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História Katsuki bakugou and You - Capítulo 1


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Notas do Autor


S/n: seu nome

Eu coloquei algumas coisas de minha preferencia mas podem ler como se fosse as suas, ou seja, eu coloquei morango como minha fruta favorita, mas vocês podem imaginar como se tivesse escrito "maçã" por exemplo.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Katsuki bakugou and You - Capítulo 1 - Capítulo 1

S/n-on

Eu me chamo s/n toshinori, tenho 15 anos, tenho cabelos platinados, sou muito gostosa e linda, e como vocês podem ver tenho uma auto estima alta. Minha fruta preferida é morango, eu desenho muito bem, adoro rap, trap, um pouco de kpop e algumas músicas de generos aleatorios.

Agora que ja contei sobre mim e minhas preferencias, vou lhes fazer um breve resumo sobre a minha vida.

A minha mãe morreu quando eu tinha 7 anos de idade, ela tinha uma doença grave que não possuia cura e desde então o meu pai teve que se virar para me cuidar, o meu pai deu o seu melhor mas toda garota precisa da sua mãe presente em certos momentos da vida. Antes de morrer a minha mãe fez diversas cartas, cada carta tinha que ser lida após um acontecimento específico.

Ela fez uma carta para quando aprendi a andar de bicicleta, uma para quando eu pensasse nela, uma para quando eu estivesse doente, uma para quando estivesse triste, uma para quando eu estiver feliz, uma para quando desse o meu primeiro beijo, uma para quando fosse na minha primeira festa com garotos, uma para quando eu me apaixonasse e uma para quando realizasse meu sonho.

Eu já li quase todas elas diversas vezes, as únicas que ainda não consegui ler foram "para quando me apaixonar" e "para quando realizar meu sonho", a minha mãe sabia muito bem qual era meu sonho, meu sonho é estudar na mesma escola de super heróis que ela e o meu pai estudaram, na U.A., eles se conheceram lá e se apaixonaram perdidamente.[a imagem da capa são os pais]

Eu fui estudar em outra cidade quando tinha 13 anos e aproveitei para fazer um curso de armas brancas. A minha mãe usava katanas em suas lutas com vilões e quando ela morreu eu descidi que queria usar as katanas dela, para honrar o seu nome.

Eu acho que isso é tudo... ah, eu me esqueci de dizer. O meu pai se chama yagi toshinori, mais conhecido com all might. Sim, eu sou filha do super herói número 1, mas poucas pessoas sabem disso para a minha própria segurança, muitos vilões viriam atrás de mim se soubessem disso. 

Eu passei 2 anos longe do meu pai, ele me ligava as vezes, mas no inicio deste ano ele se tornou professor na U.A., se era difícil falar com ele antes imagina agora. Bomm... Como agora ele é professor ele me recomendou pessoalmente ao diretor do Colégio, o meu pai disse que depois de ouvir as minhas individualidades o diretor nem pensou antes de dizer sim.

Nesse momento eu estou dentro de um avião a caminho da minha cidade e eu acho que é o momento perfeito para ler uma das poucas cartas que a minha mãe escreveu.


[Conteúdo da carta]

_________________________________

Para quando realizar o seu sonho.


Minha pequena hime, se você estiver lendo essa carta significa que você realizou o seu sonho, você finalmente vai estudar na U.A.

Eu queria poder te abraçar bem forte e te dizer que estou muito orgulhosa, mas como tal ato não será possível... 

Venho por meio desta carta lhe parabenizar.

Eu queria lhe dizer que eu acredito no seu potencial e tenho certeza que você se tornará a melhor heroína que este mundo ja ouviu falar. Você tem grandes poderes e sei que com eles tornará o mundo um lugar bem melhor, mas não esqueça de se divertir no trajeto até a sua conquista.

Nunca se esqueça de quem você é! Não se esqueça da garota incrível que eu tenho certeza que você se tornou e o mais importante, não deixe que ninguém te diga o que você pode ou não fazer, se você quer fazer algo, vá e faça. Se você nunca desistir logo chegará ao topo.

Eu te amo muito, minha hime.


Com amor, mamãe.

___________________________________

-Eu também te amo, mãe. 

_Digo em forma de sussurro enquanto enxugo as minhas lágrimas.

Agora são exatamente 18:30 da noite, eu acabei de chegar no aeroporto e não tem ninguém me esperando, o que não é surpresa. A única pessoa que avisei sobre a minha chegada foi o diretor nezu, agora vocês devem está se perguntando por que eu avisei o diretor do colégio e não avisei ao meu pai né? 

Eu avisei ao diretor que iria para a aula amanhã, o diretor me fez o favor de deixar um uniforme no hotel que eu disse que ficaria, eu pretendo fazer uma surpresa para o meu pai.

Cheguei no hotel e o meu uniforme estava na recepção, subi para o meu quarto, tomei um banho e sai para comprar algumas coisas.

Fui até uma papelaria e comprei tudo o que precisava para o meu primeiro dia de aula, eu não consegui trazer as coisas que eu usava na outra cidade, estava com excesso de bagagem.

Comprei as coisas que precisava e decidi que queria comer alguma coisa, fui até uma lanchonete próxima e pedi um hambúrguer.

Enquanto esperava o meu pedido notei que tinha um loiro muito bonito me encarando, quando nossos olhares se encontraram ele desviou o olhar corado.

Fui interrompida dos meus pensamentos pela moça gritando "pedido 231", peguei o meu pedido e voltei para o meu lugar, enquanto comia peguei aquele loiro me observando algumas vezes e ele sempre desviava o olhar.

Terminei de comer e fiquei mexendo no celular, quando eu ouço alguns gritos e levanto o meu olhar.

Loiro: eu venho aqui quase todo dia, você me conhece.

Balconista: desculpe senhor, mas são normas da empresa, não posso deixar você sair sem pagar.

Loiro: eu  ja disse que esqueci a merda da carteira, eu vou em casa buscar.

Balconista: sinto muito, mas não posso permitir, será que o senhor pode ligar para alguém vim trazer o dinheiro?

Loiro: os meus pais estão no trabalho, caralho. Eles só vão sair do trabalho as 23:30.

Balconista: nossa lanchonete fica aberta 24 horas, o senhor pode esperar pelos seus pais aqui.

Loiro: o que??? Eu não vou ficar aqui até as 23:30.

Balconista: desculpe, é a única solução que temos.

Loiro: que droga, tá eu vou ficar nessa merda.

Ele voltou para o lugar em que estava, colocou os fones de ouvido e ficou mexendo no celular. Eu me levantei e fui pagar a minha conta, eu estava com dinheiro a mais então não vejo por que não ajudar aquele garoto.

-moça, você pode me dizer o valor da conta daquele garoto?

Balconista: xxxx.

- você pode adicionar esse valor a minha conta?

Balconista: você vai pagar a conta dele?

- Sim, eu acho que ele quer ir para casa.risos

Balconista: risos é muita gentileza da sua parte. Deu xxxx

Entreguei o dinheiro para ela e recebi dois comprovantes de pagamento, coloquei o comprovante em cima da mesa do garoto e sai da lanchonete antes que ele pudesse dizer alguma coisa. 

S/n-of

Bakugou-on

Eu estava em casa entediado como sempre, então decidi ir comer alguma coisa na lanchonete aqui perto. Quando cheguei, me sentei na primeira mesa que eu vi e fiz o meu pedido, não demorou muito e uma mulher falou o número do meu pedido, peguei e voltei para a mesa.

Eu estava comendo quando ouço o barulho do sino que fica em cima da porta, quando levei o meu olhar para a porta havia uma garota de cabelos platinados e com um corpo cheio de curvas, ela entrou e se sentou em uma mesa qualquer e fez o seu pedido.

Eu não conseguia tirar os olhos dela, ela era tão linda e DROGA BAKUGOU, o que você está pensando? É só uma garota idiota.

Era só uma garota idiota que eu não conseguia parar de olhar, eu estava encarando ela até nossos olhares se encontrarem, eu desviei o olhar na mesma hora, mas agora era tarde, eu fui pego em flagrante.

Uma mulher disse o número do pedido e eu vi a garota se levantando para pegar, ela estava no balcão pegando o seu pedido e eu estava lá, encarando profundamente a bunda dela.

Droga, eu estou igual ao mineta.

Ela se sentou e começou a comer, nossos olhares se encontravam as vezes e eu sempre desviava o olhar, ela terminou de comer e ficou mexendo no celular.

Eu acho melhor eu ir embora antes que eu enlouqueça.

Me levantei e fui até o balcão pagar a conta, eu passei a mão em meus bolsos e nada de achar a droga da carteira.

- eu esqueci a merda da carteira em casa, eu vou em casa buscar e ja volto.

Balconista: desculpe senhor, mas eu não posso permitir que o senhor saia do estabelecimento antes de pagar.

-eu venho aqui quase todo dia, você me conhece.

Balconista: desculpa senhor, mas são normas da empresa, não posso deixar você sair sem pagar.

-eu já disse que esqueci a merda da carteira, eu vou em casa buscar.

Balconista: sinto muito, mas não posso permitir, será que o senhor pode ligar para alguém vim trazer o dinheiro?

-os meus pais estão no trabalho, caralho. Eles só vão sair do trabalho 23:30.

Balconista: nossa lanchonete fica aberta 24 horas, o senhor pode esperar pelos seus pais aqui.

- o que??? Eu não vou ficar aqui até as 23:30.

Balconista: desculpe, é a única solução que temos.

- que droga, tá eu vou ficar nessa merda.

Voltei para a mesma mesa antes que eu me irritasse mais e explodisse aquela mulher, coloquei meus fones e fiquei escutando música enquanto mexia no celular. Alguns minutos depois alguém coloca um papel em cima da minha mesa e sai.

"Comprovante de pagamento"


-Ei mulher.

[disse me referindo a balconista.]

-Em que posso ajudar, senhor?

- Que merda é essa?

[disse mostrando o papel.]

Balconista: aquela garota bonita de cabelos platinados, pagou a sua conta, ja pode ir embora.


Assim que ela disse aquilo olhei para a mesa em que a garota estava sentada, mas não havia ninguém lá.

Sai da lanchonete e olhei de um lado para o outro, quando vi ela estava quase chegando na esquina, sai correndo atrás dela.


-eii.

[disse colocando a mão no ombro dela.]

Platinada: oi 

[disse enquanto sorria.]

-foi você que pagou a merda da conta?

Platinada: sim.

- por que? Não preciso de caridade.

Platinada: eu achei que você não iria querer ficar plantado na lanchonete, e além do mais isso não é caridade.

-Tanto faz, aonde você mora? Eu vou buscar a droga do dinheiro na minha casa e depois vou lá te entregar.

Platinada: não precisa.

-Como eu disse, não preciso de caridade, eu comi e eu que tenho que pagar essa merda.

Platinada: faz o seguinte, da próxima vez que você me ver, você me paga.

- quem te disse que a gente vai se ver de novo?

Platinada: ninguém, é só uma hipótese.

-eu vou te acompanhar até a sua casa, vamos.

Platinada: por que?

- eu não tenho nada para fazer e também eu posso ver aonde é a sua casa e depois vou lá entregar a merda do dinheiro.

Platinada: tá, vamos.


Andamos por algum tempo e chegamos em frente ao melhor hotel da cidade.


Platinada: chegamos.

- você mora em um hotel?

Platinada: não, é só por essa noite.

- tá, tanto faz.

Platinada: qual o seu nome?

- por que quer saber?

- Eu quero saber o nome do garoto bonito que me trouxe até o hotel, não posso?


Garoto bonito é?

[disse em meus pensamentos]


- katsuki bakugou e o seu?

Platinada: s/n toshinori.

- hum.

S/n: boa noite e obrigada por me trazer até aqui.

[Disse depositando um beijo na minha bochecha]

- b-boa noite.

S/n: [risos]


Ela entrou no hotel e eu fui para a minha casa, não parava de pensar naquela garota.

Eu podia ter pedido o número dela. Não!! Para que?? Eu só posso está louco.










       





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