História O meu melhor caminho - Capítulo 9


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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Molly Weasley, Ronald Weasley
Tags Romione
Visualizações 194
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gentee não resisti, para fechar essa sequência especial vai aí a parte 2
Aconselho a escutarem a essa música, ela serve perfeitamente para esse capítulo além de ser lindaaaa lógico
https://youtu.be/5Pze_mdbOK8

Capítulo 9 - 09- Eu vou proteger você - parte 2


Ronald  pulou encima do homem e lhe empurrou com tanta força para  a parede que ele soltou um grito tão alto, que pode ser ouvido por Peter na cozinha que saiu correndo em direção ao andar de cima.

- Seu desgraçado!!!! Infeliz!!! Eu vou matar você- Ronald dizia tudo respirando descompensadamente,   parecia que podia se ver fogo em seus olhos tamanha era sua raiva.

O homem permaneceu onde estava encostado na parede gemendo de dor quando Ronald partiu para cima dele e lhe deu um soco certeiro no nariz, o homem tentou se defender mais não estava em condições nenhum para tal ato.
Quando Ronald se preparava para mais um soco, Peter entrou no quarto e tirando coragem não sabia de onde segurou o chefe enquanto Marise vinha logo atrás boquiaberta com a situação.

Olhou para a Hermíone e viu a menina chorando e soluçando muito forte com a camisola toda rasgada abraçada em suas pernas as balançando rapidamente. Não parecia que o homem tinha chegado ao ato com ela, por sorte!Pensou.

Peter não estava conseguindo mais segurar o chefe enquanto o mesmo apenas xingava o Francês cada vez mais

- Me solta Peter.. solta .se não eu te mato também

Ronald era grande e forte, Peter não soube de onde tirou tanta força para segura-lo mas o fez.

- Você. .vai pagar Weasley, vai pagar por isso, nosso acordo está desfeito- Dizia o homem com dificuldade jogado no chão gemendo de dor.

- Com todo prazer seu desgraçado! suma daqui agora, agora!!! E não pense que isso vai ficar assim, você vai pagar muito caro seu desgraçado!-Ronald gritava muito alto

O homem nada respondeu, apenas foi engatilhando até a saída do quarto.

Ronald respirava descompesadamente, já tinha a camisa toda aberta, os cabelos bagunçados e os olhos  arregalados de ódio.

Peter notou que o homem normalizava a respiração e aos poucos o soltou.

Marise até então estava apenas sentada  do lado de Hermione que não saia de sua posição, a cozinheira  já chorava abertamente com as mãos na boca abafando os soluços, Hermione não deixou que ela se aproximasse, parecia que queria ficar sozinha naquele momento.

Ronald se virou para os criados e os olhou notando a feição de espanto de ambos, em seguida olhou para ela...Ele franziu o cenho,  e como se ela fosse uma espécie de domador que amansava um fera, olhou para ele e fez com que todo o olhar de fúria sumisse de sua face, apenas podia se ver zelo, cuidado e carinho.

- Por favor, saiam daqui vocês dois- Ele disse se virando para os empregados

- Mais..Mais senhor Ronald e- Marise tentou argumentar mas foi interrompida por Rony que levantou o dedo indicando para que ela parasse.

Peter apenas assentiu e foi até Marise que ainda olhava a garota com carinho.

Marise se levantou ainda olhando a menina e foi se encaminhando para sair, enquanto Rony ainda mantinha o olhar na menina completamente e absurdamente vidrado naqueles olhos castanhos.

-Fechem a porta, por favor- Disse o homem enfim desviando os olhos do único lugar que estava olhando nos últimos minutos.

Peter e Marise apenas obedeceram o patrão. Peter abraçava Marise pelos ombros enquanto a cozinheira chorava baixinho, ele tinha um semblante de pena, não pena de Hermione, mas pena de toda aquela situação nojenta a qual infelizmente ela foi obrigada a passar.

Depois que sairam, Ronald ainda olhava Hermione que continuava balançando as pernas abraçada a elas.

Ele andou devagar até a cama e se sentou na berrada dela sem tirar os olhos da menina.

Levantou a mão para lhe tocar o rosto e ela recuo, o que fez ele abaixar a mão imediatamente.
Agora ela tinha a cabeça baixa e o choro que antes era alto agora era abafado.

- Herm.. Eu. .. sinto muito! Ele se pronunciou pela primeira vez ainda com uma feição de compaixão

Delicadamente  ela foi abaixando as pernas ainda juntas na outra com a mãos ainda sobre elas.
Ele tinha os olhos cheios d'água, mas hora ou outra engolia seco para tentar disfarçar aquela fraqueza, sim! Para ele chorar era sempre sinal de fraqueza.

Em uma fração de segundos , segundos não! Centésimos.
A abraçou...abraçou como nunca havia abraçado alguém antes, nem quando era pequeno e ia chorar no colo da mãe. 

Sentiu a menina levar os braços até seu pescoço e o puxar cada vez mais para seu corpo, que para ele foi essencial para sentir o coração da menina bater descompensado que hora ou outra travava um disputa acirrada com o barulho de seu choro.

Ficaram assim abraçados  por longos minutos. Ronald tentando aprofundar mais o contato se desvensiou da menina e passou por trás de seu corpo  se encostando na cabeçeira da cama fazendo com que Hermione  praticamente deitasse nele, e a abraçou novamente só que agora por trás.

Apertou os braços em volta de seu tórax   e fechou os olhos.

Hermione sentiu mais protegida do que qualquer vez em toda sua vida, era como se aquele abraçado a confortasse de  todas suas mágoas que já viverá ao longo dela, parecia que o consolo pela morte dos pais e pelo afastamento da avó estava sendo suprido ali naqueles longos braços e fortes que estavam quentes feito brasa, quente feito um cobertor numa noite de inferno, quentes como um amor que nunca sentirá na vida antes.

Fecharam os olhos e ficaram ali por mais longos minutos.

- Ron. .Rony- A menina se pronunciou pela primeira vez  com dificuldade pelo chorro que não conseguia e nem tinha vontade de parar.

Ele abaixou o rosto e olhou diretamente nos olhos dela.

- Sim- Disse ele mansamente.

- Por favor.. Por favor ...eu preciso de tomar um banho- Disse a menina praticamente suplicando aquilo para ele

- Eii... xiii... está tudo bem, ok? Tudo bem! agente vai tomar um banho- Rony respondeu carinhosamente tirando uma mecha do cabelo da menina que estava espalhado em seu peito

Ele estava totalmente entregue aquela situação, totalmente  e adoravelmente entregue a cuidar dela, não sabia de onde, mais algo dentro dele dizia que ele tinha que fazer aquilo, por mais que sua mente dissesse outra coisa, seu coração ganhava disparadamente naquele momento e ele mandava que ele ficasse e fizesse aquilo.

Ela por sua vez, queria ficar ali com ele apenas abraçada naquele corpo que para ela estava causando sensações que nunca sentira, ele estava sendo  alguém a qual ela não sabia dizer,  mas estava definitivamente curando aqueles momentos horríveis que haviam acontecido nem mesmo a uma hora atrás. Diferente daquele do corpo repugnante daquele homem, aquele corpo a qual estava encostando ao seu naquele momento, ela queria incansavelmente  por perto, na verdade ela queria grudado ao seu se pudesse... Impregnado em si.

Estava com a camisola rasgada e nem notará, na verdade nem notava que estava viva. Rasgados por todo o tecido, e arranhões pelo corpo e o cheiro! O cheiro daquele homem nojento em seu corpo, queria imediatamente se livrar daquilo.

Notou um rasgado bem ao lado de seu seio esquerdo a qual dava completa  visão a Ronald que estava atrás de si, ela apenas olhou para aquele ponto e levou a mão de imediato ao local, ele apenas a olhou e sorriu dizendo que estava tudo bem que não havia reparado ali.

E realmente  ele nem havia reparado, ele apenas reparava em seus sentimentos naquele momento, na sua dor.

Ele se levantou primeiro dando um sorriso acolhedor e lhe estendeu a mão gentilmente.

- Vamos?

Notas Finais


Gente esse capítulo sebe para vermos o quanto uma mulher sofre por um estupro ou quase um.
Quando uma pessoa passa por essa situação horrível elas precisam de amor, de carinho, respeitem esse momento e não deixem em vão aqueles canalhas que praticam tal ato.

Vivam para amar e não odiar ele não compensa!


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