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História O menino loiro do parquinho - Drarry - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Capítulo inspirado na música "True colors" de Cyndi Lauper
Espero que gostem <3

Capítulo 13 - Cores verdadeiras


Fanfic / Fanfiction O menino loiro do parquinho - Drarry - Capítulo 13 - Cores verdadeiras

"Cap. 13 - Cores verdadeiras"

||720 palavras||

    Harry sabia que havia algo de errado com Draco, e parecia que Harry o compreendia cada vez mais.

    Quando Draco agia com rispidez com Harry, o grifinório não deixava Draco o abalar, independente de quaisquer insultos que o loiro usasse contra Harry.

    Harry sabia que o Draco que gostava estava dentro daquele corpo, se escondendo por trás da máscara má que usava, embora de Harry não souber como aquilo havia acontecido.

    A roleta de opiniões de Draco não tinha controle, até Harry descobrir um jeito de facilitar as coisas para Draco, conseguindo controlar a roleta de seus pensamentos com cada vez mais facilidade.

    Era mais simples controlar aquela oscilação de opiniões do que Harry pensava que seria.

    — Sai de perto de mim, seu idiota! — disse Draco uma vez, tentando empurrar Harry para longe.

    Harry fingiu que não escutou, assim, se aproximou de Draco, e deu um sorriso amistoso.

    — O que quer, testa-rachada? — perguntou com ódio, tentando não se assustar com a aproximação do grifinório.

    Assim, Harry levantou a sua própria mão e acariciou as bochechas pálidas de Draco cuja raiva havia ido embora num sopro. Draco sorriu e fez pressão sobre a mão de Harry, para que o moreno continuasse o acariciando.

    Quando Harry o tocava carinhosamente, o abraçava, ou acariciava suas bochechas, Harry conseguia “controlar” a cabeça de Draco, e toda a vez que Harry o tocava amistosamente, Harry mudava, mesmo sem fazer esforço, as opiniões do sonserino.

    — O que aconteceu dessa vez, Harry? — perguntou Draco que, apesar de estar sorrindo, estava preocupado.

    — Nada demais. Está tudo bem. — respondeu Harry se aproximando e abraçando o garoto a sua frente. — Apenas me prometa uma coisa…

    — O quê?

    — Não tenha medo em deixar suas cores verdadeiras brilharem em você.

    Draco pensou por poucos segundos, tentando absorver e compreender todas as palavras que Harry disse. Então assentiu, mesmo sem entender o que aquelas palavras queriam significar.    


 

    Quando o primeiro ano letivo de Harry chegou ao fim e Harry voltou a Rua dos Alfeneiros, ele passou a ver Draco todos os dias sobre a calçada. Quando conseguia, Harry pulava a janela e atravessava a rua, e, às vezes, quando percebia que Draco não estava com as boas opiniões tomando conta dele, Harry apenas o abraçava.

    — Harry, — começou Draco. — você sabe o que tem de errado comigo, não sabe? Me conta. Eu quero saber. Eu preciso saber o que está acontecendo comigo.

    — Draco, está tudo certo. Não há nada de errado. — mentiu Harry.

    — Não minta para mim! Eu sei que está acontecendo alguma coisa estranha comigo. Eu apenas preciso saber o motivo.

    Harry suspirou apreensivo, se rendendo. Assim disse:

    — Draco… eu não sei o que está acontecendo com você; mas não importa o que aconteça, eu vou estar aqui. E eu vou fazer de tudo para fazer tudo voltar ao normal. Mas não esqueça: deixe suas cores verdadeiras brilharem.

    — Você sempre diz isso. — comentou Draco imediatamente.

    — Digo isso sempre para você não esquecer.

    Draco mordeu o lábio inferior, sorrindo.

    Era verdade. Todos os dias que Harry via Draco na Rua dos Alfeneiros ele o lembrava aquilo.

    Não tenha medo de deixar suas cores verdadeiras brilharem.

    Deixe suas cores verdadeiras te iluminarem.

    Não deixe a escuridão apagar suas cores verdadeiras.

    Draco não sabia o que Harry queria lhe passar, mas ele sabia que um dia ele entenderia. E que tudo aquilo sobre as cores verdadeiras que Harry tanto falava um dia iria ter um sentido para ele, Draco sabia disso. Ele sabia que quando ele entender o que aquilo significava, iria ser importante para ele… iria ter um sentido.

    — Não vou deixar minhas cores verdadeiras se apagarem. — disse Draco, ainda não compreendendo completamente o que Harry lhe passava.

    Harry sorriu.

    

    Eles passaram a se encontrar todos os dias na rua até o dia primeiro de setembro, onde começaram o segundo ano letivo deles.

    Harry passou a perceber que havia um sentimento maior do que apenas afeição dentro de si. Toda vez que via Draco sorrir, apenas para ele, Harry sorria de volta. Sentia seu coração se aquecer quando se abraçavam, e se sentia à vontade com Draco. Às vezes, ele tinha vontade de chegar cada vez mais perto do loiro, e seus olhos brilhavam toda vez que o via.

    O que está acontecendo comigo, afinal? se perguntava Harry Por que estou com desejos estranhos dentro de mim? Draco é só… meu amigo.

{...}


Notas Finais


Com amor,
Clara
<3


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