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História O Lado escuro do vermelho - Capítulo 2


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Notas do Autor


Hey, gatinhas.

Voltei mas cedo do que imaginaria, pois estarei um tanto ocupada mais tarde (mesmo que os outros capítulos já estejam prontos) então aqui estou eu.

Capítulo 2 - Chapter: ll - Mordidas.


Fanfic / Fanfiction O Lado escuro do vermelho - Capítulo 2 - Chapter: ll - Mordidas.

Continuação...


— Sangue? — analiso meu próprio braço. 

Céus, como isso foi acontecer? Não me lembro de a ferida ser uma marca de garras, garras grandes e provável afiadas pela profundidade. Isso não deveria estar acontecendo, deveria ser um sonho. Mas a dor e o medo parecem tão real. Ele parece tão real. 

— Eu posso ajudar. — disse o garoto se aproximando com passos lentos. 

Olho em volta e estava tudo escuro, não tinha pra onde correr. A cada passo que e dava era um passo pra trás que eu também dava. Eu estava assustada, sozinha, ensanguentada e com medo. Pra piorar vem esse homem esquisito que olhava meu braço como se fosse um pedaço de carne, o último pedacinho de carne do universo. 

Seus olhos pareciam mais profundos, como se tivesse grandes e fundas olheiras. Custei a acreditar que seria isso, porque antes disso seu rosto era perfeito. 

— moço por favor. Eu não fiz nada, não toque em mim! — Imploro terrivelmente assustada. Eu sentia que poderia desmaiar de medo a qualquer momento. 

— gosto quando gritam, me agrada. — disse ele me olhando nos olhos agora. — mas eu não tenho tempo então cala a porra da boca, vadia! 

Sinto uma ardência em meu rosto - ele me deu um tapa forte no rosto- e acabo por cambalear pra trás. Tropecei na raiz da árvore que estava pra fora e cai no chão. Eu não sei como ele se movia tão rápido, mas em um piscar de olhos ele já estava em cima de mim me segurando a força. Eu obviamente me debati, não deixaria ele fazer nada comigo sem lutar antes. Mas ele era mais forte. Perdão, eu não consigo segurar ele. 

— Não! Me solta, socorro! — gritava o mais alto que podia enquanto me debatia e mesmo com a dor balançava os braços. 

Não tive muito tempo de pensar depois disso. Ele me machucava tanto e as lágrimas embaçaram tanto os meus olhos. 

O garoto rosnou de repente e segurou sua própria mão. Sua mão estava terrivelmente vermelha e ele me olhava com raiva agora. Segurou meu pescoço com força e brutalidade, fecho os olhos com força fazendo com que mais lágrimas caíssem acabando por molhar seu pulso. O ouço rosnar novamente. 

— Mas...o que? — ele parecia confuso. Aproveitei seu momento de distração para dar uma joelhada em sua área sensível. O garoto caiu ao meu lado com a mão no local atingido e eu fiz um grande esforço para me levantar. Mas não adiantou de nada. Ele me puxou pelos pés e mordeu meu braço. Ele simplesmente mordeu meu braço como um animal feroz. Nunca me senti tão humilhada. Ele tampou meus olhos e segurou minha cintura com firmeza. Gritei o mais alto que pude, sentia meu pulmão arder. Eu ficava cada vez mais fraca, sentindo ele saborear meu sangue como nunca vi em filmes. Que sonho estranho e realista eu estou tendo. 

— Jungkook! — ouço uma terceira voz e de repente eu não sentia mais o peso do garoto em mim. Garoto que aparentemente se chamava Jungkook. 

— você está bem? 

Um outro cara se aproximou de mim e me tirou do chão. Minha visão embaçada e dor me impedia de ver tudo. Eu não queria desmaiar aqui e agora, lutava tanto contra isso. 

— Hyung! — Jungkook era jogado contra uma árvore. Eu estava tão assustada. Essas pessoas não são humanas, com toda certeza. 

— Ei, não assista isso. — ele me pegou no colo e saiu correndo para outro lado. 

— o-obrigada. — agradeço em um fio de voz. Pude ver apenas um sorriso. 

— Isso tudo que aconteceu, você não....— começou a sussurrar em meu ouvido e após isso eu apaguei.


(....)


Abri os olhos lentamente tendo apenas a visão de um teto alto com símbolos estranhos. Eu não sentia o resto do meu corpo direito, mas mesmo assim fiz um grande esforço para me sentar. Sentei na cama com dificuldade e pude ver que meu braço estava bem cuidado, limpo e com uma faixa em volta. 

— Onde eu estou? — pergunto baixo a mim mesma passando a mão por minha cabeça que também doia. — o que aconteceu? 

— Oh, acordou. — um garoto de cabelo alaranjado sorriu pra mim. Ele estava sentado na janela com uma taça estranha. Colocou na janela sem se importar se iria cair e andou até mim. 

— fique aonde está! — ordenei com a voz falha e tentando me afastar. Olho em volta do quarto rústico, mas bem arrumado e tento me levantar. Assim que piso no chão sinto uma dor forte em meu pé e sem evitar eu caí no chão. Ou achei que tinha caído no chão. O mesmo garoto que estava do outro lado do quarto, agora me segurava e me sentava na cama novamente. 

— Sei que está com medo. Mas eu não vou te fazer mal. — ele sorriu amigável e se sentou na ponta da cama. — como se chama? 

— Não interessa. 

— Eu me chamo Jung Hoseok. 

Eu não deveria confiar nele. Mas se ele quisesse me fazer algum mal, já teria feito. Dizer meu nome não fará mal nenhum e eu quero ter algum momento de paz e de segurança. E Hoseok me passava essa segurança. 

— Bom...— começo a dizer baixo. — Meu nome é Mary, Mary Lusvard. 

— Nome bonito. De onde vem? — ele parecia interessado e me olhava no fundo dos olhos durante a conversa. 

— Eu não sei. É um nome único de minha família. — sorrio fraco passando a mão por meu pé dolorido. — posso perguntar o que aconteceu? 

Hoseok pareceu surpreso com minha pergunta e se levantou da cama suspirando pesado. Ele parecia enrolar para responder e pareceu aliviado quando ouviu batidas na porta. A porta foi aberta e apareceu outro homem ali. Ele não estava calmo ou "sorridente" como Hoseok, mas me passava uma sensação boa. 

— posso entrar? — ele perguntou. 

Ignorei sua pergunta e me deitei na cama. 

— de qualquer forma essa é minha casa e eu entro aonde eu quiser. — ouço a porta bater e passos vindo até mim. — como está, princesa? 

Eu queria poder o ignorar, mas no meio de tudo isso essa pergunta me irritou. 

— Você ainda pergunta? Eu estava no hospital e de repente apareço na casa de estranhos toda machucada e com curativos. Eu sinto dores, medo e dúvidas. Me deixem ir embora agora se não eu vou chamar a polícia! — gritei a última parte e os garotos pareçam não se importar. Se entreolharam risonhos e voltaram a seus afazeres. Hoseok foi pegar sua taça e esse outro cara colocou uma bandeja na cama. 

— não sabemos. Hoseok encontrou você desmaiada na floresta. Aí trouxe você e nós apenas cuidamos. — Sorriu atencioso e segurou minhas mãos com delicadeza. Me sentei na cama e olhei a bandeja cheia de comida. Não pude evitar de sorrir animada, minha barriga roncava e se roncasse mais uma vez eu iria comer a cama. — você gosta? 

Ele me olhou com um sorriso divertido e sorriso encantador de quem tinha acertado em cheio. 

— Eu amei. Mas com a fome que eu estou, comeria até um jegue. Minha barriga está colada nas costas. — digo mais empolgada do que deveria e assim pude ouvir a gargalhada engraçada dos dois. Pego um pedaço de bolo de chocolate e mordo um pedaço. Olho os dois sorridente e balanço a cabeça em agradecimento. — muito obrigada. Não sei o que aconteceu, mas você estão sendo como anjos para mim.  

— coma bem, querida. Eu me chamo Kim Seokjin. — ele sorriu e se levantou da cama. — Hobi fica com ela? Eu preciso cuidar de alguém. 

— tem certeza? Ele está transtornado. Anda fora de controle ultimamente. 

— se eu não for Namjoon mata ele. 

Seokjin parecia cansado. Eu analisava tudo comendo. O olhar de Seokjin caiu em mim e ele se aproximou novamente. 

— Use isso e não tire pra nada. Não deixe a mostra também. — ele tirou um colar do bolso. Era horrível, mas eu não questionei. Deixei que e coloca-se em meu pescoço e sorri em agradecimento. 

Seokjin saiu do quarto e eu continuei comendo com Hoseok na janela. Eu estava com vergonha de mastigar e fazer barulho muito alto. Ou tentar cortar a carne e a comida voar toda do prato. 

Eu queria respostas. Sinto que falta algo importante. Mas realmente não consigo pensar em nada. 

— parece pensativa. — Hoseok se aproximou novamente. 

— É...eu só queria saber o motivo de estar aqui. 

— Oh, Mary. Tudo tem um propósito. Tenha calma e terá as respostas de todas as suas perguntas. — ele sorriu gentil. 

— quando vou poder sair daqui? 

— agora não é a hora disso. Tenha calma. 

— Olha Hoseok. Eu não sou idiota, tem alguma coisa acontecendo e vocês querem esconder de mim. — digo já perdendo a paciência com tudo isso.

Hoseok apenas me olhou de lado e ignorou, saindo do quarto logo depois. 

Me levantei da cama com um pouco de dificuldade e tentando não colocar todo o apoio em um pé só. O quarto é grande e bem feminino. Não que seja rosa e cheio de frufru, mas sim os acessórios. Perfumes antigos, pulseiras e coisas do tipo. Tem um espelho grande e chamativo. Ele é ou deveria ser dourado já que está bem desgastado. A janela onde Hoseok se encontrava anteriormente dava vista para a parte de trás da casa eu julgo. Também tinha um banheiro totalmente diferente do resto do quarto. Era feito de azulejo branco e vermelho. Tinha uma banheira que parecia ter sido comprada recentemente e um espelho pequeno na pia. 

— Aonde se meteu, Mary? — pergunto a mim mesma agora sentada na banheira. 

Essa explosão de sentimentos confusos não param de martelar em minha cabeça. Não me lembro de exatamente nada. Por mais que eu me esforce, a última lembrança que tenho é de estar no hospital. Suspiro pesado desistindo de raciocinar e me levanto da borda com um pouco de dificuldade por causa de meu pé, logo volto até o quarto. Me sento na cama e fecho os olhos com força.

— Sente dor no pé? — Hoseok perguntou na porta do quarto novamente. 

— Sim...— respondi baixo após um tempo. 

O garoto assentiu e veio até mim. Se ajoelhou em minha frente e segurou minha canela coberta pela calça jeans e começou a analisar. 

— feche os olhos. — ele pediu. 

O olhei desconfiada, mas de qualquer forma, fechei os olhos. Eu sentia o garoto tocando onde doía, mas eu não queria parecer mais estúpida a ponto de reclamações da dor. Assim que ouvi ele se afastar abri os olhos, movi o pé e a mesma dor eu não sentia mais. 

— Nossa, muito obrigada Hoseok. Você tem me ajudado muito hoje. Poxa, nem sei como agradecer. 

— que nada. — ele sorriu gentil. O mesmo se encontrava na parede de braços cruzados olhando para o chão. Eu o analisava e pensava no quanto era bonito. Parece que só tem homem bonito nessa casa. Eu nem percebi que já o encarava de mais, acabei me perdendo em sua beleza, seu rosto, seu corpo.... — quer ir lá fora? 

Meu Deus! 

Eu estava igual uma tonta secando ele. Que vergonha. Será que ele reparou?  

— eu adoraria! — em um piscar de olhos eu já estava de pé. 

— vamos com cuidado para o Jin Hyung não nos ver. — Hoseok disse em um tom mais descontraído e estendeu a mão. 

Sorrio animada e seguro sua mão também. Saímos do quarto e agora eu reparei no quanto a casa era grande. O quarto onde eu estava era no final do corredor. Corredor esse cheio de quadros antigos. Ao lado era uma escada grande e chamativa que dava para a sala. Sem contar com o grande candelabro apagado. Hoseok e eu saímos às pressas pela escada.

 O maior segurou a maçaneta da porta e a girou para abrir. Mas para o nosso susto, outra mão segurou a sua o impedindo de abri a porta. 

— Onde caralhos vocês vão? — outra voz atrás de mim disse. Engoli a seco chegando mais perto de Hoseok. Essa voz me dá medo. 

— Jungkook, não sabia que você era nossa babá agora. Pare de xingar na frente da garota. — Hoseok se virou e parecia irritado. 

— Ah, Mary. Que porra um filho da puta xingando na frente de duas cadelas, né? — Jungkook rebateu a Hoseok. 

Mesmo com muito medo e sentindo que minhas pernas se quebrariam em mil pedaços, eu virei para o mesmo e tomei coragem para perguntar. 

— Como sabe meu nome? — perguntei com todo o foco do mundo para não falhar a voz.

Com muito custo, olho nos olhos do homem. Ele parecia indignado com minha pergunta. 

— Você está na minha casa. Seria esquisito eu não saber. — revirou os olhos e parou os olhos em mim. 

Odeio o fato de eles sempre me encararem no fundo dos olhos. Parece até que estão vendo todos os meus pecados ou lendo a minha mente. Jungkook ficou alguns segundos assim, me fitando com frieza no olhar. Passou a língua pela bochecha e caiu o olhar para uma parte da corrente que sem querer deixei cair pra fora. O olho irritada e ajeito a corrente do cordão. 

— Jeon? — uma outra garota desceu as escadas. Ela usava uma camisa que julguei ser de Jungkook. 

O chamado revirou os olhos e forçou um sorriso antes de se virar. 

— Sim, meu amor? — respondeu mais doce do que antes. 

— minha mãe quer falar com você. — a mesma levantou o celular. 

A garota veio até nós três sem se preocupar se a camisa que usava levantaria e mostraria mais do que devia ou não. Não que isso me incomode, mas a falta de respeito é nítida. 

Observei Jungkook pegar o celular e logo após um grito desesperado da garota. Jungkook desligou a ligação e jogou o celular contra a parede. 

— O que caralhos eu falei sobre isso? Você não passa de mais uma puta! — ele a segurou pela nuca e virou aparentemente irritado. Me empurrou pra que eu abrisse caminho e abriu a porta de entrada.

— Jungkook, não faça isso! — Hoseok tentou intervir. 

Jungkook não deu ouvidos e jogou a garota do lado de fora. Sem se importar com o horário, frio e suas vestimentas. 

— Foi um prazer. — ele sorriu e beijou seus lábios antes de deixá-la cair no chão. 

O mesmo bateu a porta com força e se virou pra mim.

— Você não tem vergonha na cara? — perguntei esquecendo de todo o medo que sentia antes. A raiva que eu sentia era maior que tudo. 

O mesmo não respondeu. Colocou as mãos no bolso de sua jaqueta e se aproximou de mim. 

— Não se meta na minha vida. — disse ele. 

— Deixa ela em paz, Jungkook. — Hoseok interviu segurando meu pulso e me puxando para trás dele. 

— Tudo bem, tudo bem. Eu que sempre sou o vilão aqui. Tão injusto! — fez uma cara de choro totalmente falsa e logo depois riu alto. — Você vai se lembrar de mim, Mary. 

Ele piscou pra mim e simulou uma mordida, logo após saiu por outro corredor. Não gosto dele. Ele não me passa uma sensação boa.

— Ignore ele. Agora vamos. — Hoseok se virou sorridente e deu pulinhos agitados. 

— o que tem lá fora? — perguntei me afastando do mesmo e abrindo a porta novamente agora percebendo que a garota não se encontrava mais ali. 

— A floresta. — ele respondeu simples. 

Sinto calafrios só de olhar lá pra fora. Algo me impediu de sair. Dou dois passos para trás e suspiro pesado forçando os nós de meus dedos. 

— Meu pé começou a doer de novo.— menti. — Poderia me levar para o quarto?  

— Certeza? — ele perguntou, parecia meio desconfiado. 

Afirmei com a cabeça e Hoseok sorriu sem mostrar os dentes. Veio até mim e segurou meu braço me dando apoio. 

Olho em volta da sala curiosa e parecia tão assustadora. Como essas dos filmes de terror. O ambiente era escuro, como se fosse iluminado for velas. Mas era apenas lâmpadas amarelas e fracas. Havia um grande sofá no centro, era preto e parecia bem antigo pelo seu formato. Móveis antigos e estantes em uma parede cheia de livros grossos e velhos. 

Hoseok pareceu reparar que eu olhava tudo e riu anasalado me soltando e parando de andar. Então aproveitei e me sentei no sofá preto que mesmo que antigo e de couro, parecia bem confortável.

— decoração rústica, né? — ele olhou em volta também, como se não morasse aqui e analisasse tudo pela primeira vez. Mas não me surpreendeu, todos aqui são estranhos. 

Algo no outro canto da sala me chamou bastante atenção. Uma estátua de lobo, no meio de tanta coisa velha essa parecia bem interessante. 

— Não sabia que vocês tinha uma estátua de lobo, que legal. Ela é grande, parece bem realista. — digo sorrindo para Hoseok. O mesmo caiu o olhar para mim confuso e disse risonho: 

— Não temos uma estátua de lobo. — respondeu tranquilo. 

Olho para a estátua novamente e ela parecia respirar. E é nesse momento que sinto meu corpo gelar em puro medo.

— Então o que é aquele lobo ali? — pergunto já cheia de medo. 

Hoseok não pareceu diferente quando se virou rápido. 

— TAEHYUNG! — Ele gritou e no mesmo momento o lobo correu na nossa direção. 

— Mary, corre! — gritou Hoseok me puxando do sofá e me empurrando pra outro canto. Eu não conhecia a casa e não sabia pra onde correr. O medo me impediu. Fiquei parada no mesmo lugar por alguns segundos até que tomei coragem para sair em direção a outro corredor escuro, mas lembrei que Jungkook entrou por ali e se eu tiver que escolher entre ele e o lobo, eu prefiro o lobo. 

Olho para Hoseok novamente e o mesmo não aparentava mais ter medo. Tentava acalmar o lobo. Lobo esse grande e preto, seus pelos eram cheios e grandes. Seus olhos eram cinzas e ele era bem grande e assustador.

Parada na porta do corredor eu não sabia o que fazer. Sinto mãos rodarem minha cintura e assim fui puxada para dentro do corredor. Estava tão escuro que eu não via nada. Apenas ouvi uma porta bater. Eu estava em um quarto e a única luz no quarto, era a da lua cheia que iluminava só uma parte. Me escorei na janela com medo e olhei atentamente para a luz de onde eu escutava os passos. Jungkook apareceu ali sorridente com uma seringa e uma bolsa de sangue, suas más intenções eram notórias.

— Somos só eu e você agora. 





Notas Finais


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Ps: tenho que admitir que tenho colocado esforço e sentimentos meus aí dentro, sem contar em toda a diversão que tenho escrevendo sobre esses dois.


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