História .O jogo. TaeTen. - Capítulo 15


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Ten, Yuta
Tags Chittaphon, Doyoung, Nct, Nct127, Nctu, Neo Culture Technology, Taeten, Taeyong, Ten, Yuta
Visualizações 263
Palavras 2.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


vcs esperaram tanto esse cap e eu só peço desculpa pq isso ficou MUITO ruim em 2000 palavras😢

Capítulo 15 - 1.5 PiXeLS


Quando começou a chuviscar, logo chegaram no destino, que não era o verdadeiro destino. Eles pararam de baixo da lona em frente a loja e riram, bateram em seus próprios ombros, limpando as poucas gotas e passaram a mão no cabelo.

Ten entrou primeiro e escolheu uma mesa ao lado da janela, se sentaram um de frente para o outro. Logo o garçom levou o cardápio, que era todo rosa chiclete e o nome das opções eram todos em dourado.

- O que você vai querer? - Ten perguntou para o outro, enquanto ainda liam as várias possibilidades de doces.

- Eu não sei, parece tudo muito bom! - Taeyong riu fraco.

- Bom, eu vim aqui para tomar sorvete, então é isso que eu vou querer! - Ten levantou a mão e estralou os dedos, chamando o garçom de volta.

Nesse momento, Taeyong decidiu pedir qualquer coisa, iria ter vergonha de chamar o garçom de volta depois. Vai ser o que o Ten pedir, e iria mesmo.

O garoto chegou para atender eles e preparou seu bloquinho para anotar os pedidos.

- Ah, eu vou querer o número 45 e vo...

- É eu também vou querer esse ai! - Ele cortou a pergunta de Ten e sorriu nervoso.

- Tá, então são dois! - Ten sorriu para o garçom que escreveu tudo e logo saiu, levando o cardápio.

- Você por acaso sabe o que pediu? - Ten apoiou seu queixo na mão, olhando para o mais velho.

- Não, mas tudo bem, deve ser bom! - Taeyong sorriu de novo.

Ele sorri muito, Ten achava. Mas era um pouco estranho, na escola, Taeyong sempre passara uma imagem fria, uma pessoa que parecia ser difícil ver sorrindo, porque o mesmo jamais vira em todos esses anos; mas ali, era diferente. Taeyong tinha uma energia boa, tinha um sorriso bonito, era gentil e seus olhos eram bonitos, eram profundos e guardavam muitas coisas boas naquela profundidade.

O silêncio entrou no meio deles e dessa vez estavam constrangidos.

Taeyong estava com a testa levemente encostada na janela, gostava de sentir o frio do vidro contra sua pele quente; e se perdia em seus poucos pensamentos, enquanto olhava os carros passarem e jogarem águas para fora de suas poças.

Ten, agora, usava suas duas mãos para segurar o seu queixo. Ele olhava descaradamente para o mais velho e esse nem notara. Mas Ten estava se xingando por dentro, queria falar com ele, mas não fazia ideia do que perguntar.

- Mas então.. sorvete do que você gosta? - Finalmente perguntou algo, fazendo TY perder o foco sobre o nada.

- Eu gosto de chocolate e você? - Taeyong encarou o mais novo.

- Eu gosto de morango, mas vivo indeciso entre esse e flocos, - Ten riu um pouquinho - mas no final morango sempre vence!

Para Taeyong, era prazeroso ouvir Ten falando. Ele tinha um timbre bonito, calmo; e seu sotaque deixava tudo melhor e mais interessante. Ouvir o tailandês falar era como ver pessoas comendo com vontade, porque quando estava com esse, tinha muita vontade de falar.

- Por que você veio para Coréia? - Dessa vez Taeyong perguntou.

- Por causa do meu pai, ele não conseguia mais vender alimentos na Tailândia e resolveu vender aqui! - Ten sorriu.

E nessa pausa da conversa, o pedido finalmente havia chegado. O negócio era o seguinte, não era sorvete, eram dois copos grandes de milk shake de morango, claro que seria. Mas cada copo veio com dois canudos e quando o garçom terminou de servir e foi embora, Taeyong olhou para Ten com cara de confuso.

- Era pra ser um e a gente dividir o mesmo copo né.. - Ten falou timidamente e corou.

Taeyong se sentiu muito idiota, devia pelo menos ter lido o que era. E em um ato automático, o mais velho empurrou o seu de lado.

- Então a gente pode tomar o meu depois! - Taeyong também corou, mas por dentro ele berrava. 

Ten empurrou o seu copo para o centro da mesa e enfiou o canudo na sua boca, tomando um grande gole e se assustou quando viu que o outro fizera o mesmo.

E naquela aproximidade toda, cada um notou todos os detalhes do outro e não queriam ter de soltar aquele canudo, mas o ar precisava entrar e como se fosse combinado, os dois se afastaram ao mesmo tempo.

Eles não se encararam, olhavam para o copo, era muito vergonha em uma mesa só.

- Eu acho melhor a gente tomar logo, porque esse aqui vai esquentar! - Taeyong disse, meio baixo, mas Ten ouviu claramente.

Depois da sua fala, eles se encararam um pouco e como numa corrida, eles atacaram o canudo de volta.

Dessa vez, se olharam nos olhos, enquanto sentiam o sabor doce do morango e aquilo parecia preencher o tempo e espaço de todos os lugares. No mundo, agora, só existiam eles, perdidos no olhar um do outro. Ten queria sorrir e fez. Taeyong corou demais e sorriu em resposta.

Bom, o primeiro copo acabou e sem demora nenhuma, Taeyong colocou o seu no centro e repetiram a cena.

"É o amor da minha vida mesmo, olha esses olhos, esse narizinho perfeito, esses cílios, meu Deus garoto, por que você é tão perfeito? E por que eu te amo tanto?" Taeyong pensara enquanto tomavam; "Lee Taeyong, o que você está fazendo comigo? Por que você está derretendo tanto o meu coração, eu jurei não amar mais ninguém, mas você está prestes a quebrar inteiramente esse juramento" Já isso foi o que Ten pensara.

Na verdade, aquele copo era muito grande e os dois já se sentiam cheios, mas não queriam parar de beber, mas também não queriam que acabasse. 

O mais velho foi o primeiro a se pronunciar:

- Eu acho que eu não aguento mais! - Ele riu um pouco, enquanto o mais novo dava mais um gole.

- Tudo bem, eu também não aguento! - Ten coçou a nuca e riu também.

Taeyong deu uma tossida, Ten olhou o relógio.

- Está chovendo mais forte agora, acho melhor a gente não andar de baixo dela! - Ten continuou, olhando para fora, para o escuro - Ou você quer ir embora? - Ten olhou para o mais velho.

Taeyong não sabia na verdade o que queria, queria ficar mais com Chittaphon, mas não queria que ficassem naquele clima de constrangimento por causa de não terem o que falar. Mas no final, ele escolheu ficar.

E bom, eles ficaram lá, meio sem assuntos e meio perdidos na escuridão melancólica da rua. Uma hora ou outra, Ten fazia uma pergunta, às vezes Taeyong fazia.

Tudo estava muito certo, até o momento que Taeyong percebeu que as perguntas de Ten eram muito parecidas com as de LeeKul. Como por exemplo: qual era a sua música preferida, qual era sua estação preferida, até se ele sabia qual era a diferença do polo norte com o polo sul. Tudo bem, podia ser coincidência, já que as respostas de Ten não eram as mesmas que a do amigo virtual.

E depois de um certo tempo, a chuva deu uma trégua.

- Eu vou pagar, ok!? - Ten disse, já se levantado.

- Por que a gente não divide? - Taeyong falou antes que o tailandês fosse ao caixa.

- Eu chamei, eu pago. Um dia você pode fazer isso por mim também! - Ten riu um pouquinho e seguiu pagar a conta. Não tinha sido caro.

Taeyong esperava do lado de fora, estava um pouco frio e ele esfregava suas mãos, mas suas tentativas de esquentá-las foram todas falhas. Ele se virou quando ouviu o sino da porta soar e se deu de cara com o outro sorrindo. Era impossível, todas às vezes que Ten sorria, Taeyong sorria também, era automático.

- Podemos voltar andando agora! - Ten  dissera e colocou suas mãos no bolso do seu casaco. - aqueles dias estavam realmente frios, principalmente de noite.

- Se não morrermos congelados! - Taeyong riu um pouco.

E Ten, com toda intenção, entrelaçou seu braço no dele; e Taeyong estremeceu, mas não se soltou.

Eles andaram uma boa parte do caminho daquela forma, as ruas não estavam movimentadas e se sentiam confortáveis daquele jeito.

Mas quando se aproximavam da casa do estrangeiro, a chuva forte começou de volta. Mas dessa vez eles não correram, iriam para casa mesmo, não precisavam se preocupar. Talvez um pouco com a saúde, mas não se preocupavam com isso naquela hora.

Ten parou e isso fez com que Taeyong parasse também.

- O que foi? Sua perna congelou? - Taeyong perguntou.

- Não! - Ten bateu de leve no ombro do mais alto - É que minha casa não fica para lá, ai eu viro aqui e aqui é onde a gente se despede! - Ten disse, um pouco triste.

TY sentiu uma pontada no coração, queria ter a companhia do outro para todas as horas e também estava um pouco com medo de voltar sozinho.

- Ah, sim.. - Taeyong só soube falar isso. 

Eles se olhavam e a cena estava bonita de novo, com os dois sendo clareados pela luz amarela do poste.

Ten achou incrível como a água da chuva escorria até a sombrancelha do mais velho e pingava no alto na bochecha; e também como essa água, escorria pelo seu nariz e entrava minimamente em sua boca e depois escorria para fora. Caralho, que boca bonita, bem desenhada. Era tudo o que Ten conseguia pensar; e Taeyong achou incrível como a água escorria pelo seu contorno do rosto e deixava nítida a sua simetria. Notara que o mais novo não o olhava nos olhos, sabia que olhava para sua boca. Taeyong, literalmente, tremeu na base.

Ten se aproximou um pouco, ele não sabia se era o certo a se fazer, sabia como Taeyong era, sabia que esse podia morrer na sua frente; Taeyong ficou parado, ele nunca, nunca mesmo, desde do segundo ano do ensino médio, acreditou que isso podia acontecer. Mas Ten estava ali, na sua frente agora.

Ten segurou os dois antebraços do mais velho e tirou a parte de trás dos seus pés do chão; Taeyong fechou os olhos e rezou mentalmente pra que fosse bom para Ten, porque para ele seria. Mas seria também o seu primeiro beijo.

Ten viu o menino de olhos fechados e assoprou o nariz do mesmo, riu um pouquinho; Taeyong só pensou que havia sido iludido e agora o tailandês ria da sua cara de otário.

Mas soube que estava enganado quando sentiu o mais novo apenas encostar os seus lábios nos dele. Ten abraçou o mais velho por fora de seus braços, prendendo-o.

E tá, depois de tanta enrolação, finalmente eles deram o famoso beijo.

Taeyong não sabia se estava fazendo certo, além de que estava achando meio nojento, mas ele relevou porque era Ten; o tailandês percebeu que o mais velho era meio desajeitado, mas até que ele estava indo bem. A boca dos dois eram macias e tinham gosto de morango.

Ten apertou Taeyong e esse deu um leve suspiro entre a trocação de saliva e Ten realmente se segurou para não pensar em besteira.

O menor encostou seus pés de volta no asfalto e o mais velho arqueou um pouco, mas não podia segurar o menor, já que estava preso em seus braços. Mas pouco tempo depois, Ten o soltou, segurando o rosto do mais velho com suas duas mãos.

Não era algo intenso, mas era algo inteiramente prazeroso, eles não usavam a língua e às vezes entrava água no meio de tudo. E quando já se aproximavam do fim do ato, Taeyong o puxou pela cintura com um braço, fazendo com que seus corpos colassem de vez. E eles só dicidiram que era hora de terminar, quando Ten mordeu um pouco forte o lábio inferior do mais velho, o fazendo reclamar quando se separaram.

- Desculpa! - Ten disse, pondo a mão na boca enquanto ria. E Taeyong fez que não com a cabeça, dizendo que estava tudo bem.

Ten tirou o braço do mais velho ao redor de si e o encarou um pouco, suspirou apaixonado; e um pouco tempo depois, Ten saiu correndo, sem deixar explicações e nem nada.

Taeyong não entendeu, tinha feito algo de errado? Ele achou que sim. Mas na verdade, Ten só estava com vergonha.

E o coreano seguiu para casa, meio triste, meio feliz. E quando chegou em sua residência, sua mãe brigou consigo por estar todo encharcado, mas ele ignorou, estava muito ocupado com os pensamentos em outra pessoa. 

Ele tomou banho pensando nele, comeu pensando nele e dormiu pensando nele. Mas pelo menos naquela noite, ele sorriu antes de pegar no sono. E o outro, em outra casa e em outra cama, também sorria, sorria muito.


Notas Finais


me quebrem na paulada eu deixo, me desculpem😢 gente muito difícil, nunca escrevi uma cena de beijo não,
Não foi oq eu esperava😢😭👺😢😭👺😢😭👺
me desculpem se tiver algum erro :D

crianças não leiam isso, mas...

se taeten quiser quebrar a minha cama eu assisto com uma pipoca


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