História O Irmão do Meu Namorado - Capítulo 1


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Categorias CNCO
Personagens Christopher Vélez, Erick Brian Colón, Joel Pimentel, Personagens Originais, Richard Camacho, Zabdiel De Jesús
Visualizações 132
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem.
💜

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction O Irmão do Meu Namorado - Capítulo 1 - Capítulo 1

— Aquele garoto não para de olhar para cá — Andie sorriu maliciosa pra mim enquanto andavamos em direção ao metrô

— Que garoto? — virei de costas e vi um rapaz alto com cabelos escuros olhando fixamente na nossa direção parado na frente do seu carro

— Ele é gato — minha melhor amiga falou instantaneamente

— Ele é o irmão do meu namorado, Andie — revirei os olhos.

— Seu namorado é um babaca, o irmão dele é um gato e você vai me apresentar a ele.

Ela só podia estar de sacanagem. Emanuel e eu praticamente não nos falávamos. Eu não sabia o porque mas ele parecia não gostar muito de mim. Sempre saia quando eu tentava falar com ele, ou se trancava no quarto quando eu estava na casa.

Eu achava que o fato de fazermos faculdade juntos nos aproximaria, mas não. Só nos afastou mais. Eu simplesmente não fazia ideia do porque de um dos irmãos do meu namorado me odiar tanto.

— Nós não somos muito próximos. Acho difícil eu te apresentar a ele — falei honesta

— Tenta. Por favor. Por mim — ela fez a carinha de cachorro pidão que sabia que eu não resistia.

— Tudo bem. — rolei os olhos — Vem comigo

A puxei pelo braço e fomos andando na direção do meu cunhado que me odiava. E por algum milagre divino ele ficou parado me encarando em vez de dar as costas e me ignorar como de costume.

— Oi Madie. — sua voz grossa ecoou pelos meus ouvidos fazendo um certo arrepio correr meu corpo. Havia muito tempo que não ouvia a voz dele.

— Oi — respondi tímida. Algo estava muito errado. Ele não falava comigo há meses e agora me chamava por apelido?

— Eu sou a Andie — ela esticou a mão e ele apenas balançou a cabeça

— Emanuel — ele se apresentou

— Eu tava olhando você de longe. Acho que tava olhando pra mim também — ela sorriu colocando uma mecha do cabelo pra trás da orelha

— Eu só tava olhando a Madison — ele falou frio

— Mas olha agora e me diz que não gosta do que vê — a Andie se ofereceu com a cara mais cínica do mundo

— Quantos anos ela tem? — ele me perguntou

— 18, mas eu saí cedo do colégio e... — ela tentou falar mas foi interrompida

— Apresenta ela ao Israel. Eu não tenho tempo para crianças. — sua voz era ríspida

— Idiota — minha amiga deu as costas e saiu andando rápido

— Olha, você pode me odiar como for, eu não sei o que fiz pra você, mas não precisava ser assim com ela. Ninguém tem culpa que você carrega o mal humor do universo todo

— Ela é oferecida.

— Ela é minha amiga — suspirei

— Tá indo pra casa? — ele cortou o assunto

— É. — revirei os olhos

— Vem. Eu te levo — ele abriu a porta do carro e eu achei aquilo estranho.


Ele nem gostava de mim e agora estava todo educado e prestativo? Não. Algo estava muito errado

— Não precisa. Eu vou de metrô — respondi

—  Eu to indo pra casa e você mora do lado, então não, você não vai de metrô, você vem comigo.

Sua voz soava ríspida, mas seus olhos brilhavam como se ele sorrise e ironicamente ele ficava lindo quando sorria e seus olhos brilhavam.

— Obrigada, mas... — tentei falar mas acabei me perdendo na boca dele. Emanuel tinha a mania de morder o lábio, tinha percebido isso nas poucas vezes que nos falamos, mas olhando para aquilo agora, não conseguia parar de notar o quão sexy era.

— Mas? — ele sorriu parecendo poder ler meus pensamentos

— Eu não sei o que eu ia dizer... Eu me distraí — falei sincera

— Eu te levo pra casa princesa — ele tomou meus cadernos e minha mochila e meu corpo se arrepiava ao seu mínimo toque

— Como os meninos estão? — perguntei assim que entrei no banco do carona

— Eles sempre estão bem — ele riu

— E o Joel? — o olhei enquanto ele ligava o carro e acelerava

— A droga do namorado é seu. Eu não sei dele — o Emanuel revirou os olhos e bateu no volante

Estremeci. Definitivamente ele tinha me deixado assustada e eu sequer sabia o porquê de tanta arrogância.

— Desculpa. — ele falou alguns longos minutos de silêncio constrangedor — Eu só estou com alguns problemas com meu irmão e não queria ouvir o nome dele.

— Tudo bem. Eu entendo — fui sucinta

Ele abriu os vidros do carro e fechei os olhos sentindo o vento no rosto. Por uns segundos uma sensação estranha de ser observada atravessou meu corpo por inteiro, mas mantive meus olhos cerrados. A brisa era boa demais pra ser ignorada. Em um movimento brusco o Emanuel freou o carro fazendo meu corpo se projetar pra frente sendo segurado pelo cinto.

— Você tá bem? — sua mão virou meu rosto para ele e sua voz era preocupada

— Sim. E você?

— To bem sim

— O que aconteceu? — questionei

— Eu me distraí — ele falou mordendo o lábio.

Aquela terrível mania era tão sensual e ele sequer tinha noção disso. Corei quando ele disse ter se distraído, talvez eu fosse a distração já que me senti observada há pouco.

Fomos calados o resto do caminho. As vezes flagravamos nos olhando um ao outro e o olhar era desviado quando percebiamos, mas fora isso, mais nenhuma interação.

Assim que chegamos na rua em que morávamos avistei o Joel parado na frente da minha casa e sorri.

— Olha lá... Seu príncipe encantado — o moreno falou irônico

— Ele é seu irmão. Vocês deviam se acertar. — o encarei e percebi em sua feição que ele não seguiria meu conselho

— Que se dane — falou rude

— Oi amor — meu namorado sorriu e o beijei assim que desci do carro — Irmão...

Ele tentou cumprimentar o Emanuel que bateu a porta de entrou em casa resmungando. O Joel parecia não ter nenhum probelma com o irmão

— Obrigada pela carona — gritei, mas ele não ouviu

— Ele te deu carona? Por livre e espontânea vontade? — o Joel perguntou rindo

— Também achei estranho.

— Que se dane. Eu tava morrendo de saudade de você e adivinha? Sua mãe saiu, então a casa é nossa princesa. — o Joel me puxou para si e selou nossos lábios me puxando para dentro de casa. Fechei a porta e me pendurei em sua cintura. Saímos nos batendo em todos os móveis até chegarmos ao meu quarto

Continua.







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