História O jogo Mortal - Capítulo 3


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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Eurus Holmes, Janine, Jim Moriarty, Mary Morstan, Molly Hooper, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Sherlock Holmes
Tags Benedict Cumberbatch, Policial, Sherlock, Sherlock Holmes, Sherlolly
Visualizações 9
Palavras 3.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um. Esse capitulo ta grande.
Espero que seja do agrado de vocês e pela primeira vez revisei antes de postar.
Boa leitura

Capítulo 3 - Capitulo 3


─Acha que ele perdeu muito dinheiro? Suicídio é normal entre esse ricaços de hoje. ─falou John enquanto Sherlock colocava as luvas para examinar tudo.

─Não sabemos se foi suicídio. ─o moreno falou enquanto se dirigia para mala do acionista.

─Ah que é isso, a porta estava trancada por dentro, você teve que descer pela sacada para chegar aqui.

─Esteve fora por três dias, notando pela roupa suja. ─Sherlock levantou e mirou seu companheiro. ─Olha maleta tinha algo dentro dela.

─Obrigado, se é o que está dizendo. ─John disse com desdém.

─Te incomoda? ─questionou o detetive.

─Não estou desesperado para mexer na cueca de um homem. ─respondeu John.

─Os símbolos no banco, o grafite por que os colocaram lá? ─perguntou Sherlock se dirigindo ao morto.

─Algum tipo de código? ─disse John tentando seguir o raciocínio do amigo.

─É óbvio, por que foram pintados? Se quisessem se comunicar por que não usar e-mail?

─Não estavam respondendo?

─Ótimo, está acompanhando. ─elogiou Sherlock mexendo no paletó de Van Coon.

─Não?  ─Sherlock suspirou e resolveu deixar as coisas mais claras para John.

─Que tipo de mensagem todos querem evitar. ─o detetive percebeu que ele ainda não entendeu. ─Enquanto a hoje de manhã, as cartas que estava olhando.

─Contas? ─Sherlock estava analisando a face dessa vez e quando abriu a boca do defunto encontrou uma evidência.

─Isso, ele estava sendo ameaçado.

─Não pela empresa de gás. ─disse John tentando por humor na conversa, Sherlock pegou o pequeno objeto e colocou no plástico de evidências, em seguida um detetive apareceu chamado a atenção dos dois.

─Sargento, não nos conhecemos ─Sherlock cumprimentou estendendo a mão.

─Eu sei quem você é e prefiro que não esconda nenhuma evidência. ─disse o homem autoritário, vendo tal atitude Sherlock simplesmente entregou o que encontrou para ele.

─Liguei pro Lestrade, ele está vindo?

─Está ocupado e eu estou no comando dessa investigação, e não é sargento é detetive inspetor. ─Sherlock ficou surpresa com a atitude do homem achando que lhe tratando assim irá mostrar poder, patético, olhou para John e ele simplesmente riu.

    Saíram do recinto e seguiram para a sala de estar do apartamento.

─Isso é claramente um suicídio. ─disse o detetive inspetor.

─Essa parece ser a única explicação para o acontecimento. ─falou John.

─Errado, é uma das possíveis explicações para o fato ocorrido. ─Sherlock disse e olhou para o detetive. ─Escolheu uma solução que gostou, estão ignorando qualquer coisa que não esteja de acordo com ela.

─Por exemplo.

─A ferida do tiro está para direita. ─respondeu o moreno.

─E?

─Van Coon era canhoto, precisaria de um pouco de contorcionismo. ─falou Sherlock fazendo posições de um canhoto tentando se dar um tiro pela direita.

─Ele era canhoto?

─Fico surpreso que não tenha percebido, detetive inspetor. ─Sherlock com deboche as últimas palavras. ─Só precisa olhar pro apartamento; mesa de café do lado da mão esquerda, xícara de café apontada para esquerda, tomadas regularmente usadas são a da esquerda, caneta e papel do lado esquerdo do telefone para que ele possa pegar e anotar mensagens com a mão esquerda, quer que eu continue?

─Não, já está bom. ─John tentou intervir.

─Mas vou continuar já estou no fim da lista, tem uma faca em cima da mesa com manteiga do lado direito da lâmina por que ele era canhoto, é muito improvável que um homem canhoto atirasse do lado direito da própria cabeça, conclusão? Alguém entrou nesse apartamento matou Edward Van Coon é a única explicação.

─E a arma? ─perguntou o detetive.

─Ele estava esperando o assassino, ele foi ameaçado. ─Sherlock foi em direção ao seu casaco e cachecol, já estava de saída.

─O quê?

─Hoje no banco havia algum tipo de aviso. ─respondeu John.

─Ele disparou quando o assassino entrou.

─E a bala? ─o detetive perguntava tudo, não acreditando que ele tinha a resposta para tudo aquilo, mas ele tinha.

─Passou pela janela aberta.

─Ah por favor, quais são as chances disso? ─disse o detetive tentando não acreditar nisso tudo.

─Espere os relatórios do exame balístico, a bala no cérebro não foi disparada por aquela arma posso garantir. ─relatou Sherlock ajeitando suas luvas de frio.

─Mas se a porta estava trancada por dentro, como o assassino entrou? ─questionou o detetive.

─Isso! Finalmente começou a fazer as perguntas corretas. ─exclamou o moreno indo embora, John olhou para o homem parado, deu um aceno e foi atrás do colega.

~&~

─Ele saiu tentando cortar o próprio cabelo com um garfo o que claro é simplesmente impossível. ─Sebastian assim como os outros presentes na mesa do restaurante, sócios de trabalho, puseram-se a rir.

─Foi uma ameaça, é o que o grafite significa. ─Sherlock chegou interrompendo a “reunião”.

─Eu estou numa reunião pode marcar um horário com a minha secretária. ─disse Sebastian fazendo pouco caso do detetive.

─Não acho que isso possa esperar, desculpe Sebastian, mas um de seus corretores foi assassinado. ─avisou Sherlock, chamando a atenção de Sebastian.

─Assassinado?!

─Agora quer que marque um horário? Que tal amanhã às 9:00 na Scotland Yard? ─respondeu Sherlock irônico.

─Licença. ─Sebastian disse antes de se levantar e ir ao banheiro sendo seguido pelos dois, entrou no recinto e foi em direção a pia. ─Harrow Oxford, rapaz esperto, trabalhou na Ásia. ─disse lavando as mãos.

─Você deu pra ele as contas de Hong Kong? ─perguntou John.

─Perdeu 5 milhões em um dia, conseguiu recuperar tudo em uma semana. ─respondeu Sebastian limpando as mãos. ─Tinha nervos de aço.

─Quem queria mata-lo? ─questionou John e Sherlock somente ouvia tudo calado.

─Todos tem inimigos, mas nenhum terminaram com um tiro na cabeça. ─concluiu Sebastian ao ouvir seu celular e verifica-lo, vendo o conteúdo da mensagem olha para Sherlock.

─É o presidente, a polícia está com ele, falaram que foi suicídio.

─Mas eles erraram, foi assassinato. ─interrompeu Sherlock.

─Bom, parece que eles não concordam.

─Escute...

─Meu chefe concorda com eles. Te contratei para um serviço, não misture as coisas. ─ ele saiu do local.

      Baker Street 9:00 am do dia seguinte

─Perguntei se poderia me passar a caneta. ─respondeu Sherlock para John, ele estava sentado olhando pra o nada, certamente pensando onde já tinhas visto aqueles símbolos, a cada instante todos tipos de símbolos passavam, de egípcio para nórdico, mas nada ainda.

─O quê? Quando? ─perguntou o doutor que tinha acabado de chegar no apartamento.

─Uma hora atrás.

─Não percebeu que eu saí? Fui ver um emprego no consultório.

─E como foi? ─perguntou Sherlock sem sair de sua posição.

─Ótima! Ela é ótima. ─respondeu John se olhando no espelho.

─Me referi ao emprego. ─disse Holmes.

─Ah! O emprego.... bom também. ─falou John sem jeito.

─Dá uma olhada. ─Sherlock apontou para o laptop e John olhou a notícia.

  “O intruso que atravessa paredes”

─Aconteceu ontem à noite. ─reparou John.

─Jornalista baleado em seu apartamento, janelas e portas trancadas por dentro, exatamente igual a Van Coon.

   Scotland Yard 10:00 am

─Brian Lukis, jornalista freelance morto no próprio apartamento. ─Sherlock virou o notebook que continha a notícia para o detetive mandão que comandava a investigação. ─Portas trancadas por dentro.

─Você tem que admitir que é parecido. ─John falou. ─Ambos foram assassinados pelo cara que atravessa paredes.

─Ainda acredita que Van Conn foi só mais um suicídio? ─questionou Sherlock que percebeu o detetive incomodado, suspirou. ─Recebeu os relatórios balísticos presumo, o tiro veio daquela arma?

─Não. ─responderam em uníssimo.

─Então essa investigação poderia ir mais depressa se acreditasse em tudo o que eu digo. ─Sherlock percebeu que o homem ainda não havia se manifestado, mas precisava da comprovação do detetive a sua frente para olhar o local do jornalista morto, apoiou suas mãos na mesa dele e levou sua cara próxima a dele. ─Eu acabei de lhe dar um relatório de um assassinato, cinco minutos no apartamento.

~&~

   Entrou no local do assassinato, observou a flor preta no chão, foi direto para a janela, olhou a altura e sorriu.

─4 andares. ─respondeu. ─Por isso acham que estão salvos, uma corrente na porta e pronto, acham que é impenetrável, não acreditam é um mísero segundo que há outra forma de entrar.

    Sherlock correu até encontrar uma janelinha, pegou uma cadeira e subiu.

─Não estou entendendo. ─respondeu o detetive que estava com ele.

─Nosso assassino sabe escalar. ─ele abriu a janela. ─E foi por aqui que ele entrou.

─O quê?

─Ele subiu as paredes laterais, correu sobre o telhado e entrou pela claraboia.

─Sério? Tipo o Homem-Aranha?

─Ele escalou seis andares de um prédio e pulou na sacada para matar Van Coon.

─Para com isso. ─disse o inspetor rindo não acreditando naquilo tudo, mas Sherlock continuou seu raciocínio.

─Foi assim que ele entrou no banco, ele entrou no pelo parapeito das janelas e foi até o terraço. ─Sherlock desceu da cadeira. ─É melhor acharmos a conexão entre eles dois.

    O detetive consultor ia saindo, mas decidiu observar um livro que estava no chão, leu o nome da biblioteca e a data que o jornalista pegou o livro, já tinham para onde ir.

    Biblioteca West Kensington 11:00 am

─A data do aluguel é a mesma do dia em que ele morreu. ─Sherlock respondeu para John e com isso percebeu o que o amigo procurava e sem demora ele encontrou.

─Sherlock. ─John chamou Sherlock e ele viu, o mesmo símbolo.

    Baker Street 11:15 am

─O assassino vai até o banco, deixa um símbolo de ameaça para Van Coon, ele entra em pânico vai para o apartamento e se tranca, horas depois ele morre. ─Sherlock

─O assassino encontra Lukis na biblioteca, ele escreve a cifra na prateleira onde seria visto, Lukis vai pra casa, morre na mesma noite. Por que eles morreram Sherlock? ─perguntou John.

─Só os símbolos pode nos dizer. ─respondeu ele quando alguém lhe veio à mente.

      ~&~

─Parte da minha nova exposição, eu chamo de exaltação de sangue urbana. ─respondeu o adolescente de aproximadamente 20 anos, pinchando uma porta metálica da galeria.

 ─Interessante. ─falou Sherlock tirando seu celular do bolso, o detetive teve que confessar que precisava de ajuda e Raz era a pessoa perfeita para aquilo.

─Eu tenho dois minutos antes do guarda do apoio a comunidade dobrar a esquina; pode falar enquanto trabalho? ─respondeu olhando para Holmes, ele simplesmente entregou o celular pro garoto que jogou uma lata de tinta para John e começou a olhar as fotos.

─Conhece o autor? ─perguntou Sherlock.

─Reconheço a tinta, parece com Michigan, propulsor impulsivo….talvez zinco.

─E os símbolos você reconhece?

─Nem sei se é um idioma.

─Dois homens foram mortos Raz, o símbolo é a chave para o assassino.

─Você só tem isso? ─disse Raz sorrindo, fazendo com que o homem a sua frente se irritasse.

─Vai nos ajudar ou não. ─falou Sherlock impaciente.

─Eu vou perguntar por aí. ─cedeu Raz.

─Ei! ─ouviram um grito e olharam para trás vendo que era o guarda do apoio, Sherlock e Raz puseram-se a correr e John ficou parado olhando o tiras se aproximarem.

─O que pensa que está fazendo? Essa galeria é considerada....

─Espere aí não fui eu que pintei, eu só tava segurando...... ─John olhou para trás e não viu o garoto, foi tapeado.

      Baker Street 11:45 am

─Você demorou. ─respondeu Sherlock ao ouvir os passos do amigo, aquilo fez John se irritar mais, mas preferiu ser irônico com ele.

─É, sabe como é, agentes de custódia não gostam de ser apressados apenas formalidades. ─ele andava de um lado pro outro. ─Minhas digitais, acusações e ter que responder o magistrado na quinta.

─O quê? ─ver que Sherlock não prestou atenção em nada do que disse foi a faísca para John se estressar.

─Eu, Sherlock. ─respondeu John elevando a voz. ─No tribunal na quinta, acusação por comportamento antissocial.

─Sei, que bom. ─falou Sherlock sem o menor interesse.

─Poderia avisar para seu colega que se ele quiser falar a verdade eu estaria agradecido.

─Esse símbolo... ainda não consegui decifrar. ─Sherlock foi até a porta e pegou seu casaco, vendo que John já estava retirando o seu, o impediu forçando a colocá-lo de novo.

─O que está fazendo? ─perguntou Watson.

─Preciso que vá a Scotland Yard e pegue o diário de Lukis, eu vou falar com a secretária de Van Coon.

  Banco 12:00 am

─Ele voltou de Dalian na sexta, parece que ele tinha reunião com a equipe de vendas. ─informou a secretária.

─Pode imprimir uma cópia? ─pediu Sherlock e a mulher concordou. ─E quanto ao dia em que morreu? Onde ele estava?

─Desculpe, mas não tem nada. ─falou a mulher olhando o calendário de afazeres de Van Coon não havendo nada dia 22. ─Eu tenho os recibos dele.

   Sherlock aceitou e esperou a mulher trazer, quando veio e colocou na mesa, Holmes espalhou vendo cada passo dele.

─Como era seu chefe? Atencioso?

─Quem dera, ele só se importava com coisas de grande valor.

─Como creme pra mão, ele comprou pra você não foi? ─Sherlock vasculhou os recibos e encontrou o primeiro. ─Olhe este.

   Entregou para a secretária.

─Pegou um táxi pra casa no dia que morreu.

─Daria pra ir até o escritório. ─respondeu a mulher.

─Não na hora do rancho, olha hora 10:00, nesse horário ele só iria até...

─Na West End, me lembro dele mencionar. ─Sherlock encontrou um ticket de metrô.

─Usou metrô, estação Piccadilly, à 1 hora. ─entregou o ticket novamente.

─E depois foi de metrô pro escritório, por que ele pegaria um táxi para a cidade e voltaria de metrô? ─perguntou a secretária.

─Por que estava entregando algo pesado, não queria usar a escada rolante com o pacote.

─Entregando?

─Pra alguém próximo à estação Piccadilly. ─respondeu Sherlock ainda vasculhando os papéis. ─Levou o pacote, entregou e depois parou na metade do caminho.

     Ele encontrou o recibo alimentício.

─Ficou com fome.

Sherlock saiu dali o mais depressa e foi para a estação.

     Estação Piccadilly 12:30 pm

─Então você almoçou aqui e seguiu para estação, de onde foi que você veio? ─Sherlock olhava para todos os lados e falando alto, parecia um verdadeiro lunático, bom....era. Fazendo aquilo acabou topando em alguém que por coincidência era John.

─Edward Van Coon trouxe um pacote aqui no dia em que morreu, seja lá o que for que tinha dentro da maleta.... ─Sherlock começou seu falatório do que tinha descobrido.

─Sherlock. ─John tentou falar, mas foi em vão.

─Deduzi os seus passos com algumas informações, faturas do cartão, recibos, ele tinha voltado da China depois ele veio pra cá....

─Sherlock. ─John tentou de novo.

─Em algum lugar nessa rua, mas onde?

─Naquela loja. ─Sherlock se calou e prestou atenção no amigo pela primeira vez.

─Como é que você sabe? ─perguntou

─O diário do Lukis ele veio aqui também, anotou o endereço.

─Ah.

   Os dois seguiram para o outro lado da rua e entraram na loja que vendia bugigangas chinesas.

─Olá. ─respondeu John ao entrar e não ver ninguém.

─Só um instante. ─ouviu a voz de uma mulher provavelmente dona do lugar. ─Desejam alguma coisa.

   John parou de observar o local e arregalou os olhos ao ver quem era.

─Sherlock. ─John chamou o colega que estava prestando atenção nos utensílios e olhou na direção do amigo e também não pode ficar mais surpreso em quem estava ali.

─Você.

─Gatinho da sorte? Dez libras. ─respondeu ela simpática.

─Você trabalha aqui? ─perguntou John

─Não, a dona desse lugar me pediu para ficar de olho na querida loja dela, só não pensei que encontraria vocês aqui. ─respondeu ela se apoiando na bancada. ─Como está o caso da organização?

─Organização? ─perguntou John.

─Claro dos dois caras mortos, não é isso que vieram fazer aqui ver o Van Coon veio deixar?

    John estava chocado.

─Como sabe disso?

─Jornal Sherlock. ─ela respondeu, ouviram o sininho tocar e uma idosa chinesa aparecer.

─Obrigada minha linda. ─respondeu a mulher para a jovem.

─Que tal um almoço? Tô morrendo de fome e tenho certeza que vocês também. ─Propôs ela saindo do local. ─Posso da as respostas que precisa.

 Sherlock olhou para John dizendo para segui-la, Watson sabia que o amigo não se seguraria e resolveu ir.

~&~

─Hambúrguer com refrigerante, por favor. ─pediu a mulher entregando o cardápio.

─E vocês? ─perguntou o garçom da lanchonete para os outros dois.

─Misto com suco. ─pediu John.

─Água. ─respondeu Sherlock.

─Está de dieta igual Mycroft? ─perguntou a mulher o que deixou Sherlock mais intrigado.

─Como conhece Mycroft e como sabe que ele faz dieta? ─perguntou John.

─Cada resposta no seu tempo.

     O garçom anotou tudo e saiu.

─O que sabe sobre essa investigação? ─perguntou Sherlock.

─Que vocês estão se envolvendo com a máfia chinesa traficante de utensílios preciosos. ─respondeu ela.

─Como descobriu? ─perguntou John dessa vez.

   A mulher botou a mão no bolso e de lá tirou uma lótus de papel preto, Sherlock reconheceu na hora, era o mesmo objeto que estava no apartamento de Lukis.

─Lotús preta, é uma organização que vende objetos caros no mercado negro e os dois mortos, faziam parte entregando pacotes e antes que perguntem como eu sabia; eu verifiquei os corpos e desenho da lótus está tatuado em um dos pés deles.

─Então eles morreram por que pegaram algo do pacote que carregavam.

─Exato, só um deles que pegou, mas como a organização não sabia quem foi, mataram os dois.

─Quem pegou?

─Não vou desvendar tudo pra você. ─o garçom chegou com o pedido e a moça logo deu uma grande mordida no hambúrguer.

─Nossa isso aqui tá divino. ─disse ela de boca cheia.

─O que são os símbolos? ─perguntou John tentando ajudar.

─Sherlock, está vendo aquela pequena feira ali na frente, vá até lá e analise. ─informou a jovem.

─Por que eu faria isso?

─Quer resposta, eu estou lhe dando. ─depois de tal resposta ele foi até lá, passando poucos minutos voltou e sentou no seu lugar.

─E então? ─perguntou John para Sherlock.

─Números, os símbolos são números. ─respondeu Holmes e a mulher riu bebendo do refrigerante.

─Está vendo aquela casa ali do lado da loja. ─a mulher falou e os dois olharam na direção que a jovem disse.

─O que tem?

─Su Lin Yao, ela também faz parte da organização, ou melhor, fez parte, mas estão atrás dela.

─Precisamos verificar. ─informou John.

─Como vai a Sarah? ─perguntou a moça e John arregalou os olhos quase se engasgou com o suco

─Que Sarah? ─Sherlock perguntou

─A mulher com quem John está saindo. ─ela se levantou.

─Mas como? ─John não conseguiu terminar a frase.

─Esse caso é fácil, por isso estou ajudando vocês. ─respondeu ela antes de passar pela porta, Sherlock foi atrás dela e conseguiu alcança-la.

─Por que está fazendo isso? ─ele perguntou e ela se virou.

─Disse pra ele que só observaria e se ele souber que eu te ajudei ele vai encher o meu saco.

─Quem é “ele”.

─Você sabe quem é. ─ela continuou a andar.

─Uma última pergunta. ─ela o olhou de novo.

─Qual seu nome.

─Helena.

─Esse não é o seu nome.

─Não, mas utilize-o por enquanto. ─ele foi embora e Sherlock não pode deixar de rir.


Notas Finais


Então? O que acharam? Espero comentários, sejam eles construtivos ou positivos.
Bjs e até.


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