História O Lugar Onde Ninguém Quer Estar - Capítulo 1


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Palavras 1.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que goste

Tô sem o que falar

Pega um café e boa leitura

Capítulo 1 - Bem-vindo A Colônia


P.o.v  Malena


  Estávamos no final do expediente e nenhum de nós aguentava mais ficar naquele escritório, decidi perguntar - gente o que vocês vão fazer depois daqui?

  - já perguntei mais cedo e todo mundo disse que não vai fazer nada - disse o Authentic sem desgrudar os olhos do computador então eu sugeri - bora comer uma pizza?

  - boa ideia Mah

  - desculpa gente mas vocês três não vão sair por agora, vão precisar fazer hora extra - o Jazz falou entrando na conversa, ele era nosso “superior” mas sempre era simpático e brincalhão coisa que não era muito comum, era tão próximo que até chamava a gente por apelido - fala sério Jazz, hora extra em uma sexta-feira que coisa perfeita

  - para de reclamar Spok, o que o Lucas fala é lei nessa empresa então vocês não tem escolha

  - isso não é justo

  - eu sei mas a vida não é justa então bom fim de semana pra vocês e até segunda-feira

  - tchau Jazz - ele saiu tranquilo indo aproveitar a sexta enquanto a gente tinha que trabalhar até tarde da noite. As horas se passaram e finalmente todos poderiam ir embora, desligamos os computadores e ajeitamos nossas mesas - já é tarde vamos naquela pizzaria que fica aberta até de madrugada

  - vamos logo que eu não aguento nem mais um minuto disso, devemos ser os últimos - o Spok disse enquanto começávamos a andar em direção ao elevador, ele e o Authentic já estavam afrouxando a gravata, apertei o botão e o elevador chegou rapidamente, um rapaz provavelmente da mesma idade que a gente que tinha cabelo rosa estava dentro do elevador e cumprimentou de maneira amigável enquanto entrávamos - boa noite

  - boa noite - falamos juntos e rimos um pouco, o Authentic apertou o botão do térreo e perguntou ao rapaz - o Lucas também te deixou fazendo hora extra?

  - deixou, aquele cara me odeia só pode, esqueci de me apresentar meu nome é Mikhael Línnyker mas me chamem de Mike

  - Malena Nunes mas me chama de Malena mesmo

  - acho estranho se apresentar com sobrenome mas ok eu sou Marco Túlio Viera mas me chama de Authentic ou Tt

  - Andrei Alves mas meus amigos me chamam de Spok

  - agora que a gente se apresentou eu vou te perguntar uma coisa Mike, você também acha o Lucas um pouco estranho?

  - posso ser sincero Authentic?

  - sinceridade é exatamente o que eu quero

  - tem alguma coisa nele que é muito estranha - o Mike parecia meio tenso quando falava disso, ele ia falar outra coisa mas as portas do elevador se abriram e eu decidi convidar - Mike que tal comer uma pizza com a gente?

  - aceito faz tempo que não saio pra esfriar a cabeça - já estávamos no estacionamento quando ouvimos um barulho estranho vindo de uma parte escura do lugar, todos tiveram o mesmo pensamento e nos escondemos atrás de um carro ao mesmo tempo, arriscamos avançar para descobrir qual era a origem do som, o Mike olhou por cima do carro e depois olhou pra nós um pouco assustado - é o Lira… olhem isso - todos olharam pra onde o Mike tinha falado e era nosso chefe com o terno amassado como se tivesse brigado com alguém, estava escuro mas dava pra ver que ele estava ofegante e um pouco suado, ele estava colocando alguma coisa que eu particularmente não identifiquei no porta malas do carro e estava com dificuldades. O Spok comentou - super normal estar colocando uma coisa que parece um corpo no porta malas do carro as onze da noite

  - você acha que… isso é impossível

  - não duvido de nada Marco

  - eu falei que tinha uma coisa estranha nele

  - vamos seguir ele?

  - não é muito perigoso Mah?

  - a gente já corre perigo com ele sendo um psicopata, vamos logo que ele já tá saindo - entramos no carro do Mike e começamos a seguir o nosso chefe pra fora da cidade, seguimos ele até uma estrada de terra e já eram quase três da manhã, o Lira finalmente parou o carro e tirou um tapete do porta malas, parecia que alguma coisa estava enrolada naquele tapete, o Tt disse quase se desesperando - me diz que aquilo não é um corpo

  - e seria o que Authentic?

  - vai que ele só não gostou do tapete

  - acho pouco provável alguém viajar pra tão longe pra se livrar um tapete que não gostou sendo que podia simplesmente jogar no lixo - ele também tirou uma pá do bagageiro, deixou o paletó no carro e começou a cavar um buraco perto da estrada, todos assistiam aquilo atentamente e sem falar nenhuma palavra. Depois de uns minutos cavando ele jogou o tapete no buraco e começou a enterrar, sugeri - melhor a gente voltar antes que ele termine isso, alguém registrou isso?

  - eu gravei algumas coisas - o Spok falou mostrando o celular, o Mike manobrou o carro e começou a fazer o caminho de volta pra São Paulo que sabia qual era graças ao GPS do carro, ficamos em silêncio e ninguém precisou falar pra que o Mike dirigisse na direção da delegacia, parou na porta e nós descemos do carro decididos a contar tudo o que vimos naquela noite



  O Lucas já havia sido chamado na delegacia, nenhum policial quis prendê-lo afinal qualquer um que tivesse o mínimo de inteligência não se meteria com Lucas Lira mas esse não era nosso caso afinal estávamos acusando ele de homicídio, todos estavam tensos e com a mais pura certeza que estávamos desempregados a partir daquela noite. Ouvi passos se aproximando e tinha quase certeza que se tratava de um sapato social, acertei, Lucas abriu a porta da delegacia e estava perfeitamente arrumado, como sempre estava de terno com a barba impecável e com o cabelo penteado, olhou pra nós com uma mistura de ódio e frieza logo em seguida se dirigindo até o policial, nós já tínhamos prestado depoimento e agora era a vez dele dar as explicações pra polícia, entrou na sala e saiu 40 minutos depois com uma expressão nem um pouco preocupada, o Mike foi até os policiais enquanto nós três ficamos sentados nas cadeiras que existiam no lugar. Voltou pra perto da gente e respirou fundo antes de dar a notícia - mesmo com as provas que temos o Lucas não vai ser preso, o cara tem um álibi impecável igual ao terno que veste

  - o que fazemos agora? - o Authentic perguntou preocupado e o de cabelo rosa respondeu - não sei mas temos que nos preparar porque o Lira não vai deixar isso passar em branco

  - se eu tinha medo dele como chefe imagina como inimigo - o Spok disse encarando o nosso ex-chefe que ainda conversava com os policiais, decidi comentar - é bem capaz da gente acabar preso no lugar dele

  - isso eu não duvido - o Mike falou ajeitando os óculos no rosto, todos estavam uma pilha de nervos e com medo do que aconteceria dali pra frente


~ quebra de tempo ~

(3 dias)


  Nós 4 fomos chamados pra uma espécie de exame pra saber se estávamos loucos, fazia parte da acusação que o Lucas tinha feito pra gente, todos nós acreditávamos que tínhamos “ido bem” mas enquanto estávamos em uma sala depois da consulta dois homens fortes com uma roupa branca e um detalhe escrito “Colônia” entraram na sala, uma mulher de jaleco branco também entrou na sala e mandou - podem levar… O de cabelo rosa primeiro - os homens seguraram o Mike que começou a gritar e se debater enquanto eles o levavam pra fora da sala, dava pra ouvir os gritos dele mas logo cessaram, olhei pros meninos e disse preocupada - gente eles vão nos levar pra onde?

  - não sei

  - agora podem levar a loirinha - os homens vieram e me levaram a força pra fora, vi pelo canto do olho alguém colocando o Mike no fundo de um carro, os dois seguraram meu braço de modo que ficasse imóvel e um homem jovem aplicou alguma coisa em mim, apaguei em questão de segundos



P.o.v  Mike


  Acordei em uma cadeira, o lugar era meio escuro e difícil de enxergar perfeitamente quem estava naquele lugar junto comigo, um rapaz não muito alto e estava livre, percebi que não conseguia me mexer muito, olhei melhor e vi que estava com uma camisa de força, me desesperei - isso é uma camisa de força? Eu não sou louco! Me ajuda

  - vou te ajudar, vai doer um pouco mas depois de algum tempo você vai estar curado Mikhael

  - quem é você? E como sabe meu nome?

  - Eu sou Dr. Pacagnan, vou cuidar de você e seus amigos, sei de tudo sobre você e não precisa saber minhas fontes - chamou outros homens pra me colocarem em uma espécie de maca que tinha uma máquina do lado, me amarraram e colocaram uma coisa na minha boca pra que mordesse, ele ligou a máquina que fez um barulho falou sorrindo de maneira assustadora - bem vindo a Colônia Mikhael - colocou duas coisas na lateral da minha cabeça e imediatamente recebi um choque forte que me fez gritar de dor, era uma das piores coisas que já tinha sentido, mordi aquele negócio com tanta força que meus dentes doeram, o choque parou me deixando ofegante e chorando um pouco. Onde quer que eu esteja de uma coisa já sabia… Iria ser o inferno na terra


Continua?


Notas Finais


Isso aí que deu pra fazer kkk

Tenho até medo do que pode rolar

(Esse hospício é levemente baseado em um lugar que realmente existiu)

Só isso

- H.T


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