História O Legado de um Anti-Herói - Capítulo 25


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Categorias Batman, Capitão América, Deadpool, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Alfred Pennyworth, Anthony "Tony" Stark, Barbara Gordon (Batgirl), Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Dick Grayson, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), May Parker, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Visualizações 29
Palavras 1.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

Capítulo 25 - Vermelho nem sempre é paixão


Fanfic / Fanfiction O Legado de um Anti-Herói - Capítulo 25 - Vermelho nem sempre é paixão

POV NICOLE 

Acordei com o barulho do despertador, e com um pouco de resistência, me levantei. 

Coloquei minha roupa, e agradeci pela calça ser cintura alta, o que não deixava minha mais nova cicatriz a mostra. 

Depois que já estava pronta, fui até o quarto de Dick chamá-lo, porque eu sei que se não insistir ele não vai. 

Ele demorou um pouco para abrir, mas a abriu. 

Estava usando uma calça de moletom, e uma blusa cinza ( Nunca o tinha visto assim tão informal ). 

Dick tinha uma expressão deprimente no rosto. 

- E assim que pretende ir á festa ? - Perguntei.

- Não tô no clima hoje. - Ele disse, entrando no cômodo, entrei logo em seguida.  

- Não adianta ficar assim. - Eu disse. 

- Se é para ficar sozinho quero fazer direito. - Ele disse, se deitando na cama. 

- É triste te ver nesse poço. - Eu disse, cruzando os braços. 

- Eu não tô num poço, só não tô muito bem. - Disse Dick, ficando de lado na cama. 

- Olha só, eu vou te dar um dia, se amanhã você estiver com uma olheira sequer, vai ganhar um soco. - Disse, me sentando na cama, na altura de sua barriga. 

- Você nunca ficou mal pelo Peter ? - Ele perguntou, e confesso que me surpreendi. 

- Claro que fiquei, afinal eu o amo. Mas não quis ficar sofrendo, preferi tentar viver da melhor forma possível sem ele. - Respondi, sendo o mais honesta que eu podia.

- Acredito em você. - Ele disse. 

- Agora aproveita, que amanhã te quero sorrindo. - Eu disse, o fazendo rir, lhe dei um tapa na bunda, e em seguida sai do quarto. 

Assim que entrei no meu cômodo, recebi uma mensagem de Peter, perguntando se podia vir me buscar. 


Não consegui mais dormir, muito diferente de Peter, que após o sexo dormiu feito um bebê. 

Suas costas tinham alguns arranhões, eu precisava urgentemente fazer as unhas kk. 

Me levantei, vesti minha calcinha, e a camiseta de Peter. 

Liguei o notebook, e comecei a navegar. 


Comecei a ficar com sono, e decidi voltar para cama. 

O caminho ficou longo, minha cabeça começou a girar, e minha visão ficou totalmente preta. 


POV PETER 

Acordei com um barulho de coisa caindo. Me sentei na cama, e não vi nada, nem Nicole ao meu lado. 

Logo que levantei visualizei ela caida no chão. Prontamente me aproximei, e quando fiz menção de tocá-la uma espécie de campo de força se formou a sua volta. 

Só pude observá-la. 

Suas pálpebras se movimentavam, como se estivesse tendo um pesadelo. 

- N-Não! - Ela sussurrou. - P-Peter. - Gelei, ela estava tendo um pesadelo comigo.
Nicole começou a se mexer, como se tentasse impedir o que estivesse acontecendo em seu sonho. 

Ela se acalmou, e vi lágrimas rolarem sobre suas bochechas. 

Lentamente o campo de força foi diminuindo, e em um salto Nicole acordou. 

Ela ficou sentada, seu peito subia e descia em um ritmo acelerado, e ela não me olhou. 

- Nick, você está bem ? - Perguntei, me aproximando dela. 

Quando toquei em seu braço, ela se afastou. 

- Sai daqui, Peter. - Disse Nicole, com certa dificuldade, como se fosse chorar a qualquer momento. 

- Como assim ? - Me aproximei mais um pouco. 

Nicole rapidamente se levantou, e virou de costas para mim. 

Me levantei também, completamente confuso com a situação. 

- Eu quero que você vá embora, Peter. Preciso ficar sozinha. - Dava pra sentir a dificuldade dela em dizer aquelas palavras, como se tivesse um nó na garganta. 

- Deixa eu ajudar você. - Eu disse, tocando seus ombros. 

Imediatamente ela se afastou de mim, foi até a porta, e a abriu. 

- Por favor, vai. - Ela disse, finalmente me encarando. 

Seus olhos estavam em uma tonalidade de vermelho escuro, e Nicole estava prestes a desabar em lágrimas, tentado segurá-las, ela mordia o lábio inferior. 

- Seus olhos. - Disse, indo novamente em sua direção. 

- VAI EMBORA! - Ela gritou, me empurrando para fora do cômodo, e batendo a porta atrás de mim. 

Coloquei a orelha na porta, e ouvi seu gemido abafado, obviamente ela estava chorando muito. 

Seja lá o que viu, a abalou.

Um detalhe: Eu estava de cueca.  

Sorrateiramente fui até meu quarto, e tentei imaginar no que Nicole havia sonhado, para me expulsar do quarto. 


POV NICOLE 

Sentei na cama, e comecei a chorar descontroladamente.

Era difícil acreditar que quando as coisas começam a dar certo, meu mundo desmorona de novo. 

Já é de conhecimento geral que eu não gosto de chorar, mas nessa situação foi inevitável. 

Algum tempo se passou, e eu ouvi batidas na porta, olhei de relance para janela, e vi que já estava de manhã. 

Provavelmente era o Dick. 

Me aproximei da porta, e disse: 

- Dick, eu não vou hoje, n-não estou me sentindo bem. - Soquei o ar de raiva por ter gaguejado. 

- O que aconteceu ? Você mesma me disse para ficar animado hoje. - Ele disse. 

- Eu sei, mas não consigo seguir meus próprios conselhos. - Disse, respirando fundo. 

- Me deixa entrar, quero ajudar. - A oferta era tentadora, Dick sempre foi o mais responsável entre nós, e sempre dizia a coisa certa. 

- Espera aí. - Eu disse. Fui até meu armário, e coloquei um short de moletom, já que está só com a blusa do Peter. 

Peter...

Calma Nicole, se controla. 

Me aproximei da porta, e a abri, deixando Dick entrar. 

Fechei a porta, e o encarei, vendo uma expressão de espanto surgir em seu rosto. 

Lembro de Peter ter falado algo sobre meus olhos, e levando em conta a cascata que saiu deles, devem estar bem piores. 

- O que houve com você ? - Ele perguntou, e logo senti as lágrimas voltando. 

- T-Tudo na m-minha v-vida dá er-rado. - Eu disse, tentando inutilmente me controlar. 

Dick prontamente passou os braços a minha volta, me abraçando. 

- Vai ficar tudo bem. - Ele disse. 

Ficamos poucos minutos assim, até que cansei de chorar. 

Me afastei dele, e limpei meu rosto. 

- Tá mais calma agora ? - Perguntou. Assenti com a cabeça, e me preparei psicologicamente para as perguntas que viriam. - Me fala o que aconteceu. - O guei até a cama, onde nós nos sentamos. 

- Eu desmaiei, e tive uma espécie de visão. Estava num lugar escuro, uma espécie de cativeiro. Mas as duas paredes ao meu lado eram feitas de vidro, eu fui amarrada numa cadeira, e o homem que assassinou meus pais entrou. Ele disse que iria me fazer sofrer, estalou os dedos, e uma das paredes de acendeu. Era um outro cômodo, e dentro dele estava - Fiz uma pausa, tentando me concentrar. - o Peter. Bateram e chutaram, até que atiraram em sua cabeça. - Uma lágrima saiu de meu olho, mas tratei logo de secá-la. - Preciso que ele se afaste de mim. - Eu disse, colocando as mãos no rosto. 

- Que barra, nem sei o que te dizer. - Ele disse, me olhando de forma carinhosa. 

- Não tem o que dizer. Mais uma vez eu vou ter que afastar o homem que amo. 

- Vamos resolver isso, fica calma. - Disse Dick, segurando gentilmente minha mão. 

Sorri para ele, e disse: 

- Espero que sim. 

- Vou pensar em alguma coisa, e você não vai precisar ficar longe do Peter. Sei bem como é ruim se afastar da pessoa que ama. - Ele disse, esboçando um olhar triste. 

- Como eu sou egoísta, nem perguntei como você está. - Eu disse. 

- Você é a pessoa menos egoísta que eu conheço. É minha melhor amiga, e vou para te ajudar, porque sei que faria o mesmo por mim. - Ele disse, sorrindo.

- Te adoro. - Disse, o abraçando. 

- Também te adoro. - Ele disse.

Ficamos algum tempo conversando, Dick tentava me distrair com qualquer assunto, o que funcionou por um tempo. 

Seu celular começou a tocar, ele pediu licença, e atendeu. 

Não consegui ouvir muito da conversa, mas Dick estava nitidamente feliz.

Ele desligou a chamada, e me encarou de forma entusiasmada. 

- Era a Kori! - Disse, com um imenso sorriso no rosto.

- E o que ela disse ? - Eu perguntei, ficando feliz por ele. 

- Disse que quer me encontrar para conversar, que sente minha falta. - Era incrível como seu sorriso só aumentava. 

- E o que você está esperando ? Vai logo! - Eu disse. 

Dick foi a porta, a abriu, mas antes de sair me olhou de forma preocupada. 

- Vai ficar bem ? - Perguntou. 

- Vou, não se prenda por minha causa. Boa sorte. - Eu disse. 

Dick se aproximou de mim, me deu um beijo na testa, e saiu do cômodo. 

Foi impossível não sorrir por sua felicidade.

Me levantei, coloquei uma calça jeans, uma blusa verde escuro, e um tênis. 

Nem me dei o trabalho de pentear o cabelo. 

Sai de meu quarto, e bati na porta ao lado. Alguns segundos se passaram, e meu pai abriu a mesma. Ele parecia bem surpreso ao me ver. 

Deu espaço para eu entrar, e logo me perguntou: 

- O que aconteceu com seus olhos ? 

- Todos tem falado dos meus olhos. Tem algum espelho ? - Perguntei. 

Meu pai abriu seu armário, onde na porta tinha um grande espelho. 

Me aproximei do mesmo, e olhei meu reflexo. 

CARALHO!!! 

MINHA ÍRIS TÁ VERMELHA!!!

- Eu pareço um vampiro do Crepúsculo. - Disse, ouvindo-o rir atrás de mim. 

Não sei explicar, mas um mau pressentimento me invadiu, como se a minha visão fosse de fato se concretizar, e que a mudança em meus olhos tinha haver com isso. 

Me virei para meu pai, e o encarei de forma preocupada. 

- Será que... - Sussurrei, tendo uma suposição em mente. 

Levantei um pouco as mãos, e pensei no que eu queira fazer. 

Faíscas vermelhas saíram delas, o que aumentou minha preocupação. 

Meus poderes sempre se manifestaram na cor roxa, por que agora é vermelho ? 

- Okay, agora eu tô ficando preocupado. - Ele disse. 

- Só você ?







Notas Finais


Espero que estejam gostando
Um beijo
Até mais 💜💜


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