História O irmão Bartholy - Is It Love Drogo? - Capítulo 14


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Categorias AnticLove
Tags Drogo, Magia, Misterios, Romance
Visualizações 52
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem-vindos a mais um capítulo de nossa história sobrenatural, bote seus fones de ouvidos, vá na sua melhor playlist e viaje para New Orleans.

Boa viajem, leitor!

Capítulo 14 - Capítulo 13


Depois de nossas brincadeiras, Drogo e eu apagamos, quando acordo e olho para janela está noite, me levanto e corro até a janela, não posso acreditar.

 - Nós dormimos esse tempo todo? 

Drogo coloca uma mão em sua nuca e me observa.

 - Vem aqui! 

Olho para ele mas vou em direção à porta.

 - Eu preciso ir! 

Quando pego na maçaneta Drogo coloca sua mão sobre a minha.

 - Por que eu deixaria você ir? - Ele fica em minha frente.

Meu corpo está preso entre Drogo e a porta.

 - Ok! Eu te mando uma mensagem quando todos dormirem e você entra pela janela do meu quarto. - Lhe dou um sorriso.

 - Feito! - Ele da um beijo rápido em minha boca e se afasta.

 - Até mais tarde! - Sorrio e vou em direção as escadas.

No caminho até a porta não encontrei nenhum dos irmãos Bartholy, mas para o meu azar assim que saio da mansão e atravesso a rua dou de cara com Loan, tento passar despercebida mas ele fica em minha frente.

Reviro meus olhos.

 - O quê você quer, Loan? 

Ele me da um sorriso fino.

 - Você sabe que me deve uma, Claire! 

 - Eu te devo? - Dou uma risada sarcástica.

 - Te salvei na floresta, não seja ingrata.

Me aproximo dele ameaçadoramente.

 - E quem me garante que você não era aquele lobo? 

Loan fica tenso com minha insinuação, ele fica em silêncio.

 - Espera, você é um lobo mas não sabe quem me atacou? 

Ele desvia seu olhar e tentar ir embora mas o seguro pelo braço.

 - O quê você estava fazendo lá? 

 - Fique fora disso! 

Ele se solta de minha mão e vai em direção à sua casa, mas para logo à frente e olha para casa Bartholy, acompanho seu olhar e vejo uma silhueta na janela de Drogo, sei que vou ter muitas perguntas essa noite. Assim que entro em casa estão todos na mesa de jantar, eles me observam intrigados mas papai toma a iniciativa.

 - Onde você estava? 

Sento na mesa aonde meu lugar já está posto.

 - Eu estava com meu amigo. - Não deveria dizer isso mas é estranho.

 - Amigo? - Nanci me olha.

Que se dane! 

 - Eu estava com meu namorado.

Papai e mamãe trocam alguns olhares.

 - Querida, você está namorando? 

 - Sim, e quero apresentá-lo para vocês.

Hope ri e diz:

 - Por que precisa nos apresentar nosso vizinho? 

 Papai quase engasga com sua água.

 - Loan?

 - Não, Drogo! 

Mamãe me olha rindo.

 - O bonitão Bartholy? 

Balanço minha cabeça rindo.

 - Sim, mamãe! 

Papai toma um postura séria.

 - Vai ser bom conhecer ele.  - Ele sorri para mim.

O resto do jantar não teve muitas perguntas sobre meus relacionamento, falamos sobre nossos dias, fique feliz que minha família aceitou numa boa meu namoro. Papai disse que depois do jantar teríamos uma reunião em nossa sala, não entendi o motivo mas provavelmente é algo sério.

Nanci e eu já estamos no porão quando eles chegam, antes botaram Hope na cama para depois ter essa reunião. Nós sentamos em um mesa e ficamos alguns segundos tensos enquanto papai e mamãe parecem procurar as palavras certas para começar. 

Mamãe toma a frente e começa a falar.

 - Vocês sabem que a proposta para vir para cá não foi a primeira e nem a melhor, mas nós tivemos um motivo maior para isso.

Nanci olha para mim tão confusa quanto eu.

 - Mas eu tinha entendido que era a melhor coisa.

 - Era uma delas mas não a melhor. O quê intensificou a vinda para cá foi o sumiço de nossos amigos, aqui em New Orleans.

O clima começa a ficar mais pesado do que antes.

 - Kate e Alec são nossos amigos de anos, conhecemos eles em nosso treinamento para sermos caçadores, eles estavam aqui até.. - Ele para e olha para mesa.

Mamãe segura sua mão e prossegue.

  - Eles estavam aqui investigando um suposto original na cidade, mas simplesmente desapareceram.

Minhas mãos que estão sobre minhas coxas tremem, não tem como não lembrar do pai dos Bartholy.

 - Durante esse tempo tentamos evitar envolver vocês nisso, mas precisamos de ajuda para descobrir o quê aconteceu e juntar provas.

 - O quê acontece depois que juntarmos provas? - Preciso saber mais.

Papai respira fundo.

 - Pelo pouco que sabemos esse original tem o apoio dos clãs aqui, se iniciarmos uma guerra contra ele, os clãs não vão ficar do lado de caçadores.

 - Queridas, depois que reunirmos as provas os outros viram e começaremos a fazer a limpeza.

 - Que limpeza? 

 - Teremos que matar todos eles.

Cravo minhas unhas em minha pele, Nanci percebe minha reação e coloca sua mão sobre a minha, sinto meu corpo relaxar.

 - Vocês querem começar uma guerra contra os clãs?

 - Se eles mataram um dos nossos não temos o que fazer, podem fazer isso com qualquer pessoa.

Papai se levanta.

 - Por isso preciso que estejam preparadas e atentas, uma guerra está prestes a se iniciar.

Me levanto logo em seguida e fico em sua frente.

 - No quê vocês estão pensando? Uma guerra? Matar pessoas? 

Mamãe se levanta e põe uma mão em meu ombro.

 - Querida, eles não são pessoas. Bruxas, lobisomens e vampiros são monstros, eles vão se unir contra nós então vamos unir os nossos contra eles.

Olho para eles indignada, não posso acreditar no que estou ouvindo. 

Corro para meu quarto e tranco a porta, tudo parece estar sempre contra mim e Drogo, iniciar uma guerra e matar um original significa matar sua linhagem e muitas outras pessoas. 

Ando de um lado para outro dentro de meu quarto, até que alguém bate em minha porta, a voz de papai soa do outro lado me pedindo para entrar, respiro fundo e vou até a porta destrancando ela. 

Assim que ele entra me sento em minha cama e o mesmo me acompanha.

 - O quê houve, querida? 

 - Isso é uma loucura! 

 - Claire, precisamos proteger os humanos.

Me viro para olhar em seus olhos.

 - Matando pessoas inocentes? 

Ele suspira.

 - Se isso significa proteger os reais inocentes, sim.

Me levanto frustada com sua resposta.

 - Como vocês podem simplesmente dizer de qual lado eles vão ficar? 

 - Por séculos nossas gerações têm matado e torturado seu povo, se New Orleans chegou a ser a maior cidade com clãs é porque eles se apoiam.

 - Talvez seja diferente agora! - Tento argumentar.

Ele se levanta e põem suas mãos sobre meus ombros.

 - Não podemos pagar para ver, temos ordens e em 6 meses nossa família vai chegar.

 - Nossa família? 

 - Quem você achou que era o reforço, querida? - Ele da um beijo em minha testa.

Diante de meu olhar totalmente derrotado papai me abraça e após um boa noite sai de meu quarto. 

Depois de um longo banho, acho que já estou a uma hora sentada na beira de minha cama, um barulho em minha janela me desperta, ao olhar vejo Drogo, aquele sorriso insolente está em seus lábios.

 - Você não me avisou mas eu vim! - Ele vem até mim.

Em um impulso corro para seus braços, Drogo me recebe com muito carinho, ele passa suas mãos em meus cabelos molhados.

 - Ei o quê houve? - Drogo da um beijo em minha cabeça.

 - Nada! - Aperto mais forte meus braços ao seu redor.

 - Você é uma péssima mentirosa! - Ele ri

 - Só me deixe ficar aqui! 

Sem dizer mais nada ele apenas me abraça, fazendo com que eu me sinta segura e bem, Drogo tem esse poder inusitado sobre mim.

Ele está sentado em minha poltrona enquanto eu pareço um ratinho enrolado em seu braços,  devo estar sentada em seu colo a uma meia hora, nós não falamos nada, Drogo apenas continua passando suas mãos em minhas costas. Seu cheiro me intoxica e me faz tão bem, quando percebo as lágrimas estão escorrendo em meu rosto, levanto e passo minhas mãos em meus rosto.

Drogo me observa com carinho.

 - Você acha que namora uma menina louca. - Fungo meu nariz.

Ele ri.

 - A séculos que eu faço isso.

Não posso evitar de sorri diante de sua cara de idiota.

 Ele para de repente e coloca o polegar em seus lábios.

 - Então quer dizer que você é minha namorada? 

Reviro meus olhos e tento me levantar mas Drogo me segura em seu colo.

 - Você não vai fugir.

Me viro para Drogo e vendo seu olhar convencido não sei a quem estou tentando enganar, eu disse isso em voz alta para minha família, não tenho motivo para dizer a ele.

 - Sim! 

Drogo me pega em seus braço e me leva até minha cama, ele me joga sem qualquer delicadeza nela.

 - Quanta delicadeza! 

Ele vem como um predador e fica sobre mim.

 - Eu sou um vampiro, meus instintos são selvagens.

Drogo começa a morder meu pescoço, depois meus braços, em seguida meus ombros e depois vai até minha barriga, começo a rir sentindo cócegas e o puxo pela camisa, seu rosto fica novamente a poucos centímetros do meu.

 - Me prometa uma coisa? 

Seus olhos estão fixos nos meus.

 - Sim! - Ele me beija.

 - Que não importa o quê aconteça você vai sobreviver, por nós? - Uma lágrima escorre no canto de meus olhos.

 - Claire, o quê está acontecendo? 

Boto minhas mãos sobre seu peitoral.

 - Só me prometa! 

Ele beija minha lágrima e depois olha para mim.

 - Eu prometo! 

 

Continua? 

 


Notas Finais


E então, como foi? Espero que tenha gostado.
Deixe seu comentário dizendo o que achou desse capítulo e se devo continuar.
Até a próxima! Beijinhos!


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