História O Jardineiro - Capítulo 22


Escrita por: e Rose_Quartz

Postado
Categorias Naruto
Tags Jardineiro, Naruto, Sasusaku
Visualizações 1.238
Palavras 1.300
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei com o último capítulo de O Jardineiro, meus anjos <3

Primeiramente, peço desculpas. Eu tentei postar ontem, mas minha internet não deixou. Eu até comecei a responder os comentários, mas caiu e não voltou mais até muuuuito tarde. Perdão <3

Infelizmente, esse é o adeus de O Jardineiro :( Tenho muito a agradecer por essa fanfic maravilhosa, mas deixemos as despedidas pras notas finais, sim?

Desejo a todos uma boa leitura <3

Capítulo 22 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction O Jardineiro - Capítulo 22 - Epílogo

Seis anos depois

A área onde ficava a grande piscina da mansão Uchiha estava toda decorada com bolas coloridas, bexigas e painéis selecionados a dedo, exibindo claramente a decoração de uma festa infantil.

Espalhados por todo o local, os convidados aproveitavam da melhor forma a celebração. As crianças corriam e nadavam, brincando sem parar. Os pais aproveitavam o momento de distração de sua prole para conversar e curtir um pouquinho da paz maravilhosa que era estar ali.

Sasuke estava próximo da churrasqueira com Sakura pendurada em seu ombro, sussurrando algo pervertido o suficiente em seu ouvido direito para que um mínimo sorrisinho sacana surgisse nos lábios dele.

A aliança dourada brilhava forte em sua mão esquerda.

Numa espreguiçadeira do outro lado da piscina, um par de olhos azuis curiosos observava o casal como se eles fossem a verdadeira atração da festa. Apenas parou de olhá-los quando viu um ruivo aproximar-se com dois longos coquetéis em mãos.

— Obrigada, querido — agradeceu quando um lhe foi entregue.

— O que tanto olhava, Deidara?

— Os pombinhos ali — Deidara apontou com o queixo. — E pensar que você tinha ciúmes dele, Sasori — e ele riu enquanto Sasori se sentava ao seu lado.

— Ora... — bebeu do próprio drinque, emburrado.

— Se quiser se desculpar, basta conseguir o nome da loja onde Sakura arrumou aquele roupão. É tão lindo que... — calou-se ao capturar de soslaio um garotinho de cabelos cor de fogo correndo com algo suspeito em mãos. — Eu não acredito! Kishan! — Num pulo, estava em pé. — Que droga, Sasori! Vai cuidar do nosso filho! — começou a puxá-lo.

Ao lado do marido, Sakura riu vendo os dois marmanjos correndo atrás de uma criança carregando algo que lhe parecia ser um de seus anões de jardim. O roupão de banho rosado que usava estava aberto, permitindo a vista do bonito biquíni vermelho. Nos cabelos, uma flor como enfeite a deixava ainda mais charmosa. Estava deslumbrante, com um brilho sem igual.

— Algumas crianças não dão sossego aos pais, hein? — brincou e esticou o pescoço, esperando por um beijo que não veio.

— Mamãe! Papai! — Ambos se viraram ao ouvir a voz infantil tão próxima. — Olhem o presente que minha madrinha me deu! Olhem, olhem, olhem! — A garotinha vibrava.

Os cabelos e olhos negros iguais aos do pai. O sorriso faceiro e o rostinho redondo idênticos aos da mãe. Sarada era a combinação perfeita dos dois.

Serelepe, pulava e puxava uma velha senhora que já andava com dificuldade.

— Sarada, espere! Eu não tenho mais idade para correr desse jeito, garota — ralhava Chiyo falsamente brava.

— Olhem só! — Sarada levantou um par do que pareciam ser pistolas d’água bastante coloridas. — Minha madrinha me conhece muito bem, não é? — estufou o peito, eufórica.

Sakura curvou-se para mais perto da filha, arrumando-lhe os cabelos com ternura.

— Que bacana, Sarada! Pode aproveitar pra brincar com elas ainda hoje, na sua festinha.

— Eu posso, mamãe? — os olhos brilhavam como duas grandes jabuticabas.

— É claro que sim! Por que não convida Boruto para brincar com você? — Apontou o rapazinho loiro emburrado sentado ao lado dos pais.

— Ele está chato assim desde que chegou!

— Garanto que é porque você ainda não o convidou pra brincar. Aproveite a chance pra derrotá-lo numa batalha de água — piscou para a filha.

— Tá legal, mamãe! — e saiu correndo toda sorridente com o novo presente em mãos.

— Sinceramente, não sei como puderam escolher uma velha como eu para amadrinhar essa menina. — Chiyo dizia enquanto se esticava, estalando as costas. — Por Deus, não tenho pique para acompanhá-la nas brincadeiras.

— Não diga isso, vovó Chiyo! Ainda está na flor da idade.

— Além disso, não poderíamos ter escolhido alguém melhor — Sasuke virou um hambúrguer na grelha e voltou-se para Chiyo. — Já dissemos que você é nossa família, Chiyo.

— Ora, sou mesmo, não é? — A velhota se gabou. — E saber que fui praticamente o cupido de vocês — riu baixinho.

Por mais que fosse brincadeira, não poderiam deixar de pensar no quão verdadeiro aquilo era.

Se qualquer coisa tivesse sido diferente, talvez não estivessem ali, lado a lado, com uma família e histórias novas.

Chiyo fora quem lhes dera aquela segunda chance.

— Sakura! — ouviram ao longe e viraram-se para ver Tenten acenando do outro lado da piscina. — Sakura, venha aqui conosco aproveitar a água!

Sakura sorriu para a amiga e voltou-se para Sasuke.

— Você vem também?

— Prefiro continuar seco, obrigado — Sakura assentiu e tirou o roupão completamente.

Por Deus, aquele maldito biquíni lhe caía muito bem.

Sasuke a acompanhou com os olhos até que estivesse perto das outras garotas. Sakura então puxou todo o cabelo para cima, o prendendo num coque desleixado, apenas para não molhar os fios.

E então ele viu. As pequenas marcas finas e claras que restavam das feias cicatrizes que antes tomavam toda a área das costas de Sakura.

Ainda estavam ali, era verdade, mas estavam tão menores, finas e discretas que quase passavam despercebidas. E Sakura estava tão confiante que já se permitia exibir suas costas sem vergonha alguma. Comparadas às marcas anteriores, aquelas pequenas linhas claras eram como uma nova pele completamente imaculada.

Sakura estava verdadeiramente feliz outra vez. Comemorava com sua nova família mais um ano de vida de sua tão querida filha. Ali, rodeada pelas amigas, sorria como se tivesse dez anos de novo.

Um dos inúmeros garçons que perambulavam pelo local passou perto de Sasuke com uma bandeja carregada de coquetéis de frutas vermelhas. Era o predileto de Sakura, ele sabia. Agarrou um e foi até a esposa. No braço direito, uma toalha. Se Sakura resolvesse dar uma de engraçadinha o molhando, já estaria preparado.

Sakura contava uma das histórias de Sarada aprontando com Shizune e Chiyo. Temari quase passava mal de tanto rir.

Abaixou-se atrás da esposa e lhe ofertou o copo com um discreto sorriso.

— Ora, está tentando me embebedar, Sr. Uchiha? — ela devolveu com um sorriso travesso. — Desculpe, querido. Não estou podendo beber. — Sakura levantou-se e pegou a toalha do marido, secando depressa as pernas e colo para poder abraçá-lo sem receber mil e uma reclamações sobre ainda estar molhada.

Sasuke encrespou as sobrancelhas. Era o que lhe faltava. Sakura nunca recusava uma boa batida de frutas vermelhas.

— Desde quando não está podendo beber?

— Desde hoje de manhã quando recebi uma ligação de Tsunade — enlaçou Sasuke pela cintura, apoiando o queixo sobre o peito nu. — De acordo com ela, Sarada não vai ser mais filha única, sabia? — O sorriso que ostentava poderia ser visto da lua.

— Ah, por Deus, Sakura! — Sasuke disse baixinho, levando a mão à testa. — Isso é verdade?

Sakura acenou positivamente e, logo em seguida, estendeu o indicador rente aos lábios, pedindo segredo.

— Vamos deixar pra espalhar depois, sim? Deixemos o dia de hoje ser apenas sobre Sarada — cochichou e Sasuke soltou a respiração, causando um riso abafado por parte de Sakura. — Está nervoso, é? Quem sabe agora não ganhamos um garotinho?

Sasuke abriu a boca para responder, mas parou ao ver Boruto correr em direção ao pai e cabeceá-lo no estômago com força por conta de alguma brincadeira boba que ambos faziam. Naruto prontamente perdeu o fôlego enquanto o filho ria.

— Sabe, acho que prefiro outra menina. Elas são tão mais comportadas e-

— Bola de canhão! — Sarada berrou segundos antes de passar como um raio pelo pai e pular o mais forte que pôde na grande piscina, respingando água em tudo e em todos.

Sasuke, o felizardo mais próximo da façanha da filha, encharcou-se de cima a baixo. Puxou o cabelo negro ensopado do rosto, olhando furioso para uma Sarada toda risonha.

— Parece que nem todas elas — Sakura jogou a toalha que antes usava sobre a cabeça de Sasuke antes de beijá-lo numa das amuras.

Chiyo abriu um largo sorriso de onde estava confortavelmente acomodada. Era a cena mais linda que já vira em toda sua vida.

Era como se, finalmente, a felicidade pudesse ser emoldurada.


Notas Finais


E esse é o final.

Eu, sinceramente, não tenho palavras sobre o quão grata eu estou por ter podido reescrever essa fanfic. Foi uma experiência maravilhosa e inacreditavelmente gratificante. Quero que saibam que adorei cada momento com vocês e com os personagens da história.

Espero ter correspondido às expectativas de vocês com a fanfic. O Jardineiro vai deixar saudades <3

Quero agradecer a cada um de vocês que acompanhou a história até aqui. A cada favorito e comentário. Vocês fizeram parte da nova trajetória dessa fic e espero poder encontrá-los futuramente em minhas outras histórias (perfil: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/rose_quartz)

Um grande muito obrigada a todos! Mil beijos e, bom, dessa vez, não haverá um próximo <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...