História O Legado de Kira. - Capítulo 37


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Categorias Death Note
Personagens Personagens Originais
Tags Death Note, Kira, Shinigami
Visualizações 5
Palavras 673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vamos agitar as coisas.

Capítulo 37 - Eu sou...


— Mãe... Mamãe... pode contar aquela história novamente?

— Fala sobre a evocação da Morte?

— Não, quero ouvir A Outra! — o menino insistia, deitado ao lado da cama de sua mãe.

— Já não contei antes? Várias vezes por sinal.

— Esta história é chata — disse a garota, do lado oposto ao seu irmão, com sua mãe no meio. Era um dia nublado, as portas e janelas ainda que fechadas não impediam a passagem do vento frio para dentro da residência. Os três estavam encolhidos debaixo do cobertor. Mikaela Alba, uma mulher de cabelos castanhos e longos, com um sorriso gentil e misterioso. Ela nunca fora bem com crianças, mas desde que seu marido desapareceu numa viajem de trabalho que ela se sentia cansada, como se o mundo estivesse em suas costas. Ainda assim, ela não demonstrava sua tristeza, e permanecia com um sorriso no rosto. Mikaela pediu para que sua filha recolhesse o caderno que estava sobre o criado-mudo. O caderno era um conjunto de anotações e rascunhos que ela tinha consigo. O sonho da mulher era se tornar uma escritora famosa, mas nunca teve oportunidades de publicar qualquer história. Seu filho adorava ouvir seus contos, especialmente sobre “K”, cujo título ainda era desconhecido. Já a garota, preferia sobre a “Evocação da Morte”, uma história bizarra demais para uma garota de cinco anos gostar, muito menos para uma mãe lê-la.

— Muito bem! Mas fiquem em silêncio, tudo bem? Detesto ser interrompida — as duas crianças obedeceram, ouvindo-a atentamente. — Havia um garoto, que certo dia recebeu o poder de matar. Este garoto começou a punir quem cometia crimes, julgando todas as pessoas que considerava maligno. No começo, seus ideais eram nobres e muitos o seguiram, mas com o passar do tempo o poder começou a subir sua cabeça. Temendo ser capturado, ele começou a ameaçar e punir pessoa que não deveriam. Isto causou uma má repercussão...

— E ele morre — disse Emília, se divertindo com o final triste da história.

— Cala a boca! — falou Tristan, irritado. Mikaela deu um peteleco na testa de sua filha, fazendo-a coçar a testa.

— Não me interrompa! Continuando... o jovem garoto permaneceu seguindo seus ideias, ainda que ninguém mais concordasse com ele. Sendo perseguido, aos poucos ele começou a notar que não tinha mais ninguém ao seu lado. E em seus últimos momentos, quando descobriram sobre sua identidade... quando esteve sozinho e fraco, ele revelou seu nome. Seu nome era...

— Seu nome era... — o garoto mostrou um sorriso largo, conhecendo toda a história e admirando seu personagem favorito.

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Encapuzados, Tristan, Emília, Jéssica, Salazar e Cris saíram da van, adentrando no prédio da emissora de telejornalismo nacional. Salazar e Cris renderam os guardas na entrada, abrindo caminho para que os demais pudessem invadir. Emília agia como guardiã, e usando sua força bruta ela obrigou que todos os funcionários interrompessem suas atividades. Jéssica correu para o sistema de computadores, onde começou seu trabalho de hackeativismo. Eles precisavam ser rápidos, caso contrário os Pacificadores poderiam ser notificados. Contudo, a situação foi mais rápido do que haviam imaginado. Jéssica se sentia culpada pela falha no sistema na missão de ataque contra a A.N.T.A.C, ela queria poder se conciliar novamente. Baixando o arquivo, ela interrompeu a programação nacional e usando a antena de televisão, ela hackeou as demais emissoras no alcance.

— Estamos conectados, transmitindo mensagem para o mundo em 3... 2... 1... — imediatamente, todas as telas de televisão em Mitternacht escureceram, por alguns segundos a população imaginou ser algum tipo de apagão na rede elétrica ou falha no sistema de comunicação, mas em seguida o som ruidoso e grave junto de uma imagem tenebrosa surgia no visor. Uma voz modificada soou nos ouvidos dos civis, assustando-os. A transmissão também estava sendo feita por via internet, portanto o mundo inteira estava conectado e ciente do que estava acontecendo. Civis, policiais, Pacificadores, investigadores de todo o mundo, Renato, Nanami, Alexandre e Roger, todos observavam em silêncio, ouvindo atentamente.

— Crimes... e mais crimes. Todos os dias é tudo a mesma coisa, este mundo está... podre — “Seu nome era...” — Eu sou... Kira.


Notas Finais


Proteja seu nome, até a próxima.


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