo que ele passou, sei que ele errou e não foi qualquer coisa boba, mas preciso vê-lo.

 - Preciso fazer uma coisa! - Dou um beijo na testa de Nanci e solto suas mãos.

 Ela se vira para me olhar.

 - Onde você vai? - Nanci se levanta.

 - Vou fazer a coisa mais louca da minha vida. - Sorrio para Nanci.

 Corro até a casa dos Bartholy como nunca corri em minha vida, quando chego na porta bato freneticamente, até que Nicolae abre.

 - Claire! - Ele parece surpreso em me ver.

 Tento recuperar meu fôlego.

 - Drogo....ele..ele... - Coloco uma mão em meu peito.

 - Segundo andar, quinta porta a direita.. - Ele abre mais a porta e aponta para as escadas.

Uso o pouco fôlego que me resta para correr até o quarto de Drogo, mas chegando no topo das escadas paro para recuperar meu fôlego, não vai adiantar chegar lá e não conseguir falar.

 - Claire! 

Ouço uma voz vinda de trás e me viro.

 - Peter! - Sorrio.

 - O quê está fazendo aqui? - Ele para em minha frente.

 - Vim ver o seu irmão.

Ele me da um sorriso.

 - Claro! Ele está no quarto, não saiu desde que chegou.

 - Sério? - Coloco minhas mãos em meus bolsos.

 - Sim, apesar do Drogo ser menos melancólico, ele tem seus momentos.

 - Acho que tenho uma grande parcela de culpa nessa melancolia. 

 - Relaxe! É o seu humor normal. 

 - Como assim? 

 - Nós somos grandes amigos a muito tempo, conheço bem você. - Ele me lança um olhar gozador.

 - Então essa afinidade vem de décadas? 

 - Pois é! 

 Olho para porta de Drogo e vejo que toda minha determinação e coragem foram embora, dou um suspiro de frustração.

 - Você tem que ir! 

Volto meus olhos para Peter.

 - Acho que perdi toda minha coragem.

 - Por que? 

  - Não sei se posso dizer tudo isso ao seu irmão. É loucura!

 - O quê você gostaria de dizer a ele? 

Olho para Peter com um olhar gozador mas o mesmo me encoraja a prosseguir.

 - Acho que.. - Dou uma pausa e respiro fundo.

 - Vamos lá! 

 - Que toda essa história é loucura, mas que desde o primeiro momento em que o vi mesmo ele sendo um babaca, senti essa ligação que não sei explicar, apenas sentir. - Sorrio lembrando de nosso primeiro encontro.

 - E que mesmo com todas as suas idiotices eu... - Não sei se posso falar isso.

 - Você? - Peter ergue suas sobrancelhas.

Dou um sorriso de derrota pois fui vencida pelos meus sentimentos.

 - Eu quero tentar isso.

Ouço o barulho de uma porta bater atrás de mim, não tenho coragem de me virar e ver quem é.

 - Por quê você quer tentar? 

A voz de Drogo soa gozadora e insolente como sempre, eu deveria odiar isso mas nesse momento não odeio.

 Respiro fundo e me viro para ele, nossos olhos se encontram, uma força magnética paira no ar.

 - Porque por mais insano que seja isso, eu amo você. 

Ele vem em minha direção e quando está a poucos centímetros de mim, coloca sua mão em minha nuca e a outra em minhas costas, estou totalmente perdida em seu olhar e quando percebo minhas mãos estão em seu peitoral e nossos lábios em um beijo frenético.

Levada totalmente por meus impulsos deslizo minhas mãos até seus ombros e em um impulso com meus pés enrosco minhas pernas em sua cintura, Drogo me segura por meu bumbum e começa a caminhar em direção ao seu quarto, estou totalmente entregue a ele. Entramos em seu quarto e ele me leva até sua cômoda, posso ouvir o barulho do vidro quebrando no chão, mas pouco me importa, ele me bota sentada na cômoda e se afasta ainda com suas mãos em mim, mordo meu lábio inferior para ele entender o quê quero.

Drogo passa seus olhos em chamas por todo meu corpo.

 - Tem certeza disso? 

Deslizo minhas mãos até sua cintura, sem desvia meus olhar retiro sua camisa.

 - Minha vez! - Ele pisca para mim.

Sendo mais ousado Drogo vai até meu short e abre o fecho, apoiando em seus ombros levanto meu corpo para facilitar, enquanto o short desliza por minhas pernas Drogo beija por onde ele passa. Enquanto ele se vira para jogar meu short em algum lugar do quarto eu tiro minha blusa, quando seus olhos recaem sobre meu corpo quase nu, vejo o azul dos seus olhos ficarem mais escuros. 

Desço da cômoda e me aproximo dele, fixa em seu olhar coloco minhas mãos sobre o fecho de sua calça e o abro, agachando em sua frente deslizo a calça por suas pernas, coloco minhas mãos sobre elas e enquanto me levanto deslizo suavemente sobre elas até sua região íntima. Drogo suspira com meu toque, deslizo minha mão para dentro de sua cueca e sinto seu membro duro, enquanto observo suas reações ele fecha seus olhos e geme de prazer, começo com movimentos suaves e conforme fica mais intenso meus movimentos ele inclina sua cabeça para trás, até que sinto seu membro fica mole em minha mão e seu corpo todo estremecer.

Chego bem perto de seu ouvido e sussurro.

 - Sua vez de me fazer gozar.

Drogo abre seus olhos e se vira para mim com um sorriso safado.

 - Safada! 

Ele me agarra pela cintura e me puxa para grudar nossos corpos enquanto nossos lábios se envolvem em um beijo quente, posso sentir cada parte do meu corpo reagir ao seu toque, suas mãos passam por minhas costas e desabotoam meu sutiã com facilidade, em movimentos leves ele me leva até sua cama, em sem separar nossos corpos me deita nela, só então separa nossos lábios, ele começa a fazer uma trilha de beijos por meu pescoço e quanto chega em meus seios passa sua língua ao redor de meu bico, gemidos de prazer escapam de minha boca, enquanto com destreza ele chupa meus seios, uma de suas mãos desliza por minha barriga até que está dentro de minha calcinha, quando seus dedos começam a massagear meu clitóris mordo meu lábio inferior para não gritar. 

Percebendo todo meu corpo se contrair, Drogo  vem até minha orelha.

  - Por quanto tempo você consegue se segurar, querida? - Ele intensifica seus movimentos.

Minha respiração está desregular, fecho meus olhos e me deixo levar.

 - Isso, mais rápido! 

 - Ainda não! 

Ele tira suas mão de dentro de minha calcinha enquanto permaneço de olhos fechados, sinto seus lábios passando por minha barriga até que ela da um beijo em minha calcinha, logo em seguida suas mãos a deslizam por minhas pernas até não sentir mais o pano em meu corpo. Drogo escorrega seu corpo levemente sobre o meu e beija minha boca, mas ele rapidamente desce separando minhas pernas e ficando entre elas.

 - Hummm... - Um gemido reprimido escapa de meus lábios quando sinto seu membro dentro de mim.

Depois de encaixar seu membro Drogo gruda seu corpo no meu e vem até meus lábios.

 - Me diga o quê você quer! - Ele diz entre meus lábios.

 - Você... quero sentir você mexer dentro de mim. - Minha fala é quase uma súplica.

Drogo começa com movimentos leves e sensuais de vai e vem. Sentindo seu membro mexer dentro de mim é como se eu ficasse fora do meu corpo e voltasse, logo seus movimento ficam mais frenéticos e selvagens, mordo seu ombro e cravo minhas unhas em suas costas para não gritar, parece que minha atitude incentiva Drogo a ficar cada vez mais intenso, sinto meu corpo reagir. Quando percebo gemidos contidos escapam de nossas bocas e nós gozamos.

Ele deita ao meu lado e só no momento em que volto a mim, percebo que estamos completamente nus, olho ao redor do quarto e vejo sua camisa perto da cama, me levanto e a pego rápido.

 - Prefiro você assim! 

Visto sua camisa e me viro para Drogo.

 - Cala boca! 

Vejo sua cueca no chão e jogo para ele.

Ele a agarra no ar.

 - Quer realmente que eu vista? 

Reviro meus olhos e depois começo a procurar minha calcinha, ouço o barulho da cama que significa que Drogo levantou. 

 - Não acho minha calcinha. - Abaixo para ver em baixo de sua cama.

Drogo faz um barulho com a garganta para chamar minha atenção, me viro e vejo ele com minha calcinha em sua mão.

 - Bonita! 

Me aproximo dele e estendo minha mão.

 - Me devolva.

Ele fecha sua mão com minha calcinha nela.

 - Não vai deixar de lembrança.

 - Claro que não! - Olho indignada para ele.

 - Jura! - Ele se aproxima de mim.

De repente uma ideia me passa pela cabeça.

 - Tudo bem! Pode ficar! - Sorrio para ele e me viro pegando o resto de minhas roupas.

 - Sério? 

Me viro para ele.

 - Sim! - Caminho para perto da porta.

 - Claire! - Drogo começa a se aproximar de mim.

 Abro a porta bem devagar.

 - Acha que seus irmão vão se importar? - Olho para sua camisa em meu corpo.

 - Você não teria coragem! 

Boto meu pé para o lado de fora e o olho desafiando.

 - Não faça isso! 

Dou um grande sorriso para Drogo e saio correndo pelo corredor, mas quando estou no topo da escada duas mãos envolvem minha cintura e quando dou conta de mim estou no quarto de Drogo. Não consigo segurar a gargalhada, ele então me joga em sua cama.

 - Você ficou louca? E se alguém vir você assim? 

Faço uma cara de ingênua.

 - Qual o problema? 

Ele ergue uma sobrancelha e vem até mim, Drogo descansa seu corpo sobre o meu, mas não sei como viro o jogo e fico por cima dele, obviamente ele se deixou levar.

 - Está com ciúmes dos seus irmão me verem assim, Bartholy? 

Ele me da um sorriso gozador.

 - Ciúmes? 

 - Então acho que posso sair assim. - Começo a me levantar.

Drogo me pega pela cintura e me coloca sobre ela novamente com extrema facilidade.

 - Ué? - Olho com uma falsa supresa.

 - Sim, eu estou! 

Com um sorriso vencedor me aproximo de seus lábios e lhe dou um selinho.

Ele me olha como se quisesse mais e se levanta me agarrando, logo estou por baixo dele novamente.

 - Eu morro de ciúmes de você! 

 - Que bonitinho! 

 - Bonitinho? - Ele me faz cócegas.

 - Não faço isso! 

 - O quê? - Ele faz de novo.

 - Drogo! - Grito.

Ele começa a rir e fazer mais cócegas, logo estamos como duas crianças brincando.

 

Continua? 


Notas Finais


E então, como foi? Espero que tenha gostado.
Deixe seu comentário dizendo o que achou desse capítulo e se devo continuar.
Até a próxima! Beijinhos!


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