História O Lugar Que Pertencemos - Capítulo 5


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Selena Gomez
Personagens Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Harlena, Harry, Harry Sytles, One Direction, Sarry, Selena Gomez, Styles
Visualizações 225
Palavras 1.696
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje é quinta, então é dia de mais um capítulo pra vocês!

Capítulo 5 - O passado diz oi


Fanfic / Fanfiction O Lugar Que Pertencemos - Capítulo 5 - O passado diz oi

O fim de semana passou e num piscar de olhos a semana chegou junto com sua rotina de faculdade e trabalho, o que me deixa muito feliz por estar com a cabeça focada em algo e sem pensar em besteiras, mas também, me deixa bastante cansada no final do dia. Eu não tenho visto o Harry desde sábado,  o dia que eu e as meninas estávamos lanchando onde ele trabalha...

Hoje já é sexta-feira, uma sexta bem nublada, porém ainda sim é uma sexta feira! Estou nesse exato momento com a Tammie chegando na faculdade, conversando enquanto ela está estacionando a Kombi dela.

-Eu vou ter que começar a procurar umas fichas antigas dos projetos dela... – digo, explicando pra Tammie sobre o meu trabalho.

-Cansativo hein... – ela diz desligando o carro enquanto eu saio – Ainda bem que no máximo eu tenho que fazer é modelar um manequim – ela diz rindo, o que me faz rir.

-Aí é moleza! – digo sorrindo enquanto saímos da kombi, e na mesma hora Natália passa com o carro dela na minha frente, e como sempre, ela está com suas duas seguidoras, as quais eu nem sei o nome.

-Olha quem encontramos hoje... – ela diz debochando – As perdedoras! – ela diz me olhando e rindo, e na mesma hora ela joga um copo de cheio de suco em mim, me deixando toda suja e melecada de suco – Ops, desculpa! – ela dizia rindo – Eu não tenho radar pra perdedoras...Não te vi aí... 

-Nossa, Natália... – digo, parecendo me manter calma, enquanto torço minha blusa com o suco e ando até a frente do carro dela – Como é que você... – paro na frente do carro dela e a olho fixamente nos olhos, e ao mesmo tempo dou um chute na lanterna do seu carro, fazendo-a quebrar – Como você consegue ser tão ridícula desse jeito? – pergunto gritando – Sua otária – grito enquanto dou um tapa no retrovisor do carro dela, fazendo-o cair no chão

-MALUCAAAA! – ela diz gritando enquanto dá partida em seu carro – PROCURA UMA REABILITAÇÃO, SUA  LOUCAAAA!

-VOU TE MOSTRAR A LOUCA NA PRÓXIMA VEZ QUE EU TE VER, ME AGUARDE! – digo gritando e na mesma hora sinto uma mão me puxar, quando me viro, é o Harry – ME SOLTA! – grito com ele.

-Não! – ele diz enquanto me puxa pra dentro de um banheiro que tem do lado de fora da faculdade e Tammie fica na porta, nos esperando.

-QUAL É O SEU PROBLEMA? – pergunto estressada.

-Você não tem que apalaudir a maluquice dos outros... – ele dizia, calmo, e na mesma hora me seguro pra não dar um tapa na cara dele, e suspiro.

-Harry.. Sai da minha frente, por favor! – digo, quase gritando e na mesma hora ele me impressa contra a parede com seu corpo, me fazendo não sair dali.

-Brook, se acalma... – ele diz, me olhando nos olhos e aos poucos eu fui me acalmando – Vem cá... – ele diz enquanto me abraça, e me conforta em seus braços.

-Eu to cansada Harry... – digo sussurrando – É sempre essa perseguição, eu não quero me render. Eu não sou de me render...

-Sim... – ele diz acariciando meus cabelos e me olhando nos olhos – Mas você tem que saber que está na faculdade, que não pode sair brigando por aqui e que se fizer isso, em menos de um minuto já aparece um monte de gente pra ficar filmando e assistindo a briga.

E então, aos poucos minha respiração foi parando de ficar ofegante. Meu coração já não estava mais acelerado e eu tenho certeza que foi a voz do Harry que me deixou calma.

-Obrigada... – digo sussurrando.

-Toma aqui... – ele tira sua camisa e me dá, me fazendo respirar fundo ao vê-lo sem camisa na minha frente.

-Não precisa... – digo, sorrindo de lado.

-Faço questão... – ele insiste - Você não tem que andar suja... 

-E você? Vai andar por aí sem camisa? – pergunto.

-Niall tem uma reserva do time de basquete, eu pego com ele... – ele diz, calmo, enquanto voltava a fazer carinho no meu cabelo e se aproximar de mim – Fica calma e vai pra sua aula, mas antes, troca a blusa – ele diz sorrindo, enquanto abre a porta – Tchau, bravinha! Depois a gente se fala...  – ele diz rindo e saindo do banheiro, e logo em seguida Tammie entra no banheiro.

-O que houve? – ela pergunta, curiosa.

-Ele me deu a camisa dele pra usar... – digo mostrando a camisa, e logo em seguida troco de blusa.

-Por acaso vocês estão ficando ou alguma coisa do tipo, e eu não sei? – ela pergunta, com dúvida.

-Não amiga... – digo séria, enquanto me ajeito no espelho – Não estamos ficando... – volto a olhar pra ela e suspiro – Que raiva daquela garota – digo.

-Fica calma... Depois você tem todo tempo do mundo pra pegar ela, fora da faculdade... – ela diz, enquanto me puxa para irmos para nossas salas.

O restante do dia foi bem comum. Como sempre, saí da faculdade e fui ao meu trabalho, e logo após o trabalho eu fui para casa, ter meu tão sonhado fim de semana de muito descanso.

[...]

 O relógio do meu celular já marcam meia noite e cinqüenta, eu estou no meu quarto deitada na cama enquanto mexo no celular,  mas a televisão está ligada passando algum filme que nem faço questão de saber qual é. Stalkeio todos os meus amigos de Nova York, sinto falta deles, mas o mais incrível que pareça é que desde quando vim morar em Greenville, nenhum deles me procurou pra saber como estou, como está sendo minha adaptação, nada!

Exceto uma pessoa, a Taylor. Ela era incrível, minha melhor amiga de Nova York, sempre íamos pras melhores baladas, sempre tínhamos as melhores companhias, e o melhor, nós sempre estávamos muito bem vestidas e perfumada, pois os pais dela são podres de ricos e eu usufruía da riqueza da minha amiga, junto com ela, claro. Ela é uma garota de ouro, não posso negar. Mas o resto dos meus “amigos”, posso juntar tudo e tacar no lixo, afinal, só sirvo pra ser amiga quando eu servia pra levar para festas, quando podiam dormir escondidos dos pais na minha casa, só pra essas coisas.

Nesse exato momento estou conversando com ela por mensagens no celular.

Brooklyn: Como estão as coisas por aí?

Taylor: Lenna e Mary estão cada dia mais distante de mim e eu estou sozinha desde quando você se foi. Sinto sua falta amiga :x

Brooklyn: Também sinto sua falta, amiga!!!! Mas foi bom isso acontecer porque elas só nos mostraram que não são nossas amigas de verdade.

Taylor: Eu descobri isso, da pior forma. Você teve que ir pra a gente abrir nossos olhos com elas... E tem uma notícia, Mathew, seu ex, sempre que me vê pergunta de você.

Brooklyn: E o que você fala?

Taylor: Não respondo nada! Finjo que nem o conheço!

 

Na mesma hora, meu celular  vibra, aparecendo uma mensagem de Mathew, meu ex.

Mathew: Brooklyn, você vai ficar fugindo de mim pra sempre, sua otária? Me responda! Ou por acaso você já está ocupada dando pra outro cara? Se eu descobrir algo, se prepare, eu rodo o país inteirinho só pra te mostrar que você é minha.

 

E volto a mandar mensagem pra Taylor.

Brooklyn: Eu vou dormir amiga, depois te conto o que acabou de acontecer.

 

Como isso pode acontecer? Como é que pode acontecer isso na minha vida? Logo eu, que banco a coração de pedra, que ninguém machuca e que está sempre tentando enfrentar os problemas sem medo, eu estou com medo dele. Nosso namoro não era assim, eu não sabia que estava me metendo na maior furada da minha vida.

No dia que nos conhecemos ele foi charmoso, simpático e engraçado. Nos conhecemos tem três anos e foi em uma festa que aconteceu na casa de uma conhecida em comum, ele foi uma outra pessoa, ele era gentil por mais incrível que pareça. No começo do namoro ele era presente, amigo, era um genro maravilhoso pra minha mãe, me respeitava, me ajudava nas tarefas de casa. Mas aos poucos ele foi mudando, um pequeno detalhe aqui, um outro gesto ali e quando acordei dessa minha romantização do relacionamento, eu vi que estava num relacionamento extremamente abusivo.

Ele passou a me humilhar na frente dos amigos dele, ele passou a me trair, ele quase nunca estava comigo e muito menos me levava pra sair com ele, ele chegava bêbado em casa e queria me bater, ele já me agrediu duas vezes. Na primeira estávamos em uma festa e ele jura que algum cara estava falando comigo e eu estava sorrindo de modo malicioso pro cara. De qualquer jeito, recebi um tapa na cara, gritos e alguns empurrões no meio d festa.

Taylor me alertou, minha mãe me alertou. Mas eu estava cega, ela se fingia de arrependido, me pediu desculpa, disse que ia mudar e que nunca mais isso iria acontecer. Até que dois meses depois, eu fui vítima de uma outra agressão. Eu havia brigado com ele na noite anterior e a Taylor me chamou pra ir dormir na casa dela, pra vermos filme e eu tentar esquecer minha briga. No dia seguinte, voltando pra casa, quando virei a esquina da rua onde se localizava meu prédio, ele estava me esperando. E foi ali mesmo que ele me xingou de tudo quanto é nome, afirmou que eu estava na casa do meu amante, mesmo eu implorando dizendo que estava na Taylor e então recebi chutes, pisões na costela, tapas e puxões de cabelo. Minha sorte foi que as pessoas que passavam no momento me ajudaram.

Eu tive que ficar três dias internada por conta dessa última agressão, e então decidi que nunca mais eu olharia pra cara dele! Ele não merecia nem saber que eu estava mais viva. Pouco tempo depois disso, aconteceu o acidente de carro com a minha mãe e então, cá estou.

E quando saio de meus pensamentos, me pego com lágrimas escorrendo pelo rosto, não acredito, estou sofrendo novamente agressões psicológicas pelo Mathew. Mesmo de longe ele ainda me causa esse medo, ele tem esse efeito catastrófico em mim. Em pouco tempo caio no sono, ainda com o rosto molhado das lágrimas. 



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