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História O mafioso (Park Jimin e Sn) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo 2


Entro para dentro trancando a porta porque meus pais não iriam chegar em casa tão cedo, eles ficam a maioria do tempo no trabalho, explicando melhor eles são chefes de uma mafia aqui de Seul, eles me falam que trabalham para o bem mas eu tenho certeza que não, se trabalhassem para o bem não se chamaria mafia, mas não sei muito sobre o trabalho deles só o que eles querem que eu saiba. Depois de uma desavença com outra mafia daqui eles estão sempre me supervisionando e colocando seguranças para me seguir, por isso achei que hoje seria mais um de seus homens, eu não me importo com o que acontece no trabalho deles, quero viver minha vida normalmente e isso não incluí seguranças me seguindo. Sobre a gente morar em Seul nos mudamos para cá quando eu tinha apenas 12 anos de idade quando eles decidiram se dedicar ao trabalho deles, e com o tempo me acostumei a Coreia do Sul.

Vou para meu quarto tomar um banho e descansar não estava com fome só queria meu quarto, eu poderia falar para meus pais sobre o ocorrido de hoje mas sei que assim eles iriam redobrar a segurança sobre mim então prefiro guardar para mim. Quando termino de fazer minhas higienes noturnas me deito na cama procurando um filme para assistir mas logo adormeço. Acordo no dia seguinte com o despertador, hoje meus pais teriam um almoço de negócios com uma mafia aliada e sim eles me forçaram a comparecer, me levanto da cama faço minhas higienes matinais, coloco um vestido preto de cetim que comprei semana passada faço um simples penteado no cabelo e desço para a cozinha tomar café.

- Bom dia para vocês -- falo assim que avisto meus pais sentados na mesa

- Bom dia filha -- falam em uníssono mas sem olharem para mim

- Que horas vamos ir ? -- falo pegando uma maçã na fruteira

- Só estamos terminando de escrever um relatório e já vamos -- responde meu pai

Nunca tivemos uma relação agradável, eles quase nunca me deram muito valor e me acostumei assim. Vou para fora e fico esperando eles perto do carro e assim que eles saem para fora entro para dentro e eles entram também.

- Quando chegarmos lá seja educada s/n -- exige minha mãe

- Tudo bem -- respondo

- E seja gentil com os cavalheiros que estaram presentes lá também, eles são aliados muito bons, poderiam ser ótimos homens para você -- fala meu pai

- Cavalheiros que trabalham para máfias ? Talvez em um seriado de televisão

- Cale a boca, não admito que você fale assim comigo, deixei claro s/n ? -- fala com autoridade

- Sim senhor -- respondo cruzando os braços

E logo percebo minha mãe rir sarcástica de nós dois, quando o carro estaciona olho pela janela e era uma enorme casa branca com muitas janelas de vidro e na entrada quatro seguranças de terno, desço do carro arrumando o vestido e logo os acompanhando para a entrada, chegando lá os seguranças se curvaram e logo abriram as portas para entrarmos, a casa por dentro era mais bonita do que por fora com lustres e tudo mais. Logo aparece um homem que aparentava ter trinta a quarenta anos mas com cabelos grisalhos, mesmo sendo velho era muito sexy e atraente.

- Olá senhores que bom que vieram -- fala cumprimentando meus pais

- Claro, como deixaríamos de vir -- responde meu pai

O homem me cumprimenta com um beijo no rosto e logo me encara de cima a baixo descaradamente, fico um pouco incomodada pelo homem ter idade para ser meu tio, então saiu de lá indo para uma mesa de drinks que havia, tenho vinte e dois anos então posso sim beber álcool, pego uma taça de vinho e começo a tomar olhando o redor e logo dois rapazes que pareciam ter minha idade se aproximam

- Olá lindeza, está sozinha ? -- pergunta um deles

- Não, estou com meus pais -- falo fazendo pouco caso

- Mas eles não estão com você agora, o que acha de se divertir um pouco com a gente ? -- pergunta o outro

Tem muita probabilidade deles estarem maliciando isso mas as vezes eles podem estar querendo apenas curtir

- Se divertir como ? -- pergunto

- No quarto do Yuri tem uma erva muito boa você curte ? -- pergunta o mesmo

- Como vou saber que vocês estão falando a verdade ? Eu não conheço vocês

- Nós achamos essas reuniões chatas e entediantes assim como você pelo o que parece, isso conta ?

- É um bom argumento

- Então vamos -- fala o que deveria ser o Yuri

O mesmo pega duas garrafas de vinho que estavam sobre a mesa e logo vão para a escada, olho para procurar meus pais eles estavam conversando com algumas pessoas, e assim os acompanho quando chegamos no andar de cima havia um corredor com alguns quadros e portas e eles entram na penúltima delas entro atrás encostando a porta, era um quarto grande com enormes janelas e cortinas vermelhas uma cama de casal no centro perto de uma passagem que deveria ser o closet e por outro lado uma pequena mesa com quatro cadeiras e várias drogas por cima, não é atoa que são filhos de mafiosos, o que eu poderia esperar ?

- Se junte a nós ? -- Pergunta Yuri se sentando na mesa com três taças na mão

Aceno com a cabeça e me sento em uma das cadeiras

- E você como se chama ? -- pergunto para o que eu não sabia o nome ainda

- Pode me chamar de Aiko -- responde o mesmo abrindo uma das garrafas

- E você como se chama ? -- pergunta Yuri

- Me chamo s/n

- Não pensei que toparia vir com a gente -- fala Aiko

- Então porque me chamou ?

- Não custa tentar não é mesmo ?

Aiko me serve uma taça de vinho eu aceito a saboreando logo em seguida, vejo Yuri despejando um pó branco por cima da mesa e com um cartão bancário faz três fileiras logo deduzi que aquilo seria aquela droga que chamam de pó, ele ingeri tudo com uma nota de dinheiro enrolada e em seguida me oferece o papel para usar também

- Não obrigado -- falo acenando negativamente com a cabeça

- Por que ? Achei que fosse se divertir com a gente -- pergunta o mesmo

- Não curto esse tipo de coisa

- Que pena então -- fala Aiko pegando o dinheiro e logo ingerindo as duas fileiras seguidas

- Então você deve curtir somente a erva -- fala Yuri

- Vou ficar com o vinho mesmo -- falo deixando a taça já vazia em cima da mesa

Me levanto pegando a garrafa aberta e tomando na boca da garrafa, vou até a bancada da janela me sentando em uma almofada grande e olhando para fora

- Você acompanha sempre seus pais ? -- pergunta Yuri se aproximando

- Não, por que ?

- Se você acompanhasse iria começar a acompanhar os meus também -- fala como se fosse uma cantada

Olho para o mesmo e riu mostrando que entendi o que ele quis dizer

- Gostei de você s/n -- fala o mesmo se abaixando na minha frente

- O que o Aiko está fazendo ? -- pergunto mudando de assunto

- Quando ele começa demora para parar se é que me entende

- Entendi -- falo olhando com um pouco de pena para ele

Mas logo meu olhar se volta para Yuri assim que o mesmo entrelaça seus braços um a cada lado do meu corpo

- O que você está fazendo ? -- pergunto para o mesmo surpresa

- Não consigo mais me segurar você é muito gostosa -- fala com a voz já ofegante

E assim começa a esfregar seu membro em minhas pernas e eu já consigo sentir a sua ereção

- Pervertido -- falo tentando me levantar

Mas o mesmo segura meus pulsos com força os colocando para trás e logo colocando uma de suas pernas no meio das minhas

- Me solta por favor -- falo me esquivando

- Agora que está ficando bom

- AIKO ME AJUDA

Peço ajuda mas o pedido foi em vão ele estava concentrado de mais nas drogas, fecho meus olhos virando minha cabeça para o lado e logo sinto o peso do corpo de Yuri sobre mim, abro meus olhos sem entender e vejo um dos homens de ontem que estavam querendo me sequestrar

- O que você está fazendo aqui ?

- Eu falei que você iria vir comigo

Logo sinto meu vestido se molhar, coloco o corpo de Yuri para o lado e logo vejo meu peitoral sujo de sangue, olho para Yuri assustada

- Talvez eu tenha o matado -- fala o mesmo com pouco caso olhando para Yuri

- Não é possível -- falo me ajoelhado

E assim viro o corpo de Yuri para cima checando a sua pulsação mas não havia nenhum sinal

- Não é possível, você matou ele -- falo com os olhos já cheios de lágrimas

- Por que você está chorando ? Ele mereceu, agora você vem comigo em silêncio e naturalmente

- Não vou a lugar nenhum



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