História O Medo de Um Futuro - Capítulo 4


Escrita por:

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Categorias Yu Yu Hakusho
Personagens Hiei, Kazuma Kuwabara, Keiko Yukimura, Kurama Youko, Yukina
Tags Hiei, Hieixleitor, Leitor, Yuyuhakusho
Visualizações 6
Palavras 2.680
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Terceiro dia. Aquele seria o dia antes de se despedir dele novamente daquela casa. A noite de amor que passamos juntos foi como a primeira, praticamente. Porém, mais “familiarizados”, digamos assim. Hiei não mudaria comigo para a nova cidade, onde viveria num apartamento bem simples e para (no mínimo) um casal. Prometeu que me visitaria sempre que pudesse e sentia certa angústia que esse “sempre” poderia levar anos. Como da outra vez... 

Acordei e vi aquele belo corpo masculino se vestindo novamente. Hiei tem desenvolvido tanto nesses últimos tempos! E ele não andava nu pela casa, embora estivéssemos a sós ali. Espreguicei e me levantei. 

—  Bom dia! —  saudei baixinho. 

—  Olá. —  disse simples. Mas era o jeito dele, não estava entediado (ou estava?). 

—  Ah.... hoje é o dia da véspera da mudança, quero muito ficar em casa e aproveitar até sair daqui. 

—  Morará sozinha mesmo? 

—  ...é, pelo que vejo. —  sorri de um jeito tímido —  talvez se... alguém quisesse me fazer companhia no meu novo lar, não veria nada demais! 

—  Ah, não dá! —  comentou Hiei, ajeitando o cabelo arrepiando-o com as mãos —  Tenho uma missão no Makai. Mas visitarei você com mais frequência. Eu prometo! —  foi até a mim, sentou na cama e acariciou os meus cabelos. 

—  ...entendo, meu querido. Seria uma honra acordar todos os dias com você ao lado... seria mais que uma segurança. Sabe que eu te adoro, não sabe? 

—  Eu também gosto muito de você, [Seu Nome]. Senão, não voltaria mais. 

—  Acredito nisso... ainda bem que gosta! —  expressei certo sarcasmo amistoso, mas só aquela última frase me deu um aperto pequenino na garganta. Meu Deus... não poderia ficar assim. Prometi a mim mesmo que me sentiria segura, procuraria ficar assim. Peguei na mão dele. Ele tinha uma mão pequena, firme e de palma áspera. Adorava aquela aspereza deslizando pelo pescoço, pelos seios... por mim toda. 

Dessa vez, não sai de casa para comprar comida. Desde o desjejum até o almoço, comemos juntos. E ele parecia estar com apetite maior nesse dia. Será que ele passa muito tempo solitário no Mundo das Trevas? Poxa... 

De tarde, tivemos uma pequena surpresa. A visita de Kuwabara com uma garota de cabelos verde azulados e pouquinho menor que Hiei. Estava com um vestido verde simples e um casaco marrom, que tirou na hora em que entrou em casa. Surpreendi quando este se escondeu logo sem me avisar. Mas ele estava ali por perto. 

—  Kuwabara... a que honra devo sua visita? —  e falei com a mocinha — Seja bem vinda, ... qual seu nome? 

—  Yukina. A seu dispor. 

—  Yukina... muito prazer em conhecê-la! 

—  Igualmente! 

—  Parecem que estão se dando bem! —  o ruivo alto gargalhou —  Ah, e eu tenho um pedido para lhe fazer, [Seu Nome], quebraria esse galho para mim? —  parou e ficou olhando os caixotes e as malas —  está de mudança? 

—  Sim. 

—  Ah... talvez não dê para você o que tenho que pedir! 

—  Ué, se der... eu posso te ajudar! 

O seguinte: Ambos eram namorados e Yukina não poderia viajar com ele, que também ficaria fora da cidade pois trabalharia em uma fábrica. Então me explicou que Yukina era uma youkai e que vivia no Mundo dos Humanos com ele. Pediu para que eu pudesse acolher Yukina, visto que morava sozinha e que até me ajudaria. 

—  M-mas... para ela tudo bem? —  olhei para a garota que ainda era uma estranha para mim, embora tivesse educados modos e uma sinceridade nos grandes olhos vermelhos. 

—  Sim, e eu posso ajudar nos serviços da casa, caso tenha que sair para algum trabalho. 

—  Er... bem... é que vocês me pegaram de surpresa! —  disse com a mão no peito, sem jeito. 

—  Confie nela como confia na gente, no nosso grupo! —  Kuwabara me disse com as enormes mãos pesadas em meus ombros. 

—  C-claro! Mas... quando você vai sair da cidade? 

—  Amanhã mesmo. 

—  Eu também! 

Ele e eu trocamos endereços. Ele iria para um outro estado! Ficaria no alojamento que abriga os trabalhadores dessa tal fábrica. Ele começou a chorar e foi até a Yukina, abraçando-a. Oh... separações são pesadas demais, eu sei bem! 

Ela pareceu chorar, com as mãos nos olhos. Fiquei comovida. Aceitei e ela pode ficar ali mesmo comigo. E agora? Como explicaria para o Hiei? Será que ele vai aprovar a vinda dela periodicamente comigo? Pois Kuwabara ficaria seis meses fora, até poder retornar à casa dele. 

Eu estava sem jeito ainda. Ele, como se estivesse premeditado, trouxe as malas dele no carro que tinha. Hiei deve ter percebido e deu-me o receio dele ir embora apenas pela presença daquela garota. Recepcionei Yukina que foi extremamente gentil e não sabia como explicar que eu estava com mais alguém ali. 

Após levá-la até o outro quarto vazio, fui ao meu e encontrei Hiei sentado na cama, com uma cara que... me deu medo! 

—  Hiei... não sabe o que me aconteceu! 

—  Eu ouvi tudo. 

—  Ouviu? —  perguntei receosa. 

—  Sim. A companhia dessa garota talvez te faça bem. Não ficará sozinha e não precisará tanto da minha proteção! 

—  E... bem, você a conhece? 

—  Conheço de longe. —  Hiei piscou umas duas, três vezes seguida. 

—  Mas e essa cara? —  cruzei os braços. 

—  Nada... apenas vi esse cara que não suporto! 

Lembrei-me das vezes que ambos se estranhavam. 

—  Ele é o namorado dela. 

Hiei apertou os lábios. Parecia incomodado, mas não perguntei mais nada! 

—  Se não quiser se revelar a ela, fique aqui ou na árvore. Ela dormirá no quarto de solteiro que está vazio, nós duas vamos improvisar uma cama para ela! 

Hiei se levantou e foi até a mim. 

—  Não diga a ela que estou aqui certo? 

—  Não. Não direi. —  prometi. 

Como Yukina acha que eu estava sozinha, quis passar comigo bom tempo. Trocamos algumas informações sobre nós e me identifiquei com ela. Falou-me que veio do País de Gelo e que sofreu certa adaptação naquela cidade “quente”. Eu não achava quente, mas eu nunca vi neve na vida, então... não poderia julgá-la. E Kuwabara iria para um estado mais quente desse país, o que o fez pensar duas vezes em levar Yukina. Sem contar que não a exporia para os colegas de quarto. 

—  Ele ficará seis meses fora. Depois voltarei para ele. Ele quer se casar comigo, mas eu não queria... pelo menos não agora. —  ela me disse. 

—  Somos jovens, temos todo o tempo do mundo para firmarmos nas carreiras! —  eu falando desse jeito, parecia tão segura de mim... 

Só pude ver Hiei a noite, quando eu fui dormir. Ele estava deitado, coberto, parecia dormir. Seria nossa última noite juntos ali, naquela casa. Mas... ele estava dormindo e eu não queria incomodá-lo. Deitei-me ao lado e fiquei esperando o sono. De repente, lágrimas me desceram pelos olhos. As inseguranças pareciam voltar. Sentia-me pesada por dentro. Fui tentando relaxar até que peguei no sono. 

Fui acordada de manhã cedinho com sussurro do meu amado, pedindo para que eu acordasse. 

—  Terei que ir. Está em boa companhia, isso me deixa mais seguro. 

—  Hiei... fique só mais um pouco. —  acordava manhosa abraçando-o. 

—  Não me disse que teria que acordar cedo? 

—  Aaaaah sim.... —  levantava-me agarrada a ele, que parecia aproveitar o meu abraço prendedor —  hoje é segunda...  

—  Teve uma noite boa? 

—  Só senti falta daquilo... mas como estava dormindo, não o incomodei. 

—  Eu estava meio mal-humorado e não quis passar isso para você, por isso dormi. 

—  Hiei... 

Sempre o mesmo. Abracei aos choros e o beijava freneticamente. 

—  Calma, [Seu Nome]! Você tem braços fortes! —  ele mantinha abraçado também, acariciando-me as costas —  e pare com esse choro! Quero sair seguro de que está bem! 

—  Estou bem... agora, terei companhia. E se você aprovou, fico realmente bem! —  disse limpando as lágrimas. 

Yukina deveria ter acordado, pois bateu a minha porta. 

—  [Seu Nome], está acordada? —  Yukina perguntou. 

—  Vai dar atenção a ela como me deu. Tenho certeza de que vão criar amizade. —  ele disse e olhou para a janela —  até logo, meu amor. Voltarei a vê-la nesse novo endereço! 

“Meu amor”... ahhh, aquilo saindo dos lábios dele... apertei os lábios e confirmei com a cabeça que sim. 

E ele desapareceu pelos galhos da árvore vizinha a nossa. Fui até meu cômodo e peguei aquele colar. Olhei fixamente para a gema enquanto Yukina batia pela segunda vez e depois parou. Então me lembrei dela e pus o colar, escondendo-o dentro da blusa. 

Como foi bom a presença dela ali! Ela me ajudou a arrumar o que faltava e chegaram os carregadores. Horar de olhar mais uma vez aquela casa. Parecendo sentir o que eu sentia, Yukina pôs a mão no meu ombro e demonstrou que queria me abraçar. Eu o fiz e chorei mais uma vez. Só que, dessa vez, não teve alguém preocupado com minhas lágrimas de nostalgia e (um pouco de) insegurança. 

Pegamos um táxi que, em menos de duas horas, nos levariam para o novo apartamento. Era um simples e tinham três andares. Eu me sentia sortuda naquele dia. Hiei me trouxe essa sorte com ele, através de pessoas que conhecia e uma outra que também não conhecia. Mandei uma mensagem do tal bip para o Kurama, avisando que estava bem e que já estava de mudança. 

Ao descer do táxi com ela, deparei-me com uma surpresa que me faria me emocionar novamente, mas estava cansada de chorar: Yusuke, Keiko e Kurama às portas do simples condomínio nos recebendo calorosamente. 

—  Yukina?! —  os três exclamaram surpresos. 

—  Pelo visto... já se conhecem! —  exclamei. 

—  Pessoal! —  ela foi até eles, eu em seguida. 

Trouxeram bolo e algumas comilanças (e bebidas também). Uma tarde agradável, como nos bons tempos! Yukina já era conhecida deles, agora era minha também. 

—  Então vão morar juntas? —  perguntou Keiko. 

—  Bom, assim ambas não ficarão sozinhas! —  disse Kurama. 

—  Exatamente! 

—  Duvido aquele pastel querer levar a Yukina para aquele lugar cheio de homem! —  disse Yusuke. 

—  Melhor coisa, Yusuke. E com [Seu Nome], Yukina está segura. —  Keiko respondeu. 

—  Ficarei por seis meses. É quando Kazuma voltará! —  disse Yukina. 

—  E depois, o casamentão e a pirralhada! —  comentou Yusuke, brincalhão. 

—  Ei, Yusuke! —  Keiko repreendeu —  isso é íntimo dos dois! 

—  Ele me prometeu que construiria uma família junto com a nossa! 

A garota de cabelos castanhos sorriu. Era o que eu estava pensando? Então ambos já planejavam ter filhos. Kurama apenas assistia tudo. E eu não entendia nada! Mas... pelo que Yukina havia me dito, não rolaria nada tão cedo! 

Foi uma tarde deliciosa. Não imaginava que reencontraria aqueles três tão cedo. Certamente, não passaria sozinha ali no novo apartamento. Ainda sentia falta  dele ... mas estava confiante. Sentia medo de que tudo aquilo pudesse acabar. Quando se encontra um porto seguro, é difícil ser obrigado a deixá-lo. Era assim que eu me sentia. Pelo menos por seis meses, Yukina estaria comigo e estava disposta a me ajudar nos cuidados do apartamento. Abri a porta com a mão quase tremendo na chave. Tinha móveis, já! Fiquei feliz, pois estava preocupada com os que precisaria comprar. Uma preocupação a menos! 

A primeira noite resolvemos dormir no mesmo quarto. Enquanto ela lia um livro ao meu lado, eu tirei para fora o colar e fiquei fitando novamente pensando em Hiei. Ele provavelmente não estaria ali tão cedo. 

—  [Seu Nome]... 

Yukina me chamou e eu a olhei. Ela parecia confusa, olhando para a o meu colar. Eu notei e curiosamente perguntei. 

—  Algo estranho? 

—  Essa gema... essa gema, quem te deu? 

—  Você a conhece? 

—  Sim, conheço! 

Ela tirou de dentro da blusa uma outra gema igual. Mesmo colar. Fiquei confusa. Hiei me deu a dele e ela tinha uma cópia. 

—  Como conseguiu essa gema? 

—  E... er... bem... —  poxa, prometi sigilo ao Hiei, mas jamais imaginei que ouviria dela que sabia desse colar e dessa gema. 

—  É de uma pessoa, não é? 

—  Hmmm sim. 

—  ...então... você conhece Hiei? 

Fiquei boquiaberta e não soube disfarçar. 

Ele a conhecia. E ela o conhecia. Ambos youkais. 

—  Que tipo de relacionamento tem com ele? —  foi a pergunta que saiu da minha boca imediatamente. 

—  Eu dei esse colar para ele... para que entregasse a uma pessoa. Mas... você não é essa pessoa. 

História confusa. Pedi para ela me explicar. 

As mulheres do então País de Gelo, tem uma vida extremamente longa e podem gerar uma nova criança a cada cem anos, qual foi chamado de “Tempo de Divisão”. É nesse tempo em que as mulheres passam pelo processo tipo “reprodução assexuada” e geram uma criança em seus ventres, no qual será sempre uma menina que herdará as características genéticas e energéticas da mãe. E antes delas nascerem, elas choram uma lágrima que viram exatamente essa gema. 

Uma Koorime - mulher de gelo - tem relação sexual com um ser do sexo masculino, a criança proveniente dessa relação será sempre um menino que herdará as características genéticas e energéticas do Pai. Yukina, cuja mãe liberou duas lágrimas, recebeu uma delas. Seu irmão gêmeo, o qual não sabe se está vivo ou não, recebeu uma outra. 

—  Irmão gêmeo? —  perguntei. 

—  Quando nascem meninos, são filhos mestiços e são considerados amaldiçoados. Ele foi jogado de um penhasco para que não crescesse ali, mas eu tenho certeza que ele sobreviveu. 

—  Sério?! Olha... cair de um penhasco ainda bebê? E sobreviver? 

—  Então... minha mãe se envolveu com um youkai poderoso com poder elemental do fogo. Tinha energia fortíssima que teve que ser envolvido em selos contendores de força maligna. Desse relacionamento, nasceram crianças mestiças, como eu. Mas eu fui considerada pura por elas, ele não. Ele tem chances de estar vivo. 

Comecei a ligar os pontos. 

—  E essa joia... esse colar... —  ela pegou a gema que estava comigo em seus dedos delicadamente —  é dele. Mas... 

Yukina se lembrou de quando foi explorada por um mercador para produzir joias para vender. Mas não... até o formato do colar era igual ao dela. 

—  [Seu Nome]... você... você conhece o Hiei... ele quem te deu? 

Juntei os dentes sem saber o que responder. 

—  Fala para mim, por favor. 

Yukina, antes do Hiei partir para o Makai (nossa primeira separação), deu o colar dela para ele, que retornou dizendo que não achou o tal irmão. Demônios de Fogo...  

Fui ligando os pontos novamente. 

Hiei não queria vê-la. Pediu-me que guardasse aquela gema comigo discretamente. A história de Yukina parecia verídica. 

—  ...seu eu te falar algo, promete segredo? 

—  Prometo. —  ela parecia meio alterada. 

—  É sério... Yukina... eu... 

Eu nunca tinha confessado isso a ninguém. Era meu segredo e dele. 

—  Conheço Hiei. E... ele me deixou essa joia para que eu guardasse até ele pedir retorno. 

—  Então ele viu meu irmão! —  ela se levantou da cama —  mas... por que ele não me falou nada? 

“Euzinha” estava entendendo os fatos. E Yukina não. 

—  Será que ele esconde de mim esse irmão por ser perigoso demais?  

Yukina... não percebeu que ele é esse irmão?! 

Do que ele contou de mim sobre o passado dele, descobri a charada. 

Mas ele não me falou de irmã alguma. 

—  Ele deu essa joia para você... vocês são amigos? 

—  ...sim. De fato somos amigos! —  era inocente mesmo. Eu estava com sorte. 

Yukina se calou. Será que ela se deu conta naquele momento? Eu apenas a fitei com meus olhos. Ficamos assim caladas. Como se ambas estivessem conversando mais profundamente, só que com a boca fechada. 

— Vamos verificar os mantimentos? — cortei o silêncio. Precisávamos ver isso e mais coisas naquela casa que tinha certo odor de tinta fresca. 

— Sim, vamos! — ela concordou. 

Em relação a esse segredo, omiti qualquer fala que levasse a descoberta dela. Isso era uma coisa entre eles dois, eu acreditava. 

Daquele dia em diante, ela e eu nos tornamos amigas. Amizade e companhia sincera era algo que me fazia falta. E muito. Aos poucos, sentia minhas inseguranças e frustrações particulares diminuírem, não tão rapidamente, mas tinha minha mente mais ocupada e segura. 

Ainda tinha amigos que se lembravam de mim. Mais que minha própria família. Só me perguntava por que estavam sempre distantes. Eu não conseguia me abrir tão facilmente e isso também complicava – apenas Hiei tinha feito uma pessoa como meu me entregar totalmente, mesmo sabendo que ele era um youkai, poderoso e com um gênio imprevisível. Mas nós nos identificávamos em muitas coisas. Parecia que eu também era a única com quem ele se entrosava mais intimamente.



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