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História O Meu Guitarrista - Imagine San (Ateez) - Capítulo 3


Escrita por: e BEHUN


Notas do Autor


Depois de meses Kkkkk

Boa leitura 💨

Capítulo 3 - Festa Fantasia


Fanfic / Fanfiction O Meu Guitarrista - Imagine San (Ateez) - Capítulo 3 - Festa Fantasia

Encarava minha aparência no espelho da penteadeira de Hyerin enquanto ela terminava de cortar as pontas e a parte onde o idiota daquele guitarrista pregou o chiclete. Meu cabelo nunca teve um corte certo mas ele sempre teve a altura no meio das minhas costas, agora, está no meu ombro.

— Eu acho que destacou seus olhos, S/n. — Hyerin tentava me colocar para cima mas ela sabe que nada disso para mim importa.

— Tanto faz — dei ombros caminhando até a estante de livros cor-de-rosa de Hyerin, pegando um livro qualquer para passar as páginas, procurando algo interessante.

— Para com isso, S/n. Wooyoung está na sala, ele quer se desculpar pelo amigo babaca — beijou minha bochecha me empurrando até a porta da saída do seu quarto que mais parecia de adolescente do que de uma mulher formada.

Corri até o meu quarto jogando o livro para baixo do travesseiro com medo de Hyerin querer ele de volta, acabei achando interessante a sinopse. Romance não era o meu gênero favorito mas esse acabou me chamando atenção. De longe pude ver o platinado sentado no sofá encarando o chão. Suspirei, aparecendo na sua frente.

— O que faz aqui ?

— S/n — pela primeira vez em todo o tempo que conheço Wooyoung queria que ele não ficasse calado apenas me encarando, estava quando abrindo a boca para falar quando ele sorri levemente, com os olhos focados nos meus. — Você ficou linda — cocei a nuca, suspirando.

— Eu perguntei o que você faz aqui — me sentei em

uma das poltronas azuis que combinavam com o nosso sofá. Lembro que Hyerin nunca gostou da sua tonalidade e pediu um de cor verde escuro, mas sem ela saber troquei a cor na hora da compra, coisa que ela joga na minha cara até hoje.

O som de passos me deixaram confusa, não sabendo que Seonghwa também tinha vindo junto do seu amigo, mas acabei me confundindo ao ver que se tratava de San, o guitarrista babaca. Cruzei os braços encarando sua cara cínica tentando ao máximo não usar minhas lindas unhas em seu rosto. San rir com deboche sabendo muito bem que odiei sua visitinha repentina, sua boca estava cheia de batatas às quais pertenciam a mim.

— Me devolve seu moleque — puxei o saco das suas mãos, brava.

— Para de ser egoísta, monstrinha — revirei os olhos ao escutar o apelido idiota que foi dado por ele.

Hyerin apareceu na sala segurando segurando um arco com estampa de flores. Não achei estranho, até porque Hyerin parecia uma criança às vezes.

— Contou a novidade para ela, Wooyoung ? — deu pulinhos de alegria correndo até o platinado que também parecia animado com isso.

Caminhei até a cozinha sem me importar com a tal novidade, sendo seguida pelo platinado. Joguei o saco de batatas na geladeira pegando uma latinha de refrigerante, assustando Wooyoung quando abri com agressividade.

— Você vai sair da banda ? — arqueei uma sobrancelha ainda olhando para ele enquanto o líquido gelado e cheio de gás descia por minha garganta. — Olha, eu sei que as ações de San tem lhe irritado, mas... você é uma pessoa muito importante para mim, S/n — reparei no sinal próximo a sua maçã do rosto e olho direito, dava um charme nele.

— A única coisa que me importo é com a música. Seu amigo é um idiota que gosta de chamar atenção — dei mais um gole no refrigerante colocando sobre o balcão. — Não se preocupe, não irei sair — sorriu fraco para ele podendo ver os olhos de Wooyoung ganhar um brilho estranho.

Tentar não ser gentil com ele é difícil, sei que ele gosta de mim e acho que sorrir e aceitar seus pedidos dão pingos de esperança a qual nunca deve crescer dentro dele. Wooyoung é um cara legal, inteligente e dono e uma voz incrível mas não o vejo como um futuro namorado ou algo do tipo. Passei por ele, voltando para a sala onde San e Hyerin riam sentados juntos no sofá, mudaram de assunto quando cheguei. Lancei um olhar de ameaça para Hyerin que mostrou a língua fingindo ficar brava.

— É uma pena que não possa mais ficar na banda, S/n. Vamos, Wooyoung ? — soltei uma risada alta, o que deixou o platinado boiando.

— Ela não vai sair da banda, San. Falar nisso, nesse sábado temos um show para ir você topa ? — tentei não mostrar interesse balançando os ombros.

— Aonde ?

— Uma garota da minha aula de canto está fazendo aniversário e convidou a banda para tocar. Mas você não foi convidada, uma pena — cerrei os dentes para ele.

— Ela faz parte da banda, San. Vai ser a fantasia, você pode escolher qualquer uma, S/n — bateu no amigo ao seu lado e logo sorriu para mim.

— Adorei a ideia, me passa o repertório por mensagens. — olhei para San que estava com os punhos fechados encarando com maldade Wooyoung que esbanjava um sorriso fofo no rosto.

Talvez ficar na banda não seja tão ruim assim, sem contar que eu nunca iria deixar de fazer algo que eu gosto, para ceder a caprichos de um garoto infantil, pois é isso que San é! O que poderia esperar dele? Garoto estranho.

Depois sorri falsamente para San, esse que revirava os olhos, não escondendo sua insatisfação por eu ter continuado na banda, fui até ele, chegando bem próximo sussurrando um "Terá que me aguentar por um longo tempo". Não esquecendo de enfatizar o "longo", me divertindo, vendo como as bochechas dele ficaram vermelhas de tanta raiva. Quase expulsei aqueles dois da minha casa, mas meu bom senso (e a sorte) bateram na minha porta, vulgo, Mingi e Seonghwa. Os dois vieram buscar San e Wooyoung para fazer não sei o que. Hyerin ficou na sala para se despedir do seu namorado, enquanto a mim, subi até o quarto dela, para resgatar seu livro, esse que tanto me interessou. Fui até debaixo do travesseiro, onde tinha o colocado, e saí de fininho do quarto dela, indo para o meu, voltando a passar as folhas.

Por mensagem, Wooyoung me passava as informações dessa festa que iria ter, e pela primeira vez, estava animada para participar de uma festa, já que essa seria diferente das outras… Eu iria cantar! Talvez eu estivesse muito animada já que não parava de pensar nisso, e por consequência, pensava em que fantasia eu iria. Depois que Seonghwa, junto a sua tropa foram embora, Hyerin veio para o meu quarto reclamar por eu ser uma péssima anfitriã.

— Mas ninguém mandou nenhum deles vir aqui. – falei simplista, e em resposta, recebi um tapa na cabeça.

— Educação é bom às vezes! – dei língua para a mesma, sendo respondida por seu dedo do meio. Dei risada, negando em seguida.

— Prometo que da próxima vez eu vou fazer o mesmo! – disse brincando, rindo depois de ver a cara de Hyerin quando eu disse isso. Ela saiu do quarto, enquanto eu comecei a pensar com que roupa eu iria. — Será que eu estou muito paranóica?

Alisei as têmporas, antes de deitar despojada na cama, e mesmo sendo três da tarde, senti o sono bater, e não demorei para que pegasse no sono.

(...)

Era tarde de sábado e mais uma vez, desde esses últimos dias, me encontrava naquela garagem, onde passávamos mais uma vez o som. San, como sempre, implicava. Dessa vez, diz ele que o tempo de bateria não está ritmado com o do baixo. Ah, faça-me um favor! Respirei entediada, pois já estávamos a mais de três horas ali.

— Não é querendo ser chata…

— Mas já está sendo. – San me interrompeu, e para não perder a pouca paciência que eu tenho com esse menino, descontei no microfone.

— Temos apenas três horas até a festa. Então, se der para agilizar, eu ficaria muito agradecida!

— Ok, pessoal! San, acho que já está bom, não é? Não precisa pegar tão pesado! Ensaiamos isso a dias, não tem como dar errado. – Hongjoong por fim, nos liberou. Me preparava para sair, quando sinto dois toques no meu ombro, me virando, encontrei com o peste… digo, San.

— Me diz uma coisa… Por que essa pressa em ir para casa? É para se arrumar? Não se esqueça, é festa a fantasia, e você já está vestindo a sua de bruxa. – Claro que eu não poderia ficar sem receber uma piadinha do babacão.

— E você San, vai de quê? De montanha? (San significa montanha em coreano) Oh, acho que não! Lhe falta altura. – sorri maldosa, e mesmo que eu seja menor que ele, não poderia deixar passar essa, pois em comparação aos outros, San era um tampinha. — Até mais, mini-montanha. – apenas de provocação, pisei em seu pé, dando "tchau" aos outros meninos, enquanto ouvia o mini-san reclamar do seu pé.

— Você é muito difícil de conviver! – gritou, e eu apenas continuei andando. Talvez, irritar o San seja a minha melhor diversão.

Cheguei em casa depois de quase uma hora. Agora restavam poucas horas até a festa na casa da amiga do mini-san. Pedi para Hyerin me ajudar com minha fantasia, essa aqui que mesmo sendo um tanto misteriosa, eu deixaria Hyerin vê-la.

— O que quer mudar? – falou quando eu coloquei algumas tintas de cabelo na frente dela.

— Acha que dá tempo de pintar algumas mechas do meu cabelo? – Hyerin concordou e em um sorriso mínimo, agradeci. Bom, já que fui praticamente obrigada a mudar de visual, faria isso do jeito tradicional.

— Qual é a sua fantasia? – perguntou enquanto nós duas seguimos para o banheiro. Apontei para trás da porta, vendo ela arquear as sobrancelhas. — O que é isso? Noiva cadáver emo? – disse, pois o vestido era completamente preto, além de ser cortado.

— Não, sua besta fera. É uma roupa de boneca voodoo.

— Ui, amiga. – deu um tapa no meu ombro. — A trevosa diz "olá".

— Para com isso, é só uma fantasia, ué. – dei de ombros, entrando no box, me preparando para lavar minha cabeça. Hyerin por fim, parou de implicar com minha fantasia e começou a me ajudar. Quando acabamos, fomos ao quarto dela e a mesma começou a separar as mechas da frente, colocando o descolorante. Olhava para o relógio, batendo o pé impaciente. Escolhi a cor cinza para pintar os dois lados, na frente e atrás do meu cabelo, e no fim, gostei do resultado, chegando até a fazer alguns carões na frente do espelho.

— Olha para mim. – Hyerin mandou e assim fiz. — Gata! Hwa que me perdoe, mas eu super te pegava. – soltou de uma vez, antes de ir ao banheiro, pegando minha fantasia. Ela já estava pronta, pois enquanto o produto fazia efeito, ela se aprontou. A mesma estava vestida de pirata, e eu tenho certeza que Seonghwa também estava. — Toma aqui sua fantasia de noiva emo.

— Palhaça você, hein. – dei língua para ela. Não demorei em me despir, vestindo aquela peça preta, e para meu azar, talvez eu tenha cortado um pouco demais, ficando um pouco acima das minhas coxas. — Acho que não tem problema, não é? Posso ajudar um shorts por baixo. – e assim fiz, peguei um shorts aleatório da Hyerin, e vesti por baixo da fantasia.

Agora só faltava a maquiagem, e como uma boa amiga, usei a da Hyerin. O destaque foi meus olhos, destacando bem os verdes dele. Uma boca preta e um gloss para destacar. E por fim, meu querido delineador, com o formato de um raio, que mesmo não tendo nada haver com minha fantasia, quis colocar.

Depois de pronta, me olhei no espelho, mandando um legal, por gostar do resultado. Fui até a sala, onde Hyerin estava me esperando. Perguntei onde estava Seonghwa, e ela disse que ele já estava na festa, mandou o endereço para ela, para que assim, pudéssemos chegar até lá. Pegamos o táxi e cerca de vinte minutos, avistamos uma casa, e luzes neon chegavam até o lado de fora, obviamente ali era onde acontecia a festa. Eu e Hyerin rachamos a conta e entramos juntas na casa, dando de cara com Seonghwa e Wooyoung.

— Bem-vindas, minha piratinha e… – Seonghwa parou de falar, quando olhou para mim, arqueando as sobrancelhas. — Noiva cadáver emo?

— Não! Boneca voodoo, não seja burro! – bufei irritada.

— Bem-vindos meus amigos! – San, assim como o habitual, chegou implicando, me dando um leve empurrão. — E você, seja mal-vinda. – disse tedioso e com desdém, logo depois, colocou a mão no queixo, olhando para minha fantasia.

— Que foi? Vai falar "Noiva cadáver emo" também? – perguntei tediosa, e ele riu, negando.

— Na verdade, eu iria falar bruxa do 71. – como esse garoto pode ser tão insuportável? – Mas sua cara feia já diz tudo. E então, vai amaldiçoar quem? – riu em deboche.

— Não sei, talvez eu chame alguém e amaldiçoe uma mini-montanha que não para de falar merda. – retribui da mesma forma, vendo San agir como uma criança, após ter me dado língua.

— E então pombinhos, quando vão assumir? – Mingi, pelo visto já bêbado, chegou em mim e San, colocando os braços em nossos pescoços. — Vieram até de fantasia combinando. – tanto eu quanto San, olhamos um para o outro, percebemos que realmente estávamos meio que combinando, pois o San estava de feiticeiro e eu, de boneca voodoo.

— Até nisso seu invejoso!


Notas Finais


Kkkkkkk eu amei esse apelido que a @Behun colocou 💛
Nossos perfis: @anabananax @BEHUN

Beijocas ❤️😚


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