História O jogador. - Capítulo 7


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Palavras 2.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii meus amores!

O capítulo está ENORME, então dividi em duas partes. O próximo vai ser a continuação exata desse, então não pensem que tenha acabado o dia com o Douglas hehehehe

Desculpa o atraso, realmente foi bem corrida essa semana - e tudo indica que a próxima também vai ser.

O capítulo estava incompleto e passei a tarde toda terminando, mas a idiota aqui perdeu o que tinha feito e teve que terminar de novo durante a noite (terminei agora). Palmas pra mim!!!

Vou me esforçar pro próximo sair em breve, mas antes já peço desculpas se não conseguir voltar logo.

Não esqueçam de favoritar pessoal ;)



Só mais uma coisinha; É DIA DE GRÊMIO 🇪🇪

Bjos e boa leitura ❤️

Capítulo 7 - Um dia inesquecível - 1


Fanfic / Fanfiction O jogador. - Capítulo 7 - Um dia inesquecível - 1

Mônica

Domingo 0:46

Tiago e eu estávamos no sofá da sala e rindo sem motivo algum, mas resolvi quebrar esse clima de dois esquisitos - afinal não estávamos sozinhos - e iniciei uma conversa.


- Como é saber que vai jogar no Chelsea? - brinquei estar entrevistando Tiago com o controle na mão fingindo ser um microfone.


- Então... - arruma a postura e entra na brincadeira - é uma sensação única. Jogar nesse time é a realização de um sonho. - disse sério e eu assenti com a cabeça.

Um ótimo ator e eu uma péssima jornalista.


- Já pensou como será o dia-a-dia sem a sua melhor amiga por perto? - perguntei.


- Ah, vai ser muito, muito triste. - falou cabisbaixo - Vou sentir saudades, principalmente dessa sua cara feia. - brincou e eu dei um soquinho no seu ombro - Aí! - gritou com a cara de dor. Um exagero.


- Chega de entrevista também. - revoltada joguei o controle da televisão em algum canto do sofá.


- Eu sempre vou manter contato Mô - sua expressão ficou séria, destruindo todo o clima de graça que tinha.


- Eu sei que vai, mas não é a mesma coisa. - suspirei. Pensar que irei ver Tiago apenas em pixels me dá um embrulho no estômago.


- A única diferença é que eu vou estar a dez mil quilômetros de distância. - falou me olhando pelo rabo de olho. O desgraçado estava se divertindo com aquilo.


- Ha-ha-ha - faço debochada e pausando. Tiago acabou rindo igual uma criança.


Não aguentei e comecei a rir junto com ele, mas logo Tiago ficou sério e suspirou.


- Seu nome tá famosinho no CT - ele diz autoritário, sem olhar pra mim.


Eu entendi o que ele estava dizendo. Cíntia e Cátia com certeza espalharam mentiras sobre eu estar me "jogando" pro Douglas. Pra ser sincera eu não dou a mínima pra esses boatos falsos.


- Sim, eu imagino. - falei sem interesse.


Tiago me fitou com a boca meio aberta, visivelmente estava pensando no que ia dizer. 

- Olha... Eu sei de quem vem os boatos e sei que essa pessoa inventa muita coisa, mas vocês dois... - a última fala dizia sacudindo a cabeça de um lado pro outro.


Eu não iria responder agora, queria saber quais outras besteiras iriam sair daquele miolo que ele chama de cabeça.


- Os dois sempre juntos... - continuou pensativo - Enfim, eu sei o que falam sobre ele no CT e também sei que é bem rodeado por mulheres, mas...


- Chega Tiago! - o interrompi antes que ele completasse com mais alguma besteira. O fato de Douglas estar agora na mesma casa que eu, me dava um leve desconforto falar sobre esse assunto. - Eu e ele somos apenas amigos. - sussurrei.


- Hum. - murmurou me ignorando - Mas sei que maioria desses boatos são falsos ou mal contados. Ele é um cara legal e te faz bem. - enfim completa e eu o encaro confusa. Não sabia se era uma "permissão" ou se só estava falando asneira por conta da bebida. Mas por precaução, vou levar a segunda opção. - Ele gosta de ti.


Me engasguei com minha própria saliva e comecei a tossir sem controle. Céus, que desajeitada eu sou. Tiago me fitava, esperando que eu o respondesse. Senti minhas bochechas ficarem quentes com a pressão do seu olhar.


- Na... Co...como assim? - embolei meus pensamentos, o que tornou tudo mais vergonhoso.


- Esses dias quando ele foi ao CT, me perguntou de ti. - Tiago me olha divertido, parecia apoiar a ideia. - Se preocupa contigo.


Desviei meu olhar de Tiago, não queria respondê-lo. Desde quando ele começou a "apoiar" eu e Douglas juntos? 

Enfim, só queria voltar aos assuntos menos vergonhosos.


Quebra de tempo


A casa ainda estava cheia e as pessoas estavam a recém começando a ficar animadas. O ambiente estava uma mistura de risadas e música.


- Cadê a Renata? - perguntei para Douglas que estava junto com Luan.


O grisalho colocou as mãos nos bolsos, tirou elas vazias e depois fez uma cara de "não sei". Só estava tirando sarro com a minha cara.


- Nossa, que idiota. - revirei os olhos e o grisalho riu. - Obrigada pela ajuda. - ironizei.


Douglas me puxou pelo braço e me deu um rápido beijo no topo da cabeça, como um pedido de desculpas.


- Ela foi pegar bebida. - explicou e eu sorri largo.


- Vou atrás dela. Quanto mais mãos, mais bebidas. - falei travessa.


- To começando a me arrepender de ter trazido cerveja - falou sério - Daqui a pouco vai cair bêbada.


- Ainda bem que tenho vocês pra me segurar né? - sorri e dei uma piscadela para ele. O grisalho revirou os olhos e com a cara feia - Calma! Eu não vou entrar em coma alcoólico - dei um soquinho no seu ombro.


- Só me preocupo. - murmurou.


O encarei e me lembrei do que havia conversado com Tiago minutos atrás e senti meu rosto corar levemente. Como sempre minha vergonha gratuita. Girei meu corpo pelos calcanhares e fui em direção a cozinha.

 Pude sentir o olhar de Douglas queimar nas minhas costas, talvez porque eu iria pegar mais bebida. Oras, vai me controlar agora? Nem comecei a beber ainda, aliás, sou bem grandinha e bebo o quanto eu quiser!

Quando cheguei na cozinha, Renata estava agachada na frente da geladeira aberta, provavelmente escolhendo a cerveja mais gelada que tinha.


- Quer uma ajudinha? - perguntei me aproximando. A loira me olhou e sorriu.


- Aceito. - falou e se levantou com duas garrafas nas mãos - Põe ali em cima da mesa. - fiz sem questionar.


Renata pegou dois bancos e se sentou num deles. Fez um sinal com o queixo para eu sentar junto a ela.


- Vamos beber um pouco aqui e depois voltamos. - falou calma.


- Por quê? - perguntei arqueando uma sobrancelha. Alguma coisa tinha.


- Quero conversar. - suspirou - Sobre eu e o Luan.


Olhei para a loira, ela parecia estar confusa com algo. Bom, já que ainda estou sóbria, vou aproveitar pra tentar ajudar Renata.


- Ok - fiz um gesto sacudindo as mãos para que ela prosseguisse.


A loira prosseguiu. Com dificuldade, mas prosseguiu.

- Eu e o Luan nos conhecemos numa social de uma amiga. Bom, na verdade eu já conhecia ele. - corrigiu - Desde então começamos a conversar e ficamos umas vezes. Sabe, eu não costumo me apegar nas pessoas que fico algumas vezes, mas com o Luan tem sido diferente. - suspirou - Nós dois mostramos gostar um do outro e já conversamos sobre namorar.


- . E por qual motivo vocês não namoram? - interrompi impaciente, mas ela só ergueu a palma das mãos fazendo gestos pra eu esperar ela completar.


- A questão é: Luan é jogador de futebol, extremamente rodeado por mulheres. Quem vai me garantir que ele não vai dar uns deslizes no relacionamento? Eu não quero isso pra mim! Por mais que eu goste dele, ainda tenho esse medo.


Em partes ela estava certa. Eu não conheço o Luan tão bem pra dizer com total certeza que o camisa 7 é fiel, ou que é infiel.


- É quase a mesma coisa em relação tu com o Douglas. - falou e minha atenção voltou - Vocês não estão ficando e tals, mas como tu me falou; "não quero incomodação". É exatamente isso que eu penso quando estou com o Luan. A diferença é que eu e ele estamos praticamente namorando, afinal ele já me apresentou pra todos os amigos dele. Mas ainda assim bate aquele medo de eu me apegar demais e no final quebrar a cara, entende? 


Na verdade eu entendo perfeitamente. Depois da conversa que tive com ela no jardim, venho admirando Douglas com outros olhos. Não que eu nunca tenha achado ele lindo e atraente antes, mas sempre passei nossa amizade por um filtro de segundas intenções. Só que a loira me fez enxergar as coisas diferentes, talvez curiosidade ou desejo. Não só a loira, mas o loiro também, Tiago. Depois da "permissão" que ele deu, tudo ficou ainda mais confuso. Porém o medo de levar além da amizade ainda se faz presente em mim; medo de perder Douglas por alguma discussão ou desentendimento de relacionamento. No fundo tudo que Renata desabafou se encaixava perfeitamente pra mim também.

Minha cabeça já estava borbulhando ideias, e tudo isso em uma só noite.


- Te entendo. - falei - Na verdade as nossas histórias são diferentes, mas os motivos iguais. Como tu disse; eu e o Douglas não ficamos, mas acredito que isso só não tenha acontecido ainda por medo de perdermos um ao outro. - umedeci os labios e olhei vagamente pra algum lugar, ainda pensativa. - A real é que eu também tô confusa igual tu está. 


A loira sorriu por algum motivo; talvez por não estar sozinha. E no fundo também fiquei feliz por saber que alguém me entende.



Domingo 4:08

Eu já havia passado os limites na bebida, já estava rindo sozinha por conta do álcool. Mas o que eu posso fazer? Aquela cerveja é tão viciante.


- Amiga, já estamos indo. - falou Renata se aproximando de mim com um sorriso meigo - Foi um prazerzaço te conhecer - falou e me abraçou forte.


- Tá bom, te cuida. Foi um prazer também - apertei mais ainda o abraço - Me da um oi no whatsapp depois. - a loira assentiu.

Já tinha passado meu número. Quero continuar mantendo contato com ela, afinal eu e a loira nos demos muito bem.


- Tchau medrosa - disse Luan, rindo.

Me apelidou assim, pelo ocorrido no jardim.


- Tchau - falei rindo e revirei os olhos - Cuida dela hein. É gente boa demais - ordenei e o camisa 7 apenas riu sem jeito.


Logo os dois foram embora, sumindo no meio do pouco de gente que ainda restou na festa. Pra falar a verdade, já estava na minha hora de ir também.


- Acho que vou indo também. - Douglas que estava sentado ao meu lado falou e me tirou dos pensamentos. Acho que ele adquiriu poderes de ler mentes, só pode.


- Quero uma carona - supliquei e o grisalho sorriu largo.


- Tava só esperando eu ir embora né? - brincou e eu revirei os olhos.


- Não - falei - Tu decidiu ir embora na mesma hora que eu também decidi, foi isso. - falei rápido, rápido até demais. Talvez fosse o álcool.


- Tudo bem. - deu de ombros e umedeceu os lábios - Vamos nos despedir do pessoal então. - falou e me guiou com as mãos em minhas costas.


Quebra de tempo


Nos despedimos de todos com total paciência, e não pude deixar de notar alguns olhares maliciosos por eu estar indo embora junto com o Douglas. Até mesmo Tiago me deu uma piscadela sacana quando fui me despedir. O grisalho claro que notou e apenas ria tímido com a situação.


Porto Alegre estava solitária e fria. Estávamos no carro, dessa vez com o volume bem alto.


- É, e na hora que eu te beijei - Douglas cantava fora do ritmo e batucava os dedos no volante do carro. - Foi melhor do que eu imaginei.


- Se eu soubesse tinha feito antes. No fundo sempre fomos bons amantes - acompanhei um pouco fora do ritmo, por estar um pouco bêbada.


Nossos olhos se encontraram e sorrimos divertido com o show de horrores que estávamos fazendo.

Assim passamos a viagem até chegarmos no meu prédio. 


Douglas teve todo o cuidado comigo; fez questão de me levar até a porta de casa evitando algum desvio meu no meio do caminho. Eu parecia uma bebê sendo levada pela mãozinha até em casa. 

"Patético Mônica, esse seu dom de pagar micão gratuito na frente dele. Sorte tua que ele é teu amigo e gosta de ti" - pensei.

Estávamos no elevador, esperando impacientes o mesmo chegar no meu andar. Adiantei e comecei a procurar as chaves na bolsa.


- Droga! - gritei e colei a mão na testa com força.


- O que foi? - perguntou Douglas assustado.


- Esqueci minha chave na casa do Tiago. - falei me escorando na parede do elevador, suspirando. Droga de álcool.


- Não tem nenhuma reserva? Tipo embaixo do tapete? - perguntou.


- Não. Nunca precisei - bufei com raiva de mim mesma - Que saco! - resmunguei.


- Você pode ir lá pra casa. - ofereceu meio tímido.


Pensei seriamente nessa oferta, e pra falar a verdade eu não poderia recusar. Primeiro que eu não tinha pra onde voltar; a casa de Tiago já estava cheia porque uns amigos resolveram dormir lá. Segundo que, eu nunca fui na casa do grisalho e estava curiosa pra saber como era.


- Pode ser - dei de ombros e aceitei sem "mimimi".


Domingo 5:29 

- Se quiser te empresto uma roupa minha, - falou jogando a chave na mesa. Acabamos de chegar no seu apartamento. - pra que você possa tomar banho.


- Claro. - falei caminhando pela sala, encantada com a decoração. - Tua casa é linda.


Não era nada muito exagerado no tamanho, mas ainda assim muito aconchegante.


- Obrigado. - sorriu - Eu já volto. Pode ficar a vontade - falou e saiu da sala. Acho que foi pegar as roupas pra mim ir para o banho.


Fui até o centro da sala e dei de cara com um quadro de parede em cima do sofá. No quadro tem Douglas com a cara de bravo.

Parei de admirar o grisalho e me sentei no sofá - que por sinal é muito macio. Tirei os saltos altos e quase tive um orgasmo com o alívio que meus pés sentiram. Liguei a televisão, provalmente estaria dando algum filme no corujão. 


Suspirei impaciente  com a demora de Douglas e resolvi ir atrás do grisalho. 

Caminhei com os pés descalço pelo apartamento e abri uma porta fechada que deduzi ser do quarto do grisalho. 

Pra quê?

 Meus olhos quase saltaram do meu rosto quando dei de cara com uma cena, conhecida? Douglas estava com metade do corpo a vista, apenas com a toalha enrolada na cintura e os cabelos molhados. 

Como sempre, Mônica com o seu micão gratuito.  

Quando Douglas percebeu minha presença arregalou os olhos, surpreso.


- MEU DEUS! DESCULPA! - gritei me virando rapidamente de costas. Que vergonha!


- Tudo bem. - pude ouvir sua risada - Já vou sair pra você entrar. - como pode estar tão calmo?!


- Tá. - falei apenas e fechei a porta em minhas costas.


Corri desajeita para a sala e me atirei no sofá. Que cena! Por mais que tenha sido vergonhoso, também foi inovador. Uma cena agradável aos olhos, não posso negar. Já tinha aquela imagem na cabeça por um sonho, mas ver pessoalmente, ao vivo e em cores é muito diferente. 

Concentrei no filme que estava passando na televisão, era um filme de ação. Melhor pra tirar um pouco do constrangimento que eu sentia. Ou tentar, já que Douglas acabou de aparecer na sala.


- Pode ir. - falou e me entregou algumas roupas. Peguei-as e caminhei rapidamente até banheiro sem falar uma palavra sequer. Parecia que estava desesperada por um banho (um pouco), mas só estava tentando fugir de mais micos.


Tomei um banho quente. Melhor pra tentar - de novo - tirar o pouco do clima constrangedor. Mas já pensou se o Douglas aparece aqui invadindo meu banho? 

Não, aí tu já viajou na maionese, Mônica.

A camiseta branca de Douglas ficou enorme e batia nos meus joelhos - por ele ser maior que eu -, e a sua bermuda vermelha que também ficou grande tive que dobrá-las, fazendo parecer um short.

Voltei para sala e agradeci mentalmente por Douglas não estar ali. Infantilidade minha, afinal eu estava na casa dele e a qualquer momento teria que tomar coragem e olhar pra sua cara. 

Me sentei novamente no sofá - que já estava forrado com lençóis e cobertores -, me cobri e continuei assistindo o meu filme de ação que  passava na televisão.

Mas como minha paz dura pouco, Douglas apareceu novamente e sentou do meu lado. Se cobriu com as cobertas e pude sentir seu corpo encostar no meu. Automaticamente ruborizei. Vamos dormir juntos?!?!


- Pode dormir na minha cama. - falou apenas. 


Atá né.

Como sempre Douglas sendo atencioso. Pensei em negar, mas não vou me sentir tão mal se aceitar, afinal como falei antes; o sofá é realmente bem aconchegante.


- Ah, tudo bem. - falei sem olhar para ele e me levantando do sofá, mas Douglas me bloqueou segurando e puxando meu pulso.


- Não vai ficar estranha comigo né? - perguntou preocupado.


Meu rosto ardia em chamas, eu estava morrendo de vergonha. Ainda tinha a imagem do corpo de Douglas em minha cabeça. Quer dizer, metade do corpo. Mas dane-se!!!

Coragem Mônica! 


- Não, relaxa. - o encarei e sorri meiga, mas ainda assim podia sentir minhas bochechas ferverem. 


- Ufa! - suspirou aliviado e soltou meu pulso.


- Dorme bem Douglas. - falei e encostei delicadamente os dedos na sua barba, como agradecimento. 


Nem sei porque eu fazia isso, só queria tocá-lo. Esse homem mexe comigo de uma maneira inexplicável...


- Dorme bem Mônica. - falou e segurou minha mão, depois a apertou e deu um beijo no dorso dela. Senti uma eletricidade passar por seu beijo e explodir por todo meu corpo. Melhor carinho, impossível.


Pronto. Não sei o que tá acontecendo comigo.


Notas Finais


Música do carro - https://youtu.be/Jzl_nrTkfIM

Desculpa qualquer erro


Durmam bem ❤️


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