História The walking dead - fanfic - Capítulo 6


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Categorias The Walking Dead
Personagens Abraham Ford, Andrea, Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lizzie Samuels, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Mika Samuels, Morgan Jones, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sam Anderson, Sasha, Shane Walsh, Sophia Peletier, Tara Chambler, Tyreese
Tags The Walking Dead
Visualizações 17
Palavras 535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Cap. 6


                                              Capítulo 6

             °eu não entendo°

Uma semana depois

Já passou uma semana desde que viemos para esse lugar. Aqui é cúmulo da falta do que fazer! Não podemos sair, não podemos ajudar na segurança, nao podemos fazer nada! A um tempo eu descobri um lugar que não fuca ninguém e eu tenho saído por lá, então eu ando um pouco e sempre acabo chegando perto de um muro, um muro bem alto. 

Carl: -Beatrice -o Carl fala chegando perto de mim. 

Beatrice: -Oi... -eu sorri meio forçado, mas sorri. 

Carl: -A Clark, ela está melhorando... Eles fizeram uma coisa muito estranha, eu achei que ela ia morrer. Eles tiraram o sangue dela todo e trocaram, foi estranho. 

Beatrice: -Você viu tudo? 

Carl: -É... 

Sabe, eles até formam um belo casal, mas sei lá... É como se eu tivesse nojo deles dois juntos, mas ao mesmo tempo amasse vê-los juntos. Merda, eu não sei explicar! Odeio não saber explicar as coisas.

Beatrice: -Eba!! Isso é legal! Vai lá, campeão. Fica com a sua madame, beijos. 

Carl: -Meu deus, o que deu em você? -ele começa a rir. 

O QUE EU TINHA ACADO DE FALAR? NÃO SEI. Como assim "vai lá com a sua madame"? Que? Enfim, OK né. Eu tinha que focar em sair sem o Carl e nem ninguém me ver. 

Carl: -No que você está pensando?

Beatrice: -Eu vou ver aonde a Naty está, fica lá com a Clarck, ou sei lá.. Faz o que quiser, beijos. 

Carl: -Ok.. 

Eu falo e vou até o lugar que tinha falado, lá é meio apertado, mas eu consigo passar. Eu sei que aqui dentro é mais seguro, mas ir lá fora me faz bem, me dá uma sensação maravilhosa de liberdade. Eu me sinto viva lá, já aqui eu me sinto uma ratinha presa dentro de uma gaiola. 

Eu sempre vou até uma casa na árvore, eu fico esperando a dona da casinha aparecer, eu sei que alguém mora alí. A casa tem sempre biscoitos e revistinhas, então conclui que uma criança mora lá. Eu não precisei ser nenhuma Sherlock para descobrir isso. 

Eu sempre fico lá, depois desço e fico andando por alí até ficar tarde e eu voltar pra "república" ou seja lá o que é aquilo. Mas hoje foi diferente, eu me sentia tão viva enquanto andadava, eu me sentia como no mundo antigo. Andar por lá me fez lembrar o tempo em que eu viajava com o meu pai e nós corríamos em um jardim, só eu e ele, era incrível. 

Vou mudar completamente o assunto, quero esquecer esse mundo apocalíptico e só me lembrar do antigo por alguns minutos. Vou falar sobre meu pai, a melhor pessoa que eu já tive o prazer de conhecer. 

Meu pai sempre trabalhou bastante, ele era um empresário de muito sucesso. Mas uma coisa que ele nunca deixou de lado foi a família, ele sempre fez questão de me levar pra um lugar que eu amava, todas as férias... Íamos só eu e ele e às vezes a Clarck, porque quando a Naty era pequena ela tinha uma doença e vivia no hospital , ai às vezes minha mãe não tinha tempo pra mim. 

E agora ele está morto. 







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