História O Jogo: Tenha medo do que há nele. - Capítulo 38


Escrita por: e Aninhalih

Postado
Categorias EXO, Monsta X
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Hyung Won, I'M, Joo Heon, Kai, Ki Hyun, Kris Wu, Lay, Lu Han, Min Hyuk, Personagens Originais, Sehun, Show Nu, Suho, Tao, Won Ho, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Monstax, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 29
Palavras 1.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora para atualizar. Mas está aí capítulo fresquinho 💜💜💜

Capítulo 38 - Estava mais perto...


Os dias iam passando e eu ficava cada vez mais intrigada com os documentos sobre o tal Yifan, muita coisa ali não fazia sentido e eu estava sem opções para vasculhar. Fui até a sala de Hyungwon para conversar sobre o arquivo, talvez ele pudesse me ajudar mas uma das enfermeiras disse que ele havia faltado trabalho. Como eu estava com o meu tranquila, pedi ao doutor Lee se poderia me liberar depois do almoço, disse que meu pai estava passando mal então iria visitá-lo. Infelizmente precisei mentir para poder sair cedo e ir até a casa de Hyungwon, acredito que ele poderia me ajudar a descobrir sobre Wu Yifan.


Hyungwon

Não estava bem psicologicamente para trabalhar, liguei para o hospital pedindo um dia para o doutor JongDae pra poder descansar a minha cabeça. Estava ouvindo vozes com frequência e aquilo não estava me fazendo bem, o ódio que o espírito da mãe da Kendal emanava acabava me machucando mais do que eu poderia imaginar. Passei a conversar com ela todos os dias, consequentemente sendo atormentado pelos espíritos que a rodeavam.

- Melanie, você está aí? - Perguntei jogando o Ouija mais uma vez, era a única forma que conseguia me comunicar com ela claramente. Vi então o indicador passear pelas letras aleatoriamente tentando formar uma palavra que eu não compreendia. Então, ele parou e novamente perguntei. - Melanie… sou eu, Hyungwon. Preciso saber de algumas coisas. Você está aí?

O indicador então, parou na palavra sim. Suspirei com um frio na espinha que havia sentido no mesmo instante. - Quem matou você? - Logo perguntei sem cerimônias, ela havia sido morta e não por causa de uma doença como Kendal havia mencionado. O indicador começou a deslizar rápido pelas letras e eu tentava entender o que ela dizia.

“Eles estão aqui.”

- Quem está aqui ou… ou aí Melanie?

De repente, as luzes da minha sala começaram a piscar, eu não entendia o que estava acontecendo, até que senti a presença de alguém atrás de mim, olhei rápido e vi um vulto negro na parede se desfazendo no ar e logo depois a companhia tocou, me fazendo assustar de verdade. Me levantei do chão indo até a porta para atender, era Kendal.

- Ah… oi Kendal.

- Olá Hyungwon. Preciso conversar com você. - Pensei um pouco antes de mandá-la entrar, o jogo estava na sala ainda. - Tudo bem. Entre, realmente precisamos conversar. - Ela entrou sem olhar para trás, bufei eu precisava realmente conversar com Melanie e talvez Kendal iria atrapalhar. - Eu sei que você não ficou bem. Está se sentindo melhor?

- Sim, por favor sente-se. - Não adiantava brigar com ela, seria perca de tempo e tempo era algo que eu não podia perder mais.

- Hyungwon vou direto ao assunto okay? - Kendal começou a andar de um lado para o outro me deixando nervoso. - Eu confio em você, mas sei que você está me escondendo algumas coisas. E queria te dizer que eu sei de tudo.

- O que você sabe exatamente Kendal? - Perguntei cruzando os braços.

- Eu sei que a Emily não se matou, que aquele menino que se matou tem algo haver com a história, sei também que o Yifan está no hospício e sei… - Ela parou respirando fundo... - Que você vê e escuta mais do que me conta. - Seus olhos foram até o jogo que tinha deixado no mesmo lugar. - Eu preciso de ajuda, eu sei que você também precisa de ajuda. Você perguntou sobre a minha mãe e isso me deixou mais intrigada ainda. Então Hyungwon por toda convivência que já tivemos não me esconda mais coisas.

- Okay, agora sente-se, você está me deixando nervoso. - Ela parou de andar feito uma barata tonta e comecei a falar.

- Eu sei de tudo isso Kendall, pelo motivo que você já sabe. Escuto mais do que gostaria. Isso aconteceu a muito tempo depois de um acidente em que abri portas sei lá o que. Eu não gosto da minha condição Kendall.

- Preciso de ajuda Hyungwon, quero saber o que acontece com a Emily.

- Não sei por onde começar Kendall. - Ela olhou para o jogo e sorriu.

- Vamos jogar. - Olhei surpreso e sentei no chão e ela sentou à minha frente.

- Não é um jogo normal Kendal, ele pode trazer coisas ruins e boas.

- Eu sei, nunca joguei mas já ouvi falar. Se existe uma possibilidade de eu entrar em contato com a minha melhor amiga, eu quero tentar.

A encarei sério, suspirei fundo algumas vezes, coloquei total atenção no tabuleiro e levei o dedo até o indicador.   - Coloque seu dedo aqui.

Ela colocou o dedo sem questionar, fechei os olhos para me concentrar no que faria a partir dali.   - Emily, você está aqui?   - Fiz a primeira pergunta e o indicador permaneceu imóvel.

- Emily, sou eu, Kendal. Fale comigo, por favor? - Kendal perguntou, percebi seus olhos marejados e o indicador começou a rodar, mas não formava uma palavra.   - O que está acontecendo Hyungwon?

- Eu não sei.

De repente, as luzes voltaram a piscar até que uma delas estourou, nos assustando.   - Quem está aqui? O que quer de nós? - Perguntei ainda com o dedo no indicador, Kendal ia tirar o seu dedo mas não deixei.   - Não faça isso!

Os CDs em minha estante então foram jogados no chão, as cortinas balançavam mas as janelas estavam fechadas. Ouvi então uma voz rouca atrás de mim.

“ Você não devia ter iniciado sozinho…”

Senti um tremor involuntário no corpo e Kendal e eu tiramos o dedo do indicador, nos levantando assustados.

“ Deixem ela em paz"

Ouvi novamente porém uma voz feminina, olhei para Kendall que estava mais pálida do que uma folha de papel.

- Mãe?   - Kendal procurava a dona daquela voz reconhecida, uma sombra se formou na parede, com o braço esticado, mas logo se desfez quando outras sombras a arrastaram dali, soltando um grito ensurdecedor fazendo com que os espelhos da sala e os vidros virassem pedacinhos.

Puxei Kendal a abraçando para proteger seu corpo dos estilhaços de vidro, ela chorava por ter ouvido sua mãe e eu estava cada vez mais confuso com tudo aquilo.

- Hyungwon… precisamos encontrar o Kris. Algo me diz que ele irá nos ajudar.

- Por que tem tanta certeza?

Ela então apontou para a parede quando o nome dele era escrito com sangue. O sangue era de seu braço cortado pelos estilhaços de vidro.


Notas Finais


Só tenho uma palavra pra isso...
Eita!


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