História O Jogo Do Príncipe - Capítulo 20


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - 19- Confissão


Cecília narrando...

Symon me fez sentir dor, muita dor, mas a ironia do destino nos junta novamente.

Apesar de tudo é com ele que quero me casar, os outros homens aqui não passam de formalidades.

É com ele que quero passar o resto da minha vida, posso até me arrepender disso depois, mas nesse momento é dele que preciso.

Estou parecendo uma adolescente insegura esperando seu namoradinho da escola vir buscá-la para tomar um sorvete na pracinha.

Mas eu sou uma rainha, esperando um Príncipe herdeiro chegar no meu Castelo.

E nós dois não vamos sair dali, e muito menos ir em uma praça tomar sorvete.

Não somos pessoas normais, somos da realeza, celebridades.

Temos que nos comportar como tal.

Os outros homens convidados já chegaram, só falta ela, mas eles não me interessam, o quero.

Somente ele.

Ouvi trombetas soarem pelo pátio, me levantei do banco a sombra da árvore que estava lendo e fui ao encontro do carro.

Os enormes portões foram escancarados e quatro lindos carros negros, junto com algumas motocicletas entraram.

O primeiro carro parou bem na minha frente, e dele desceu um guarda que ajudou uma moça loira descer.

Ela se aproximou de mim, fez uma profunda referência e sorriu.

- Princesa de Sttivaamy? - perguntei já sabendo a resposta.

- Sou eu.

- Fico feliz em recebê-la em minha casa.

Abri meus braços e me aproximei dela, ganhando um abraço apertado.

- Só não mata meu irmãozinho, por favor, apesar do babaca que ele é, eu amo ele. - ela brincou.

- Pode deixar. - respondi sorrindo também.

O próximo carro foi estacionado, e finalmente eu vi Symon.

Meu coração deu um salto no peito, espero sinceramente eu não tenha sido perceptível por cima do vestido.

- Príncipe Symon. - fiz uma leve referência.

Ele fez como a irmã, e logo estávamos nos abraçando, quebrando todos os protocolos.

- Rainha Cecília. - ouvi minha mãe me repreendendo.

Soltei-me dos braços musculosos dele e dei um sorriso sem graça para ela.

Isso com certeza vai sair na capa do jornal amanhã, e vamos estar ferrados por isso.

Mas eu sou a rainha, eu mando em tudo isso, posso acabar com esse pequeno problema rapidamente.

Ele deu ser braço para mim e entramos assim.

Na dela do trono, todos os meus pretendentes estavam esperando, e fizeram caretas quando me viram com ele.

Já eu e ele éramos todos sorrisos.

Ninguém ousou fazer uma pergunta ou nos desafiar, todos sabem do meu poder.

- Senhores, esse é o Príncipe herdeiro de Sttivaamy, Symon Stivamiz. - apresentei.

Todos se curvaram em sinal de respeito para conosco.

Sorri para mim mesma, e fui para o meu trono, o único da sala.

- Todos aqui sabem que foram convidados a minha corte para um possível casamento. Vocês vão passar um breve período comigo, e logo após escolherei meu marido.

Um murmúrio tomou conta do lugar, mas logo eles pararam de falar e assentiram com a cabeça.

- Para nos divertirmos todos juntos, haverá jogos, jantares e bailes. - sorri.

- Gostei dessa ideia. - Symon sussurrou em meu ouvido.

- E Lady Jessamine Stivamiz também está à procura de um marido, então um de vocês será o meu e outro o dela. Aproveitem seu tempo no meu castelo. - dei um breve abraço nela e puxei o Príncipe para conhecer minha casa.

Mostrei para ele os seus aposentos, depois os meus os salões e todos os lugares daquele enorme castelo.

E amo esse lugar.

Ele foi construído em uma rocha que dá para o mar, não tem como chegar ali sem ser visto.

É um lugar maravilhoso para se morar.

Chegamos ao jardim interno e ele me puxou para perto.

- Está linda Cecília.

- Digo o mesmo de ti Symon.

- Eu quero você, quero-te como minha esposa.

- Também te quero. Isso não se passa de meras formalidades, mas será você no final. - sorri para ele.

Ele ficou levemente surpreso, mas logo se recuperou e deu um beijo suave em meus lábios.

- Cecília, te fiz muito mal, mas não me arrependo. Se eu não tivesse feito nada disso, nós não estaríamos aqui agora.

- Obrigada pela sinceridade. - sorri fracamente.



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