História O Lado Escuro - Capítulo 4


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Bafo e Arroto, Banguela, Batatão, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Dente-de-Anzol, Melequento, Mosca da Tempestade, Perna-de-Peixe, Soluço, Stoico
Tags Banguela, Cortes, Cruel, Dragão, Evil, Rainha, Sangue, Soluço
Visualizações 165
Palavras 1.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Dando Prazer


Rainha On

Me olho no espelho, estou na parte mais baixa do ninho, afinal é único lugar que eu caibo na minha forma dragão. Estou triste, na verdade desde o acontecimento tudo que sinto é tristeza. Me lembro que eu recém tinha sido coroada Rainha, pensava que podia terminar a Guerra contra os Vikings com um acordo. Por isso visitei uma vila chamada Berk, conheci o Chefe que se chamava Stoick. Eu me apaixonei por ele, mas em nenhum momento lhe contei que era um dragão. Acontece que fiquei grávida, quando contei ficou feliz. Mas tudo aquilo foi um truque, ele se casou com uma tal de Valka. Depois disso esqueceu de mim, então eu ganhei o meu filho. Era tão pequeno, com seus cabelos ruivos e seus olhos verdes, me apaixonei no momento que eu vi. Naquele dia o mostrei para Stoick, que mandou os seus homens me atacarem. À última coisa que vi, antes de acordar num barco no meio do mar, foi ver o homem que amei com uma faca apontando para meu filho.

Desde aquele dia eu sei que perdi meu único filho, jurei matar cada Viking nessa face da terra! Mas não têm ninguém para nos comandar, alguém que conhece esses monstros de dentro para fora. Acontece que nenhum dragão consegue fingir ser um matador por muito tempo. Sem falar que todos acreditam na profecia, que alguém ouvirá a voz e lutará conosco.

“Seu filhote, está vivo. Vai voltar!”

Para me olhando no espelho, será que é verdade? À voz nunca mentiu para mim, mas como meu filho pode ter sobrevivido? Tenho que encontrá-lo, saber onde está e se precisa da minha proteção.

“Tenha calma, Banguela companheiro alfa de filhote o protegê”

Reviro os olhos, de todos os dragões tinha que ser a Fúria da Noite? Eu sei que ele é traiçoeiro, gosta de ter poder, agora ele tem se for o Alfa do meu filhote. Mas se ele machucar, o meu filho, vou comê-lo

Banguela On

Nós andávamos, mas percebia que por onde passamos às pessoas me olhavam com desejo. Ao mesmo tempo que olhavam para Ragnarok com nojo, aperto o ombro do meu amado. Que parecia realmente desconfortável com a situação, mas eu iria proteger ele de tudo e de todos. Não deixarei essa vila horrorosa acabar com o espírito do meu companheiro, apesar que ele está pronto para se vingar. Aquele tal de Stoick caiu direitinho na minha mentira, não existe matadores de dragões, todos são verdadeiros dragões fingindo ser vikings. É quando chegamos numa Arena, podia sentir o cheiro do meus parente, meu sangue ferve. Quero salvar todos eles, mas tenho que ter calma. É quando Soluço diz.

- Se sente na arquibancada, eu vou ter que entrar lá - Ele tremia sobre minhas mãos, puxo o seu rosto até o meu. Então beijo seus lábios, ele derrete sobre meu contato. Exploro sua língua com a minha o fazendo soltar um gemido. Sorri, porque é isso que queria.

- Não esqueça, você é meu e não vou deixar ninguém te machucar!

Comecei a subir para arquibancada, podia ver o meu Ragnarok entrando na Arena, enxerguei os outros o olham com nojo. Quero tirá-lo de lá, mas isso é preciso.

Soluço/Ragnarok On

Olho para todos os outros, Astrid me olha com nojo e raiva, meu primo parece ter vontade me bater. Os gêmeos e Perna-de-Peixe me ignoram. Olho para Bocão, que nem me olha nos olhos, sinto raiva dele. Sempre soube que meu pai me bate e não faz nada, queria poder mergulhar ele num vulcão. Odeio todos aqui, só quero ver eles queimarem! Agora com Banguela do meu lado é possível, mas parte de mim quer ser feliz e ter uma família. Me pergunto se vou conseguir. É então começa falar.

- Vocês vão aprender a lutar contra dragões, os que não passarem terão um castigo dito pelo próprio Chefe - Comecei a tremer, já até consigo imaginar o castigo. Será a morte ou Sven. Isso faz meu corpo congelar de tanto medo. - À primeira coisa, será o Gronckle!

Ele se afasta de nós e solta o dragão, comecei correr para procurar um esconderijo e me escondi atrás do estande de armas. Então ouvi aquela voz na minha cabeça.

“Machuque o Viking, ajude o dragão”

Eu me perguntava como fazer isso, mas então vi as armas. Podia sabotá-las! Pego uma ferramenta que se encontra na minha bota, começo desaparafusar às armas sem ninguém perceber. Posso até ver o Banguela me olhando, porque com certeza percebeu o que estou vendo. É quando vejo Astrid correndo para cá, ela pega um machado, mas quando joga ele no dragão a arma acaba desmontando tudo. O que faz o Dragão joga ela contra a parede, acho que quebrou um braço.

Nessa hora Bocão acabou a luta, voltei para meio da arena e vi todos em volta de Astrid. Sorriu, porque meu está começando muito bem até agora! Olho para meu companheiro, que faz sinal para eu ir até ele. É quando percebo que já é noite, à maioria vai dormir agora. Quando começo a mostrar o caminho até minha casa, posso sentir às mãos do Banguela descendo pelo meu corpo. É quando sinto ele apertar minha bunda, solto um grito, mas ele cobre minha boca e empurra meu corpo contra uma casa.

Podia sentir seus beijos contra o meu pescoço, suas mãos explorando o meu corpo, podia sentir todo o Banguela contra mim. O seu membro roçava contra à minha coxa, foi então que ouvi sua fala contra minha orelha.

- Eu quero que você se ajoelhe, então me chupe com tudo que você têm!

Isso me fez corar, mas então senti ele se afastar um pouco de mim. Respirei fundo, o Banguela é meu companheiro e tenho agradá-lo, sem falar que deve ser bom. Por isso me ajoelhei, ali mesmo na escuridão da noite. Então tirei seu membro de sua calça, olho para aquela coisa grande e com as veias saltando.

Aproximei minha boca e engoli seu membro, algo em meu corpo parecia ter acordado. Porque o que antes parecia nojento, agora era delicioso. Eu lambi por inteiro, fechei os olhos aproveitando aquele gosto maravilhoso. Algo estava tão quente que eu podia explodir, foi quando senti as mãos de Banguela em minha cabeça. Podia ouvir ele dizer.

- Muito bem, meu ômega. Eu sei que ômegas, gostam dos corpos de seus companheiros, admito que também quero o seu corpo.

Aquelas palavras fizeram eu chupar ele ainda mais, mas então senti ficar tenso e veio um jato na minha engoli tudo com gosto. Foi então que me puxou para cima e me beijou, sua boca explorava à minha com fome. Nós íamos andando e nos beijando, até minha casa. Só paramos quando entramos, ele beija meu pescoço fazendo eu gemer. Começamos a subir as escada, podia os roncos do meu pai. Mas fui direto para meu quarto, quando entramos Banguela me jogou direto na cama e subiu em cima de mim.

- Não iremos acasalar ainda, porque quero fazer isso no Ninho, mas não quer dizer que não posso te dar prazer.

Eu estava excitado à muito tempo, chupar ele me fez ficar ereto. Foi quando ele tirou minha roupa, eu estava nu em sua frente novamente. Admito que estava todo corado, podia sentir seus grossos lábios por todo o meu corpo. Foi então que ele começou a mordiscar o meu pescoço, podia sentir sua mão no meu membro.

- Bangue...la

Eu gemia o seu nome, enquanto ele fazia um vai e vem com à mão. Eu estava no céu, queria gozar, mas parecia que não podia fazer isso. Por mais que eu quisesse, eu não consegui, parecia que algo me impedia de fazer isso.

- Vamos, Soluço implore para mim! - Eu gemia como louco, mas faria o que ele me pedia queria gozar.

- Por favor, Alfa, me deixe gozar - Eu podia ouvir à risada de Banguela, que então falou.

- Goze para mim!

Então eu gozei, acabei dormindo com risada de Banguela tocando meus ouvido.

 


Notas Finais


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