História O melhor pior acordo ( Min Yoongi) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, G-Dragon, Got7, HyunA
Personagens BamBam, G-Dragon, HyunA, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinyoung, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Youngjae, Yugyeom
Tags O melhor pior acordo
Visualizações 11
Palavras 3.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Hyuna


Yoongi

Depois do grupo de estudos, entro na sala de estar e encontro meus colegas caindo de bêbados. A mesinha de centro está lotada de latas de cerveja, além de uma garrafa quase vazia que com certeza é do Taehyung, porque ele é do tipo que acha que “cerveja é para os fracos”. Palavras dele, não minhas.

Taehyung e jungkook estão jogando uma partida disputada de Ice Pro, os olhos fixos na tela plana enquanto apertam furiosamente os controles. Ao notar minha presença na porta, taehyung se volta por um instante na minha direção, e essa distração por uma fração de segundo lhe cobra o preço.

—Mandou bem, garoto!—comemora jungkook, à medida que seu jogador de defesa acerta um passe contra o de taehyung, fazendo o placar acender.

—Ah, que merda!— taehyung pausa o jogo e me lança um olhar furioso. —Porra, Jeon! Acabei de levar um drible por sua causa.

Não respondo, porque eu estou distraído — pelo amasso seminu acontecendo no canto da sala. Namjoon se deu bem de novo. Descalço e sem camisa, está esparramado na poltrona com uma loura só de sutiã preto de renda e shortinho, montada em cima dele e se esfregando contra sua virilha.

Seus olhos azul-escuros me fitam por cima do ombro da menina, e Namjoon sorri em minha direção. 

—yoongi! Onde você estava, cara?—pergunta, com a voz arrastada.

E, antes que eu possa responder ao seu questionamento embriagado, volta a beijar a loura.

Por alguma razão, Namjoongosta de dar amassos em todos os lugares, menos no próprio quarto. É sério. É só dar as costas, e ele está se atracando com alguém. No balcão da cozinha, no sofá da sala, na mesa de jantar — o cara já se deu bem em todos os cantos da república que nós quatro dividimos. Ele pega todas e não está nem aí.

Até aí, eu também não tenho do que reclamar. Não sou nenhum monge; taehyung e jungkook muito menos. O que posso fazer? Jogadores de basquete têm um apetite voraz. Quando não estamos no ginásio, em geral estamos com uma gata ou duas. Ou três, se seu nome for jungkook e estiver na festa de Réveillon do ano passado.

—Faz uma hora que estou te mandando mensagem, cara.—me avisa taehyung.

Ele curva os enormes ombros para a frente e pega a garrafa de uísque da mesa de centro. Taehyung é um , um dos melhores com quem já joguei, e o melhor amigo que já tive. Seu primeiro nome é Kim , mas nós o chamamos de Taehyung para diferenciá-lo de jungkook, que também se chama jeon. Por sorte, Namjoon  é só Namjoon, então não precisamos chamá-lo pelo gigantesco sobrenome: Kim Namjoon.

—Sério, onde você se meteu?—resmunga Taehyung.

—Grupo de estudos.— Pego uma Bud Light da mesa e abro a latinha. —Que história é essa de surpresa?

Sei o quão bêbado Taehyung está pela ortografia das suas mensagens. E, esta noite, ele deve estar muito louco, porque tive que dar uma de Sherlock para decodificar o que queria dizer. Suprz era “surpresa”. E cdvcp eu demorei um pouco mais para entender, mas acho que era “cadê você, porra”. Em se tratando de Taehyung, quem pode adivinhar?

De seu canto no sofá, ele abre um sorriso tão grande que me espanto de sua mandíbula não se romper. Em seguida, aponta para o teto e diz:

— Vai lá em cima dar uma olhada.

Aperto os olhos.

 —Por quê? Quem está lá?—Taehyung prende o riso. 

—Se eu contar, não vai ser surpresa.

—Por que estou com a sensação de que você está aprontando alguma coisa?

—Nossa.—dispara jungkook. —Você tem sérios problemas de confiança, Yoongi.

—Diz o idiota que colocou um guaxinim vivo no meu quarto no primeiro dia de aula.

Jungkook sorri. 

—Ah, qual é, era fofo pra caralho. Foi um presente de volta às aulas.Mostro o dedo do meio.

 —Pois é, mas foi um inferno me livrar do seu presente.—Faço uma cara feia para ele, porque ainda lembro que precisei chamar três empresas de dedetização para tirar os rastros do bicho do quarto.

—Pelo amor de G-dragon.—resmungou Taehyung. —Custa ir lá em cima? Confia em mim, você vai me agradecer.

Os dois trocam um olhar cúmplice que reduz minhas suspeitas. Mais ou menos. Quer dizer, não dá para baixar a guarda de vez; não com esses babacas por perto.

Pego mais duas latinhas e subo. Não costumo beber muito durante o campeonato, mas o treinador deu uma semana de folga para as provas, e ainda tenho dois dias de liberdade. Meus colegas de time, um bando de sortudos, parecem não ter problema nenhum em virar doze cervejas e mesmo assim jogar como profissionais no dia seguinte. Já eu? O menor porrezinho me deixa com uma baita dor de cabeça na manhã seguinte, e pareço uma criança aprendendo a usar o primeiro par de patins.

Quando estivermos de volta à rotina de treino seis dias por semana, meu consumo de álcool vai voltar para o limite máximo de um por cinco. Uma cerveja em véspera de treino, cinco depois de um jogo. Sem exceção.

A ideia é aproveitar ao máximo o tempo que me sobra.

Armado com minhas cervejas, subo até o meu quarto. A suíte presidencial. Pode acreditar: eu usei mesmo o argumento de que “eu sou o capitão do time”, e, vai por mim, valeu a pena. Banheira privativa, cara.

A porta está entreaberta, uma visão que me traz de volta todas as suspeitas. Olho pelo vão com cuidado, para me certificar de que não tem um balde cheio de sangue equilibrado lá no alto, em seguida, dou um empurrão de leve. A porta se abre, e passo por ela, preparado para uma emboscada.

E caio feito um patinho.

Só que é mais uma emboscada visual, porque, puta merda, a menina sentada na cama parece saída de um catálogo da Playboy.

Bom, sou homem. Não sei o nome de metade das coisas que ela está usando. Vejo renda, laços cor-de-rosa e muita pele de fora. E isso me deixa feliz.

—Você demorou.—Hyuna abre um sorriso sensual que diz você está prestes a se dar muito bem, garotão, e meu pau reage como era de se imaginar, ficando duro debaixo do fecho da calça. —Ia esperar mais cinco minutos e desistir.

—Então cheguei a tempo.— Meus olhos percorrem a lingerie digna de babar, e pergunto, com a voz arrastada:

—Ah, gata, isso tudo é só para mim?

Seus olhos azuis escurecem, sedutores. —Você sabe que sim, gostoso.

Estou bem ciente de que soamos como personagens de um filme pornô dos mais cafonas. Mas dá um desconto… quando um homem entra em seu quarto e encontra uma mulher usando isso, fica disposto a reviver qualquer cena vulgar que ela queira, até aquela em que ele finge ser o entregador de pizza batendo na casa de uma coroa inteirona.

A primeira vez que Hyuna e eu ficamos foi no verão, mais por conveniência do que por qualquer outra coisa, porque nós dois passamos as férias na cidade. Fomos a um bar umas duas vezes, uma coisa levou a outra, e, quando me dei conta, estava pegando uma gostosa de fraternidade. Mas quando as aulas voltaram, o negócio esfriou, e, fora umas mensagens safadas aqui e ali, não tinha visto Hyuna até hoje.

—Imaginei que você iria querer se divertir um pouco antes dos treinos recomeçarem.— diz ela, os dedos de unhas feitas brincando com o pequeno laço rosa no centro do sutiã.

—Acertou.

Seus lábios se curvam num sorriso, e ela fica de joelhos. Cara, os peitos quase pulam da coisa rendada que está usando. Ela me chama com o indicador. 

—Vem cá.

Não perco tempo e caminho a passos largos na direção dela. Porque… mais uma vez… Sou homem.

—Acho que você está um pouco vestido demais.— observa. Em seguida, segura o cós da minha calça jeans e abre o botão. Baixa o zíper, e, um segundo depois, meu pau está em sua mão. Faz algumas semanas que não coloco roupa para lavar, por isso não tenho usado cueca até ajeitar melhor minha vida, e, pela forma como os olhos dela brilham, sei que gostou do que encontrou.

Quando me envolve com os dedos, deixo escapar um gemido da garganta. Isso. Não tem nada melhor do que a sensação da mão de uma mulher em seu pau.

Não, minto. A língua de Hyuna entra em jogo, e, puta merda, é muito melhor do que a mão.

(....)

Uma hora depois, Hyuna se aconchega em mim e deita a cabeça em meu peito. Nossas roupas estão espalhadas pelo chão do quarto, junto com duas embalagens vazias de camisinha e um tubinho de lubrificante que nem chegamos a usar.

Esse negócio de ficar abraçado me deixa apreensivo, mas não posso exatamente expulsá-la de casa depois de todo o esforço que fez para me agradar.

E isso também me preocupa.

Mulheres não se enfeitam com lingerie cara para uma aventura de uma noite só, não é? Eu diria que não, e as próximas palavras de Hyuna confirmam meus pensamentos incômodos.

—Senti sua falta, gato.

A primeira coisa que me vem à cabeça é merda.

E a segunda, por quê?

Afinal, durante todo o tempo em que ficamos, Hyuna não fez o menor esforço para me conhecer. Quando não estávamos fazendo sexo, ela só falava dela própria sem parar. É sério, acho que, desde que nos conhecemos, nunca fez uma pergunta pessoal ao meu respeito.

—Hmm…—Tento encontrar as palavras, qualquer sequência que não consista em também, senti, sua e falta. —Tenho andado meio ocupado. Sabe como é, as provas.

—Claro. Somos da mesma faculdade. Também estava estudando.—Sua voz soa ligeiramente mais ríspida. —Sentiu minha falta?”

Não acredito! Como responder a essa pergunta? Não vou mentir, porque isso só lhe daria esperanças. Mas não posso ser um babaca e admitir que ela nem sequer passou pela minha cabeça desde a última vez que a gente ficou.Hyuna senta na cama e franze a testa. 

—É uma pergunta que só dá para responder com sim ou não, Yoongi. Você. Sentiu. Minha. Falta?”

Meu olhar desvia para a janela. Isso aí, moro no segundo andar e estou considerando saltar pela janela. Tamanho é o meu desespero para evitar essa conversa.

Mas meu silêncio fala mais alto, e, de uma hora para a outra, Hyuna pula da cama, os cabelos louros voando em todas as direções, e junta suas coisas.

 —Ai, meu Santo G-dragon. Você é um babaca! Nem liga para mim, não é, Yoongi?—Levanto e disparo em direção à minha calça jogada no chão.

 —Claro que ligo para você. —protesto. —Mas… —Ela veste a calcinha, irritada. 

—Mas o quê?

—Mas achei que a gente estava na mesma. Não quero nada sério agora. —E lanço um olhar furioso na direção dela.— Avisei isso desde o início.

Sua expressão se suaviza, e Hyuna morde o lábio.

 —Eu sei, mas… só achei que…

Sei exatamente o que achou — que me apaixonaria perdidamente por ela, e que o nosso caso se transformaria numa porcaria de Diário de uma paixão.

Sério, não sei por que me dou ao trabalho de explicar as regras do jogo. Por experiência própria, mulher nenhuma entra numa relação sem compromisso achando que vai continuar sem compromisso. Ela pode dizer que não, quem sabe até se convencer de que topa esse negócio de sexo casual, mas, lá no fundo, torce e reza para que a relação se transforme em algo mais profundo.

É aí que eu, o vilão em minha comédia romântica pessoal, entro em cena e estouro a bolha de esperança, apesar de nunca ter escondido minhas intenções ou a enganado, nem mesmo por um segundo.

—O basquete é a minha vida.— digo, rispidamente. —Treino seis dias por semana, jogo vinte partidas por ano… mais, se chegarmos às finais. Não tenho tempo para uma namorada, Hyuna. E você merece muito mais do que posso oferecer.

A infelicidade turva seus olhos.

 —Não quero uma aventura casual atrás da outra. Quero ser sua namorada.

Mais um por quê? quase me salta pela boca, mas mordo a língua. Se ela tivesse demonstrado qualquer interesse em mim fora do sentido carnal, poderia acreditar nisso, mas como esse nunca foi o caso, chego a pensar que a única razão para Hyuna querer um relacionamento comigo é porque sou algum tipo de símbolo de status para ela.

Engulo a frustração e ofereço outro pedido de desculpas desajeitado. 

—Sinto muito. Mas é a minha palavra final.

Enquanto abotoo a calça, ela se concentra em vestir suas roupas. Embora roupas seja uma espécie de exagero — Hyuna está só de lingerie e sobretudo. Isso explica por que Taehyung e Jungkook estavam rindo feito dois bobos quando entrei em casa. Porque quando uma menina bate à sua porta de sobretudo, você sabe muito bem o que tem debaixo dele.

—A gente não pode mais se ver.— anuncia ela, afinal, o olhar cruzando o meu. —Se a gente continuar fazendo… isso… só vou ficar mais apegada.—Não tenho como argumentar, então nem tento. 

—Mas pelo menos a gente se divertiu, não foi? —Depois de um instante de silêncio, ela sorri.

— É, a gente se divertiu.

Hyuna se aproxima e fica na ponta dos pés para me beijar. Eu a beijo de volta, mas não com a mesma paixão de antes. Mantenho a linha. E o respeito. O caso acabou, e não vou mais dar esperanças.

—Dito isso…— Seus olhos brilham, travessos.—Se mudar de ideia sobre essa história de namorada, é só me avisar.

—Você vai ser a primeira a saber”, prometo.

—Ótimo.

Ela estala um beijo em minha bochecha e sai pela porta, me deixando para trás, bobo de ver o quão fácil foi tudo isso. Tinha me preparado para uma briga, mas, fora a explosão inicial de raiva, Hyuna aceitou a situação muito bem.

Se todas as mulheres fossem tão agradáveis quanto ela…

É isso aí, estou falando da tal Hannah.

Sexo sempre me desperta o apetite, então desço até o térreo em busca de comida e fico feliz em descobrir que sobrou um pouco de arroz com frango frito do Jungkook, o chef da casa, porque o restante de nós é incapaz de ferver água sem se queimar. Jungkook, por outro lado, cresceu com uma mãe solteira que o ensinou a cozinhar quando ainda sujava a fralda.

Eu me acomodo na bancada, enfio um pedaço de frango na boca e vejo Taehyung se aproximar só de cueca xadrez.

Ele levanta uma sobrancelha ao me ver. —Ei. Não achei que fosse encontrar você por aqui esta noite. Imaginei que iria estar MOT.

—MOT? —pergunto, entre uma mordida e outra. Taehyung gosta de inventar siglas na esperança de que vamos começar a usá-las como gíria, mas na maioria das vezes não tenho a menor ideia do que está falando. Ele ri. 

—Muito ocupado transando. —Reviro os olhos e dou uma garfada no arroz.

—Sério, a loura já foi?

—Já.—Mastigo antes de prosseguir.— Ela conhece as regras.— As regras, no caso, são: nada de namorar, muito menos passar a noite juntos.

Taehyung apoia o antebraço na bancada, os olhos azuis brilhando ao mudar de assunto. 

—Mal posso esperar pelo jogo, neste fim de semana. Ficou sabendo? A suspensão de Braxton acabou. —Isso fisga minha atenção. 

—Não brinca. Ele vai jogar no sábado?

—Certeza que vai.—A expressão no olhar de Taehyung  é de puro deleite. —Vou adorar esmagar a cara daquele idiota na cesta.

St. Anthony e uma criatura absolutamente desprezível, com uma índole sádica que faz questão de extravasar no Ginásio. Quando nossos times se encontraram num amistoso, mandou um dos nossos jogadores, um aluno do segundo ano, para o pronto-socorro com um braço quebrado. Daí a suspensão por três partidas, embora, se dependesse de mim, o psicopata teria sido banido do basquete para o resto da vida.

—Senta o braço. Eu cubro você .—garanto.

—Vou cobrar essa promessa, hein?

Preciso prestar mais atenção ao nosso calendário. O Eastwood College está em segundo lugar na nossa chave (atrás da gente, claro), e nossos duelos são sempre emocionantes.

E, cacete, de repente me dou conta de que preciso gabaritar a segunda chamada de ética ou não vou poder entrar no rinque contra eles.

—Merda —resmungo.

Taehyung rouba um pedaço de frango do meu prato. 

—O que foi?

Ainda não comentei a situação das minhas notas com os meus colegas de basquete, porque tinha esperança de não ir tão mal nas provas, mas agora parece que não tenho mais como escapar da confissão.

Com um suspiro, conto a taehyung sobre o zero que tirei em ética e o que isso pode significar para o time.

—Tranca a matéria .— diz ele, na mesma hora.

—Não posso. Perdi o prazo.

—Droga.

—Pois é

Trocamos um olhar desanimado, então Taehyung desaba no banco ao lado do meu e passa a mão pelos cabelos. 

—Então você tem que tomar jeito, cara. Enfia a cara nos livros e gabarita essa porra. A gente precisa de você, Yoongi.”

—Eu sei. —Aperto o garfo em minha mão, frustrado, em seguida deixo-o na bancada. Perdi a fome. Este é o meu primeiro ano como capitão, o que é uma honra e tanto, considerando que ainda estou no penúltimo ano. Espera-se de mim que eu repita os feitos do capitão anterior e conquiste mais um campeonato nacional para o time, mas como vou fazer isso se não estiver no jogo?

—Estou arrumando umas aulas particulares com outra aluna.— tranquilizo meu colega. —A mulher é um gênio.

—Ótimo. Pague o preço que ela pedir. Posso contribuir se você precisar.— Não consigo conter um sorriso. 

—Uau. Você está se oferecendo para abrir mão do seu tão querido dinheirinho? Deve estar mesmo desesperado para me ver no time.

—Pode apostar. Tudo pelo sonho, cara. Eu e você de uniforme de Seul, lembra?

Tenho que admitir que é um baita sonho. É só o que Taehyung e eu falamos desde que viramos colegas de república, no primeiro ano. Não tenho dúvidas de que vou virar profissional quando me formar. E não tenho dúvidas de que Taehyung também vai ser convocado. O cara é mais rápido que um raio e um completo animal na cesta.

—Trata de subir essa nota, Yoongi.— ordena ele. —Ou vou acabar com a sua raça.

—Quem vai acabar comigo vai ser o treinador.— Forço um sorriso.—Não esquenta. Vou dar um jeito.

—Certo.—Taehyung rouba mais um pedaço de frango antes de deixar a cozinha.

Engulo o restante da comida e subo novamente para procurar meu celular. Hora de aumentar a pressão na “Hannah que não começa com M”.



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