História O melhor amigo do noivo - Capítulo 3


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Rodrigo "Saiko" Ximenes, Thiago Elias "Calango", Zelune
Personagens Alan Ferreira, Felps, Matheus Neves, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Rodrigo "Saiko" Ximenes, Thiago Elias "Calango", Zelune
Tags @tawan, Alan X Felicidade, Calango, Cellbit, Cellps, Comedia Romantica, Felps, Gemaplys, Goulart, Guaxinim, Meiaum, Meiawan, Pk X Calango, Pk X Calango X Guaxinim, Pk X Guaxinim, Saikaro, Saiko, Skii, Vito, Ycaro, Youtube
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Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


mais um capítulo saindo do forno <3
eu tinha acabado de ler a atualização de "Starry Sky" quando comecei a escever, devo dizer que meu coração quebrou em milhares de pedacinhos, talvez vocês encontrem alguns no meio do capítulo.

obrigada pela paciência, espero que gostem.

Capítulo 3 - Iii. boys will be boys


Voltamos ao presente. Devo dizer que minhas ânsias ao ouvir o nome de Fran, saindo dos lábios de Rodrigo, continuaram. Muitas vezes, não demonstrava 100% em meu físico, mas sim dentro de mim.


Eu achava que o que sentia por Rodrigo Ximenes não passava de um gostar confuso, afinal eu sempre fui apaixonado por garotas. Saía as vezes com algumas, dormia com elas e já tive até um relacionamento de seis meses; mas mesmo assim... Com Rodrigo era diferente.


Até minha vontade de gravar vídeos estava sendo afetada, os meus seguidores do Twitter tinham percebido isso; nem mesmo o evento da SANA - no qual paguei o mico de me vestir de estudante de ensino médio japonês - conseguiu me distrair totalmente.


- Você devia tentar algum curso da faculdade. Nem que seja pra assistir algumas aulas. - Tawan aconselhou; estávamos na lanchonete perto da Lan House, tínhamos ido jogar algumas partidas de DOTA. - Você tinha trancado o curso de psicologia, não?


Concordei, mexendo sem jeito o canudo do meu suco de laranja. - É. Minha mãe me fez prestar o vestibular e acabei passando, mas... será que vale a pena?


- Ao menos vai te livrar um pouco dessa confusão interna. - Tawo sorriu, dando uma mordida enorme no lanche natureba dele. Ele usava o chullo que MeiaUm tinha dado pra ele.


- É, talvez.


Foi assim que Tawan, o herói dos momentos de crise, me fez voltar para a faculdade. Eu tinha feito meio ano de psicologia, antes de Rodrigo me convencer que gravar vídeos era legal e poderia gerar uma grana. O curso não era lá tão ruim, além de que a faculdade Estadual ficava há dois pontos de ônibus de casa, então o que poderia dar errado?


Voltei juntamente com os outros alunos, na primeira semana de aulas. Não me lembrava muito das matérias ou dos materiais, então só tinha levado comigo meu caderno de super heróis, uma caneta preta e minha inteligência questionável.


Segundo o esquema de horários que havia conseguido na portaria, a primeira aula de terça-feira seria: "Introdução a mente humana - Professor Yago", na sala 114-B.


A sala era no primeiro andar, ala norte; não foi muito difícil de encontrar. Era uma sala estilo auditório, então tentei me sentar em uma cadeira que ficasse no meio; escondido mas não totalmente oculto.


- Bem. - Um cara de meia idade chegou na sala, carregando uma maleta de couro e alguns materiais na mão. Ele colocou sobre a mesa e pareceu procurar algo no seu bolso. Tirou de lá algo parecido com um controle remoto. Com o aparelho ele ligou o retroprojetor e pigarreou. - Meu nome é Yago Gonçales, serei o professor de Introdução à mente humana nesse semestre. Em questão à distribuição de notas, serei claro, terá apenas um seminário auto-avaliativo. Vocês aplicarão o que estudarem nesse semestre em vocês próprios. Então aconselho a terem sempre um diário a sua disposição.


Houveram algumas expressões confusas e algumas reclamações, que logo pararam assim que o professor ergueu a mão.

- Serei rígido e só esperarei o melhor de vocês. - Ele suspirou. - Com isso vamos começar a aula, com um assunto simples. O Gato de Schrödinger. Alguém se arrisca?

Suspirei, o nome alemão já havia me feito desistir de entender alguma coisa, mas uma menina de óculos grossos ergueu a mão.

- Essa não é uma teoria da física quântica?

O professor suspirou. - Sim. Mas usaremos ao termo psicológico. Vamos começar do começo, certo?

Ele pegou um canetão e começou a desenhar na lousa.

- Teremos um gato, uma caixa e moléculas de veneno. Nessa caixa estará o gato e as moléculas de veneno; que podem ou não matar o gato. Você fechará a caixa e a pergunta que fica é: o gato estará morto ou vivo?

Silêncio na sala.

- Segundo Schrödinger, o gato estará morto-vivo. O motivo? Não se há total certeza se o gato estará vivo quando se abrir a caixa, muito menos morto. O que acaba causando o princípio de incerteza.

- Mas o que isso tem a ver com a psicologia, professor? - Um dos alunos da frente perguntou.

- Bem, o humano é capaz de ser o seu próprio caos. Vivemos em um mundo que é regido pelo princípio da incerteza, querem outro exemplo? O efeito borboleta ou teoria do caos, analisado por Edward Lorenz. Segundo Edward, uma simples batida de asas de uma borboleta aqui, será um furacão em algum lugar do mundo.

Entre todos os rostos confusos dali, eu era um deles.

- Os sentimentos humanos não são tão simples como o preto e branco, como o sim e o não. Elas são parte da teoria do caos, nós somos o próprio caos embutido. - Ele levantou aos mãos, enquanto explicava. - Tudo que fazemos ou deixamos de fazer, define se seremos um bater de asas ou um morto-vivo. - Ele sorriu, levemente. - No fim as condições físico-químicas definem o âmago do ser humano. É bom tomarem nota. Pra próxima aula, quero que preparem uma redação de quatro páginas sobre a relação direta do Gato de Schrödinger, Efeito borboleta e a psicologia contemporânea.

É, eu estava fodido e tudo graças ao herói dos momentos de crise: Tawan.


-


Era finalmente sábado, as aulas da manhã já haviam acabado então eu podia finalmente me jogar na cama e descansar o máximo que eu pudesse. Já havia feito a redação com as malditas quatro páginas cheias de abobrinha e encheção de linguiça.


Eu só queria duas coisas no momento: minha cama e meu sono; mas como sempre, não podia ter o que eu queria. Meu celular vibrou, mostrando na tela um nome conhecido: "Saikinho Rodrigues".


- E aí? - Perguntei, sem animação. Ele por outro lado estava extasiado, a voz alta e um pouco trêmula.


- E aí, trouxa. Tá sumido, aconteceu alguma coisa?


- Não. - Preferi não contar sobre a faculdade, não ainda. Precisava ainda esclarecer um pouco  mente sobre questões essenciais. - Por que ligou?


- Tá livre hoje?


- Tô, por quê?


- Preciso da sua ajuda, burro. - Ele respondeu, me fazendo revirar os olhos.


- Com o quê?


- Qual é, me ajuda. - A voz manhosa dele me fez rir, ele nunca usava aquela voz, normalmente era o meu método de conseguir as coisas dele.


- Okay, okay. Onde a gente se encontra?


- No Shopping, em frente a Saraiva.


- Mas... não tem Saraiva no shopping, bixin.


- Na praça de alimentação então, burro. Te vejo daqui a pouco.


- Okay.


Desliguei o celular me revirando na cama, cansado. Era claro que não ia deixar de ajudar Rodrigo, mesmo que ver o rosto do moreno fizesse com que meu interior dissolvesse e eu perdesse o sentido do certo ou errado.


Liguei pra Tawan. - Peruano, tô ferrado.


- Somos dois. - O peruano respondeu. - O que foi dessa vez?


- Vou ver o Rodrigo. No Shopping. Daqui 16 minutos. Meu coração tá acelerado.


- Ycaro... - Tawan suspirou. - Você ainda não seguiu em frente? Nem com as aulas de psicologia?


- Tenho cara de quem segue em frente rápido?


- É... Não. - Tawan riu. - Mas você sabe que ele é apaixonado na Fran, né?


- Meio impossível não saber. Ele lembra a gente todo dia que tem uma na-mo-ra-da.


Tawan suspirou. - Olha, cara. Tu até pode tentar falar sobre seus sentimentos pra ele, quer dizer, ele é teu amigo e no máximo que tu vai receber é um não.


- Você é meio radical, Tawo.


- Mas você sabe que é a verdade, Ycaro. É melhor você arrancar logo o band aid, antes que infeccione mais a ferida.


- Você tem razão. - Suspirei. - E você, por que está ferrado?


- Porque vou seguir meu próprio conselho. André já chegou, preciso desligar. Boa sorte.


- Quê? Tawo espera... - Mas era tarde demais, o peruano já tinha desligado.


Suspirei. Tudo que me restava agora era meus pensamentos e alguns minutos restantes.


-


Eu estava sentado na frente do stand do Burguer King com um copo de Pepsi cheio. Saiko ainda não havia chegado, então eu tentava por meus pensamentos em ordem. Tawan tinha razão, mas ao mesmo tempo fazia com que meu estado "morto-vivo" entrasse em desespero.


Eu já tinha esvaziado metade do copo quando o moreno chegou. Ele usava uma blusa preta com o escrito: "2 cool 4r this shit" e uma calça jeans. O cabelo naturalmente bagunçado e os óculos de grau, não importa quantas vezes eu o visse, meu coração disparava como se sempre fosse a primeira vez. Pigarrei, acenando pra ele.


- Ei. - Ele se aproximou, com as mãos no bolso da calça. - Obrigado por ter vindo.


- Que isso, cara. - Eu sorri. - Tô aqui pro que der e vier.


Ele sorriu, indo em direção ao BK e pedindo um lanche para ele. Voltou alguns minutos depois com a bandeija com o lanche, batatas e o copo repleto de chá gelado.


- Mas você ainda não me disse com que precisa de ajuda. - Pontuei. Ele deu um meio sorriso, quase parecendo tímido.


- Você já vai saber. Mas... Preciso te falar uma coisa antes.


Meu coração disparou, mas tentei fingir que aquilo não havia acontecido. Pigarrei, me mexendo desconfortável na cadeira.


- Eu também preciso te contar algo. - Disse, as palavras "eu sou apaixonado por você" estavam na ponta de minha língua, mas meu estômago embrulhado não sabia como soltá-las sem vomitar no processo.


- Ycaro... - Ouvir meu nome sair de seus lábios fez com que um calafrio percorresse todo meu corpo. - Eu vou pedir Fran em casamento.


Nunca senti tanto o impacto da frase "meu mundo caiu". Meu estômago antes embrulhado agora pareceu levar um soco, meus olhos pareciam começar a lacrimejar a qualquer instante. O ar? Eu já havia perdido há muito tempo. Dei um sorriso sem jeito, me arrumando na cadeira, colocando sem jeito a mão em frente a boca. - Ah.


Saiko ergueu a sobrancelha. - Você 'tá bem? Parece meio... desanimado?


- Ótimo. Só... lembrei de uma tarefa que deixei de fazer. - Ri, tossindo sem jeito. - Sabe como é.


- Tarefa?


- Recomecei a faculdade, sabe como é... - Antes que ele fizesse mais alguma pergunta, bati levemente no ombro dele. - Mas e aí? Com que precisa de ajuda?


- Você não tinha uma coisa pra me contar?


- Não, cara. Era bobagem. Essa notícia é mais importante!


- Mas... eu tô curioso agora, desgraça.


Dei uma risada sem humor. - Eu... Vou baixar HuniePop!


- Aquele jogo erótico? - Saiko ergueu novamente as sobrancelhas. - Cê tá bem, cara?


- Tô, caralho. - Soltei, irritado. Meu coração ainda doía. - Agora que merda você quer de mim?


- Eita, não precisa ficar bravo, bixin. - Saiko revirou os olhos, dando uma mordida no lanche. - Queria pedir sua ajuda pra escolher um anel pro pedido. Eu sou meio ruim com isso...


"Okay. Saiko com o que mais você quer foder no meu corpo? Meu coração já está destruído, babaca. Mas eu não vou chorar na sua frente, não vou te dar o desprazer de você saber que eu sou apaixonado por você. Nem agora, nem nunca. Que você seja feliz em seu casamento utópico, com uma mulher que logo te dará dois filhos pra vocês viverem como a família de margarina perfeita. Mas por que dói? Por que dói tanto não ter seu amor, idiota?", pensei sorrindo. - Claro, Saiko. Vai ser um prazer.


- Obrigado, Ycaro. Não sei o que faria sem você.


-


Eu devo ser o maior sadomasoquista do Brasil, talvez até da América Latina inteira; quem mais concordaria ir escolher uma aliança da pessoa que amava? Como eu odiava ser assim.


Meu cabelo estava preso em um coque e as mãos enfiadas no bolso do shorts jeans. A joalheria ficava longe da praça de alimentação, então passamos o percurso conversando sobre coisas aleatórias. Ele estava animado, devia amar mesmo Fran.


Quando chegamos lá, havia alguns casais espalhados. - Agora sério, por que toda vez que existe "casamento" no esquema eu sou quem sofre?


- Porque você é meu melhor amigo e sua mão é fina, parecendo de uma garota.


Eu revirei os olhos. - Não são parecidas.


Uma mulher, do que parecia ser uns cinquenta anos, se aproximou de onde estávamos. - Olá, no que posso ajudá-los?


- Estou aqui para ver anéis de noivado. - Rodrigo sorriu.


- Oh. - A moça também sorriu. - Para vocês?


Meu coração acelerou, antes de lembrar o motivo de estar ali. - Não, meu amigo vai se casar com uma guria maravilhosa.


- Vou mesmo, se ela aceitar. - Ele riu.


- Bem... tem algo em mente?


- Eu queria algo simples, mas com a pedra de quartzo rosa. - Ele sorriu. - Pra combinar com a pele clara dela...


- Hm, vou ver o que posso fazer. - A moça saiu, me encostei no balcão.


- Quartzo rosa?


- É, não conheço muitas pedras. - Ele deu de ombros. - Só lembro que essa é uma das suas favoritas.


Meu coração novamente deu uma "de Alice", confundindo a si mesmo no estado de vivo-morto que se encontrava.


- Era uma das minhas favoritas. Agora prefiro ametista, é maravilhosa.


- Vou anotar como segunda opção. - Ele sorriu.


A mulher voltou com algumas caixinhas de veludo, com algumas réplicas de anéis. A maioria era de ouro ou folheado.


- Temos esses modelos. Você sabe a numeração dela?


Saiko fez que não. - Bem... Sei que é parecido com a de Ycaro. A mão dele é fina e delicada.


- Já disse que não é!


A mulher pegou minha mão na dela e observou, abrindo a boca, como se estivesse surpresa. - Realmente!


Saiko escolheu um anel com pequenas ondas e um pequeno quartzo rosa no meio. Era lindo. Eu não era usar acessórios, mas aquilo havia realmente me encantado.


- Posso... testar na sua mão? - Saiko perguntou, eu só fiz que sim. Ainda estava encarando com o anel.


Ele pegou minha mão direita e colocou, devagar, o anel em meu dedo anelar. Sua mão fria tocava meus dedos trêmulos. Ergui meus olhos de nossas mãos unidas para o seu rosto. Estava tão próximo...


Pigarrei, fazendo com que ele se afastasse e soltasse de minha mão. O anel gelado ainda permanecia em meus dedos, havia tido um caimento tão bonito. Eu estava quase apaixonado por um objeto.


- Ficou... bom. - Ele sorriu. - Tenho certeza que Fran vai gostar, não acha?


Eu sorri sem jeito, tirando o anel de meu dedo e o devolvendo a Rodrigo. - Com certeza.


O moreno se virou pra atendente e sorriu. - Okay, quanto é?


- 900 reais. - O sorriso da moça fez com que eu e Saiko olhassemos um para o outro, quase que pasmos com o valor absurdo de um anel tão pequeno.


-


Naquela noite, eu tive um sonho estranho. Eu e Rodrigo estávamos no parque perto de casa, brincando na caixa de areia. Estávamos montando um castelo com fortalezas e tudo mais que um castelo de respeito poderia ter.


Ele chupava um picolé, que jurava vir com um brinde, enquanto eu enchia o baldinho da areia rasa que tinha no chão. Ele não ajudava muito, ficava só vendo eu me sujar e reclamar do sol.


- Ah! - Ele soltou a exclamação, enquanto terminava o sorvete. - Acho que achei o brinde!


Eu sorri, indo mais perto do meu amigo e esperando para ver o que era. Ele tirou da boca um anel de plástico, daqueles bem antigos que vinham com chicletes e balas.


- Um anel? Aff. Podia ser pelo menos o vale de mais um sorvete!


Eu ri. - Para de reclamar! É rosa!


- E daí?


- Me lembra um quartzo rosa. É minha pedra favorita!


- Se você quer tanto, pode ficar com ele.


- Sério?


- Yep. Mas... - Ele hesitou em me dar o anel. - Você tem que me prometer algo.


- Hm, okay.


- Vamos ser amigos para sempre. Esse anel vai representar isso! - Ele sorriu, me fazendo sorrir.


- Tá!


Ele colocou o anel no meu dedo, fazendo com que nós dois rissemos e esticassemos o dedinho, para fazer um juramento.


- Pra sempre?


- Pra sempre!


Pensando agora, garotos serão garotos, assim como o para sempre pode chegar em seu fim. E sinto cada vez mais que a nossa data de validade está chegando.




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