História O lado mais Sombrio (BTS) - Capítulo 1


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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Bangtan Boys (BTS), O Lado Mais Sombrio
Personagens Absolem, a Lagarta, Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Gato de Cheshire (Gato Risonho), Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lebre de Março, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Rainha Branca, Rainha Vermelha
Tags Bangtanboys, Bts, Jikook, Namjin, Paisdasmaravilhas, Sugamon, Yoonmin
Visualizações 4
Palavras 767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, também postei essa história no Wattpad então se ver por lá, é isso ajsksksk sz boa leitura

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction O lado mais Sombrio (BTS) - Capítulo 1 - Capitulo 1

Passagem só de ida para o País das Maravilhas


Coleciono insetos desde que tinha 10 anos de idade, foi o único jeito que encontrei de silenciar seus ssusurros. Prende-los com um alfinete na barriga os faz parar rapidamente.


Algumas das minhas vítimas enfeitam as paredes, outras ficam nas prateleiras dentro de potes de vidro para serem usadas depois, na coleção tenho Grilhos, Besouros, Aranhas, Gafanhotos, Borboletas e Abelhas, Não sou seletivo, quando falam muito, se tornam presas fáceis.


Capturá-los não é difícil. Voce só precisa de um balde de plástico com tampa cheio de palha de hamster e algumas cascas de bananas jogadas por cima, um buraco na tampa onde voce encaixa um tubo PVC e terá uma armadilha para insetos. A casca de frutas os atraem, eu poderia usar outros produtos mas não quero os matar, gosto deles bem acordados.


Os insetos não morrem em vão, uso-os na minha arte, fazendo formatos e desenhos com seus cadáveres, junto a eles, uso flores secas e folhas, cacos de vidro dão cor e textura aos desenhos feito sobre uma base de gesso. Essas são minhas obras de artes, meus mórbidos mosaicos, mas não pense que sou mau por faze-los.


Hoje não teve aula, estou há uma hora debruçado sobre meus projeto mais recente, os potes com instetos se acomulam sobre minha escrivaninha.


Pela janela do meu quarto, entra uma brisa doce com cheiro de chuva, percebo o movimento no meu canteiro de flores, entre as flores amarelas e brancas, há uma especie de aranha caranguejeira que muda de cor - como um camaleão de oito patas.


Ao observa-la, uma imagem surge na minha cabeça: um céu salpicado de estrelas, uma constelação aspiral, existem milhares cenas como essa inundando minha mente e eu não faço a menor ideia de como elas surgiram, minha imaginação é incrivel.


Encosto em minha cadeira e estudo a obra, dou uma olhada no relógio digital ao lado da cama, batendo o dedo de leve no lábio inferior, tenho menos de duas horas para encontrar meu pai na clínica. Já é uma tradição nas sextas-feiras: comprar sorvete de chocolate para tomar com Kookie.

Meu pai é muito compreensivo pela "doença" dele, mal sabe ele que despertamos essa loucura juntos, porém Kook enlouqueceu primeiro.


Meu pai insiste que é uma terapia para todos nós. Afinal, é difícil não ter ficado mais isolado e depressivo depois do acidente traumático que levou Kook a sua internação. Talvez meu pai pense que ir até lá, de algum modo, me ajudará, mas esse é meu destino; acabar louco e internado no quarto do lado de Kook.


Pelo menos essa loucura me trouxe algo bom, as minhas obras feitas com insetos. 


O tempo passava devagar, peguei minha bicicleta e sai para dar uma volta, não aguentava mais ficar em casa, no meio do caminho vi um vendedor de flores, eu queria dar algo para Kook então parei para dar uma olhada. Tive uma alucinação das fortes, imaginei um dialogo entre uma abelha e uma flor que não queria dar seu pólen, a abelha a rodeava insistindo e a mesma, escandalosamente dizia não, eu realmente ouvi a discussão tão real quando qualquer pessoa falando.


Aquilo me assustava, era impossível ignorar, fiz a unica coisa que podia; neguei isso dentro de mim. Dei um tapa na abelha forte o suficiente para ela tontear. Comprei as flores mas amassei suas pétalas tagarelas levemente até silenciarem. Chegando em casa, meu pai já me apressava para entrar no carro, assim o fiz.


Minhas mãos tremiam um pouco, conseguia disfarçar mas eu estava em panico por ter presenciado a conversa entre a abelha e as flores. Olhei para fora da janela, sentado no banco do passageiro, a vista de certo modo me acalmava.


- como vai a escola? - meu pai disse com um sorriso enquanto dirigia.


- complicada, ainda falam muito do Kook, ele odiaria meus quadros de insetos. - de certo modo, não poder conversar direito com o garoto que por minha vida toda foi meu melhor amigo, me incomodava de uma forma torturante.


- bem, eu acho que deveria mostrar, quem melhor do que o Kook para falar sobre suas aranhas?


Em silencio, pensei; talvez as próprias aranhas.


- ele teria um ataque, e se ele tiver outro ataque, vão coloca-lo em uma camisa de forças...


O silencio se instalou no carro, esse era meu maior medo, aprendi logo porque se chama "de força", porque força nesse contexto significa apertar. Porque força tanto que o sangue fica parado nos cotovelos, deixando as mãos dormentes. Aperta o necessário para que o paciente não consiga escapar, não importa o quanto ele grite. Aperta tanto que sufoca os corações daqueles que amam aqueles que a veste.




Notas Finais


espero que estejam gostando ^^


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