História O Legado de um Anti-Herói - Capítulo 8


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Categorias Capitão América, Deadpool, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), May Parker, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Visão, Wade Willson (Deadpool)
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Palavras 2.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

Capítulo 8 - Estou apaixonado por você


Fanfic / Fanfiction O Legado de um Anti-Herói - Capítulo 8 - Estou apaixonado por você

POV NICOLE 

Acordei com despertador em meu ouvido.

Gemi em reprovação, e quando ia desligá-lo, sinto braços me envolverem por trás. 

Virei minha cabeça, e encarei Peter, que dormia tranquilamente.

Só agora percebi que ele veio dormir em minha cama. 

Era uma sensação boa, ter seus braços em volta de mim, me passava paz. 

A vontade que eu tinha de permanecer na cama só aumentava. 

Me posicionei lentamente para ficar de frente para ele, e notei que ele estava sem camisa. 

Que tanquinho. 

Coloquei minha mão em seu rosto, e decidi fazer a namorada fofa. 

Dei um beijo em seu nariz, e vi que ele abria os olhos devagar. 

- Assim vou ficar mau acostumado. - Ele disse, sorrindo. 

- Tá na hora de você levantar, dorminhoco. - Disse, passando os dedos em seu cabelo. 

- Você não vai ? - Perguntou Peter, com uma feição confusa no rosto. 

- Com toda essa coisa com o Henry, não tenho cabeça para Química. - Disse, fechando fortemente os olhos. 

- Entendo, quer que eu fique aqui com você ? 

- Não precisa, você já faltou demais nesse bimestre. Vou ficar bem. - Eu disse. 

Peter se sentou na cama, e levantou. 

- Vou tomar um banho, tudo bem ? 

- Não, desligarei o registro só por sua causa! Claro que pode, vai lá. - Respondi, o fazendo sorrir. 

Me levantei, e fui até a cozinha preparar um café. 

Enquanto eu esperava que ficasse pronto, fui até a janela observar o céu.

O clima estava pesado, chuvoso, coisa que eu adorava por sinal. 

Mas não conseguia parar de pensar que Henry só está nessa situação por minha causa.

Eu nunca fui uma garota muito sentimental, mas quando se tratava das pessoas que amo, era diferente. 

Além de ser meu melhor amigo, Henry foi meu primeiro namorado, ele vai sempre fazer parte da minha história. 

Ouvi o som da máquina, e fui até a cozinha encher as xícaras. 

Enquanto colocava o café, escuto o som de porta. 

Me virei, e vi Peter saindo do banheiro. 

Ele usava uma calça jeans escura, uma blusa cinza, e uma jaqueta jeans. Seus cabelos estavam úmidos, o que lhe dava um ar muito sensual. 

Se controla, Nicole.  

Peguei as xícaras, e lhe entreguei uma. 

- Obrigado, está muito bom. - Ele disse. 

- Ser bela, recatada e do lar, esse é o meu lema. - Eu disse, em tom de deboche, fazendo-o rir. 

Odeio essa frase, coisa mais estúpida para se dizer sobre as mulheres. 

- Já tô atrasado, vou indo. Obrigado por tudo. - Ele disse, lavando a xícara. 

- Eu que agradeço pela companhia. - Disse. 

Peter estava indo em direção a porta, mas eu o parei, e lhe deu um rápido beijo. 

Ele me olhava surpreso, mas com os olhos brilhando. 

- Agora pode ir. - Ele sorriu, e saiu do apartamento. 


Já era 13:00, e eu não tinha comido nada o dia inteiro.

Não senti a mínima fome, a única coisa que ocupava minha mente era o fato de eu não ter notícias do Henry. 

Eu encarava a foto que me mandaram dele, e meu coração se partia cada vez mais. 

Mas Nicole Wilson não é de ficar sofrendo. 

Fui até meu quarto vermelho, peguei um saco de pancadas, e o coloquei na sala. 

Coloquei uma calça de moletom preta, uma blusa branca, e minhas luvas de boxe. 

Comecei a dar socos e chutes no saco, e confesso que me senti mais aliviada. 

A muito tempo eu não treinava, e sentia falta disso. 

Mesmo quando minhas mãos começaram a doer, eu não parei. 

De certa forma eu estava liberando meu corpo de todas as frustações,  todos os arrependimentos, das tristezas, de tudo. 

Minha mãe veio a minha mente, e eu parei de dar golpes no saco. 

Flashes dos nossos momentos juntas, das risadas, dos passeios, até mesmo das brigas. 

Comecei a ficar sem ar, e com um pouco de dificuldade eu tirei as luvas, e imediatamente cai sentada no chão. 

Levei minhas mãos ao rosto, tentei respirar mais calmamente, e controlar as lágrimas que insistiam em sair.  

Droga, eu odeio chorar. 


Flashback on 

Assim que minha mãe saiu para trabalhar, eu comecei a arrumar nossas coisas, como tínhamos combinado.

Ela trabalharia essa noite, e nós nos encontrariamos na porta do prédio logo cedo, para fugirmos.

Minha mãe não explicou muito bem o motivo de estarmos fugindo, mas disse que era para me proteger. 

Fiquei triste por não poder me despedir do Henry, mas eu confio na minha mãe. 


Eu estava na porta de nossa casa, com nossas mochilas, esperando ela chegar. 

Olhava para o horizonte, me despedindo silenciosamente da minha amada Califórnia. 

Esperei, esperei, e esperei, mas minha mãe não chegava.

Me surpreendendo, vi meu pai subindo a rua. 

Se aproximou de mim, agachou-se para ficar da minha altura, ele tinha um olhar triste.

- Filha, vou precisar te levar comigo. 

- Mas pai, a mamãe marcou de me encontrar aqui. - Eu disse, segurando a corrente de prata em meu pescoço.

- A mamãe, ela não vai vir mais. - Ele disse. Eu o olhei confusa, e perguntei: 

- Como assim não vai vir mais ? 

- Não tem um jeito fácil de dizer, a Lucy, ela está morta. - Eu não disse nada, não consegui dizer nada.

Só senti os braços de meu pai me envolverem, e as lágrimas rolarem livremente em minhas bochechas.

Foi o pior dia da minha vida. 

Flashback off


Eu estava sentada no chão, com uma mão no rosto, e a outra em minha barriga. 

Não conseguia parar de chorar e soluçar. 

Parecia uma criança cujo cachorrinho morreu atropelado. 

Quando tentei me levantar, minhas pernas  fraquejaram, e eu voltei ao chão. 

Eu odiava chorar, mas havia horas em que eu não conseguia segurar. 

Finalmente meu choro cessou, e minha respiração voltou ao normal. 

Levantei do chão, e passei as mãos em meu rosto, enxugando as lágrimas. 

Quando tirei o saco do suporte, ouço batidas na porta. 

Me aproximei da mesma, e sem abrí-la perguntei: 

- Quem é ? 

- Sou eu, vim ver como você tá, e trouxe sanduíches. - Agora não era um bom momento para receber o Peter, mas ele veio até aqui, comprou comida, não era nada justo.  

Destranquei a porta, a abri, mas antes que pudéssemos fazer contato visual, eu me virei de costas, e peguei o saco de pancadas. 

- Vou guardar isso, já venho. - Deixei o saco no chão do quarto, tranquei a porta, fui até o banheiro, e lavei meu rosto.

Meus olhos estavam muito vermelhos, meus cílios unidos, e meu rosto um pouco inchado. 

Droga, não vai dar para esconder. 

Que se dane. 

Sai do banheiro,  fui até a sala. 

Peter estava sentado à mesa, com dois pratos com sanduíches em cima. 

Ele pareceu me ouvir, pois se levantou, e virou o rosto para me encarar.  

Assim que seus olhos encontraram com os meus, Peter franziu o cenho de leve, mas até que disfarçou bem. 

- Não quero falar sobre isso, tá bem ? - Tratei logo de dizer. 

- Isso o que ? - Ele perguntou, dando um sutíl sorriso no canto da boca. 

Me sentei a sua frente, e desembalei o sanduíche. 

- Como você sabia que eu estava com fome ? - Perguntei, dando uma mordida. 

- Só uma dedução, nunca é uma má hora para os sanduíches do Sr. Delmar. - Disse Peter, sorrindo, e também mordendo o seu lanche. 

- Muito obrigada, estava precisando. - Eu disse. Mas Peter olhava um tanto assustado para meus punhos. 

Os fitei, e notei que estavam um pouco avermelhados. Deveriam ter estado piores, daqui a pouco voltam ao normal. 

- Não se preocupe, vai melhorar. - Eu disse. 

- Meu trabalho é me preocupar. - Ele disse, se levantando, e se agachando ao lado de minha cadeira. - Afinal, eu sou um namorado cuidadoso. - Peter segurou minhas mãos, e beijou os locais machucados, que já estavam melhores do que a poucos segundos atrás. 

- Sei disso, e admiro. - Disse, o levando junto à mim, e lhe dando um selinho. - Como foi a aula ? - Perguntei. 

- Normal, só uma revisão. Ned que não parava de perguntar sobre você. - Ele respondeu, seguido de nossas risadas.

- E o que você disse para ele ? - Perguntei, passando os braços em seu pescoço. 

- Eu disse que cuidaria muito bem de você. - Respondeu Peter, de forma sedutora, enquanto enlaçava minha cintura. 

- Quem disse que eu preciso de cuidados ? - Perguntei, no mesmo tom. 

- Não precisa ? - Peter aproximou nossos rostos, de forma que modos narizes encostasse um no outro, e que qualquer movimento com os lábios resultasse em um toque. 

- Não. - Eu disse, roçando lentamente meus lábios nos seus. 

Logo nós já estávamos nos beijando de forma fervorosa. 

Mas tinha algo diferente no Peter, não sei dizer ao certo o que era. 

Quando o ar se fez necessário, nós separamos nosso lábios, mas nos recusamos a separar nossos corpos.

- Quem é você e o que fez com o Peter ? - Perguntei, de forma divertida. 

- Tudo culpa sua. - Ele respondeu. 

- Minha ? 

- Você que me deixa assim. - Disse Peter. 

- E isso é bom ? - Perguntei, fazendo carinho nos cabelos de sua nuca. 

- Vamos descobrir. - Ele disse, voltando a me beijar. 

Peter me apertou ainda mais contra si, e eu dava leves puxões em seu cabelo. 

Assim que separamos nossas bocas, eu dei uma leve mordida em seu lábio inferior, o fazendo arfar.  

Ele me levantou um pouco, e eu dei um pequeno pulo, em enlaçando minhas pernas em sua cintura.

Para que eu não caísse, Peter colocou as mãos em minhas coxas, e deu leves apertos. 

Voltamos a nos beijar vorazmente, e ele andou comigo até meu quarto.

Chegando lá, ele me colocou no chão, e nós nos encaramos. 

- Tem certeza que quer fazer isso ? - Perguntei, já que eu não estava mais aguentando aquilo. Meu corpo pedia por mais, afinal também tenho minhas necessidades. 

- Já estamos aqui, não é ? - Disse Peter, sorrindo para mim. 

Puxei a gola de sua camisa, de forma que ele se aproximasse mais de mim, e iniciei um beijo. 

Mesmo com os olhos fechados, eu sabia que Peter estava com certa dificuldade para tirar a jaqueta. 

Separei nosso lábios, e disse: 

- Eu te ajudo com isso. - Passei as mãos lentamente por seus ombros, tirando sua jaqueta jeans. 

Desci minhas mãos até a barra de sua camiseta, e a tirei, jogando-a em algum canto do quarto. 

Peter me olhava de forma maliciosa, assim como eu.

Deslizei minhas mãos por seu abdômen, chegando em seu cinto, tirei a fivela, e abri sua calça. 

Peter a baixou, ficando somente com uma box preta. 

- Minha vez. - Ele disse, me beijando novamente, e levando suas mãos até a barra de minha camisa. 

Peter a tirou, e encarou meus seios, que estavam cobertos por um sutiã roxo escuro. 

Notei que ele corou, e foi impossível não rir. 

Ele deslizou suas mãos de meus ombros até o elástico de minha calça moletom, e a baixou de uma vez. 

Estávamos nos analisando, conhecendo o corpo um do outro. 

Dei um passo para frente, e voltei a unir nossos lábios. 

Peter levou as mãos até o fecho que meu sutiã, e gentilmente o abriu. 

Sorri entre nosso beijo. 

Eu o tirei, o jogando em algum lugar. 

Minhas mãos estavam em seu pescoço, e as de Peter apertavam minha cintura contra si, e eu já podia sentir o fogo que emanava por ambos. 

Andei um pouco para trás, deitando na cama, com Peter em cima de mim. Ele desceu os beijos até meu pescoço, e eu arfei.  

Uma de suas mãos apertava minhas coxas, enquanto a outra brincava com meu seio direito. 

Peter o abocanhou de uma vez, me fazendo gemer baixo, e arranhar de leve seus ombros. 

Ele desceu sua cabeça até minha barriga, depositando um beijo lá, e ao chegar em minha calcinha, me olhou como se pedisse permissão, e eu assenti com a cabeça. 

Peter a retirou, e voltou a beijar meus lábios. Inverti as posições, ficando em cima de sua cintura. 

Desci meus beijos até seu abdômen, e cheguei em sua cueca.  

A tirei, vendo o quão "animado" Peter estava. Voltei a atacar seus lábios, e ele inverteu novamente as posições, roçando nossas partes sensíveis, fazendo com que ambos arfassemos.  

Me virei um pouco na direção da cômoda, abri a gaveta, e peguei uma camisinha. 

A abri com os dentes, e entreguei para ele. 

Peter a colocou, e enfim estava dentro de mim. 

No início, foi calmo, e tranquilo, mas logo já estávamos em um ritmo frenético, e acelerado. 

Como aquilo era bom. 

Quando estávamos chegando em nosso clímax, nos olhamos, como se nos comunicassemos sem necessitar de  palavras. 

Juntos, nós chegamos em nosso ápice, e Peter se deitou ao meu lado. 

Ambos estávamos suados, e ofegantes. Nos olhamos, e sorrimos um para o outro. 

- Até que para um primeira vez você não foi nada mal, Parker. - Eu disse, ocasionando em sua gostosa risada. 

- Não foi nem um pouco como eu imaginei que seria. 

- Não ? 

- Foi melhor. - Disse Peter, se virando de lado na minha direção, e me dando um selinho. - Eu estou apaixonado por você, Nicole Wilson. - Não consegui conter a felicidade que senti ao ouvi-lo dizer isso. 

- Eu também estou apaixonada por você, Peter Parker. - Disse, o beijando de forma carinhosa. 







Notas Finais


Espero que estejam gostando
Um beijo
Até mais 💜💜


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