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História O Mal que Habita - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, meus amores!
Capítulo novo que é a continuação do anterior que terminou daquela forma, deixando vocês bem na mão haha.

Obrigada por serem tão incríveis em cada capítulo novo. Eu me divirto com vocês e percebo o quão criativo são! Sério... as teorias não são loucas, vcs que são bem criativos!

Aaah, dei uma entrevista pro Instagram do fandom. Estou me sentindo super importante🤣, porém, com um pouco de vergonha por perceber que falo DEMAIS! Kkkk. Lá no final deixo o link da entrevista pra vocês.

Boa leitura...

Capítulo 11 - Capítulo Onze.


Fanfic / Fanfiction O Mal que Habita - Capítulo 11 - Capítulo Onze.

 

Sakura deu-se conta que prendia a respiração no segundo em que seu peito começou a doer. Ela então respirou com força, e percebeu que o ambiente lotado estava deixando-a claustrofóbica, foi quando saiu dali esbarrando em algumas pessoas, sentindo-se atônita e de que o que vivenciara até ali não passara de grandes mentiras. Não era de seu dever, mas as conversas que teve com Chiyo, esperava que a mesma revelasse sobre a existência de seu neto, que por vez se tratava de Gaara, o enfermeiro que queria causar intrigas naquela colina com as temíveis verdades escondidas pelo sr. Uchiha e seus funcionários leais à força.

 

Aquilo a assustava. Mas haviam muitas coisas que estavam a assustando desde que começara a trabalhar para aquele homem. Quando alcançou o lado exterior do bar, só parou quando Naruto a tomou em seus braços. Ao notá-la desorientada, desesperou-se. A levou para um pouco mais longe daquela barulheira e agitação. Naquele momento, Sakura apenas encolheu-se em seus próprios braços e procurou por Gaara. Não o viu em meio à multidão. Talvez tenha permanecido do lado de dentro, e desistido de insistir nela, ou talvez tenha sido um fantasma. Por que não? Mas, por que sim? Aqueles livros… aquela conversa… tudo vinha mexendo com a sua cabeça e ela só queria gritar.

 

— Aquele seu amigo… — ela começou, sentindo-se uma tonta. — Por que, Naruto? Por que você armou isso pra mim?

 

O loiro espremeu as sobrancelhas em tamanha confusão. E para o assombro de Sakura, ele parecia realmente não entender aquela situação.

 

— Não sei do que está falando. O que Gaara fez pra você? O que ele a disse?

 

Ela balançou a cabeça. Não o diria. Seria apenas mais um conspirando e querendo guerra com o seu patrão.

 

— Nada. Mas ele é indelicado, esperava nunca tê-lo conhecido.

 

— Me desculpe. Eu não imaginava que não fossem se dar bem. Na verdade, pareceu até que se deram no segundo em que os deixei a sós.

 

— Foi por isso que quis tanto me apresentá-lo? Porque ele trabalhou para o mesmo homem que estou prestando meus serviços agora?

 

— Honestamente, sim. Ele havia dito que ficou sabendo que o sr. Uchiha tinha uma nova enfermeira, fiquei animado em dizê-lo que a enfermeira em questão se tratava de você.

 

— Bom, seu amigo guarda muito rancor do antigo trabalho e não tenho nada a ver com isso.

 

— Ok.

 

Uns segundos em silêncio se passaram até que Naruto desse conta do que devia devidamente fazer.

 

— Quer que eu a leve para casa? — Cuidadosamente ele perguntou.

 

— Achei que não fosse perguntar. Eu adoraria!

 

Então ela o seguiu até o Chevet dele e em nenhum momento olhou para trás a procura de Gaara. Se olhasse, temia encontrar aqueles olhos e descobrir que ele a dera um mapa a seguir. É claro que era um mapa. Mas ela iria ignorar, não queria estar nas mesmas circunstâncias que ele encontrou-se um dia. As frustrações dele não seriam refletidas na vida profissional dela.

 

No entanto, foi difícil esquecer aquele episódio quando Naruto, que dirigia propositalmente devagar, começou a tocar no assunto.

 

— Me desculpe o Gaara. Ele é meio obcecado com o ex-patrão. Talvez eu devesse ter pensado que ele pudesse lhe oportunar.

 

— Obcecado a que nível? — Sakura perguntou preocupada.

 

— Ah, sei lá. Mas se o sr. Uchiha tem um inimigo, ele definitivamente deve ser o Gaara.

 

— A coisa deve ser feia mesmo.

 

— Bom, eu também ficaria muito irado se a minha avó continuasse trabalhando sendo que tem idade de se aposentar. Ele acha que a avó tem sido obrigada a ficar por lá.

 

Em meio ao breu do carro, os olhos de Sakura brilharam. Ela balançou a cabeça e balbuciou alguma coisa antes que começasse a proferir indignada.

 

— Não, não, não… Chiyo ama o trabalho dela e adora servir o sr. Uchiha. Talvez ela só esteja lá porque possa ser o melhor para ela. E uma coisa eu garanto, o trabalho dela mal parece um trabalho.

 

— Você parece ter ficado muito incomodada com isso. — ele comentou a olhando rapidamente de relance.

 

— Mas é claro. Experimente alguém falar mal do seu trabalho. Somente você pode fazer isso, e não terceiros.

 

Ele concordou e não tocou mais no assunto. Depois que Sakura reclamou do fato de estarem indo muito devagar, dez minutos depois já estavam na casa de sua mãe. Naruto veio a desculpar-se mais uma vez pelo amigo inconveniente e ela, por ter estragado a noite. Se despediram com a promessa de se verem no próximo final de semana, mas Sakura não tinha muitas esperanças quanto aquilo. E então, ela voltou sorrateiramente para o seu antigo quarto como se nada tivesse acontecido. Depositou um beijo na testa de Sayuri e deitou no colchão de solteiro que havia puxado debaixo da cama da irmã.

 

Sakura não se importava em dormir ali. Muito pelo contrário, até gostava muito de como aquilo lembrava a sua infância e as festas do pijama. No entanto, dormir foi a última coisa que conseguira pelas próximas duas horas. Sakura rolava de um lado pro outro, encolhia as pernas e as esticavam, cobria o rosto com o braço e então o tirava. Estava claro demais para ela, mas virasse pro lado que não tinha tanta luz da abajur, ela ficava incomodada com o breu, que a afundava mais ainda em um precipício de questionamentos.

 

Houve um momento em que ela simplesmente grunhiu por não conseguir dormir. Estava arrasada em como Gaara estava certo sobre ela não conseguir aquele feito porquê, tudo o que pensava – principalmente –, era no bendito gárgula e a porta secreta. Quis tanto que ele estivesse bebado o suficiente para dizer que estava delirando, mas não, nem isso seria a comprovação de lorotas. Sakura estava com medo pois, era muito mais provável que ele estivesse falando a verdade.

 

Ela olhou o celular e sentiu-se incomoda ao perceber que faltavam quinze minutos para meia-noite e mal conseguira pregar os olhos. E sentia que estava longe de fazê-lo. Pensou que pudesse ligar para Naruto e resolver aquilo passando a noite ao lado dele, no entanto, um formigamento estranho a deixava inquieta, e o mais difícil era que ela sabia muito bem sobre o que se tratava. Então num impulso de coragem, ela levantou-se e só então percebeu que não precisaria se trocar pois não havia nem sequer ido escovar os dentes. Talvez um banho resolvesse, mas ela não seguiu para o banheiro. Sakura pegou as suas coisas e com muito pesar, deixou o quarto de Sayuri e foi embora dali.

 

Conseguiu pegar um táxi depois de ter andado duas quadras e suplicado muito que a levasse para a mansão da colina. Ninguém se atrevia ir até lá naquele horário da noite, pois se de dia já era assustador o caminho para a mesma, a noite era mais ainda. No entanto, com a promessa de pagar o dobro, ela conseguiu fazer com que fosse levada de volta para o trabalho. E no caminho, recebeu uma inesperada ligação.

 

— O que houve? — Era Jiraiya e ele parecia inquieto pela resposta. Possivelmente a vou saindo de fininho.

 

— Aconteceu uma emergência, preciso voltar. — Mentiu.

 

— Espero que fique tudo bem.

 

Sakura sentiu-se mal pela mentira, mas também aceitou as boas energias do padrasto.

 

— Eu também. — Complementou antes que a ligação se encerra-se ali.

 

Sakura bufou frustrada e ansiosa, desligou a ligação e guardou o celular. Sentia o frio lhe congelar os dedos e os pensamentos, mesmo que inquietamente intensos. O que estava fazendo? Perguntou assim que o carro começou a subir em direção à colina. Estava tão preocupada com Sasuke que esqueceu que este cortara qualquer tipo de relação afável com ela, entretanto, odiava em como Gaara soara convincente o bastante para fazê-la voltar para o trabalho aquele horário da noite. Não havia motivos. Estava totalmente fora de cogitação, mas ela sabia que estava indo porque ele havia influenciado fortemente em suas atitudes. Porque ela não aguentava mais aqueles segredos e precisava de uma vez por todas, descobrir o seu real lugar.

 

O caminho para a mansão do sr. Uchiha tornou-se um trajeto assustador. Sakura percebeu que a neve havia parado temporariamente naquela noite, dando espaço a relâmpagos e trovões, rajadas fortes de ventos e uma garoa que ameaçava uma forte tempestade no meio da madrugada. Ela encolheu-se no fundo do carro, indiferente com a dança sombria que os galhos faziam e o som afunilado do sopro que a noite assobiava, abraçou o próprio corpo e procurou forças em seu único objetivo. Estranhamente, agarrou-se em Sasuke. Lembrou dos poucos momentos que vivenciaram até ali, e de como fora tão cuidadoso com ela, ao ponto de fazê-la se sentir amável e única.

 

Sentia como tivesse conquistado o impossível. E saber que havia chegado ali, tornava a sua ânsia de encontrar com Sasuke algo mais breve o possível, mesmo que isso fosse deixar seu emprego a risca. Gaara não o suportava, e as coisas que pensa ao respeito dele a fazia ter mais compaixão com o próprio chefe. Além de que, saber que tudo aquilo não passara de lorotas do ruivo para ganhar atenção e destruir a imagem do escritor, Sakura acreditava que uma conversa entre dois adultos seria o suficiente.

 

Quando chegaram na passarela de árvores que levava até a casa, Sakura pediu para que o motorista diminuísse a luz alta dos faróis e fosse menos barulhento. Não queria que Tsunade viesse a estragar seus planos ou que acordasse a casa toda. E ao chegar na porta, pegou suas coisas e pagou a corrida. Percebeu um pouco de receio no homem e a vontade de dar no pé dali. Ele tampouco esperou mais que dez segundos para que voltasse, e então, Sakura se viu sozinha e completamente amedrontada. Estava escuro e a tempestade iminente tornava o cenário mais propício a sua insanidade; e foi só então um relâmpago cortar o céu em direção ao mar, que ela apressou os passos e entrou na casa com a ajuda da cópia da chave que recebera.

 

Estava escuro demais para que ela sentisse seu coração bater mais forte e um formigamento percorrer seu corpo. Largando a bolsa ali na porta, observou que os móveis antigos formavam silhuetas estranhas e questionáveis em meio ao breu,  não gostava da forma como não se sentia sozinha ali; e com uma força de seu receio, correu para a escada onde subiu os degraus apressadamente, tentando não fazer barulho e principalmente, não olhar para trás. O que ela podia esperar, afinal? Estava tudo quieto demais. Para a sua surpresa, a casa não parecia viva e a única coisa que dava indício de atividade ali, era ela mesma.

 

Quando chegou ao mezanino, sua única vontade foi de ir para o seu quarto e esconder-se debaixo das cobertas como uma garotinha assustada. No entanto, parou e observou suas atitudes desde que decidira voltar: estava parecendo uma idiota, procurando por conspirações e motivos para ser demitida. Era tão óbvio que Gaara fez aquilo para que a mesma viesse a ser demitida, mas, o que ele ganharia com isso? Naruto apenas frisou o imaginável, de que Sasuke teria um inimigo e que se trata do seu ex-enfermeiro, vulgo neto de Chiyo. Aquilo era alarmante e ele precisava ter conhecimento disso.

 

Foi só então que seus olhos bateram com o gárgula bem a sua frente. Tão obscuro quanto tudo que já vira. Ele era feio e horrendo o suficiente para que ela nem sequer chegasse perto. No entanto, deu alguns passos até se ver cara a cara com este, de sorriso maléfico e olhos que apesar de tão abstratos, exprimiam algo ruim. Sakura não sabia onde exatamente procurar. No final das contas era só uma pedra esculpida que parecia completamente inofensiva.

 

— Besteira.

 

Ela falou quando percebeu que o único botão ali, era o que havia nela e que precisava ser urgentemente acionado. O do seu ceticismo. Mas num movimento involuntário, seus dedos deslizam pelo chifre do gárgula, e então inspecionou toda a silhueta dele até ela chegar na base traseira e sentir um ressalto que apenas com o peso do seu dedo, fez um “click” em meio ao silêncio ensurdecedor. A boca de Sakura abriu em surpresa e ela afastou em um reflexo. A parte curvada da parede logo atrás do gárgula fez um movimento sinuoso, revelando uma passagem secreta.

 

Sua mão cubriu a boca na tentativa de abafar o grito. Por medo e por perceber que Gaara estava certo. Aquilo a apavorou mais ainda. Se aquilo era verdade, as outras coisas também seriam. A partir daquele ponto então, Sakura percebeu muito rápido que precisava fazer uma escolha entre apenas duas opções: ou voltaria para seu quarto e fingia que nada aconteceu, ou então, continuava indo em frente e descobrir o porquê daquela parte secreta da casa e ter que escolher mais uma vez, entre duas opções, com a única diferença que essa eram as opções do sr. Uchiha.

 

Por um momento, sentiu sua traqueia tapar. Ela estapeou a garganta e se libertou da sensação de enforcamento. Sakura parou por uns segundos até que chegasse a única conclusão mais plausível para ela. Se ignorasse aquilo, viveria arrependida, ou então possivelmente tocaria no assunto com Sasuke e ele ficaria muito chateado. Poucas coisas na vida a fizeram notar o quão era realmente valiosa, assim como poucas coisas fizeram a ter o prazer de viver. Seu falecido pai era um deles, e agora só lhe restava Sayuri. Sabia que suas opções não eram muitas e que não tinha nada a perder, e que as chances de se odiar eternamente por não ter entrado naquele parte secreta da casa, eram grandes.

 

Então após pensar por questões de cinco segundos, Sakura tomou frente e foi para a escada que a levava para a parte superior. Se Gaara estivesse completamente certo em todas as suas palavras, aqueles degraus a levariam para a torre. A escada tinha uma corpulência em espiral. Sakura pisou cuidadosamente em cada degrau, de um por um. Era horrível que mal podia sentir a respiração e ainda precisava passar por um lugar estreito. Entretanto, quando chegara ao fim, finalmente pôde se sentir melhor com o espaço aberto que lhe dava de antemão uma única porta ali. Sakura então hesitou e não gostou do frio que correu a espinha e fez sua tez arrepiar.

 

Havia ali, uma atmosfera densa da qual nunca sentira antes, além da temperatura estar mais baixa do que o normal. Ela abraçou os pequenos braços e respirou fundo. Havia mais uma chance de pensar corretamente e desistir daquela ideia louca de heroísmo e coragem. No entanto, infelizmente Sakura sempre esteve tão certa de que sua história nunca fora suficientemente atraente para ser contada, e que se houvesse uma oportunidade de mudar completamente o roteiro monótono da mesma, o momento era aquele. E com um impulso de coragem, medo e adrenalina, ela deu passos firmes até a porta e tocou em sua maçaneta redonda e fria, até girá-la e ouvir o seu destravar.

 

O momento em que empurrou a porta e esta rangeu, foi em que seu coração bateu tão forte que achou que fosse ter um ataque. Cuidadosamente foi adentrando o ambiente que para a sua surpresa, a princípio parecia vazio e inofensivo, mas na penumbra no fundo deste cômodo, alguma coisa lhe deixara em alerta. A porta arreganhada e deu dois passos adentro do quarto escuro. Ali ela ficou e tentou identificar o que tanto se escondia nas sombras. Até que um som familiar a fez perder toda a cor em si: as correntes tilintaram no chão de madeira. Sakura não gostou daquilo, e em como dali de cima parecia menos barulhento do que quando ouvia do seu quarto.

 

— O-oi? — Gaguejou enquanto tentava ser corajosa. 

 

Não conseguiu dizer mais nenhuma palavra pois não sabia com o que estava lidando, ou quem. Imaginou que fosse um cachorro muito bravo e indisciplinado, mas nunca ouvira um sequer latido. Pensou até mesmo que Sasuke viesse a manter em cárcere privado alguma pessoa, como até mesmo uma amante, no entanto, parecia ser pior. Descartou toda aquelas alternativas quando ouviu muito bem um suspirar enraivado e selvagem. Isso a fez recuar um passo. O som das correntes ficaram mais perceptíveis até notar que elas estavam se movimentando. Seu corpo paralisou e olhos olhos tornaram-se mais atentos.

 

Assistiu, lentamente de forma sufocante, uma silhueta grande sair das sombras. Era um homem. Mas um homem modificado e diferente o suficiente para perceber que não era um simples homem. A pele de um cinza mórbido refletia o azul melancólico noturno, bem como os fios de cabelos negros e grandes que caiam sobre os ombros; ele trajava apenas uma calça velha, deixando visível as partes definidas de um corpo esbelto e viril, mas muito intimidador por ser maior do que poderia imaginar. Sakura não entendia como, mas essa era a única parte que chegava a ser menos estranha. O braço esquerdo… a metade do braço esquerdo fez sua cabeça rodopiar.

 

Sa-Sasuke?

 

Falou com a voz carregada de angústia e pavor. No entanto, sua única resposta foram os olhos vermelhos vibrantes que reluziram em meio ao escuro, ascendendo como um alerta ao perigo. Sakura sentiu suas pernas travarem, no entanto em questão de segundos e muito encorajada pelo medo, apenas virou e correu. Conforme voltava para a estaca zero, ouviu a besta gritar e mexer as correntes que tanto a atormentavam. Ela notou que aqueles gritos eram familiares, os gritos de tormenta, bem como os das correntes. Passou pelo gárgula e seguiu em direção a escada. A besta não parava de gritar e espernear; parecia estar em seu encalço. E quando ela olhou para trás pata averiguar se ele não estava perto de puxá-la e partir para o ataque, Sakura pisa em falso e seu corpo despenca no primeiro lance de escada. Seu corpo sente a parede fria no final dos degraus e um forte zunido em sua cabeça a deixa tonta. Tudo roda e fica difícil de assimilar no escuro.

 

A visão turva vai deixando-a cega. E a última coisa que consegue então ver, é uma silhueta branca vindo em sua direção, com uma pequena chama  em mãos, fantasmagoricamente a perturbando e fazendo seu mundo apagar no mais frio e obscuro medo.

 

 

 


Notas Finais


Quem aí acertou?? Lembro de algumas leitoras que surgiram com a teoria certa!

Link da entrevista: https://www.instagram.com/p/CAThgjCgiHs/?igshid=37qktsbc5tok

Bjss e até 🖤


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