História O meu melhor caminho - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Molly Weasley, Ronald Weasley
Tags Romione
Visualizações 273
Palavras 1.294
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais me capítulo
Desculpem qualquer erro
Espero que gostem

Capítulo 4 - 04- Amargo


Ronald estava sentado em umas das cadeiras confortáveis de uma imensa mesa de café da manhã,  ele era o único na casa, havia brigado com a família a anos, tinha um pouco de contato com sua irmã Gina apenas, ele era obcecado no seu trabalho e cada em mais estava se distanciando de sua família, nem nas ocasiões especiais aparecia na casa dos Weasley, sua mãe sempre ia na mansão de sua casa mais o rapaz a tratava frieza e dirigia quanto menos palavras possíveis a ela, já que a matriarca sempre vinha com o discurso de que ele deveria de dedicar mais a família e diminuir as obrigações profissionais. Paul pai de Hermione era irmão de Arthur Weasley marido de Molly, mas apenas por parte de pai, já que o senhor Louis Weasley havia se casado mais de uma vez, mais o patriarca mais velho da família havia morrido há alguns anos, assim deixando viúva Elizabeth sua segunda esposa, Ronald não suportava  a senhora a qual ele chamava de velha insuportável , para o rapaz, ela era uma qualquer que quando jovem roubou o avô de sua avó, ele sempre demonstrou todo seu desprezo por ela .

_ Peter venha aqui agora!_ Gritou Ronald se referindo ao seu criado, apesar da educação que sua mãe lhe dera não tinha um pingo dela com aqueles que não lhe convinha.

_ Sim senhor me chamou? Posso lhe a ajudar?  _ Disse o criado num fôlego só.

_ O que é isso Peter? Está ofegante? _ Disse Rony ao mordomo.

_ Perdão senhor, é por que o senhor me gritou e vim mais rápido que pode _ Disse Peter já temendo uma bronca.

_ Da próxima vez se recomponha antes de se dirigir a mim_ Disse grosseiramente o jovem empresário

_ Tudo bem senhor, me desculpe!_ Disse o criado abaixando a cabeça.

_ Então,quero que vá lá fora e chame aquela rebelde mal criada e apresente o quarto dela, e depois mande ela ir comer na cozinha, não quero dividir a mesa com aquela imunda!_ Disse Rony olhando para o mordomo severamente.
Peter apenas olhou para  imensa mesa,  pensou o quanto o homem era solitário, tinha uma casa enorme , uma imensa familia mais mesmo assim preferia viver no seu "mundinho" de luxo sozinho e sempre com um arrogância intocável, o pobre mordomo e os outros empregados que eram tratados como lixo que levavam a culpa pela sua solidão, mais o que dava mais raiva ao mordomo e que ele estava naquela situação por que queria e não por falta de opção. Vai ver ele até gostava  de ser apenas um solitário e pensava que o dinheiro era a companhia ideal! pensou o mordomo em silêncio.Peter havia conhecido Molly Weasley, a mãe do jovem era uma ótima pessoa na opinião do mordomo, não entendia por que o jovem empresario tinha se tornado tão arrogante.
Mais é como dizem, o dinheiro sobe mesmo a cabeça! Pensou o mordomo

_ Ande vá logo seu imprestável _ Disse Rony grosseiramente.

O mordomo que estava perdido no seu devaneio apenas afirmou em um aceno e sussurrou um pedido de desculpas ao patrão.
Ronald na verdade não sabia nem por que tinha aceitado ser o tutor de Hermione, achava aquilo ridículo afinal ele era apenas 6 anos mais velho que ela, mais não tinha opção antes de morrer os pais da menina havia deixado o documento dizendo que a menina ficaria com o rapaz e que haviam vendido todos seus bens por que estavam devendo muito dinheiro. Ronald pensava que eles tinham se matado devido a falência, mais segundo  a polícia havia claros sinais que o acidente de carro realmente tenha sido pela forte chuva que castigava a estrada no dia que o casal estava de viagem. Ronald ficou extremanrte com raiva pelo casal ter deixado a responsabilidade sobre a menina para ele, mais ele gostava muito do tio e da tia, tinham pensamentos iguais de ambição e se davam muito bem apesar do tio ser filho de Elizabeth e pertencer a segunda família do avô a qual Ronald odiava. Não queria ter que conviver com a jovem rebelde que ao seu ver era uma menina metida a sabe tudo e ainda por cima amiguinha da velha insuportável como  ele dizia. Para ele a menina era apenas mais uma mimada pela vovózinha, duas fracas que acreditavam em um "mundinho" cor de rosa. Eles tinham pouca convivência, os pais de Hermione sempre visitavam o  rapaz para tratar de negócios, mais a menina nunca ia, apenas em algumas ocasiões, os pais dela sempre davam desculpas, vez ou outra nem diziam nada e ele também nem perguntava, nunca se importou com a prima mesmo. Agora ele estava ali tendo que ser uma espécie de irmão mais velho e tendo que suportar a menina até ter sua maioridade.

Antes de ir atrás da garota que estava no jardim desde sua chegada na mansão, Peter passou na cozinha para contar as últimas novidades para Marise  a cozinheira da casa.
 
- Você não vai imaginar! - O mordomo chegou por trás da cozinheira que estava de costas e se assustou com o sussurro deixando a vasilha cair no chão e causando um grande barulho.

- Caramba!!!!!!!! Peter você quer me matar? Seu maluco!!! - Disse a cozinheira que aparentava ter seus 40 e poucos anos batendo freneticamente nos braços do mordomo que também tinha a mesma idade.

- Aí..Para... seriooo.. Preciso de contar- Disse o mordomo tentando fugir das palmadas da cozinheira que também era sua grande amiga.

- Hum... deixa eu adivinhar e sobre a menina? A Hermione?- Marise adotou um pose de interrogação de repente tocando de leve o dedo indicador no queixo que para o mordomo foi um alívio depois de tantas palmadas.

- Isso mesmo Marise, ponto para você!  Brincou o mordomo dando um soco no ar.

- Peter, desembucha logo com isso, ja não me aguento de curiosidade! - Marise gesticulava com as mãos rapidamente, estava ansiosa, muito ansiosa, adorava uma fofoca.

- Então, a menina ja chegou, brigou feio com o patrão e tá lá fora até agora sozinha no jardim- Disse Peter falando bem baixo para que só os dois escutassem, já que havia mais empregados na casa.

- Não acredito!!!!- A cozinheira levou as mãos a boca em sinal de espanto.

-Sim, sim! Ela falou umas verdades para ele, precisava de ver a cara dele, parecia que ia explodir, ficou tão vermelho como daquela vez que você derrubou café nele! - Disse o mordomo já rindo da amiga que amargava lembrar aquele dia.

- Peter.. Seu!!!!..... (um tapa)insensível... Não me lembre daquele dia(outro tapa) achei que iria ser morta só com aquele olhar daquele brutamontes- Dizia a mulher batendo sem parar no mordomo outra vez.

-Tá, ta, tudo bem! Já parei- Disse Peter levantando as mãos em sinal de redenção.

- Então conta logo o resto, anda!!!- Disse a cozinheira apressando o mordomo.

-Então, ela disse que ele iria morrer sozinho, e que ele não importava pra ela , você precisa a coragem da menina Marise. Achei que o Ronald iria matar ela apenas como olhar de tão nervoso que estava- Disse Peter não deixando passar nada sobre o ocorrido.

- Gente!!! Já gostei dessa menina- Disse Marise admirada pela coragem da menina de enfrentar o patrão.

- Pois é, ela foi bem corajosa, e até que gostei dela também, mas agora  preciso ir, o chefe pediu para ir chamar ela, e vai se preparando por que ele quer que ela coma aqui com agente e vai da para você puxar saco a vontade -  Disse Peter rindo da cara da amiga que resmungava sem parar e foi saindo  rapidamente antes que a própria começasse outra sessão de tapas. 


Notas Finais


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