História O irmão postiço - Capítulo 17


Escrita por:

Visualizações 1.969
Palavras 2.937
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLAAAAAA
ENTÃO, EU TO AQUI DE NOITEN, TRAZENDO ESSE CAPÍTULO E COMEMORANDO OS 400 FAVORITOS QUE VOCÊS DERAM AQUI PRA OIP. Muuuito obrigada gente. De verdade.
A gente se vê de novo lá embaixo.
Bora pro cap.

Capítulo 17 - Parque de diversões


Fanfic / Fanfiction O irmão postiço - Capítulo 17 - Parque de diversões

Naruto sentiu um arrepio que foi ignorado pelo seu estado sonolento.

Sonhava com alguma coisa boa, talvez fosse ramen, mas não conseguiu ignorar a sensação por muito tempo. A respiração quente roçava suas costas, traçando uma linha pela coluna até chegar a sua nuca. Sentiu os lábios macios lhe darem um beijo e a voz rouca sussurrar em seu ouvido.

— Acorda, dobe.

Ah, será que ainda estava sonhando? Onde estavam os beliscões e as travesseiradas? Ficou quietinho no lugar, sem dar um pio, esperando que ele continuasse as carícias. Sentiu os dentes roçarem pelas marcas em suas bochechas numa mordida leve.

— Levanta, eu sei que já acordou – o moreno voltou a sussurrar.

Dessa vez, Naruto acabou sorrindo antes de abrir os olhos azuis sonolentos.

— Você bem que podia me acordar assim mais vezes.

Sasuke deixou um sorriso se abrir também. Naruto se viu perdido nas linhas de seu rosto por alguns longos instantes, contemplando aquela risada espontânea que deixava seu rosto tão mais bonito do que já era. Ainda estavam nus, os dois. O Uchiha havia se sentado sobre a barriga do Uzumaki na intenção de não deixá-lo dormir novamente.

Naruto deixou as mãos correrem pelas pernas brancas enquanto arqueava as costas, se espreguiçando. Sentiu os lábios de Sasuke em seu pescoço um momento depois, sorrindo com o gesto. Ele parecia de bom humor, isso era bom. Seu próprio humor estava diretamente ligado ao de Sasuke, então aquele dia tinha tudo para perdurar muito bem, assim como havia começado.

Levantaram-se de uma vez e foram ao banheiro juntos. Não fizeram nada além de tomar banho e Sasuke mostrou uma pinta que tinha escondidinha na virilha. Pela primeira vez, ficaram medindo tamanho e espessura dos seus órgãos, chegando a conclusão de que Sasuke era um tantinho mais comprido, e Naruto um pouquinho mais grosso. Consideraram aquilo um empate, mesmo que não fosse, exatamente, uma competição.

Se vestiram e desceram para o café da manhã. Kushina estava em casa, mas havia passado a noite fora e devia estar dormindo. Os dois preparam o café da manhã rapidamente e o Uchiha não perdeu tempo em procurar o que fazer para o almoço. Não demorou até Kushina levantar e ir até a cozinha também.

— Ovos, rolinhos de peixe, macarrão – a ruiva dizia, vez ou outra sorvendo o café que tinha em sua xícara – Devo presumir que estão querendo fazer ramen?

— Isso aí – Sasuke respondeu.

— Sério? - Naruto, sempre muito lento no que dizia respeito a receitas (e a diversas outras coisas), parecia ainda mais animado com aquilo.

— Um-hum.

— Então também quero ajudar a preparar – Kushina disse, terminado seu café e lavando a xícara – Vocês dois estão sempre na cozinha agora, inclusive tem me ajudado bastante. Não vejo porque não podemos fazer uma baguncinha agora.

A Uzumaki deu de ombros, abrindo um enorme sorriso enquanto prendia os cabelos no alto da cabeça. Naruto deixou uma música tocando no celular e aquilo pareceu animar ainda mais a matriarca, que remexia os quadris enquanto trabalhava. Sasuke sorriu vendo-a daquele modo, e sorriu mais ainda quando ela pegou uma colher de pau e começou a cantar, pedindo para o loiro acompanhá-la.

E é claro que ele o fez. Os dois Uzumakis começaram um dueto que mais eram notas gritadas do que cantadas, mas ninguém ligava. Nem Sasuke, que foi puxado em seguida, sendo forçado a acompanhá-los.

— Isso não vale – Naruto berrou – O teme canta bem.

— Não seja invejoso – Kushina riu – Continua, Sasuke.

E os três continuaram. Naruto se perdeu em sorrisos enquanto via o Uchiha cantar ainda meio tímido, mas mantendo o sorriso de canto. Em algum momento ele havia pegado uma faixa e colocado na cabeça para prender a franja e vê-lo daquele modo, tão caseiro e simples, leve e sorridente pareceu demais.

Era bonito demais, divertido demais, gostoso demais.

— Queria que o verão não acabasse – foi a ruiva quem disse.

Mas Naruto concordou enquanto sentia um aperto no peito. Os olhos azuis encontraram-se com os negros, como se compartilhassem o mesmo pensamento. Alguma hora, Sasuke iria voltar e aquela rotina iria mudar. Voltariam a ser o que eram antes daquele verão e aquela realidade parecia muito distante agora.

Naruto realmente queria que o tempo parasse, pelo menos um pouco, só para poder aproveitar um pouco mais.

Quando a comida ficou pronta e todos se serviram, o sorriso no rosto do loiro foi, com certeza, um presente. A verdade era que Sasuke estava tentando agradar Naruto, ainda que inconscientemente. E que modo melhor do que fazer sua comida preferida, ainda mais depois de sua recente restrição alimentar?

Os dois rapazes sentaram-se lado a lado, de frente para a mulher que lhes sorria com carinho. Ela ainda tagarelava sobre como Sasuke era bom na cozinha quando o moreno deixou que sua mão encontrasse a de Naruto por baixo da mesa, prendendo seus dedos aos dele. A mão morena retribuiu o gesto, disfarçadamente, e um sorriso se plantou no rosto de ambos.

Quando sábado chegou, Naruto achou que pudesse dormir até mais tarde.

Estava redondamente enganado. Sasuke parecia estar com algum tipo de animação fora do comum. Talvez tivesse a ver com o fato de terem transado três vezes na noite anterior, mas aquilo só fez o loiro ficar com ainda mais sono naquela manhã.

Isso não importava muito para o Uchiha aparentemente, já que tinha a franja presa por um arco e veio com papo de faxina que o Uzumaki custou até entender que era sério. Arrumaram a casa de cima a baixo naquele dia, primeiro e segundo andar, deixando apenas o quintal dos fundos para um outro dia.

A parte boa veio em seguida, quando Kushina chegou a tarde, sendo acompanhada de Hinata.

— Por favor, tia – a Hyuuga pedia.

Os dois garotos estavam sentados no sofá da sala, depois de banhos recém tomados e observaram a cena em silêncio.

— Eles ainda estão de castigo, Hina – Kushina disse.

— Eu sei – a garota voltou a falar – Mas Toneri está louco pra rever o Naruto, e eu queria muito que ele conhecesse Sasuke-kun também – os olhos cinzentos claros da menina brilharam, pedintes – A gente volta cedo e vamos ficar de olho neles. Por favor.

A ruiva apoiou os dedos entre os olhos, sem saber se devia ou não permitir que saíssem. Na verdade, estavam durante toda aquela semana a obedecendo em tudo que pedia e não tinham nada pra se distrair, já que ela tinha tirado dos dois o videogame. Inclusive, achava que o tempo que estavam passando juntos podia tê-los aproximado. Afinal, ela tinha reparado que os dois vinham se dando muito bem nos últimos dias.

Estava realmente feliz por isso. Havia se apaixonado pelos filhos de Fugaku desde que eram crianças e os via como seus próprios filhos. Tanto Itachi quando Sasuke tinham o mesmo problema do Uchiha pai no que diz respeito a demonstrar sentimentos, mas ela percebia algo um pouco diferente nos pequenos. Como crianças, pareciam mais abertos a receber carinho e Itachi era muito protetor em relação a Sasuke. Sentia muito amor por ambos e saber que agora o mais novo se dava bem com seu filho a fazia extremamente feliz.

Abriu os olhos e se atentou a casa limpa e os dois garotos entediados no sofá. Estavam muito errados em ter fugido no meio da noite sabe-se lá pra onde, mas talvez pela recente sensibilização, além dos olhinhos pidões de Hinata, acabou cedendo.

— Certo, só porque estou de bom humor. Mas nada de chegar tarde, ou já sabem.

— Pra onde a gente vai? - Naruto perguntou, se ajoelhando no sofá.

— Toneri voltou da casa dos avós – Hinata sorriu – Vamos ao parque. Se arrumem logo.

O loiro sorriu largamente, beijando o rosto da mãe e correndo escada acima, com energia renovada enquanto Sasuke o seguia mais calmamente. Estava satisfeito de ter o que fazer além de arrumar a casa e foder – embora essa segunda parte o agradasse de muitas formas.

Se vestiram de maneira simples, saindo junto com a Hyuuga e se despedindo de Kushina rapidamente.

— Ele vem nos encontrar já, já – a garota disse, enquanto mexia no celular – Marquei em frente a cafeteria.

Ela parecia animada, os dois garotos perceberam. É claro, estava mesmo.

Toneri tinha chegado em Konoha apenas naquele ano. Era um pouco mais velho, estava começando na faculdade, mas já tinha um carro devido a boa condição financeira. Hinata nunca foi dada a títulos, até porque sua própria família era um tanto prestigiada e era de conhecimento geral que a única pessoa de quem já havia gostado era Naruto. Não era um segredo e ainda que não fosse, não era como se ela fosse capaz de esconder.

Os dois chegaram a se envolver, mas nenhum dos dois levou a sério, mesmo que a garota gostasse dele e, embora a experiência tenha sido boa e até divertida, sentiam em seus íntimos que não era aquilo que queriam de verdade. Ela ainda era apaixonada por Naruto como a pessoa que ele era, mas não do jeito romântico que sempre acreditou. Ela amava o seu sorriso e sua força de vontade, e o modo como ele sempre se dedicava, mas o desejo era algo a parte.

Eles eram amigos, ele sempre a ajudava e ela gostava de estar perto dele, mas em algum momento, ela pôde notar que aquilo não se tratava do amor que procurava. E ela não se contentaria com menos do que isso.

Conhecer Toneri foi uma coincidência.

Uma reunião familiar foi o que os levou ao mesmo lugar e os rolinhos de canela foram o motivo de terem trocado as primeiras palavras. Foi apenas uma conversa casual. De um lado, o sorriso ladino de Toneri com seu jeito polidamente gentil e do outro, havia Hinata com seu rosto corado e sua meiguice. Trocaram números naquela noite, sem meias palavras, mas Toneri ainda demorou um pouco para mandar-lhe uma mensagem.

Não que ele não quisesse entrar em contato imediatamente. Porém, aquele foi o seu período de adaptação na faculdade local de Konoha e suas ocupações o deixaram impossibilitado de puxar um assunto decente e duradouro com a Hyuuga.

No entanto, isso não tardou a acontecer.

Alguns dias depois e a primeira mensagem foi trocada, tornando-se algo realmente frequente até marcarem o primeiro encontro. Hinata gostava de coisas simples, ele percebeu. Cada pequena coisa que faziam parecia deixá-la animada, porque era uma grande apreciadora da companhia muito mais do que do programa. Quando decidiu beijá-la diante do festival de fogos, sentiu-se nervoso. Mas quando ela correspondeu… Certamente nunca se sentira mais sortudo.

Eram, de longe, aquele casal cheio de açúcar, que compartilhavam um gosto especial por demonstrações de afeto, ainda que sutis e devaneavam em conversas um tanto tolas de vez em quando. E, finalmente, Hinata sentiu aquele algo diferente borbulhando dentro de si quando estavam juntos. Toneri era seu combo, seu pacote completo de amizade e desejo. O motivo de seu nervosismo e sua calma.

E o sorriso que se formou em seu rosto naquela tarde, também era por causa dele.

Quando o rapaz albino chegou, baixando o vidro do carro, a garota não pôde evitar se abaixar ainda na calçada e beijar-lhe os lábios. Naruto o cumprimentou depois de entrar no veículo, assim como Sasuke, que acenou um tanto desinteressado.

Afinal, conhecer e saber que o namorado de Hinata era real lhe tirava um peso esquisito das costas.

— Tenho que buscar mais alguém? - Toneri perguntou, virando-se para a namorada.

— Não, somos só nós – balançou a cabeça – Chamei Gaara e o Lee, mas eles falaram algo estranho sobre passar o fim de semana sozinhos com um roupão de boxe. Enfim… Chamei o Shikamaru e a Temari, mas os dois estavam com preguiça. Aí chamei a Ino e a Sakura, mas elas não queriam “segurar vela”.

— Sei – Naruto riu – Aposto que elas vão passar a noite na casa da Ino comendo e vendo filme.

— Até parece que você faz algo muito diferente – Sasuke cutucou.

— Teme, como assim?

— Essa semana mesmo ‘tava chorando com filme de comédia. Nem vem.

— Mas aquela cena do cachorro era muito triste – O Uzumaki se defendeu.

— Ah, tá.

Hinata começou a rir, assim como Toneri, virando-se pra trás.

— Você é amigo novo? - o albino perguntou.

— Sasuke-Kun é enteado da tia Kushina.

— Ah, então você e Naruto são meio irmãos?

— Não – os dois responderam juntos.

O mais velho piscou os olhos de um tom diferente de azul, confuso. Hinata pigarreou, chamando atenção do namorado.

— Eles não são irmãos, amor. - ajeitou o cinto – Vamos?

Toneri assentiu, enquanto dava a partida. Naruto e Toneri monopolizaram a conversa, enquanto Hinata ria dos dois e Sasuke apenas observava. Não demoraram a chegar. Embora os quatro caminhassem juntos, era muito óbvia a atmosfera formada em torno dos dois casais. Enquanto a Hyuuga e o Otsutsuki se perdiam em cor-de-rosa, Naruto e Sasuke eram uma briga azul e laranja aparente. Não estavam discutindo, muito pelo contrário, mas sua energia diferia da romântica do casal ao lado.

Talvez fosse o fato de não serem, de fato, um casal. Por exemplo, quando Toneri comprou um milkshake, pareceu muito feliz em dividir com a namorada. Em contrapartida, quando Sasuke decidiu comprar uma porção de batatas fritas, Naruto lhe roubou uma, o que o fez dar um cascudo na cabeça loira. Acabaram dividindo no fim das contas, de qualquer jeito.

Hinata limpava o rosto pálido do parceiro quando ele se sujou com Katchup, enquanto Sasuke ria da cara de Naruto que tinha feito o mesmo. Aproveitaram alguns brinquedos também, principalmente a montanha russa onde, mesmo o Uchiha sendo mais contido, não pôde negar que sentiu tanto medo quanto o loiro berrando ao seu lado.

Pararam em frente a uma grua de pegar bichinhos de pelúcia. A garrinha se mexia lá dentro, esperando um pobre desavisado vir gastar dinheiro. Esse alguém, obviamente, foi Naruto. Parou em frente a máquina, vendo lá dentro uma raposinha laranja.

— Sasuke, olha – apontou – É o senhor Kurama.

Sorriu, de um jeito tão animado que Sasuke se viu obrigado a sorrir também. Aproximou-se um pouco mais, observando a pelúcia.

— Pega pra ti.

— Vou pegar.

Claro que falar era muito mais fácil do que fazer. A primeira tentativa foi um fracasso, assim como a segunda. Antes da terceira, começou a girar o pescoço, como se alongar o corpo fosse deixá-lo mais apto a pegar o bichinho. Falhou novamente.

— Deixa eu tentar.

Sasuke tentou mais quatro vezes sem sucesso. Algumas pessoas chegaram perto pra ver os dois garotos perdendo a briga com a máquina. Naruto tentou mais uma e passou novamente a vez pra Sasuke. Da última vez, o Uchiha estava concentrado. O ego ferido por uma garra estúpida. Estava suando quando viu que conseguiu capturar a perna da raposa. Foi muito devagar que foi arrastando a grua até que o bichinho caísse pra que pudessem pegar.

Comemorou, orgulhoso, pegando seu prêmio e vendo Naruto um tanto cabisbaixo. Revirou os olhos enquanto jogava o bichinho pra ele.

— Aí – o moreno disse – Não diz que nunca te dei nada.

Naruto sorriu, inclinando-se impulsivamente e dando um selinho no mais alto. Ato que não passou despercebido por Toneri.

— Isso…

— É uma longa história – Hinata agarrou o braço do namorado enquanto ria – Vamos, eu vou comprar um sorvete.

Chegaram cedo, como Kushina pediu.

A raposinha vinha sendo cuidadosamente agarrada por Naruto. Kushina dormia no sofá da sala e os dois garotos chegaram perto dela. Naruto beijou-lhe o rosto, vendo a mulher resmungar. Sasuke riu. A mãe e o filho eram extremamente parecidos.

— Chegamos, mãe – Naruto disse baixinho – Vamos pro quarto. Vai descansar.

— Eu ‘tô com preguiça – os braços da ruiva passaram pelo pescoço do filho.

— Ai, que coisa feia, dona Kushina.

O garoto estendeu a pelúcia para o moreno enquanto pegava a mãe no colo e subia as escadas. Deixou-a na cama, sem dificuldade, porque aquilo acontecia as vezes. Ela tinha uma rotina puxada e não atrapalharia seu sono. Fechou a porta, notando Sasuke parado na soleira do quarto dos dois, observando-o.

— O que você vai me dar em troca do senhor Kurama, hein? - o moreno deixou o sorriso maldoso tomar seu rosto.

— Achei que era um presente, teme – falou em voz baixa, seguindo até lá.

Entraram no quarto, a porta foi trancada.

— Eu dificilmente faço algo de graça.

— E como quer ser pago? - Naruto também sorriu, travesso.

Sasuke apenas arqueou a sobrancelha.

— Vem – Naruto puxou sua mão – Vamos tomar banho.

Os dois entraram no banheiro, se livrando das roupas com rapidez. Entraram no box, ligando o chuveiro. Os cabelos se molharam enquanto a água escorria e os lábios se encontraram calmamente, num ritmo profundo.

As mãos corriam pelos corpos nus, os joelhos de Naruto encontraram o azulejo enquanto levava a boca até o membro do Uchiha. Os dedos brincavam livremente na entrada alheia. Não demorou até que Sasuke estivesse prensado contra a parede fria enquanto Naruto se enterrava nele. Também não levou muito tempo até que Sasuke tivesse deixado o loiro apoiado contra banheira, alargando-o com seus dedos até se aventurar novamente dentro dele.

Foi um banho demorado, sem dúvidas.

Quando se deitaram naquela noite, novamente, sem se dar ao trabalho de se vestir e nem de puxar a cama de baixo, os dois se abraçaram, como se caírem no sono daquela maneira fosse a coisa mais comum, mais correta.

Podiam sentir o cheiro do shampoo e do sabonete se desprendendo um do outro. Sasuke enterrou o nariz nos cabelos loiros enquanto Naruto fazia o mesmo no pescoço alheio. Os corpos se encaixavam sem problemas, sem esforços.

O sono os levou rapidamente e o ressonar baixinho além das batidas dos corações felizes era a única coisa que soava naquele quarto.

 


Notas Finais


entãaaaooo
Pois é, esse cap foi mais família e mais fofinho, mesmo que eles tenham se comido no banheiro huahauhha Enfim. Toneri princeso é o namoradinho da Hina genten.
E esses dois estão cada vez mais envolvidos. Aliás, Kushina bem iludida achando que a aproximação é fraterna. Ai ai.
Espero que tenham curtido. Um beijo no kokoro de vocês e Ja nee


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...