História O Lugar Que Pertencemos - Capítulo 8


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Selena Gomez
Personagens Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Harlena, Harry, Harry Sytles, One Direction, Sarry, Selena Gomez, Styles
Visualizações 199
Palavras 2.973
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí galerinha linda.
Mais uma terça, dia de postar histórinha ♥
Espero que estejam gostando hein!
Boa leitura.

Capítulo 8 - Um dia pra descontrair


Fanfic / Fanfiction O Lugar Que Pertencemos - Capítulo 8 - Um dia pra descontrair

No dia seguinte só fiquei em casa fazendo basicamente nada, apenas respirando. Só tomei banho, comi e fiquei durante a tarde estudando um pouco para faculdade, colocando algumas matérias em dia e vendo um pouco de televisão. Lógico que tive notícias da Tammie e da Harper. Tammie acabou beijando Niall ontem e Harper eu já tinha visto dando um selinho no Louis, e soube também que as duas ficaram de namorinho com seus respectivos parceiros na porta de casa até quase o dia amanhecer, enquanto, eu fiquei brincando com o Harry dentro do carro e só nisso a mãe dele interrompeu! Gente, eu não dou sorte mesmo na vida! Imaginem se eu estivesse fazendo algo com ele, não que isso tenha passado na minha cabeça, mas imaginem a cena... Socorro! Deus me livreeee.

-Brook, estão te chamando lá em baixo... – escuto meu meio irmão, Dylan, falar do corredor.

-Estou indo... – digo, enquanto acabo de digitar uma matéria.

Logo em seguida desço até a sala e encontro meu pai e minha madrasta vendo algum programa dominical na televisão e uma moça sentada na poltrona ao lado do sofá. 

-Pai... – falo enquanto desço da escada e ele se vira para me olhar – Dylan falou que tem alguém me chamando...

-Sim senhorita – ele diz sério e eu me aproximo dele – Está bonita! – ele diz me olhando – Mesmo de pijama e pantufa... – eu dou um sorriso de lado – Essa é a Anne, Anne é nossa vizinha... – ele diz e eu olho para a mulher, e então a reconheço: Anne é a mãe do Harry, na mesma hora eu devo ter ficado pálida ao olhar pra ela e dar o mesmo sorriso que dei ontem de noite, afinal, eu não faço ideia do que ela pode ter achado que viu e se contou algo para o meu pai – Ela disse que você estava com o filho dela ontem...

-Sim... – digo coçando a cabeça – Nós fomos no show da banda dele, ele me levou... Mas não aconteceu nada... – direciono meu olhar pra ela – Desculpa por ter ficado na sua porta até aquela hora, mas é que nós compramos lanches depois do show, ficamos  comendo e conversando dentro do carro... – disse, explicando.

-Minha querida, eu não ligo pra isso! – Anne disse sorrindo – Fico até feliz por ver Harry estar se aproximando de você... É nova na cidade, precisa de amizades... – ela diz sorrindo, e eu sorrio ao escutá-la, pois havia pensado que ela não tinha gostado de me ver com o Harry ou que tinha imaginado algo diferente do que realmente aconteceu.

-Mas não é isso que eu ia falar... – meu pai interrompe – Tem uma pessoa te chamando ali na varanda... – ele diz e volta a conversar com minha madrasta e Anne.

Bufo e vou andando até a porta, quando abro, me deparo com Harry sentado em uma das poltronas de varanda que tem na minha varanda. Ele estava lindo, mesmo estando de touca, um casaco quatro vezes maior do que ele, calças de moletom, chinelo e meia. 

-Está bonito... – falei sorrindo, ao vê-lo e ao me ouvir ele dá uma gargalhadinha, e ele dá uma voltinha brincando.

-Escuta... o carro deu problema! Vamos ter que ir de ônibus, tem problema? – eu faço um gesto de não com a cabeça – Minha tia vai vir pegar minha avó pra dormir com ela e vai levar o carro com ela... – ele tenta explicar, mesmo sem precisar.

-Não precisa se explicar, Harry – digo sorrindo e segurando seu ombro – Vamos de ônibus... Ou de metrô... Você que sabe – digo sorrindo, e o vejo com um brilho no olhar.

-Cara... Por que não existem mais garotas que nem você? – ele diz, provavelmente sem pensar, pois percebo a cara que ele fez a seguir.

-Porque papai do céu só fez uma assim desse jeitinho! Sorte de quem me ter por perto... – digo sorrindo, fingindo que sou metida e ele ri.

-Vou tomar um banho e daqui a meia hora passo aqui pra te pegar... – ele diz indo em direção a sua casa, e eu entro pra me arrumar.

[HARRY ON]

Achei que o mais certo era avisar a ela que nós teríamos que ir de ônibus, afinal, vai que ela não gostasse de andar de ônibus. Quero dizer, eu estou acostumado com uma garota apenas ao meu lado que era minha ex namorada, Natália. Ela não gostava de jeito algum de andar de ônibus e no pouco tempo que fiquei com ela, sempre que eu saía com ela ou tinha que usar o carro da minha mãe, ou tinha que pegar o carro ou a moto de algum amigo emprestado.

No começo eu não liguei para esse gosto dela, afinal, gosto não se discute, mas depois de algum tempo ela começou a jogar na minha cara que eu não tinha carro nem moto, que ela era muito ocupada pra perder o tempo dela esperando condução pública para me ver, e aos poucos isso foi começando a me cansar. Até que por fim, depois de um relacionamento desgastado, eu descobri que ela me traía com outro cara e depois que terminei descobri que não foi só com esse cara que ela tinha me traído. Mas tudo bem, eu já havia terminado com ela e isso que importa.

Não que eu me importe hoje com a Natália, nada disso. Acontece apenas que eu gostaria de saber se Brooklyn tinha a mesma palhaçada que Natália e não andasse de ônibus. Mas Brooklyn é diferente de tudo que ela passa, na verdade, ela passa uma imagem de uma garota grossa, fechada, emburrada, mas quando se a conhece um pouco melhor podemos notar que ela não é desse jeito. Muito pelo contrário, ela tem uma energia maravilhosa, era tão linda por dentro quanto por fora. Ela é simpática com quem ela quer, e ainda consegue ser um poço de grosseria quando quer, também. Ela é simples, ela topa as coisas em cima da hora, ela gosta de se aventurar, ela tem um papo legal. Gosto disso.

Eu estou no meu quarto, já arrumado para daqui a pouco ir encontrar a Brook e irmos. Eu estou vestido uma calça jeans com um tênis, uma camisa gola V por dentro de um moletom canguru. Estamos em Novembro e o tempo está começando a esfriar, em poucos dias a neve começará a cair sobre Greenville e aí sim estaremos próximos do Natal.

Saio de meus pensamentos quando vejo o visor do meu telefone acendendo e o mesmo vibrava, tinha uma notificação. Era uma mensagem da Brook.

Brooklyn: Estou pronta, já estou saindo de casa.

 

Na mesma hora saio do meu quarto e vou para fora de casa, e me deparo com Brooklyn na minha calçada, vindo ao meu encontro. Ela está linda, é incrível como eu não canso de pensar isso... Ela é muito bonita! Ela está vestida de acordo com o frio que está fazendo ( https://i.pinimg.com/564x/cc/ec/07/ccec0786d2b076e8e619e563896812fb.jpg ) mas o que acho mais bonito nela são seus cabelos longos e castanhos que contrastam perfeitamente com seus olhos amendoados e castanhos, além de um sorriso lindo, ela tem uma voz angelical, acho que daria uma boa cantora, se ela quisesse, é claro. Evito pensar que já reparei mais do que o recomendado, que ela tem um corpo lindo.

[BROOKLYN]

Andamos pelas ruas enquanto ela me contava algumas história hilárias que já aconteceu com ele em Greenville. Da forma que ele fala e se expressa, dá uma leve impressão de que a cidade é realmente tão legal e maneira como ele fala. Conversamos também como vai ser bom ajudar os idosos hoje, ajudar quem necessita de algo sempre traz conforto pra alma e eu preciso muito de um pouco de conforto.

Pegamos o ônibus e eu me surpreendo ao ver como as pessoas daqui são civilizadas e educadas. Pode até ser normal para as pessoas que moram em cidades mais afastadas dos grandes centros urbanos, mas eu acho isso tudo muito estranho, porque eu estou acostumada com o ritmo de Nova York e lá as pessoas vivem vinte e quatro horas por dia mal humoradas, sempre apressadas. Não existe um sorriso, um bom dia ou boa noite, um desculpa ou da licença, muito raro os turistas são educados.  E aqui a todo momento uma pessoa sorri pra você, você escuta um bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui parece ser outro mundo!

Converso sobre isso com o Harry durante a viagem e ele me pergunta coisas de Nova York.

-Minha irmã adora Nova York... 

-Você tem uma irmã? - pergunto, espantada.

-Tenho... Ela tem vinte e sete anos, é quatro anos mais velha que eu. 

-Legal... - digo interessada - Meio meio irmão, Dylan também tem a mesma idade... 

-Conheço ele... - ele diz rindo - Minha irmã se formou em enfermagem, ela parece gostar do que faz... Mas atualmente ela mora na Flórida, faz um trabalho social muito maneiro por lá – ele explica – Lá em casa as mulheres gostam dessa parada de ficar dentro de hospital, já eu... Detesto! Uma vez tive que ficar internado cinco dias por conta de uma infecção e nunca mais quis voltar a entra em um hospital – ele diz, e eu sorrio, interessada no que ele diz.

É estranho eu me interessar tanto pelas coisas que ele me faz, mas vejo que isso de cativar as pessoas faz parte dele, ele é assim por natureza, incrivelmente aberto a pessoas e super gentil, e é isso que o torna tão agradável.

Depois de mais ou menos quarenta minutos descemos do ônibus e andamos por mais ou menos uns cinco minutos, até chegarmos à uma enorme casa, onde é localizado o asilo. Nós entramos no local e já demos de cara com uma sala, cheia de pessoas, idosos e pessoas da cidade os ajudando. Um cheiro de sopa exalava pela casa... Era bom saber que esse tanto de pessoa estava ali só para ajudarem, sem receber nada em troca.

-HARRY! – escutamos alguém gritamos, quando procuramos pra saber quem era, conseguimos ver Liam, e nos aproximamos dele.

Assim que nos aproximamos, consegui ver todos os amigos de Harry: Niall, Liam, Louis, Zayn, Sophia e Tammie e Harper. Na mesma hora que eu as vi e as me viram, elas sorriram e vieram me abraçar.

-Por que não me avisaram que estariam aqui? – perguntei sorrindo enquanto as abraçava.

-Queríamos fazer uma surpresa, amiga... – Harper diz sorrindo.

-Veio com o Harry né, esperta... – Tammie diz rindo, enquanto dá uma piscadinha com o olho, o que fez Harper rir e eu dei um sorriso de lado.

-Não ta rolando nada... Deixa de graça– explico – Diferente de vocês, né... – digo e elas dão gargalhadas –  Caraca, vocês não valem nada...

-Ai amiga... Não tem como não rolar com o Niall, ele é todo carinhoso comigo, se importa comigo, cuida de mim, se preocupa... Uns beijos e amaços não fazem mal nenhum! Se eu fosse você já teria feito isso com o Harry... - reviro os olhos ao escutá-la

-Que bom que vocês estão contentes, eu gosto disso – digo, sorrindo.

Logo, cumprimentei todos os outros garotos e Sophia. Depois de alguns minutos eu e as meninas tomos à cozinha fazer chá para servir com biscoito para os idosos após a sopa que já estava sendo servida. E da cozinha consigo ver Harry ajudando todos, sorrindo, ajudando a servir a comida e consigo percebe facilmente o quanto essas pessoas estão felizes por estarem recebendo carinho e atenção. Harry cumprimenta vários deles, perguntando como estão e se precisam de alguma coisa. Ele havia me dito que apenas ouvir essas pessoas já os ajudam e eu acredito nisso, pois posso ver o sorriso que estão em seus rostos.

Depois da janta servimos os biscoitos com uma xícara de chá, e enquanto eu servia, eu podia ver Harry me estudando com os olhos de vez em quando, e quando eu reparava isso eu o olhava, e ele sorria assim que nossos olhares se encontravam.

Depois de algum tempo eu e as meninas nos sentamos com uma senhorinha que se chama Hellen, ela perguntava nossa idade, o que fazíamos, o que estudávamos, ela contou que ela não teve filhos e que seus irmãos faleceram, seus sobrinhos decidiram a colocar naquele asilo.

-E vocês gostam de morar aqui? – ela pergunta, interessada.

-Eu nasci aqui, eu não tenho vivência em outros lugares... Então, eu gosto... – Sophia diz, explicando.

-Eu gosto daqui – Tammie diz e Harper concorda com a cabeça.

-E você, minha filha? – ela diz me olhando.

-Eu? – pergunto e ela confirma com a cabeça – Tem quatro meses que eu moro aqui, ainda não posso dizer se gosto ou não... – digo, enquanto elas ficam em silêncio, ainda me olhando – Eu estou gostando de conviver aqui, agora não sei se é por causa dos amigos que fiz, ou do lugar em si, ou da combinação dos dois... – digo explicando e sorrindo no final.

-Você está se saindo bem – ela diz, sorridente – Vendo por um lado que está com essas adoráveis garotas... – ela diz sorrindo, o que nos faz rir.

-Com licença – Harry diz, nos interrompendo – Hellen, tudo bem por aqui? – ele pergunta, interessado – Essas garotas estão te deixando desconfortáveis com algo? – ele pergunta, sorrindo enquanto dá uma piscadinha com o olho.

-De jeito nenhum... – ela diz sorrindo.

-Ele é palhaço desse jeito sempre? – Sophia pergunta sorrindo.

-Sempre... – Hellen diz, rindo – Harry é nosso tesourinho... Sempre desse jeito sapeca! - ela diz sorrindo e Harry na mesma hora finge que se senta no colo dela, e dá um beijo em sua bochecha.

-Te amo Hellen! - ele diz saindo do colo dela e olhando pra mim - Estou de olho... - ele diz apontando pra mim - Hellen, fica de olho nessa aí... - ele diz ainda apontando pra mim e rindo.

Continuamos conversando, até que quando deu dez horas da noite, todas as atividades no asilo se encerraram e nos despedimos, para voltar pra casa. Niall e Tammie foram no carro do Liam e da Sophia, Louis foi de ônibus com a Harper, já que ele havia deixado seu carro em casa e eu voltei de metrô com o Harry, vendo que o metrô era perto de onde estávamos e nos deixaria próximo de nossas casas.

Agora, depois de ter saído do asilo, posso falar que eu me sinto muito melhor agora e não tiro a marca da felicidade do rosto, algo que me surpreende. Tive uma tarde incrível com meus amigos, ajudei, conversei e fiquei ainda mais encantada pelo Harry. Peraí, o que?????? Eu to encantada?????? Que merda é essa Brook, tira isso da sua cabeça agora!

-O metrô está lotado... Deve ter sido dia de evento no centro – Harry diz enquanto esperamos na estação e várias pessoas estão aqui também.

Entramos no vagão do metrô e não há lugares pra sentar, então Harry fica em pé ao meu lado e ambos estamos segurando nas barras de ferro horizontais que ficam acima de nossas cabeças, pra nos apoiar.

[HARRY ON]

Seguimos viagem conversando sobre a tarde maravilhosa que tivemos e em algum momento da viagem eu reparo que uma turma de caras com mais ou menos a nossa idade, com certeza bêbados, começam a falar gracinhas e piadinhas, olhando diretamente para Brook. Olho pra ela que na mesma hora olha pra eles e os encara, eu tenho certeza que vi sangue nos olhos dela e a qualquer momento ela ia partir pra cima daqueles caras, porque a Brook é assim mesmo, ela enfrenta. E estava claro que ela havia ficado desconfortável com as palavras baixas que eles usaram pra se referir a ela e ao invés de se sentir menor, com medo e acanhada como muitas mulheres, ela iria partir pra cima deles, confrontá-los, brigar mesmo. Eu até gosto dessa forma que ela age, e corta a gracinha dos caras mas não sei porque eu estava com vontade de protegê-la.

Então a pego pela cintura e a coloco na minha frente, para insinuar que ela está comigo e os olho de cara fechada. Eles apenas dão de ombros e começam a conversar entre eles, deixando-a em paz,  pois pra eles isso deve ser a coisa mais normal do mundo, mas em momento algum eu os deixaria molestarem nenhuma mulher, seja verbalmente e muito menos fisicamente. Brook relaxa visivelmente na minha frente.

-Não precisava... – ela diz num tom sério – Eu sei me virar...

-Eu sei que sabe se virar, só não quero que você se estresse – disse a encarando nos olhos – O dia foi muito bom pra terminarmos com brigas... – ela suspira fundo e olha nos meus olhos.

-Obrigada... - ela diz baixinho.

-Não foi nada... – digo, baixo.

Ficamos em silêncio o resto da viagem, mas eu não tiro em momento algum minha mão da sua cintura, pra garantir que nenhum engraçadinho vai se aventurar a falar alguma besteira pra ela.

Sinto o cheiro do seu cabelo no meu nariz e o seu perfume com uma essencia bem leve e cheirosa. Começo a ter muita consciência do corpo dela na minha frente e não sei se isso é bom. Na verdade isso não é bom, isso é péssimo! Não posso nem imaginar nada com relação à Brooklyn, porque ela provavelmente está passando por algo complicado, eu tenho que apoiá-la e ajudá-la, não ficar imaginando cada pedaço do corpo lindo dela nas minhas mão... E aqui estou eu de novo, imaginando! Cada vez que o metrô para em uma estação e ela se mexe, tentando se equilibrar, seu corpo encosta no meu e sinto calafrios.

Melhor parar de pensar nisso Harry, se ela quisesse algo com você ela já teria demonstrado, então tira o cavalo da chuva, amigão. Pode ir pra qualquer pessoa menos Brook, ela provavelmente estava mal esses dias por causa do coração e você querer ir pra cima dela, não vai dar certo! Fica quieto na sua e deixa ela ser sua amiga.

[...]



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