História O Mal é Apaixonante - Camren - Capítulo 1


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Categorias Camila Cabello
Personagens Camila Cabello, Personagens Originais
Tags Revelaçoes, Romance
Visualizações 149
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiríssimo capítulo, boa leitura e eu espero de coração que gostem. A história vai ficar mais pesada durante o tempo (+18).
Boa leituraa, desculpem os possíveis e evidentes erros que podem ocorrer! ❤️

Capítulo 1 - Capítulo 1: Frightened by the new


Fanfic / Fanfiction O Mal é Apaixonante - Camren - Capítulo 1 - Capítulo 1: Frightened by the new

Point off views Lauren Jauregui.

 

00:00

 

_Cuidado Jauregui, você está me devendo uma grana pesada e não podemos continuar assim, ou me paga ou eu mato você agora. - o homem olhou profundamente nos olhos do meu tio elijah, o mesmo deu um passo para trás. Tudo naquele lugar vazio cheirava a ódio e vingança, ouvi a lata de cerveja dele bater em meus pés; o mesmo me lançou um sorriso. 

Estavamos remarcando esse tenebroso maldito encontro por meses, mas, uma hora teríamos que encontrar o perigo de frente. O perigo tinha nome e sobrenome; Kleink Stewert.

Sim, o homem musculoso e bonitão que está agora, nesse momento ameaçando o meu tio fodido na minha frente. 

_Eu tenho uma coisa que pode pagar metade do que eu te devo. - meu tio comentou e eu já saquei tudo. Essa era a minha parte do filme; a mais importante, presumo eu. A parte em que eu sou um objeto e uma ferramenta, a parte que eu entro em cena.

Dei um olhar sexy de soslaio para Kleink que deu um sorriso de volta.

_Ah, então você quer me dar sua sobrinha como pagamento? - o loiro colocou as suas mãos grandes sobre a minha cintura e apreciou o meu bumbum totalmente empinado, relaxei os musculos.

_Dar não. Umas noites, você é quem manda. - meu tio respondeu e em seguida como uma "nota fiscal" pela compra, o homem aceitou a sua bela oferta e ambos trocaram um aceno respeitoso.

Sorri falso para o homem que me lançou um olhar feroz, de predador.

...

A sua mansão era relativamente grande, não tive tempo para olhar as coisas e muito menos para aprecia-las. Ele estava ocupado demais com o meu corpo se movimentando no seu, e eu o levava para cima, mal sabendo onde era o seu quarto e então ele nos levou até la.

Tudo cheirava a dinheiro, sexo, e drogas.

_Está com medo princesa? - o loiro mordeu a parte inferior dos meus lábios e eu sorri, falso, mas sorri. Apertei o seu membro dentro da calça, Kleink se contraiu e apertou os punhos. 

_Você é quem deveria ter medo - eu garanti dando um chupão merecido em seu pescoço, o mesmo ofegou.

Senti as suas mãos quentes subirem e descerem em minhas costas e logo após, senti elas massageando os meus peitos. Gemi de dor.

_Eu não tenho medo de nada - ele ergueu a voz novamente, que estava rouca, a esta altura da situação ele já estava louco de prazer. 

O coloquei na cama, indo de quatro, me colocando no meio das suas pernas e mostrando o total controle. Ele era o cavalo e eu iria cavalgar nele, tudo acaba quando eu achar que havia acabado.

_É que você não me conhece. Eu sou seu pior pesadelo.

E o tomei.

Tudo oque eu ouvi de importante foram os seus susurros gemendo o meu nome. "Lauren".

 

 

Dia seguinte.

 

 

Olhei o meu corpo nú no espelho depois de um banho quente rápido, havia alguns hematomas roxos esverdeados em algumas partes mas nada preocupativo. Vesti uma calça diens apertada e uma camisa de rock, fiz um coque mal feito sentindo o cheiro de lavanda e por fim calçei um all star. Peguei os meus materiais que antes estavam uma bagunça em cima da comoda preta e dei um gole na minha coca cola, saindo do quarto em passos lentos. 

Dei de cara com meu tio na porta, o mesmo me encarava com compaixão. Como se checasse se eu ainda era eu mesma, queria analisar se seu objeto de compra estava perfeitamente em ordem. 

Uma baita compaixão falsa. O encarei de volta, fuzilando-o com meus olhos verdes quentes. 

_Como foi ontem? - ele perguntou e eu ri amargurada, revirando os olhos.

_Está me perguntando como foi tranzar com um cara que eu mal conheço, para pagar uma coisa que nem é da minha conta? Bom, foi uma ótima noite. - eu respondi tentando passar na porta mas o mesmo me bloqueoou de novo, ferozmente.

Senti um tapa na cara me acertar em cheio, o meu rosto esquentou com as mãos dele e os meus olhos marejaram. 

_Olha aqui garota. - ele disse apertando as mãos sobre o meu braço - você vai fazer oque eu mandar até que eu te ache desnecessaria para mim, me ouviu bem?

Assenti fracamente, arrumei a bolsa pesada em minhas costas e sai de perto daquele monstro - a essa altura, as lágrimas já estavam inundadas em todo o meu rosto - entrei na caminhonete e comecei a dirigir, mal prestando atenção na estrada que agora estava repleta de neve, toda a cobertura branca celestial poderia garantir a minha morte rápida com um passo em falso no acelerador. 

_Desgraçado.

 

 

Camila Cabello -  POV'S

 

 

Terminei o meu café da manhã e fui me trocar, enquanto a minha mãe tinha uma conversa familiar com o meu pai na cozinha, no lado de baixo. 

_O filho da Selena é gay, eu sempre avisei ela para não deixar ele ficar saidinho mas ela não me ouviu - ouvi a minha mãe dizer aquilo e bufei.

Meu pai respondeu impaciente:

_Ah, o problema é dela. Não temos nada a ver com o filho dela, Karla. - a voz do meu pai saiu grossa.

_Mas temos uma filha também.

Desci as escadas, despreocupada e feliz, depositei um beijo na minha mãe e um no meu pai. Vi dois sorrisos perfeitos para mim.

Era o meu segundo ano do ensino médio, numa escola nova em uma cidade nova. Eu estava com medo, porque sinceramente não tinha amigos desde criança, eu não me enturmava com absolutamente ninguém. Sempre me perguntava se o problema estava em mim, mas eu procurava ser uma pessoa carismática e simpática com as pessoas e elas nunca viam isso, hoje me preocupo menos em manter as aparências. 

Peguei a chave do carro do meu pai mas antes de sair a minha mãe disse umas coisas para mim que me deixaram absmada e pensativa:

_Filha, hoje a Regina e seu filho Sean que inclusive tem a sua idade, vem jantar aqui. Não chegue tarde. - ela avisou.

Senti a minha pulsação um pouco descontrolada, talvez de raiva, mas eu não tinha nada a fazer. Encarei a porta marrom desenhada a minha frente e o chaveiro ilustrado colorido, três flamingos representando a família. 

_Tudo bem. - murmurrei.

...

_Muito obrigada! - sorri feliz para a diretora super simpática que me atendeu como se eu fosse uma jóia preciosa nesse fim de mundo. O sinal bateu e eu tampei os ouvidos, totalmente desacostumada com isso. Duas garotas passaram esbarrando em mim enquanto eu arrumava rapidamente o meu armario, jogando todos os meus livros novos no chão e parando para me olhar. Estas me observavam com nojo e estranheza. 

_Você é nova né? - uma delas perguntou, seus cabelos loiros em cachos perfeitos me fizeram perguntar se estavamos em um filme dos Estados Unidos... Eu provavelmente era a atriz idiota. 

_Sim, sou. - respondi recolhendo os livros tentando ao menos esconder a minha cara de insatisfação e o meu bico de raiva.

Nesse mesmo momento, uma garota tampa a minha visão, ficando de costas para mim, olhando na direção das garotas.

_Lauren Jauregui. Não tem um garoto diferente para se entreter não? Vai dar garota e nos deixa em paz. - a loira disse para a menina na minha frente, recolhi os livros e me levantei me recompondo.

O público se juntava ao nosso redor, não deixei de corar com isso. 

_Rose Bennet, saia daqui antes que eu esfregue essas luzes mal feitas na água do sanitário, onde você toma banho todos os dias - a tal Lauren salvadora respondeu, e as duas sairam me olhando de soslaio. Ouvi alguns risos abafados dos garotos que passavam ali ao nosso redor, logo estavámos sozinhas novamente no corredor. 

_Obrigada Lauren, mas não precisava, eu não ligo para esse tipo de coisa, elas provavelmente só queriam atenção - eu comentei e a mesma se virou para mim.

Os seus traços eram simplesmente perfeitos, e eu me inundei nos seus olhos verdes. Perdi o ar, mas logo me recuperei.

A mesma me encarava da mesma forma.

_Qual o seu nome ? - ela perguntou com um sorriso amigavel no rosto.

_Ah me-meu nome? - gaguejei esquecendo a fala.

Ela assentiu fracamente, observando a minha boca e os meus movimentos nervosos. 

_Camila. - assenti. Sim, meu nome era Camila.

_Ah, Camz. - ela me olhou de cima a baixo - adorei o seu colar de lua.


Notas Finais


Vocês decidem se eu continuo ou não. Beijos, até o próximo capítulo!
❤️❤️❤️


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