História O MEU assassino - Jeff the killer - Capítulo 1


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Categorias Jeff The Killer
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Assassino, Drama, Espíritos, Jeff The Killer, Lendas, Morte, Romance, Tragedia, Violencia
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Palavras 933
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Fiz com carinho.

Beijos da tia Min Hyun-Mi 😘😘😘

Boa leitura S2

Capítulo 1 - Um garfo no chão, uma janela aberta e um homem de máscara.


Thalyta Parker on

Sabe aquela momento em que você deita a cabeça no travesseiro e pensa em tudo que já fez, que pode fazer, que nunca irá fazer ou até mesmo, se a sua existência vale ou não apena?

É... A nossa mente voa em um universo aleatório com milhares de pensamento que mudam em um estalar de dedos sem nem mesmo nos darmos conta. É estranho... Agora nós podemos estar pensando no futuro, mas em um milésimo de segundo nós já podemos estar pensando em algum acontecimento do passado ou algo do gênero.

No momento, eu estou deitada na cama, com os olhos fixados no teto e os pensamentos em algum lugar aleatório.

"Sonhos fazem sentido? Podem se realizar?"

Esses foram os meus últimos pensamento antes de cair no sono...

[•••]

Acordo ao ouvir um barulho estrondoso vindo de um dos cômodos do andar de baixo.

Me sento na cama ainda um pouco sonolenta, pego meu celular vendo o relógio marcar 03:24 da manhã. Me espreguiço suspirando antes de levantar e descer as escadas, indo em direção ao barulho ouvido por mim a minutos atrás.

Passo pela sala indo em direção a cozinha - acendendo todas as luzes - para ver o que havia feito tanto barulho a ponto de me acordar no meio da madrugada, vendo apenas um garfo no chão do local ao adentrar no mesmo.

A janela estava aberta e suas cortinas estavam voando, indicando que estava ventando lá fora.

Rapidamente fechei a janela, pegando e guardando o garfo, que antes estava caído logo em seguida.

Segui para a sala, passando pelo cômodo escuro, subindo as escadas, parando no meio da mesma...

"Espera! Eu tinha acendido as luzes da sala quando passei, mas não me lembro de tê-las apagado"

Olho para o cômodo por cima dos ombros com um certo receio, pois jurava ter acesso as luzes do mesmo.

"Só pode ser loucura da minha cabeça! Estou com sono, deve ser isso!"

Dou de ombros, voltando a subir as escadas, voltando para meu quarto e para a minha cama.

Volto a dormir - ou pelo menos tento - quando escuto, mais uma vez um barulho vindo do andar de baixo.

Suspiro me levantando mais uma vez e indo em direção as escadas, descendo as mesmas e passando pela sala, agora com a luz acesa, me dirigindo para a cozinha mais uma vez.

E lá estava o causador do barulho: o garfo. Ele estava no chão, sendo que eu jurava tê-lo colocado em cima da pia.

Pego o garfo o colocando em seu devido lugar, direcionando meu olhar para a janela, mais uma vez aberta.

"Isso está realmente estranho!"

Penso, levando um susto ao garfo cair no chão novamente.

— oi — diz o homem - brotando do inferno - me fazendo apoiar no balcão, ao minhas pernas bambear.

— como entrou aqui?! — pergunto com a voz falha.

O homem a minha frente, usava máscara, mas não impedindo de ver as pequenas gotas de sangue que escorriam de seu rosto em seu pescoço.

Parecia estar machucado...

— ah, sempre a mesma pergunta! — disse entediado — agora só falta o: "quem é vc?" "O que vai fazer comigo?" — disse em tom de sarcasmo e ironia — Affs, vocês me enjoam!

O tal homem se aproximava lentamente, me vendo recuar a cada passo seu, até meu corpo se chocar contra a mesa.

— não tenha medo — diz o homem em um falso tom carinhoso — só vai doer um pouquinho — completa pegando a faca de sua cintura, vindo em minha direção em passos largos.

Fiquei para encarando o mesmo com medo, não conseguiria dar a volta na mesa e sair correndo, com certeza ele me mataria se eu fizesse.

Me assusto ao me dar conta da aproximação do homem. Seu rosto estava a milímetros do meu, sua respiração estava ofegante e as batidas de seu coração davam para ser ouvidas.

Meu corpo paralisou quando o homem acariciou levemente a minha bochecha enquanto alisava sua faca em meu braço me causando arrepios.

— tira a mascara! — ditei em modo autoritária, ouvido risos de puro sarcasmo do mesmo.

— e se eu não tirar? Vai fugir? Me matar? — ironizou, pousando sua mão que antes estava em minha bochecha na minha cintura, apertando a mesma, fazendo-me arfar com seu toque, logo em seguida sentindo o mesmo me puxar para mais perto, fazendo nossos corpos se chocarem — você não me dá ordens! — ditou sério — só por conta da sua audácia, eu não irei te matar — disse ao se afastar de mim, me deixando um tanto confusa — agora você é minha, vai trabalhar para mim!

— c-como? E-eu não vou m-matar ninguém! — esclamo gaguejando, vendo o mesmo negar.

— claro que você não vai matar ninguém, não deixaria uma tola como você ser descoberta e arruinar a minha reputação — disse obvio — Você vai trabalhar em minha casa, vai lavar, passar, e cozinhar. Não sabe o quanto é estressante ter que fazer as coisas de casa depois de um dia cansativo de trabalho.

— E-eu não quero! — digo ainda com a voz trêmula.

Eu stava assustada. Era uma madrugada fria, o vento ao lado de fora soprava fortemente, e na medida em que o vento soprava os fios negros do homem a minha frente voavam, dando a perfeita visão de seu pescoço desnudo e as gostas de sangue que ainda escorriam pelo mesmo.

— você só tem duas escolhas, é isso ou a morte, qual vc prefere?

— como se isso fosse uma escolha? — pergunta irônica cruzando os braços.

— eu ainda estou sendo legal com você, e você me trata com ironia?! — diz forçando um tom incrédulo — não tem medo da morte não, senhorita Parker?



Continua???...




Notas Finais


Não revisado!
Desculpem os erros...

Gostaram?
Continuo ou não?

Obrigada por ler até aqui ❤❤❤❤


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