História O lado oculto de Hook - Capítulo 1


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Categorias Peter Pan
Personagens Capitão Gancho, Personagens Originais, Peter Pan
Tags Captain Hook, Jason Isaacs, Peter Pan, Romance
Visualizações 5
Palavras 2.621
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que não se importem de o capítulo ter ficado grande, eu só queria que esta história tivesse um capítulo, pois só quero escrever este "episódio" e na minha opinião fazia sentido dividir em dois capítulos.

Recentemente adquiri uma nova apaixoneta e desta vez foi o "Captain Hook" (Filme - Peter Pan de 2003; Ator - Jason Isaacs), e então decidi escrever uma nova fanfic romântica com este personagem.
Podem escrever nos comentários o que acharam ou o que podia ter acrescentado que não escrevi, etc.
Espero que gostem!!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction O lado oculto de Hook - Capítulo 1 - Capítulo 1


A fina blusa vermelha e o leve tecido das minhas negras calças deixavam trespassar o denso frio que pairava no ar. Tentava aquecer-me sentando-me no duro e poeirento chão, agarrando os joelhos como uma pobre criança perdida, mas não resultou. O frio continuava a apoderar-se de mim e três questões rondavam a minha inquieta mente: Há quanto tempo estaria eu ali; Quando sairia dali; E onde estariam os outros meninos perdidos. A minha respiração esvanecia rapidamente formando um fumaça cinzenta. O meu nariz era como um cubo de gelo de tão duro e gelado que estava. Nas minhas minúsculas pestanas começavam a formar-se, ao que parecia, pequenas gotas de orvalho congeladas.
    Chorar, por mais que tivesse tentado reprimir, não adiantou de nada, uma salgada e pequena lágrima decide cair dos meus escuros olhos, indo parar o seu percurso na minha blusa, formando uma pequena nódoa a poucos centímetros acima do peito.
        
        Oiço o ranger de uma porta e uma clara luz apodera-se do cómodo. Para lá da brecha revelou-se um homem barrigudo careca com umas patilhas brancas como o sal, com um gorro encarnado. Este tinha vestido uma blusa com riscas azuis, umas claras e outras escuras. O estranho homem tinha um ar de idiota.....
         - O mestre ordena a tua presença no seu escritório, mas antes... - atirou um grande saco castanho - para que não haja dúvida que tenha arma alguma escondida na roupa e no corpo, ele exige que dispa a roupa. O saco é para a guardar. Estarei aqui fora à sua espera e quando estiver pronta bata à porta ou basta só chamar que a guiarei até ao seu destino.
         Sem ter tempo de argumentar, fecha a porta e um estrondo ecoa pela sala.
         Naquele momento estava ainda com mais medo do que estava. A poucos minutos estarei praticamente nua à frente de um completo estranho que nunca vi na vida. O misterioso homem poderá ser um raptor ou um até mesmo.......um assassino.
         Comecei lentamente a tirar a roupa deixando apenas a roupa interior. Sentir a roupa a ser-me retirada de mim daquela maneira, é como se o medo invadi-se cada molécula do meu corpo, juntamente com o sentimento de humilhação e vergonha.
          Terminando de me despedir da minha dignidade, bato à porta. O largo homem pega-me firmemente no pulso e leva-me, supostamente, para o escritório onde estará o ser mistério que me espera.
   
          - Aqui mestre, mais uma menina perdida ás ordens de Peter Pan. Onde quer que a deixe.
         - Tudo bem Smee. Agora trato eu dela.
         O homem fechou a porta fazendo ecoar, outra vez, um forte barulho pela sala.
          O aposento era enfeitado com espadas e paredes de madeira. Em cima de algumas secretárias encontrava-se ouro e joias. Estas cintilavam como rubis.
         O ameaçador e misterioso homem encontrava-se virado para a janela a contemplar a vista. Obviamente, não lhe conseguia ver o rosto mas este tinha uns longos cabelos cacheados, negros como a escuridão. Tinha vestido um longo casaco vermelho e umas calças castanhas largas.
        - Diga-me querida, onde está esse tal de Peter Pan? Por caso não tem ideia pois não?
        Confusa e com medo, só consegui proferir um som agudo do qual apenas eu consegui ouvir.
         - Ouça, hoje tive um dia exausto e por conta disso estou muito cansado, portanto, se responder ás minhas perguntas talvez possa sair daqui com vida, mas por favor, responda rapidamente a cada uma, está bem? - disse com um ar cansativo, virando-se em seguida para olhar para mim.
          Dito isso, veio na minha direcção até ficarmos frente a frente, próximos um do outro. Ele, como agora podia ver, tinha vestido uma camisa branca desabotoada, deixando mostrar um pouco do seu definido peito, como também, um pouco dos seus abdominais. E eu, praticar nua. Sozinhos os dois. 

Agora podia observar com clareza os seus traços faciais. Tinha uns lindos olhos azuis, claros como a água, que, em consequência da sua palidez, o azulado dos seus olhos sobressaía-se, tornando os seus olhos ainda mais bonitos. Um bigode escuro ocupava o espaço entre a boca e o nariz, e um pouco também de barba ocupava o queixo. Os seus lábios eram carnudos, mas não tanto, e possuiam um tom rosado o que os tornava muito desejáveis. O seu maxilar era definido, oferecendo uma estrutura mais bonita ao seu rosto. Contudo, no lugar da sua mão direita ocupava um grande gancho reluzente, cuja a ponta era extremamente afiada.
          O seus olhos tendo como ponto central os meus, deslizaram pelo meu pescoço passando por cada canto do meu corpo, analisando cada pormenor e falha dele. Com isso, a minha cara atingiu um tom forte avermelhado corando mais que nunca. Ele era muito mais alto que eu, e o seu corpo era forte o que por sua vez, me intimidava muito. Mas uma coisa eu não posso negar, ele tinha uma certa aura de sensualidade.
          - Então..... - começou, andando à minha volta parando outra vez à minha frente. Desta vez, mais perto de mim - quer dizer que não sabe onde o seu "amo" está? - não sei se era devido á distância, mas agora a sua voz parecia mais grave e rouca.
          - Não senhor.
          O seu olhar parecia analisar tudo o que dizia......e não só. O seu olhar era intenso e penetrante e por esse motivo parecia olhar através de mim e ler-me os pensamentos.
         Aproximou-se mais um pouco. A sua face, por sua vez agora estava muito próxima da minha, tanto que conseguia sentir a sua quente respiração. Os nossos narizes e bocas também quase se tocavam. Naquele momento não conseguia manter conta visual, e por conta disso, limitei-me apenas a encarar o chão.
         Com o seu gancho, colocou um fio de cabelo atrás da minha orelha e sorriu maliciosamente que revelava um certo desejo. Foi então que me sussurrou ao ouvido......
         - Tenho de admitir, aquele pirralho insolente tem bom gosto.....
         Com a sua mão esquerda no meu pescoço, empurrou-me contra dura parede bordô.
     O seu gancho reluzente deslizou lentamente no meu pescoço, parando no meu peito por uns momentos, seguindo depois para a barriga onde oscilava graças à minha acelarada respiração - por conta do meu gigante nervosismo - e parou de novo a poucos centímetros abaixo do meu umbigo. Olhou de soslaio para mim e depois, "espreitou" rapidamente por dentro da minha roupa interior.
         Mordeu carinhosamente o meu lábio inferior e com a sua grande mão esquerda acariciou o meu largo quadril e as minhas grossas coxas, introduzindo levemente em seguida, os seus longos dedos pelas minhas extremidades, fazendo-me soltar um suspiro e um curto gemido.
         Os seus dedos iam entrando cada vez mais pelas entradas e sangue ia escorrendo pelas minhas coxas. A princípio doía, mas a cada segundo que passava a dor transformava-se em prazer e o desejo de ter outra coisa maior dentro de mim apoderava-se da minha prevertida mente.
          - És tão apertada. - sussurrou ao meu ouvido. Aquela voz grave fez-me revirar os olhos, gemendo ao mesmo tempo. Começou a fazer movimentos circulares dentro de mim, para trás e para a frente e acelerando o ritmo.
           - Não pare, por favor........ - implorei eu quase chegando ao ápice, o que não demorou muito.
          Tentando controlar-me agarrei na sua aberta camisa, quase rasgando-a com a força da minha mão.
          Segundos antes do meu orgasmo surgir senti um calor invadir-me cada célula do meu corpo, o que deixou o meu corpo mole e fraco.

- Céus......estás a tremer - murmurou ele, com os seus lábios perto dos meus.
    Após ter dito isso, as minhas pernas enfraqueceram, caindo assim nos seus grandes braços, conseguindo sentir pela primeira vez os músculos fortes do seu corpo  que tanto ansiava vislumbrar sem roupa.
        Retirou a sua mão do meu molhado sexo e levou os dedos á sua boca. Com a ponta da língua saboreou o meu desejo deleitando-se com o meu estado, constantemente com os olhos - estes refletindo nada, para além de desejo - fixos nos meus meus, o que era a minha perdição. Depois de alimentar-se com o meu fruto levou também o seu dedo á minha boca para provar um pouco de mim mesma.
        O seu olhar deslizou novamente até ao meu peito e com o seu afiado gancho rasgou-me o sutiã no centro, revelando as minhas duas gotas imperfeitas. Abocanhou o meu duro mamilo esquerdo e devorou-o, lambendo e mordendo-o enquanto a sua mão esquerda brincava com o meu peito direito.
         O calor reacendeu outra vez dentro de mim deixando-me sem ar.
         - Vem comigo. - disse, quando por fim acabou de brincar com o meu peito, pegando-me na pequena mão conduzindo-me para uma pequena sala.
       
          Essa "sala" nada mais era que o seu quarto. Este era decorado com secretárias e cadeiras. Em cima de uma pequena mesa de madeira encontrava-se uma caixa cujo o interior era revestido de veludo preto, e nesta diferentes tipos de ganchos ocupavam o pequeno baú. As paredes eram de um vermelho sangue e nelas estavam fixas espadas e facas, algumas destas embelezadas com jóias.
        Também velas estavam coladas à parede, iluminando a grande cama de seda encarnada, deixando todo o cómodo escuro.
         Hook deitou-me delicadamente na cama, continuando a explorar o meu corpo e deliciar-me com o seu toque.
        Lambeu-me carinhosamente o lóbulo da minha orelha esquerda; a seguir, os seus lábios encontraram o meu pescoço, onde começou a lamber a minha fina pele e mordendo-a. A sua quente e profunda respiração no meu pescoço começava a excitar-me novamente; do pescoço, desceu para a minha barriga dando suaves beijos, seguidos de pequenas mordidas, deixando um círculo vermelho do peito ao meu sexo; Por fim, retirou lentamente as minhas cuecas. Ele já sentira o meu orgão, porém, só agora os seus olhos poderam ver o meu segredo. Com isso, o seus olhos já brilhantes agora reluziam ainda mais e sentia a excitação também a crescer dentro dele. A sua boca, agora escondida entre as minhas pernas, lambia as minhas grossas coxas, passando a seguir ao meu sexo. Lentamente começou a lamber a doce e sensível pele da minha vagina - esta, começando a ficar molhada outra vez- mas depressa começou a devorá-la, prendendo os seus lábios ao meu sexo, sugando o meu doce líquido e o meu clitóris. O seu olhar concentrado fazia-me estremecer e a sua língua dentro de mim fazia-me curvar as costas, cravando as unhas no lençol. Os meus gemidos ecoavam pela quarto atingindo agora um tom um pouco alto e o seu nome saía dos meus lábios como uma leve brisa de verão.....
          - James, não pares por favor.....estou quase.....
          As suas "mãos" agarravam na minha cintura firmemente arranhando as minhas curvas com as suas afiadas unhas.
          Apreciava, por minha vez, o facto de ele estar interessado mais no meu prazer do que no dele, visto que era a minha primeira vez, apontando toda a atenção para mim.
         
          Chegando ao ápice, James coloca-se de joelhos à minha frente e começa a despir-se tirando primeiro o casaco, contudo.....
          - Podes a ajudar-me a tirar a blusa, é um pouco difícil por causa do gancho - murmurou com a voz rouca, olhando para mim como um cãozinho abandonado a precisar de ajuda, o que na minha opinião, ficava adorável com aquele brilho nos olhos de "inocência", que de inocência, não tinha nada.

Levantei-me pondo-me também de joelhos á sua frente. Peguei na manga direita puxando-a cuidadosamente pelo cinzento gancho, tentando não me magoar ou rasgar  a camisa. Em seguida, foi a manga esquerda, esta, por sua vez, foi mais fácil. Durante este processo, Hook, sorria, admirando-me com os seus lindos olhos azuis, e mesmo sem dizer nada, o seu olhar parecia dizer: Obrigado.
         As minhas pequenas mãos deslizaram pelos seus firmes ombros, tirando assim, a camisa, deixando-me vislumbrar o seu belo corpo. Apesar da sua palidez, o seu corpo era muito bonito. O seu peito era definido saindo deste poucos pelos pretos. A sua barriga era ornamentada com abdominais, estes não eram muito salientes, contudo, dava para serem notados.
          Ele não se mexeu, deixando-me sentir o seu corpo nas minhas mãos. A sua pele era quente e macia. Dos ombros passei para para o seu peito, passando depois para os seus abdominais.
         Sem me conseguir conter, comecei a beijá-lo pela primeira vez nos seus puros lábios. A princípio, parecia um beijo inocente mas depressa, as nossas línguas juntaram-se ao beijo, cada um saboreando as salivas um do outro. Logo após isso, passei ao seu pescoço, lambendo-o e mordendo-o carinhosamente, passando em seguida ao peito, repetindo o mesmo ato. Enquanto isso, Hook começou a respirar mais rápido o que não o excitava só a ele mas também a mim. Deslizei depois para a barriga onde acariciei os seus músculos e os seus braços.
          James baixou um pouco as calças deixando transparecer a sua dura erecção. Pegou nas minhas mãos e começou a explicar-me com a sua sensual voz, a intensidade e a forma de como devia masturbá-lo. Fazendo o que me pediu, a minha mão segurou o seu grande pénis começando a acariciá-lo para trás e para a frente. Hook gemeu mordendo sensualmente o lábio inferior, olhando com desejo para mim.

             O seu branco esperma espalhou-se na minha barriga, escorrendo-me pelo umbigo parando no fim na linha do quadril.
             Hook colocou a sua mão no meu peito lançando-me para trás, ficando deitada novamente, com a cabeça na fofa almofada. Deitou-se em cima de mim, deixando-me carregar o seu peso morto sufocando-me com o seu peito em pressionado no meu, podendo sentir o bater do seu coração; tinha agora o seu duro sexo entre as minhas pernas, pronto para acabar de vez com a minha pureza; escorregou o seu gancho pelo meu corpo, arranhando-me deixando marcas em cada centímetro que passava. As minhas costas arquiavam a cada toque seu e gemidos fugiam de dentro de mim sem conta, seguidos de "Oh James......" ou de um revirar de olhos, ou de uma arranhadela nas costas.
        Depois de mais uns beijos molhados, James estimulou-me com o seu pénis a entrar e sair pelos meus lábios, quando de repente entrou de vez provocando-me uma dor intensa, fazendo-me dar pequeno grito. Mais uma vez, a minha sensível vagina recomeçou a sangrar, desta vez mais que da última.
       - Desculpa querida - lamentou-se ao meu ouvido, agarrando-me na mão enquanto entrava e saía.
       Como no inicio, doía, mas um som suas fortes batidas no meu corpo e o facto do seu sexo encaixar perfeitamente no meu, rapidamente a doer transformou-se em prazer.

       - Com mais força....... - implorava eu gemendo, enquanto ele sussurrava coisas obscenas ao meu ouvido.
      As suas batidas pintaram a palidez das minhas coxas num tom avermelhado. Os seus roucos gemidos ecoavam nos meus ouvidos, o que me fazia perder completamente os sentidos. Os seus escuros cabelos marcavam a minha silhueta e raspavam no meu maxilar e, juntando tudo aquilo, só conseguia pensar: Que homem!
        Chegando os dois quase ao ápice, ele aumenta ainda mais a velocidade e a intensidade. A cama abanava de um lado para o outro rangendo, parecendo, de vez em quando, que se iria desfazer.
         Os seus rugidos eram tão altos como os meus. Ambos estávamos sincronizados criando uma abençoada melodia.

Tudo ao meu redor andava á roda e todo o meu corpo tremia, suando horrores. A minha voz parecia ter deixado o meu corpo, assim como a minha sanidade e o meu corpo.
       James, tentando "tranquilizar" o meu corpo deita-se ao meu lado e abraça-me com força, o que fez com que o meu corpo, especialmente as minhas pernas acalmassem bastante.
    - Por não favor não vás embora. - murmurou ele.
       - Nunca. - respondo eu. 



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