História O lado bom de uma fotografia é que ela nunca muda - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, Fotografia, Histórias Originais, Modelo, Romance
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Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ohayoo

Capítulo 3 - Capitulo 3


Fanfic / Fanfiction O lado bom de uma fotografia é que ela nunca muda - Capítulo 3 - Capitulo 3

Tomás

 

Quando ela disse que me ia buscar o copo de água por não me estar a sentir bem, decidi que não a podia deixar fazer aquilo, afinal, a casa é minha, certo? Sou eu quem deve oferecer as coisas, não é suposto ser ela.

 

Tentei levantar-me mas tive alguma dificuldade, sentia o meu corpo fraco, foi tudo muito de repente. Ao chegar à cozinha olhei para ela e parecia estar preocupada. Agarrei-me a ela de forma não propositada, não tinha mais parede para me agarrar…

 

- Não precisas de fazer isso… - Disse. Falei baixo acho que a voz nem queria sair… Senti-a agarrar-me e levar-me para o quarto.

 

Senti algo frio na minha testa, abri os olhos, não muito, e pude observar a expressão que ela fazia, acho que a deixei mesmo preocupada. Adormeci.

 

Sinto que se passaram umas horas quando acordei e senti alguém mexer-me no cabelo, ao abrir os olhos vi a Cinthia ficar vermelha, não foi pouco, foi bastante até.

 

- A assediar-me enquanto durmo senhorita? – Ri enquanto falei.

 

- N-Não é o que estas a pensar! E-Eu só…bem eu…

 

- Obrigado.- Sorri. – Ficaste aqui este tempo todo a tomar conta de mim.

 

- Não precisas de agradecer. – Disse ela recompondo-se. – A chuva parou, vou aproveitar para ir para casa. Descansa sim?

 

- Não te preocupes, já me sinto melhor. Depois de amanha vou buscar-te e fazemos a sessão.

 

- Ok, adeus Tomás. – Disse, pegou na mala e abanou a mão como forma de despedida indo-se embora.

 

Fiquei sozinho novamente, olhei para as horas e era já bem tarde para ela se ir embora, fiquei preocupado com ela e mandei-lhe uma mensagem que pedia para me ligar quando chegasse só para que eu soubesse que não lhe tinha acontecido nada, pois se acontecesse iria ser por parte minha culpa. Uma hora mais ou menos depois, ela manda-me mensagem:

 

“ Eu estou bem e já estou em casa. Obrigado pela preocupação.”

 

Fiquei feliz por não lhe ter acontecido nada. Fui buscar o termómetro à caixa de primeiros socorros para ver se a minha febre continuava e marcou 37 graus, já estava normalizada. Andei um pouco até a cozinha e veio um cheiro de canja ao meu nariz, será mesmo que ela fez isso? Olhei espantado para o fogão e vi uma panela pequena e ao abrir vi uma canja. Que bom.

 

Coloquei num prato e comi tudo, estava bem faminto. Lavei o prato e voltei a deitar-me.

 

Cinthia

 

No dia seguinte àquele acidente na casa do Tomás acordei com alguém a tocar-me á campainha, mas quem seria aquela hora? Estava com a roupa de dormir mas não me importei, e fui até a porta e abri-a.

 

- Sim? – Perguntei, e vi o carteiro com uma caixa media.

 

- Bom dia, é a senhora Cinthia Gonçalves? – Perguntou enquanto olhava para um papel.

 

- Sim sou eu. – Respondi.

 

- Pode assinar aqui por favor? – Assinei o papel e ele deu-me a caixa.- Tenha um bom dia, disse ele entrando no elevador.

 

Na caixa dizia que a encomenda tinha vindo do Tomás, mas o que poderia ser? Com um chis ato abri a caixa, e dentro tinha uma caixa muito mais bonita e nela estava escrito o nome de uma loja cara de vestidos.

 

- Não me digas que… - Ao abrir essa caixa mais pequena vi um vestido branco que dava pelos joelhos, era lindo. Para além do vestido, tinha la também um bilhete que dizia:

 

“ Usa-o no dia da sessão tenho a certeza que vai realçar ainda mais a tua beleza”

 

Fazia-me uma certa confusão a forma como ele falava parecia que não temia em dizer alguma coisa, agradeci-lhe por mensagem, e fui experimenta-lo, ele cabia tao bem que era como se ele tivesse sido feito para mim.

 

*---------------*

O dia da sessão chegou finalmente, acordei, e fui tomar um banho, ao terminar sequei o cabelo e penteei-o, logo depois vesti o vestido e acrescentei um chapéu de palha visto que estava sol lá fora, não era muito comum no inverno isto acontecer. Comi uma sandes e um copo de sumo e não tardou muito até o meu telemóvel começar a tocar.

 

- Sim?.....Vou já descer. – Desliguei.

 

Era Tomás que já se encontrava lá fora a minha espera, calcei umas sabrinas e sai, quando cheguei vi-o dentro de um carro cinzento, e ele fez-me sinal para entrar.

 

- Bom dia. – Disse ele com um sorriso. – Não tens frio?

 

- Não. – Respondi correspondendo o sorriso.

 

- Tenho ali uma camisola minha caso tenhas, ok?

 

- Ok, obrigado. – Disse a sorrir.

 

Ele ligou o carro e começamos o caminho para a praia. Quando chegámos ela estava completamente vazia, vi-o tirar a máquina fotográfica do carro e preparou-a para as fotos.

- O-oque tenho de fazer? – Perguntei.

 

-Não te preocupes simplesmente aprecia a vista. – Respondeu. E assim fiz, as ondas eram bastante altas, retirei as minhas sabrinas e decidi ir até á agua apenas molhar os pés. – Cinthia?

 

- Sim? – Respondi com um sorriso no rosto, até que ouço o barulho de uma foto a ser tirada.

 

- Eu disse para não te preocupares. – Disse piscando-me o olho. – Vou tirar as tuas melhores fotos. – e sorriu.


Notas Finais


Mais a noite volto a postar um novo capitulo.

Ate ao proximo!


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