História O lado bom de uma fotografia é que ela nunca muda - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, Fotografia, Histórias Originais, Modelo, Romance
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Palavras 1.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capitulo 2


Cinthia

 

Cheguei a casa e estava completamente exausta… Quem diria que ser fotografada cansasse tanto. Por outro lado espantei-me e comecei a pensar no porque de um rapaz alto, loiro de olhos cor de amêndoa ser um fotografo e não um modelo.

 

No dia seguinte acordei e tinha uma mensagem que tinha sido enviada as 5h00, era um número que eu não conhecia e quando abri percebi logo de quem era:

 

“ Bom dia Cinthia, gostaria de marcar um encontro contigo para podermos falar um pouco sobre os teus primeiros trabalhos.

Encontra-te comigo as 15h00 na seguinte morada:

Rua Heleno Coelho nº445

Tomás Oliveira”

 

Ele é realmente um profissional, que pelos vistos é bem madrugador. Eram 11h00 ainda, então tinha ainda algum tempo para me arranjar.

 

Como já era tarde decidi não tomar o pequeno-almoço e comecei logo a preparar o almoço. Enquanto ele fazia fui até ao meu quarto escolher a roupa que iria levar, e decidi que iria vestir uma camisola preta com um casaco leve por cima, e umas calças azuis de ganga apertada.

 

Voltei para a cozinha e o almoço estava pronto e com isto era 12h00. Comecei a comer e ao mesmo tempo que comia um nervosismo começava a crescer dentro de mim, como é que vou parecer natural nos meus primeiros trabalhos? Ele disse que me ia ajudar … tenho que confiar nele!

 

Eram 16h00 já e decidi sair de casa, coloquei a morada no gps e segui. Quanto mais me aproximava mais prédios iam aparecendo, onde será que era o sitio do encontro?

Olhei para o telemóvel e marcava uma vivenda que estava um pouco mais para a frente. De fora dava para ver que era uma casa grande e com um certo toque de luxo, em pouco tempo de apercebi de que deveria ser a casa dele. Corei.

 

Porque é que ele me convidou justamente para dentro da sua casa?! O medo começou a tomar conta de mim e assim que decidi voltar para trás ouço uma voz familiar…

 

- Cinthia! – Gritou Tomás. Não tinha hipóteses de voltar atras, virei-me e vi-o com um saco grande e preto que colocou no lixo logo a seguir. Fez me sinal para entrar e sorriu, era um sorriso confortante que me fez ficar menos nervosa, passei o portão e entrei na sua casa.

 

As paredes tinham todas um tom bege e o chão era todo de madeira, quando andei um pouco mais para a frente vi a sala de estar, ele tinha um sofá de 3 lugares preto em pele, e mais um de apenas um lugar, havia também uma mesa pequena onde ele tinha alguns jornais e revistas, a televisão era gigante e estava ligada o que mostrava uma imagem bastante boa, para completar, aquela divisão tinha umas janelas do género que começa no teto e chega ate ao chão, e a cobri-las tinha uns cortinados brancos.

 

- Senta-te fica à vontade. – Disse ele para mim com o tal sorriso, e eu sentei-me. – Vamos falar sobre o que interessa não é? Tenho uma proposta para ti, eu gostava de te fotografar perto do mar, claro que não estou a propor que fiques de fato de banho, tens uma cara bonita, e és até fofinha e acho que para o teu primeiro trabalho devíamos recorrer aos teus pontos fortes, o que achas?

 

- Ham… eu não entendo muito destas coisas mas… o-oque pretende fazer para realçar esses pontos. – Perguntei.

 

- Primeiro e antes de mais alguma coisa vou pedir-te que faças algo um tanto constrangedor mas visto que vais ficar sozinha não vai haver problema. – Disse Tomás a rir. – Quero que te olhes ao espelho e finjas ser uma famosa, quero que cantes e que imagines muitas pessoas a olhar para ti, quero que faças poses que aches que te deixem mais bonita e atraente. – Será que ele esta a brincar comigo? Porque é que haveria de fazer isso!

 

- Posso saber para quê isso tudo? – Perguntei. (Gota)

 

- Eu disse que ia treinar a tua timidez, e para isso preciso que faças os exercícios que te pedir pode ser? – Ele falou de forma seria, acho que sinceramente não vou servir para este tipo de coisa… mas não custa tentar

 

- Claro…

 

- Muito bem. – Ele disse a sorrir. Mas nesse momento começou a chover, e os olhos dele arregalaram-se e o seu rosto ficou um pouco…assustador. – A ROUPA!!. – Ele correu la para fora e começou a apanhar toda a roupa que tinha a secar, não sei como é que conseguiu acumular tanta…Quando entrou de novo em casa ele estava completamente encharcado. – Merda… com esta chuva é melhor ficares aqui por mais algum tempo Cinthia.

 

- Pois... – Olhei pela janela e a chuva estava bem forte. – A-Acho melhor trocares-te, vais apanhar uma constipação.

 

- Não te preocupes eu já estava meio engripado. – Vejo-o ir ate uma outra divisão que calculei que fosse o seu quarto, provavelmente foi trocar-se, enquanto isso comecei a ver as noticias que falava de um acidente que houve devido a chuva que apareceu do nada. – Voltei! – Ele chegou e sentou-se ao meu lado puxando o seu portátil para o colo. – Vou te mostrar umas fotos. – Disse. – Estas a ver este tipo de fotos perto do mar? Quero fazer algo equivalente contigo, na altura eu prometo que vou fazer as poses então não te preocupes com isso. – Ele falava com um sorriso na cara quando falava de fotografias, notava-se que era uma paixão dele.

 

- Tens algum álbum de fotos para eu ver? – Perguntei um tanto curiosa, quantas pessoas ele já teria fotografado?

 

- Tenho muitos. – Disse ele apontando para uma estante enorme cheia de álbuns. Levantou-se e escolheu um deles. – Vê. – Disse dando-mo para a mão.

 

Ele tinha bastantes fotografias naquele álbum, eram paisagens e fotografou-as a todas da melhor forma tenho que admitir.

 

- Tens fotos de pessoas?

 

- V-Vais ser a primeira… - Ele disse a olhar para o lado envergonhado enquanto coçava a cabeça.

 

- A serio?! – Perguntei.

 

- Sim… - Notei algo cair sobre o meu ombro e quando vi era ele que tinha descaído.

 

- Tomás? – Perguntei e ele abriu os olhos devagar novamente.

 

- Desculpa, não me sinto muito bem.

 

- Vou buscar-te um copo de água. – Sai de perto dele e tentei encontrar a cozinha, o que não foi muito difícil, encontrei um copo e enchi-o de água, mas quando acabei de encher senti-me ser abraçada.

 

- Não precisas de fazer isso… - Ele estava fraco, e o seu corpo estava a ferver, ajudei-o a ir até ao quarto e deitei-o, coloquei uma mão na testa dele e estava bastante quente, como é que o poderei ajudar se não sei onde estão as coisas? Decidi arranjar-me sozinha. Agarrei na toalha que estava na casa de banho do quarto dele e molhei-a, espremi-a um pouco e coloquei-a na sua testa, vi-o abrir um pouco os olhos mas logo os fechou.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Beijinhos


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