História O Jogador - Capítulo 13


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Categorias Candice Swanepoel, Justin Bieber, Philippe Coutinho
Personagens Candice Swanepoel, Justin Bieber, Philippe Coutinho
Visualizações 157
Palavras 2.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiê, espero que me perdoem. Passei do prazo de postar, tive uns imprevistos.

Até sexta-feira. Beijão ❤️

Boa leitura 📖

Capítulo 13 - Briga


Fanfic / Fanfiction O Jogador - Capítulo 13 - Briga

Savannah Evan's Point of View 

Meu quarto era no sexto andar. E, como Gail tinha dito, era padrão. Cama, cômoda, pequeno frigobar, televisão e banheiro. Justin guardou nossas malas no armário enquanto eu fui me refrescar. Eu me sentia como se tivesse acabado de acordar de uma noite inteira de sono em vez de um cochilo induzido medicinalmente. 

Quando saí, Justin estava deitado no centro da cama, com as mãos cruzadas atrás da cabeça. 

— Por que você não quis ficar comigo? — Foi a primeira vez que vi sua confiança vacilar. Havia algo agradável nisso. 

Levantei minha saia e subi na cama, montando em seu quadril.

 — Eu tenho que fazer os meus relatórios de despesas a cada semana, e não quero ninguém perguntando onde minha conta de hotel está. 

— Por que eles se importam se você não faz uma despesa? Você estaria poupando-lhes dinheiro. 

— Meu chefe adora dificultar as coisas. Ele foi contra eu ser promovida, foi o chefe dele que me escolheu para o trabalho. 

— Por que ele não queria te dar o cargo? 

— Porque ele é um idiota machista que acha que as mulheres não pertencem ao vestiário. Parece familiar? 

— Eu apenas dificultei as coisas porque achei você sexy pra caramba. 

— Eu estava tentando fazer o meu trabalho.

 — Eu sei. Sou um imbecil egoísta.

Eu realmente não pensei nisso. Só queria me enroscar com você, e me empolguei. 

— E Susan Metzinger? Não era você que não permitia que ela fosse ao vestiário? 

— Susan Metzinger não deve ir mesmo. 

— E por que não? — Hasteei minha bandeira da liberdade das mulheres com orgulho.

 — Ela veio para o vestiário e agarrou meu pau. Eu não estava interessado. 

— Sério? 

— Sim. Gleason, da WMBC, filmou a coisa toda. Ele estava entrevistando Smith no armário ao lado do meu. — Ele fez uma pausa. — Um dos sete Smiths. 

— Por que você não a expôs? Ela correu para expor você em todos os meios de comunicação. 

— Acho que me senti mal por rejeitá-la. 

— Então, você realmente não tem nada contra mulheres no vestiário? 

— Eu tenho algo contra você no vestiário. — Ele me puxou de sentada para deitada em cima dele. 

— Por quê? 

— Porque o único pau que eu quero que você veja atualmente é o meu. 

— Essa é uma declaração estranhamente fofa. 

— Eu sou um tipo de cara estranhamente fofo. Agora cale a boca e me beije. 

Minha bunda ainda estava sobre seu quadril, mas eu estava inclinada, meu peito pressionado ao dele, meus lábios descansando levemente contra os seus.

 — Eu estou por cima. Você me disse que esta não era sua posição favorita. 

— Melhor testar para ver se eu estava certo. 

[...]

Justin teve uma reunião com a equipe, e eu tinha algum trabalho a fazer. Quando ele voltou, pedimos uma enorme quantidade de comida do serviço de quarto e passamos o resto da noite na cama. Como eu tinha cochilado, não estava cansada. E, como Justin precisava somente de quatro a seis horas de sono, mesmo que ele fizesse, em um dia, dez vezes mais exercício do que a maioria dos seres humanos em forma, ele ainda não estava cansado.

 Depois de mais alguns rounds explorando o corpo um do outro, estávamos de volta à nossa própria e única forma de conhecer um ao outro: eu fazia perguntas normais, e Justin atirava algumas ridículas. Na maior parte, manteve as coisas leves. Até que ele tropeçou, sem saber, na parte da minha vida da qual eu não falava. Eu estava traçando oitos sobre seu peito nu quando ele saiu com outra pergunta excêntrica. 

— Se você pudesse entrevistar alguém da sua vida, vivo ou morto, quem seria? 

Eu não pensei sobre a minha resposta, mas talvez eu devesse. 

— Philippe Coutinho — Meu dedo parou o desenho no segundo em que as palavras saíram e eu gostaria de poder retirá-las. 

— Por que eu conheço esse nome?

 — Ele estava na lista dos melhores jogadores de campo do ano dá mesma faculdade que você.

Justin nos moveu para ficamos deitados lado a lado. Eu preferia manter minha cabeça em seu peito, onde ele não conseguia olhar para o meu rosto. 

— Devo ficar com ciúmes? — disse meio que brincando. 

— Acho que não. — Eu engoli. Essas palavras nunca foram fáceis de dizer. — Ele está morto. 

— Ele era parente seu? — Eu balancei minha cabeça. — Ele estava na sua vida? — Assenti. — Você quer falar sobre isso? 

— Na verdade, não. 

Ele me surpreendeu quando me puxou para ele e beijou minha testa. 

— Ok. Conversaremos sobre isso quando você estiver pronta.

[...]

O Green Bay Packers tinha um jogo no domingo e, em seguida, jogaria na quinta-feira à noite novamente. Como era uma curta semana de recuperação, a equipe voltaria para casa logo após o jogo, em vez de ir na segunda-feira de manhã. Isso significava que não haveria entrevistas nos vestiários após o jogo de domingo. Repórteres de campo poderiam tentar pegar um ou dois jogadores-chave enquanto saíam do campo, mas o acesso regular a toda a equipe foi limitado a um vestiário pós-treino aberto. Repórteres podiam entrar às cinco horas da tarde.

 Eu trabalhei em meu notebook no hotel na parte da manhã, consegui me forçar a ir para a academia para uma corrida de quarenta e cinco minutos, e cheguei ao campo onde o Green Bay Packers estava treinando às três. Subi para as arquibancadas e fiquei olhando as unidades de equipes especiais correrem.

 Fazia muito tempo desde que estive sentada sobre o metal frio em um dia de outono para assistir a um treino. Mesmo que uma grande parte da minha vida tenha sido passada na arquibancada de um campo de futebol, foi quase como se a minha vida estivesse em dois atos, e a cortina tivesse descido na parte um. 

No entanto, aqui estava eu, de volta mais uma vez. Era quase surreal. Falar sobre Philippe ontem à noite e ver o time do qual meu pai foi capitão por tantos anos pesava no meu coração. Quando Philippe e eu começamos a namorar, ele era um obstinado jogador de futebol. Ele nunca sequer tinha tentado futebol de campo. Lembrei-me da primeira vez que o trouxe para conhecer meu pai. Nós estávamos no último ano, e ele estava meio chocado de encontrar o grande Sr. Evan's. Papai lhe disse para sentar e passou a maior parte das duas horas falando sobre os benefícios de ser um jogador de futebol de campo. Naquele outono, Philippe experimentou o futebol americano do time do colégio e tornou-se o meia da partida. 

Um apito alto trouxe a minha atenção de volta para o campo. Justin estava falando com o treinador  na linha enquanto as equipes especiais terminavam no campo, mas os grupos de treino estavam mudando de lugar. A linha ofensiva correu para o campo quando os outros jogadores correram. Eu não conseguia ouvir nada, mas observava atentamente quando Justin tomou seu lugar atrás do centro e apontou para várias coisas. Os jogadores fizeram ajustes e movimentaram-se sob seu comando. O homem não era diferente fora do campo do que era dentro. Ele era agressivo, confiante, consciente de tudo acontecendo ao seu redor e completamente no comando. Eu me senti como uma líder de torcida do colegial e também fiquei um pouco excitada assistindo Justin em ação tão de perto. 

Eu sentia falta dessa parte da minha vida, eu amava o jogo em si. Mas ver alguém com quem eu me preocupava jogar naquele campo fez alguma coisa em mim. As capturas, os saltos, a enorme capacidade atlética de vinte e dois homens se unindo para formar uma unidade e competir. Havia algo tão intrinsecamente bonito nisso. Mesmo que eu nunca tivesse deixado de estar envolvida com o futebol, algo despertou em mim enquanto eu assistia da arquibancada naquela tarde. Eu não tinha certeza se era o meu amor pelo esporte ou a esperança de que eu poderia um dia novamente combinar o meu amor pelo esporte com um homem no campo. 

O vestiário tinha uma vibração muito diferente após o treino do que tinha depois de um jogo. Era mais relaxado e descontraído, até mesmo os treinadores estavam rindo. Joey tinha voado naquela manhã, então eu o encontrei, e tínhamos uma entrevista com o novo receptor que estava começando neste fim de semana, em seguida, mudando para jogadores mais importantes. Justin foi cercado pela enorme fila de costume, então olhei em volta procurando outro jogador para entrevistar enquanto esperava. 

A curiosidade sempre esteve muito presente em minha vida. Chris Beadles estava prestes a jogar seu primeiro jogo com o Green Bay Packers, e ninguém ainda tinha descoberto a razão por trás da rivalidade de faculdade com Justin. Chris estava a quatro armários de Justin, mas o jogador que estava utilizando o espaço entre eles já tinha desaparecido no chuveiro. Joey e eu esperamos uns vinte minutos antes de nos aproximarmos para entrevistar Chris. 

Na minha visão periférica, peguei Justin olhando para onde eu estava. Ele olhou para mim, olhou para Chris, em seguida, voltou sua atenção para mim até que nossos olhos se encontraram. Quando foi a nossa vez, eu me apresentei como normalmente fazia. 

— Oi, Chris, eu sou Savannah Evans estou com... 

— Justin Bieber. — Ele me deu um sorriso malicioso e, em seguida, olhou para Justin, que estava dando sua própria entrevista, mas os dois homens se enfrentaram por um breve segundo. 

— Na verdade, eu estou com a emissora de esportes — tentei mudar de assunto. — Posso lhe fazer algumas perguntas para a nossa matéria de antes do jogo de domingo?

— Qualquer coisa por você.

 Era só o que me faltava. 

— Pronto, Joey? — Eu tive um mau pressentimento sobre isso e queria terminar antes mesmo de iniciar. Felizmente, Chris nunca levava muito tempo, e nós estávamos gravando trinta segundos depois. — Parabéns pela sua negociação, Chris. Você está animado para jogar seu primeiro jogo com a equipe no domingo?

 — Estou. Eu só estou aqui há algumas semanas, mas já gosto. Acho que encontrei a minha casa com o Green Bay Packers. 

Mesmo que estivesse morrendo de vontade de perguntar o que tinha acontecido entre ele e Justin na faculdade, eu não perguntei. Algo me dizia que Chris estava à procura de uma razão para ferrar com Justin, e eu não ia ser a faísca para inflamar aquela velha chama. A entrevista correu sem contratempos.Chris era realmente encantador e muito profissional. Após terminar, Joey baixou o equipamento, e eu coloquei o microfone na minha bolsa. 

— Obrigada por seu tempo, Chris. Boa sorte no domingo. 

Ele me pegou desprevenida quando se inclinou e beijou meu rosto. 

— O prazer foi todo meu. — Quando comecei a ir embora, ele me parou. — Estou na suíte 801. E não me importo de compartilhar se você estiver interessada. Vai ser como nos velhos tempos para Justin e eu. 

Mas que merda! 

— Vamos, Savannah — disse Joey. — O vestiário está aberto por apenas mais dez minutos. Nós precisamos falar com Bieber antes de irmos. 

Minha cabeça girava enquanto esperávamos para entrevistar Justin. Era por causa disso que havia a disputa? Os dois haviam compartilhado mulheres na faculdade?

 Eu não era ingênua. Havia um certo grupo de mulheres que fariam qualquer coisa para estar com um jogador. Eles nem sequer tinham que ser profissionais. Na verdade, torcedoras fanáticas de futebol existiam ainda mais na faculdade. Corpos jovens, hormônios em fúria e o estrelato que vinha com o futebol da faculdade na televisão. A confiança de Justin com as mulheres não tinha vindo de estar sentado em seu quarto do dormitório estudando. Eu sabia que era uma grande oportunidade para os jogadores e sabia que ele era um pegador. Eu só não precisava daquele pensamento sobre o homem com quem eu estava dormindo sendo arremessado em mim, um homem por quem eu tinha começado a me apaixonar.

 Fiquei contente por haver algumas pessoas à nossa frente, porque me deu tempo para me acalmar e me lembrar que estar dentro deste vestiário era a  minha carreira, não minha vida pessoal. Eu precisava agir como uma profissional. Quando chegou a nossa vez de entrevistar Justin, coloquei meu melhor sorriso no rosto. 

— Uma fila longa para você hoje. Eu prometo ser rápida. 

— O que ele te disse? 

— Quem? — Eu sabia muito bem quem. 

— Beadles. 

— Ele respondeu às minhas perguntas da entrevista. 

— E depois que ele beijou você, que merda ele sussurrou no seu ouvido? 

Eu tinha esperado que ele não tivesse visto isso.

 — Não foi nada. 

— Savannah — ele rosnou. 

— Podemos discutir isso depois? Eu prefiro ter essa conversa em particular. 

Justin virou-se para Joey e olhou para ele. Joey estava brincando com sua câmera, mas ele se tocou rápido. 

— Vocês querem que eu lhes dê alguns minutos? 

Eu disse que não, exatamente ao mesmo tempo em que Justin disse que sim. O pobre Joey parecia dividido.

 — Pode nos dar um minuto, Joey? — Justin estava pedindo, mas a severidade em sua voz mostrou que não era realmente um pedido. Joey se afastou. 

— O que ele disse, Savannah? 

— Não é importante. 

— Para mim, é. Ele estava dando em cima de você? Eu posso lidar com isso, se é com isso que você está preocupada. Eu teria que falar com ele depois, mas não vou fazer uma cena, se foi só isso. 

Olhei em seus olhos. Ele foi sincero. 

— Sim. Ele estava flertando. Me disse que não se importava de partilhar. Que partilhar com você seria como nos velhos tempos da faculdade . 

Eu esperava que Justin estivesse com raiva. Eu também esperava que ele mantivesse sua palavra de não causar uma cena. Merda, eu estava errada .

 Em questão de segundos, o mundo desabou. Justin empurrou Chris contra um armário. Repórteres estavam gritando, os jogadores pulavam dos bancos para chegar aos dois homens, e os treinadores estavam afastando corpos de seu caminho para chegar aos seus craques. Justin deu um soco, alguém agarrou Chris e o empurrou para a direita, e Justin acertou o punho em um armário com tanta força que o metal ficou marcado por uma impressão de um enorme punho. Ambos os homens tentaram engalfinhar um ao outro, mas havia tantas pessoas segurando-os, que golpes reais não foram trocados. 

Quando os dois foram separados, o treinador soprou um apito alto e gritou para todos desocuparem o vestiário, exceto a equipe. Repórteres foram levados como gado para a saída. 

— Que diabos aconteceu entre esses dois? — Joey me perguntou quando estávamos no corredor. 

Eu não tinha ideia, mas estava prestes a descobrir.


Notas Finais


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