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História O menino loiro do parquinho - Drarry - Capítulo 14


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Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 14 - Falar com Dumbledore


Fanfic / Fanfiction O menino loiro do parquinho - Drarry - Capítulo 14 - Falar com Dumbledore

"Cap. 14 - Falar com Dumbledore"

||930 palavras||

    — Hum… Harry. Acho que você devia procurar por alguém como Dumbledore, sabe? Ele deve saber de alguma coisa.

    Estavam na aula de herbologia, estudando sobre mandrágoras. Hermione havia acabado de enfiar uma mandrágora no vaso e cobri-la com terra. Apesar de falar, ela estava prestando atenção no assunto e, mesmo preocupada, ela estava se dedicando em manter a mandrágora confortável.

    — E-Eu não sei, Mione. — respondeu Harry se distanciando de uma mandrágora que chorava horrores. — Você tem certeza que ele pode nos ajudar com isso?

    — É claro que sim, Harry, não se lembra do nosso primeiro dia em Hogwarts? O dia da Seleção das Casas? Eu não tinha entendido o motivo do Chapéu Seletor ficar tanto tempo na cabeça de Draco porque, você sabe, Draco bateu o recorde de seis minutos e vinte e um segundos com o chapéu na cabeça. Aliás, quando Dumbledore e outros professores levaram o Chapéu para conversar numa salinha naquele mesmo dia, eles deviam ter falado sobre o assunto. É claro que Dumbledore deve saber de alguma coisa. Ele pode nos ajudar. Você tem de falar com ele se quiser que Draco volte ao normal, Harry!

    — Okay, eu vou! — respondeu Harry cobrindo a mandrágora chorosa com terra.

    Hermione suspirou apreensiva e pegou uma pazinha, alisando a terra para acalmar a mandrágora dela.

    — A mente de Draco vai explodir a qualquer momento. — continuou Hermione. — Eu não sei o que está acontecendo com ele mas eu acho que, por enquanto, o único que consegue acalmar as emoções de Draco é você, Harry. Pelo menos até Dumbledore souber exatamente o que aconteceu com ele. Sabe, Harry, você pode tentar fazer Draco se lembrar do que aconteceu naquele último dia que vocês se viram quando tinham sete anos. Talvez a gente saiba exatamente o que aconteceu.

    Harry ficou em silêncio, apenas assentiu com a cabeça. Assim, ele levantou o rosto, abandonando o olhar da sua mandrágora para olhar Draco, que estava do outro lado da mesa, o qual lhe lançou um olhar de desdém. Harry o ignorou.

    — Agora, — começou a Profa. Sprout. — quem é que pode me dizer as características da mandrágora?

    Hermione espichou a mão para o ar e, no canto do olho, Harry pôde ver Draco revirar os olhos.


 

    — Agora, não, Harry! Vamos ter aula de DCAT já já.

    Haviam acabado de sair das estufas e estavam andando de volta ao castelo quando Harry já estava querendo ir falar com Dumbledore.

    — Quem é que se importa com o Lockhart? — exclamou Ron dando de ombros e recebendo um pontapé de Hermione. — Se a gente matar aula só para falar com o Dumbledore, Lockhart nem vai perceber. Aquele cara é uma fraude e eu aposto que aquele cabelão bonitão dele não se passa de uma peruca trouxa brega...

    Hermione o calou com o olhar; se não, Ron continuaria falando e xingando o professor.

    — Mesmo assim… — começou Hermione. — eu acho melhor o Harry ir falar com Dumbledore depois do jantar, e levar Draco junto. Dumbledore é legilimens, não? Ele pode entender o que acontece com Draco.

    Harry e Ron se encararam, sem compreender o que a amiga havia dito.

    — Legilimens?

    — É quem sabe ler a mente do outro. Seria muito útil no caso de Draco, não? Saber o que se passe na cabeça dele…

  

 

 Quando acabou de comer, Harry foi até a mesa da Sonserina, onde Draco comia, isolado de seus amigos, brincando com o talher, parecendo estar sem fome.

    — Draco…

    — O que você quer, Potter? — perguntou Draco sem deixar de encarar o prato, mas reconhecendo a voz.

    Harry se aproximou e se sentou ao lado de Draco, que passou a olhar para o grifinório.

    — O que acha que está fazendo, seu verme? — exclamou Draco se arrastando na cadeira para longe de Harry, levando seu prato junto.

    Harry se arrastou para perto de Draco, sem se importar com os xingamentos que saiam da boca do sonserino sem parar. No entanto, Harry disse algo que calou Draco na mesma hora:

    — Seu cabelo está tão bonito hoje.

    A roleta mental de Draco girou, e seus olhos brilharam. Draco, então, passou a mão no cabelo, maravilhado.

    — Está? — e deu um sorriso. — Não sabia que você prestava tanta a atenção em meu cabelo, Harry.

    — Não consigo me segurar.

    Draco deu uma risada gostosa, e Harry sorriu.

    — Hum, Draco… está com fome? — perguntou Harry; Draco negou com a cabeça. — olha… eu preciso que você venha comigo.

    Draco franziu o cenho.

    — Onde vamos?

    — Você vai ver. — respondeu Harry.

    Assim, Draco se levantou ao ver que Harry havia saído do banco, e começou a seguí-lo. Passaram pelo Saguão, subiram a escadaria de mármore até o terceiro andar e encontraram a gárgula que leva ao escritório de Dumbledore.

    — Sorvete de limão. — disse Harry. A gárgula começou a se mover.

    — Desde quando você conhece a senha e a localização do escritório de Dumbledore? — perguntou Draco impressionado.

    — Falei com McGonagall hoje e ela me disse a senha. — respondeu Harry sorrindo. — Ah, se abriu. Entre, Draco.

    Draco deu um passo à frente e eles subiram as escadas até chegar no escritório do diretor. Assim, eles bateram na porta.

    — Entre. — disse uma voz de dentro do escritório.

    Harry se adiantou até a maçaneta e abriu a porta. Sentado na mesa, estava Dumbledore, mas havia outro alguém ali, sentado à frente da escrivaninha do diretor.

    — P-Pai? — gaguejou Draco aterrorizado.

{...}


Notas Finais


Com amor,
Clara
<3


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