História O Lobo - Capítulo 21


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Época, Hyuuga, Interação Itahina, Itahina, Itasasuhina, Lobisomem, Lobo, Lua, Maldição, Revelaçoes, Revolução Sasuhina, Romance, Sasuhina, Uchiha
Visualizações 488
Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem olha quem voltou. Era pra ter saído mais cedo, só que eu não melhorei! Consegui ficar pior do que eu estava antes, pra piorar o meu nariz começou a escorrer e fiquei com dor de cabeça; só que aí a minha mãe disse que ia me ajudar a lavar roupa, nem pensei duas vezes antes de começar a ajudar ela a lavar tudo o que estava sujo e ainda lavar a parte de fora da casa.
Como estou agora? Pior, mas sem nada pra fazer amanhã!
Bem esse capítulo é especial, pois uma personagem que eu acho muito fofa e linda vai parecer; Cristo isso ficou muito bom. Ignorem os erros, os próximos dois capítulos serão o Sasuke narrando, Itachi e Hinata irão sumir por um tempo (nesse capítulo e no próximo eles não irão aparecer, no XXII que é narrado pelo Sasuke eles aparecem), enquanto isso Sasuke irã procurar pela flor e pelo motivo de ter ficado daquele jeito depois de ver a menina de cabelo rosa.

Capítulo 21 - Lua XXI - Uchiha Sasuke


Lua XXI.

Ino.

Quero ser sua amiga, todavia, você não percebe isso e nem o meu coração que insiste em te amar.

Eu fugi como um covarde eu abandonei as pessoas a minha volta.

Eu não podia mais, não queria machucar ninguém apesar de ter sido inevitável, uma trilha de caos e morte foi deixado por mim. Nenhum humano que cruzou o meu caminho na última semana sobreviveu, estou cansada e o meu lobo também, nossa rota foi desviada, seguindo assim para o reino do oeste.

Me encontro escondido, com a boca e pata sua de sangue, tive que esconder meus rastros, caçadores e homens que tiveram seus familiares e amigos mortos por mim estão a me caçar. Minha cabeça foi colocada a prêmio, marcado e sem conseguir voltar para a forma humana eu tento me esconder dos humanos.

Rosno quando me mexo de forma desconfortável, a flecha presa em minha carne está a incomodar, mais se arranco sem o cuidado adequado sangrarei como ninguém me quer vivo eu provavelmente morrerei sem ajuda ou auxílio.

Forçou-me novamente, cada músculo do meu corpo está a doer, os meus ossos parecem ranger de dor e desconforto. Meu lobo também está a lutar, ele deseja voltar, se esconder e não aparecer até que a lua cheia se faça presente.

– Droga! – penso, quando sinto a flecha perfurar um pouco mais a minha carne, soltou um uivo alto quando meu corpo aos poucos retorna ao normal.

Minha mão está a tremer, toco em meu rosto e lábios, solto um longo suspiro. Choro, meu olho cego voltou ao seu estado original, estou sem nenhuma garra ou marca que indique a minha maldição.

Olho para a flecha cravada em minha minhas costelas, minha respiração pesa no momento em que faço menção de retirá-la. Preciso encontrar Itachi e Hinata, se continuar assim irei realmente morrer de infecção e hemorragia.

Fecho os olhos por breves instantes, tento focar em sons e até mesmo em imagens; estou tão cansado que mal consigo me mover, me arrasto até a pequena fonte de água molhou os lábios levemente rachados e sacio a sede que estava a me incomodar há horas.

O sol está alto e o meu corpo sujo, as marcas de sangue estão a sair aos poucos. Solto um alto exclamo de dor, viro meu corpo para o lado à medida que a água vai limpando a ferida.

– Porcaria. – meu sangue ficou preto, indicando que a flecha se encontra com a ponta envenenada, ri sem humor e vontade. Irei morrer, sem nem ao menos completar a aventura iniciada.

Fecho os olhos, enquanto permito que a correnteza me leve, pelo menos assim terei a chance de que achem o meu o corpo.

***

– Moço? – alguém está a sacudir o meu corpo, estou sonolento. – Moço, por favor, acorde. Sua febre já passou. – ela toca em meu rosto, um cheiro de frutas invade as minhas narinas.

Seguro o pulso dela com força, ela me encara assustada ao ver o meu olho esquerdo. Me afasto e dou espaço para ela, que pega uma toalha e verifica a ferida em minhas costelas.

– Foi uma ferida profunda. – a loira sorri enquanto ia até uma ponta. – Você deu sorte do meu pai ter te encontrado... – suspiro, apesar de tudo ainda me encontro cansado. – ele disse que você veio trazido pela correnteza.

– Obrigado por me ajudar. – abaixo a cabeça e agradeço a mulher, que faz um sinal negativo e fica com a face levemente rubra.

– Meu pai viu você fugindo, há umas duas semanas atrás, ele ficou curioso em te dissecar e estudar sobre o que você era. – ela diz sem graça. – Ele pede desculpas pelo paralisante, ele não sabia que aquilo era nocivo para lobos.

Arregalo os olhos, eles sabem que eu sou. Começo a procurar por uma saída rápida, o sol já se pôs... pera o sol se pôs e eu ainda sou o mesmo, continuo sendo humano. Olho para as minhas mãos e tocou em meus dentes, fico a espera de qualquer indício de transformação, mas nada! Coloco a mão no peito e de certa forma busco a presença do lobo que habita meu corpo, ele está a dormir. De forma profunda e relaxada.

Como se estivesse a recuperar dos dias em que passou no controle, matando humanos e devorando todos os animais que encontrava pelo caminho, criando uma enorme trilha de sangue por onde passava.

Eu sou um monstro. Aquele menino loiro estava certo e o meu irmão mais certo ainda por me deixar sozinho.

Não presto e nem tenho condições de viver com pessoas normais, não posso ficar com aquela que amo sem a matar no processo e muito menos dar fim a esse tormento sem ferir inocentes.

– Meu primo em breve virá examiná-lo. – ela sorri e se posiciona perto da porta.

– Eu preciso ir embora, não é seguro para vocês que eu fique, não é seguro para ninguém me ter e manter do lado. – fungo, estou a chorar.

Pois minha mente insiste em me lembrar de todas as vidas que eu tirei, dos homens e mulheres na qual ataquei sem nem ao menos excitar e da cara de pavor dos pequenos que tinham o desprazer de ver meus caninos, de olhar de perto a boca do monstro que lhe arrancaria cada fio de esperança e destruiria a família dos mesmos.

- Não vá! – ela corre até mim e empurra o meu peito. – D-desculpa, mas não precisa ir, pelo menos por agora. Ninguém na vila sabe quem e você, somente conhecessem o seu outro lado e não a sua forma real. – ela sorri. – Por isso fique, pelo menos até que a sua ferida cicatrize.

– Lamento senhorita, mas não é bom para as pessoas que vivem aqui me ter por perto. Se a senhora...

- Por favor, me chame de Ino.

– Se a senhorita...

– Sem senhorita, somente Ino. – ela diz acanhada.

– Ino recomendo que não me mantenha por perto, o certo teria sido que vocês me deixassem morrer! – exclamo um pouco exaltado.

– Entenda, meu pai passou a vida estudando sobre vocês, sobre os remanescentes do extinto clã Uchiha; sobre o reino que pertencia a sua família, sobre o reino de Solaria. – ela diz animada. – Ele é o melhor amigo dedicaram suas vidas para isso. Tanto que tive que segurar o meu pai, já que assim que soube sobre os rumores sobre um lobo demoníaco ele acabou por surtar! – ela exclama em tom de humor. – Não queria que ele morresse por causa da curiosidade dele.

Me sento, enquanto a mulher a minha frente começa a comentar de forma animada sobre as descobertas de seu pai.

O homem entende sobre a flor e maldição que me caiu sobre mim melhor do que eu mesmo. A mulher chamada Ino disse que cresceu escutando sobre mim, tanto que acabou por adquirir uma visão um tanto distorcida sobre mim.

Em sua mente eu era um velho com mais de setenta anos que era deformando, sem contar que a única certeza que eles tinham era de que eu tinha um olho cego e que infelizmente um braço me faltava.

Com um ótimo humor ela me contou sobre como o pai ficava sempre que encontra um idoso que batia com essas características, de como seu humor melhorava quando ele via alguém que batia com a alusão criada sobre mim.

– Ele ficava tão triste quando chegava a noite e o velhinho continuava a ser humano. – ela brinca com os dedos, isso faz com que eu me lembre sobre uma certa mulher, que a essa hora de estar nos braços de meu irmão.

–... quantos dias eu fiquei dormindo? – afinal para que eu me recuperasse quase que por completo horas que é não deve ter se passado.

– Quando o meu pai o achou havia perdido muito sangue, de certa forma que nenhuma de nós consegue compreender seu corpo estava se curando, mesmo com uma flecha lhe rasgando a carne; se não fosse quem é agora estaria morto. – ela aperta o próprio braço com um pouco de força. – Odeio quando os pacientes do meu pai não sobrevivem. – ela diz com a voz baixa.

– Preciso encontrar meu irmão, – me ponho de pé. – Preciso encontrar ele, mas uma amiga. – não irei citar o nome de Hinata.

Então você já tem alguém. – sua voz saiu baixa, porém audível para quem ouvidos sensíveis como os meus. Ela balança a cabeça e dar leves tapas na própria face. – Bem eu ouvi rumores sobre um casal de viajantes que está a procura de alguém que bate com a sua discrição, meu pai foi de encontro a eles, na expectativa de encontrar seu irmão.

– Se ele tivesse insistido encontrar Itachi seria mais fácil. – solto o ar de forma lenta, a ferida acabou por dar uma leve ardida, minha gengiva coçou e a temperatura de meu corpo aumentou, meu lobo despertou, todavia ainda se encontra cansado.

– Por quê?

– Eu nunca sai das ruínas, enquanto meu irmão virou um comerciante de sucessos. – novamente estávamos a engajar uma nova conversa, um diálogo longo e prazeroso.

 


Notas Finais


Não querendo ser chata mais já sendo, eu vou dar um breve e triste aviso: a fanfic pode entrar em hiatus por um tempo! Mas não é certeza sabe, se eu não melhorar e muito menos não ter tempo ela vai ficar pausada. Todavia eu estou tomando remédio, dormindo bastante e ingerindo líquidos.
Por favor, fiquem quentinhos e se agasalhem, principalmente os que moram em regiões frias não fiquem doentes! Pelo amor de Deus é horrível ficar com o nariz escorrendo.
Quem lê Bride of the Criminal, vou tentar atualizar a fanfic essa semana, tive uma ideia muito diva pra ela e irei usar antes que eu esqueça. Não sei se respondi aos comentários, mas assim que eu arrumar cozinha e comer eu respondo.
Comentem e favoritem caso tenham gostado!
Beijinhos Indra Kimura/_ruina


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