História O Menino Que Tem Medo (JIKOOK) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bottom!jimin, Bts, Drama, Fluffly, Gay, Jikook, Jikook!kids, Jimin, Jimin!bottom, Jungkook, Jungkook!top, Kookmin, Romance, Top!jungkook, Yaoi
Visualizações 104
Palavras 2.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Bom, essa jikook é meu Bebezinho e ninguém me toca pq eu eu estou muito feliz de postar ela, mesmo que eu seja flop e apenas eu leia.
:'3
Sério, eu tô com medo de flopar assim como tudo q eu posto nete site, mas é a vida.

Me dêem amor, eu mereço.

Isso era para ser dedicado à uma ex amiga, e mesmo não sendo mais a mesma coisa, foi dedicado à ela. E se ela realmente ler isso, vai saber que é para ela.

Ah, EU QUERIA AGRADECER A BUSANCITY(@taexcuse) PELA CAPA E BANNER MARAVILHOSOS. (Está com meu antigo user, pois pedi a capa há um tempo e mudei de user. Avisei sobre mas... Né, veio assim mesmo. ^^)

Espero que gostem. Boa leitura. <3

Capítulo 1 - O menino perdido.


Fanfic / Fanfiction O Menino Que Tem Medo (JIKOOK) - Capítulo 1 - O menino perdido.

O pequeno Jeon estava assustado no meio daquela floresta; onde estava sua mãe? Jungkook gritava por seu nome, mas nada da jovem mulher aparecer. Maldito momento em que o garoto decidiu que iria sair correndo de sua mãe naquele parque enorme e lotado, no qual acabou se perdendo entre tantas pessoas. Agora ele estava ali, sozinho no meio da floresta que, para si, parecia assustadora.

— M-Mãe? — Falou em um sussurro, após ouvir um barulho de passos por perto.

Nada. Um vácuo eterno. O garotinho de apenas sete ano estava assustado, achava que nunca mais iria ver sua mamãe e sentiu uma enorme vontade de chorar; e foi o que fez. Chorou alto, desesperado. Ele queria sua mãe, ou ao menos alguém para lhe ajudar a achá-la, mas estava sozinho no meio daquela floresta escura.

Isso era o que o pequeno achava.

— Shii! — Alguém veio por trás, tampando com uma pequena mão a boca de Jungkook, que a alguns minutos gritava desesperadamente. Jungkook arregalou os pequenos olhinhos, mas se manteve parado, sem reação alguma. 

— Não faça tanto escândalo, garoto! — A voz fina e doce soou nos seus ouvidos. A pessoa tirou as mãos da boca alheia. — O que você faz aqui?

Jungkook virou-se para fitar quem estava falando consigo, assim vendo um garoto de estatura baixa, cabelos tão negros quanto a escuridão da floresta e rosto infantil. Não era um adulto, era uma criança, assim como Jungkook.

— Eu me perdi da minha mamãe… você também? — Jungkook perguntou para o garoto que lhe olhava.

— Não, eu não me perdi de ninguém — ele olhou ao redor. — Meu nome é Park Jimin, e o seu?

— J-Jeon Jungkook.

— Tá bem, Guk. Pode vir comigo? Prometo que vou ajudar você a achar sua mãe depois. — Jimin disse, olhando fundo nos olhos pequenos e redondos de Jungkook.

— Vai ajudar? Promete?

— Eu prometo, mas venha comigo.

Jungkook não pensou duas vezes antes de começar a seguir Jimin por aquela floresta.


[...]


As duas crianças entraram em uma pequena casa de madeira, que por fora parecia completamente detonada, mas por dentro estava organizada e limpa. Claro que não estava nas melhores condições. Jungkook perguntou se era uma casa abandonada e Jimin confirmou.

— O que estamos fazendo em uma casa abandonada? — Jeon perguntou curioso.

— Nada — Jimin respondeu simplista. — Eu só quero que me faça companhia enquanto ainda não podemos ir atrás da sua mãe.

— Por que não podemos ir atrás da minha mãe? — Jungkook olhou confuso para o garoto a sua frente. — Você disse que iria me ajudar, você mentiu!!

— Eu estou ajudando você. Estou te protegendo. Te trouxe para cá,porque lá fora tem animais perigosos, pessoas perigosas e caminhos perigosos. Se eu lhe deixasse lá fora, você estaria exposto à todos os perigos,e poderia se perder ainda mais e, dependendo, nunca mais encontraria sua mãe — Jimin explicou ao mais novo.

Jungkook suspirou, pensando no quanto ainda demoraria para encontrar sua mãe.

— E você está aqui porque também está fugindo dos perigos que estão lá fora? — Jeon perguntou. Estava curioso para saber o motivo de Jimin estar sozinho naquele lugar.

O Park desviou o olhar para o canto da casa. Um sorriso de canto formou-se em seus lábios grossos.

— O maior perigo estava em minha casa, eu vim para cá em busca de segurança. Aqui é bem melhor! — Jimin abriu os pequenos braços cobertos por um moletom maior que si, mostrando ao redor.

Jungkook não conseguia entender como aquele lugar estranho e abandonado poderia ser mais seguro que a própria casa de Jimin.

— Qual é o maior perigo…Chim? — Fitou o novo amigo.

— Meu pai. Meu pai é o maior perigo, ele bebe e bate em mim…na mamãe…todas as noites minha mãe pede para que eu venha até aqui, e fique aqui até ela vim me buscar — Jimin respondeu.

Jungkook franziu o cenho, confuso.

— Minha mamãe diz que os pais têm a obrigação de proteger os filhos, e não fazê-los ficarem com medo. Muito menos batê-los. — O pequeno falou o que aprendeu durantes todos os seus curtos anos de vida.

— O problema, Guk, é que nem todos os pais fazem isso — Jimin suspirou, sentindo uma pequena lágrima descer sob seu rosto.

Jungkook sentiu seu coração apertar ao ver os olhinhos de Jimin se encherem de lágrimas. Ele não gosta de ver as pessoas tristes.

Aproximou-se de Jimin, abrindo seus braços e os botando ao redor do pequeno corpo de seu amigo, abraçando-o forte. Logo depositou um beijinho estalado em sua testa.

— Mamãe disse que beijinhos curam machucados e que abraços amenizam a dor — disse baixinho, no ouvido do pequeno Park, ainda tentando lhe passar segurança. 


[...]


Os dois estavam sentados no chão, escorados na parede de madeira, enquanto um silêncio dominava o local.

Jungkook tinha reconfortado Jimin, que estava chorando a alguns minutos atrás. Agora os dois estavam quietos, escutando as gotas grossas de chuva se chocarem com o telhado fraco da casa, fazendo algumas gotas caírem pelas goteiras da mesma.

— Quando a mamãe chegar, vamos tentar achar a sua mãe, tudo bem? — Jimin quebrou o silêncio entre os dois. Virou a cabeça para ver a expressão de Jungkook.

— Sua mamãe está demorando demais... — Jeon fez um bico nos lábios.

Jimin pegou um relógio de dentro dos bolsos de seu moletom. Olhou as horas que o pequeno ponteiro indicava. Tinha apenas nove anos, mas sua mãe ensinou-o a ver as horas naquele relógio, que antes parecia tão complicado.

— Meia noite. Já era para ela ter chegado,mas é normal que demore…Às vezes. — O pequeno suspirou e logo olhou para o seu amigo.

Jungkook tinha a cabeça posta sob as pernas, tais que ele abraçava com os braços. A dúvida de Jimin era saber como aquele garoto parou ali; sabia que ele tinha se perdido da mãe, mas não sabia como.

— Como se perdeu da sua mãe? — Perguntou o mais velho entre os dois. O Jeon levantou a cabeça para olhar nos olhos de seu amigo.

— Estávamos no parque, tinha um novo brinquedo e eu insisti para que ela me levasse. Estava tudo bem, mas eu vi um outro brinquedo, ele era enorme assim! — Jungkook abriu seus braços no máximo que podia, apenas para tentar mostrar o tamanho do brinquedo. — Era uma bola enorme e brilhante. Então eu decidi que iria ir atrás dela, eu corri até ela. Tinha muita gente e quando eu percebi eu estava fora do parque, eu estava dentro dessa floresta escura — lembrou do momento em que percebeu que estava longe da sua mãe.

— O brinquedo que você descreveu era uma roda gigante — Jimin falou e saiu quase num sussurro.

— Ele era um brinquedo legal.

— Por que era bonito e enorme? — Jimin perguntou.

— Sim — Jungkook respondeu simples.

— As aparências enganam, Guk. Ele é um brinquedo chato e assustador — Jimin falou, lembrando-se da primeira vez que foi no tal brinquedo.

— Ah… Não gosto de ter medo, não quero mais ir nele — Jungkook disse, pondo a cabeça novamente sob suas pernas.

— Ninguém gosta de ter medo, mas todos nós temos. Agora não deixe que um medo destrua o seu desejo de ir na roda gigante. O que eu falei era minha opinião, você pode achar o brinquedo muito bom! — E, pela primeira vez, Jimin sorriu, apenas para animar o amigo que pareceu triste ao saber sobre o brinquedo.

— Quando eu voltar para casa, irei ao parque novamente e irei no brinquedo enorme. — Jungkook sorriu, mostrando seus dentinhos salientes.

Jimin se animou ao ver o garotinho sorrir e pode comparar — com sua imaginação fértil — os dentes de Jeon com os de um coelhinho.

— E você vai no brinquedo comigo, Chim. Vou lhe mostrar como é um brinquedo maravilhoso!! — Jungkook falou com sua voz fofa e animada. — Você vai comigo, é uma promessa, e é feio descumprir promessas.

Jimin ficou animado ao saber que o seu novo amigo queria lhe levar ao brinquedo consigo. Estava feliz de saber que iria novamente num parque, que iria novamente se divertir.

— Como pode ser uma promessa se eu nunca prometi nada? — Jimin botou a mão na cintura, virando-se levemente para frente.

— Ah… — Jungkook ficou pensativo durante alguns segundos, mas logo sorriu animado. — Você promete que irá comigo na roda gigante, Jimin-ssi?

E o Park deu seu melhor sorriso, fazendo seus olhinhos formarem uma meia lua.

— Eu prometo ir com você na roda gigante, Jungkook! 


[…]


As duas crianças acabaram pegando no sono. Estavam deitadas no chão frio, Jungkook com a cabeça deitada na barriga de Jimin, este que de tão cansado nem parecia se importar. O sono dos dois pequenos foi encerrado quando um grito soou do lado de fora da casa de madeira.

Acordaram assustados.

— Jeon Jungkook!!! — O grito se repetiu, mas dessa vez não com a voz grossa de um homem qualquer, era a voz doce da mãe de Jungkook.

Ele se levantou rapidamente, tão rápido que assustou Jimin, o mesmo olhava confuso para tudo.

— É minha mãe, Jimin!! — Jungkook disse animado.

Então Jimin se levantou também. Foi até a janela feita de madeira e olhou pelas pequenas brechas. Lá fora tinha uma mulher muito bonita, que gritava repetidamente o nome de Jungkook e ao seu lado havia alguns policiais. A manhã já havia chegado.

— Jungkook, você precisa ir — falou, indo em direção ao seu amigo.

— Ok. Vem comigo, Jimin! Ela pode te levar para casa — Jungkook pegou na mão gordinha e pequena de seu amigo, puxando-o até a porta. 

Jimin olhou fundo nos olhos brilhantes de Jeon.

— Não é preciso, eu sei ir sozinho — Jimin respondeu rápido.

O pequeno Park sabia que o pai não gostaria de ter policiais em sua casa.

— Certeza, Chim? — O mais novo perguntou.

— Absoluta. Agora vá para sua casa. — Jungkook balançou a cabeça, assentindo. Em surpresa para o garoto Park, o moreno o abraçou apertado.

— Não esqueça de sua promessa. Quero que vá comigo na roda gigante! — Jeon separou do abraço e fitou o amigo, com um enorme sorriso no rosto.

— Eu prometi, Guk, e eu vou! Agora tenho que ir e você também. Nos vemos algum dia na roda gigante — Jimin sorriu.

E assim Jungkook saiu pela velha porta da casa, indo até fora dela. Logo, todos os policiais e, claro, sua mãe vieram até ele. A mulher o abraçou forte e começou a chorar. Os policiais entraram rapidamente na pequena casa de madeira, olhando os quatro cantos da casa.

— Quem estava com você, meu bem? — A mãe de Jungkook perguntou, ainda chorando.

— Um menino que tem medo — respondeu o menor.

Os policiais saíram de dentro da casa. 

— Mas aqui dentro não tem ninguém — um deles disse.

Jungkook entrou na casa, olhou ao redor, vendo apenas uma janela aberta por onde entrava a única iluminação da casa.

— O menino que tem medo voltou para o lugar perigoso.  


[…]


Dois dias depois daquela noite Jungkook estava de volta ao parque. Ele estava animado para ir na roda gigante, e mais animado ainda para reencontrar Jimin. Sua mãe não queria o trazer, mas depois do filho insistir ela acabou trazendo. A única regra era que ele nunca mais corresse de perto da mais velha.

— Desculpa mamãe, eu vou ter que quebrar uma regra — sussurrou para si. 

Ele não se controlou quando olhou para o canto do parque e viu Jimin perto das árvores, o olhando fixamente. Aproveitou que sua mãe estava distraída em comprar alguns doces e correu até seu amigo da noite passada.

— Você veio! — Disse animado.

— Vim, eu não poderia ir embora sem antes me despedir de você, Guk.

Despedir? Não, eles não iriam se despedir, eles iriam na roda gigante! Não era esse o combinado?

— Como assim? — O pequeno Jeon perguntou.

— Eu vou me mudar daqui a alguns minutos. Não vou poder cumprir minha promessa. Desculpa. — Jimin falou com um bico nos lábios e desviando o olhar do outro.

Jungkook não sabia o que dizer. Ficou calado, mesmo vendo seu amigo indo embora e sumindo entre a escuridão da floresta. Viu, em silêncio, seu amigo ir embora sem cumprir uma promessa.

— Ah, Jungkook! Eu falei para não correr de mim! — Sua mãe se aproximou. — O que está fazendo?

— Ele se foi mamãe, e quebrou uma promessa. Ele também conseguiu quebrar meu coração... — Jeon disse com sua voz inocente.

Jimin o havia decepcionado.




Notas Finais


Sim, foi curto até, e sim parece um prólogo.

Podemos dizer que o tema mais "leve" deste capítulo irá sumir conforme os outros forem postados. Ah, e... Isso que foi contando não é nem a metade do que REALMENTE aconteceu nessa noite sksksksks

Eu espero que tenham gostado. E é isto.... COMENTEM EU SOU INSEGURA PORRA.

Muito obrigada, beijinhos.


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