1. Spirit Fanfics >
  2. O Meu "Nem Tão" Pequeno Neko! - Bakugou Katsuki >
  3. "Esse neko... Pervertido"

História O Meu "Nem Tão" Pequeno Neko! - Bakugou Katsuki - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Olá! Bom dia, boa tarde, boa noite!
Mil perdões pela demora a atualizar a fanfic!

Desde já, também quero agredecer a todos os comentários que me incentivaram a estar aqui, postando mais um capítulo.

E como um sincero pedido de desculpas por minha demora desnecessária...

Trouxe Hentai para vocês! ♡
Espero que gostem, fiquem com o capítulo!

— Wadanohara.

Capítulo 3 - "Esse neko... Pervertido"


Fanfic / Fanfiction O Meu "Nem Tão" Pequeno Neko! - Bakugou Katsuki - Capítulo 3 - "Esse neko... Pervertido"

O Meu “Nem Tão” Pequeno Neko!

Capítulo 3...

“Esse neko... Pervertido

Assim que o neko saiu do cômodo, Harumi levantou-se da banheira e pegou a toalha que estava próxima à pia, enxugou-se enrolou-se nela, assim foi para seu quarto e vestiu apressadamente uma roupa decente: Um simples vestido azulado, de alças finas, indo até o centro de suas coxas. Em seguida, calçou uma sapatilha branca e foi em direção a porta, e ao abrir a mesma, sorriu ao ver quem lhe aguardava.

— Midoriya-chan! — Ela sorriu e logo abraçou o garoto de cabelos verdes assim como os olhos, pele branca e com sardas, que tímido e sem jeito, retribuiu ao gesto carinhoso da menor. — O que faz aqui? — Indagou doce e curiosamente.

— Olá Haru-chan! Bem... Como você saiu cedo na aula passada, o professor pediu para mim avisá-la que está em meu grupo agora para o trabalho de ciências. — O esverdeado explicou.

— Ah, sim! Obrigada, Midoriya-chan. Além de nós dois, quem está em nosso grupo? — Tinha certa esperança, já que, com certeza Midoriya faria qualquer trabalho junto a Uraraka e Mina. Como se fosse possível ler seus pensamentos, o Izuku desviou o olhar e coçou a nuca, levemente nervoso.

— Não fui eu quem fiz os grupos... Foi o professor Aizawa, ele colocou nós dois, Kirishima, Todoroki e Kaminari. — Ditou simples, contando nos dedos cada integrante. — Já pensamos em um projeto que, talvez agrade ao público. Bom, precisamos apenas marcar um local, horário e dia para nos encontrarmos.

— Podem fazer aqui em casa no final de semana, se quiserem, é claro. — Sorriu docemente ao ver os olhos de Midoriya. — Se todos concordarem, basta me enviar o horário por mensagem...

— Certo! Muito obrigado por se oferecer, Haru-chan! — O jovem curvou-se em forma de agradecimento a menor, que riu e abanou a mão na frente do rosto.

— Não precisa me agradecer! — O garoto ajeitou sua postura, e ela prosseguiu. _ Suponho que hoje também não seja possível ficar para conversar... — E mais uma vez, o outro desviou o olhar sem jeito.

— Sinto muito... Eu preciso ajudar minha mãe com as tarefas de casa. — Ele pousou as mãos na frente do corpo, juntando as mesmas e fitando o chão culpado.

— Tudo bem! Tudo bem! — Ela mostrou outro sorriso. — Eu entendo. Boa sorte. — Os olhos do garoto iluminaram-se com a doçura da jovem.

— Obrigado! Até mais, Haru-chan! — Acenou para a garota, antes de partir alegremente.

— Até mais! — Retribuiu o gesto e fechou a porta.

Ao virar-se, encontrou-se com o olhar irritado de Bakugou, o qual já estava mais do que ciente sobre o motivo. Entretanto, não incomodou-se, apenas esquivou-se do louro e prosseguiu seu caminho em direção a cozinha, onde abriu a geladeira e pegou uma garrafa de leite.

— O que foi, gatinho? — Questionou, usando tal apelido para provocá-lo.

— Eu não quero nenhum garoto na minha casa!!! — Ele ditou irritado, batendo na mesa e praticamente rosnando.

— Primeiro: A casa não é sua, é MINHA. Segundo: Eu posso chamar quem eu quiser quando bem entender. E terceiro: Problema é seu. — Após concluir a frase, o neko veio em sua direção e segurou seus pulsos, jogando-a contra a parede.

Tal ação repentina a deixou sem jeito e surpresa, seus olhos estavam levemente arregalados, bochechas coradas e lábios entreabertos. Bakugou apenas rosnava enquanto olhava fundo em seus olhos.

— Você é minha! O que preciso fazer para que entenda isso?!... — Aproximou o rosto da curvatura do pescoço da albina, fungando ali, começando a distribuir lambidas, leves mordidas e chupões.

— N-Não sou... — Disse apenas para provocá-lo, tentando empurrá-lo de leve. As sensações que suas ações traziam eram novas, interessantes e agradáveis de certa forma.

— Claro que é... Veja, seu corpo reage muito bem a mim. — Sussurrou em seu ouvido, mordiscando ali e voltando a brincar em seu pescoço, enquanto uma das mãos segurava sua cintura e a puxava para mais perto.

— A-Ah... — Ela soltou um baixo gemido ao sentir a mão livre do rapaz apalpar fortemente seu seio, em seguida, deslizando até suas nádegas, e ali prosseguindo a brincar. Ergueu um pouco seu vestido para ter acesso ao local, desferiu um tapa ali e iniciou um beijo quente. Ambos estavam indo a loucura com apenas aquela brincadeira.

— Isso está me atrapalhando... — Referiu-se Bakugou as roupas da jovem, ambos estavam ofegantes devido ao beijo, seu tom era rouco devido a excitação. Estava prestes a retirar suas vestes, quando Harumi o impediu.

— Quer mesmo... Fazer isso contra a parede? — Questionou com um pequeno sorriso nos lábios.

— Eu faço onde achar melhor... — Retrucou o sorriso.

— Então vamos para o quarto...

Bakugou passou suas mãos por debaixo das coxas da jovem e a ergueu, ela o abraçou e iniciou mais um vez um beijo. Ambos batiam pelas paredes do corredor conforme seguiam trajeto ao quarto. Lá, empurraram a porta e jogaram-se na cama, eufóricos, sem parar o beijo por um segundo sequer.

— Agora sim, posso me livrar disso... — Retirou seu vestido e o jogou em qualquer canto do quarto. — Tsc, como você é pervertida... Nem preocupou-se em vestir um sutiã.

Ditou, apalpando os seios da menor fortemente, arrancando arfadas e gemidos baixos da mesma. Fez uma suave trilha de beijos desde seu pescoço até seu seio, onde abocanhou seu mamilo direito e lambeu lentamente o local, a provocando.

— Hmmm...~ — Ela gemeu de forma longa. Assim, enterrou suas mãos em seus cabelos e o acariciou. Aquilo apenas o motivou a continuar mais fortemente. E feito, começou a sugá-lo fortemente, alternando em circular o bico rosado, espalhando sua saliva. Enquanto isso, sua mão brincava com o outro seio: Apertando, massageando, o colocando entre os dedos, pressionando, puxando, e dessa forma, levando a jovem a loucura. Os sons produzidos pela boca do neko os deixavam ainda mais excitados. — G-Gatinho...

— Porra... Cada vez que me chama assim, eu fico mais duro... — Gemeu, sentindo o membro ereto latejar dentro da calça.

— Deixe-me a-ajudá-lo... — Ela disse enquanto deslizava sua mão desde seu peitoral, até seu membro, o apertando levemente. — Posso?

— Não precisa nem pedir permissão para isso. — O louro sentou-se na cama, teve os ombros segurados e ao ser levemente empurrado para trás por Harumi, deitou-se na cama.

A jovem abriu os botões de sua calça, e em seguida o zíper. Recebeu a ajuda do maior para remover aquela peça que lhes incomodava tanto. Agora, de frente para seu membro coberto pela roupa íntima do maior, ela massageou ali por cima, suavemente. O neko gemeu e estremeceu. Harumi decidiu parar de provocá-lo, então livrou-se do tecido preto de sua boxe. 

Seus olhos percorreram por toda a estrutura de seu membro ereto, estava levemente “surpresa” com o tamanho. Assim, levou o indicador até a área e o tocou levemente, em seguida, massageou a glande úmida devido a sua pré-ejaculação, enquanto o resto dos dedos apertava o membro albino. O garoto sabia expressar muito bem os sentimentos com aquilo, mordia o lábio inferior, contendo gemidos e arfando.

Ergueu o polegar e abaixou o indicador, dando início a movimentos bem lentos de “vai e vem”. Bakugou contorceu-se levemente, o que arrancou um pequeno riso da parte da Matsuo. Ela prosseguiu mais rapidamente, o enlouquecendo cada vez mais. O loiro, transbordando luxúria, não estava contente com o que recebia, segurou a mão da garota e levantou-se.

— Ajoelhe-se... — Proferiu de forma autoritária, quase como uma ordem. Harumi queria protestar, mas a situação não lhe favorecia. Por isso, sorriu e cumpriu com o pedido, vendo em seguida, o loiro sentar-se na cama, a sua frente.

Ela, já ciente do que deveria fazer, esperou por uma segunda ordem do rapaz para iniciar o trabalho. E assim, por sua vez, ao vê-lo assentir, aproximou a boca de seu membro, em uma longa lambida por toda a sua extensão. Bakugou arrepiou-se e gemeu baixo. Sua língua brincou com sua glande, assim como um sorriso brincava nos lábios da menor enquanto seus olhos encaravam as orbes avermelhadas do maior, que continha uma expressão febril, de puro prazer no rosto. Com os lábios entreabertos e as bochechas levemente rubras.

Quando a sua dona abocanhou sua glande e deu leves sugadas, ele jogou a cabeça para trás, soltando um gemido rouco. Sem perder tempo, ela começou a chupá-lo fortemente, enquanto sua língua percorria por todo seu membro... Bem, o que cabia dele em sua boca. Apoiou as mãos na coxa do loiro quando o mesmo segurou seus cabelos, a fazendo mover a cabeça para satisfazê-lo melhor. Em poucos minutos, chegou ao seu ápice, tendo seu orgasmo na cavidade bucal úmida e quente de sua dona.

Estava levemente enojada com o líquido pastoso que continha na boca, mas o olhar mortal de Bakugou a assustou, e ela não teve outra opção a não ser engolir. No fim, não era tão ruim quanto parecia.

O Katsuki puxou o rosto da Matsuo e juntou seus lábios, introduzindo sua língua em sua boca sem ao menos pedir passagem. Afinal, não precisava, pois naquele estado, ela iria ceder de qualquer forma. O loiro, agarrou seu quadril e a colocou em seu colo, apalpando suas nádegas enquanto a bejava ferozmente. Harumi, extremamente excitada, segurou o rosto do seu neko e moveu o quadril sobre seu membro, rebolando na extensão ereta do mesmo.

O loiro a jogou na cama, separando o beijo. Ambos se encararam por alguns segundos, recuperando o fôlego e logo sorrindo.

— Minha vez de te fazer gozar... — Abriu as pernas da garota de forma um tanto bruta, em seguida, brincando com o elástico de sua calcinha branca apenas para provocá-la, ouvindo um gemido angustiado de sua parte, ele prosseguiu e desceu o tecido lentamente por suas pernas, até livrar-se dele completamente.

Aproximou o rosto do local e ali suspirou, a fazendo se contorcer ao sentir sua respiração. O loiro utilizou o indicador para acariciar suavemente seu clitóris, em seguida, penetrou a ponta de seu dedo em sua entradinha úmida, rodeou o local e arrancou gemidos mais altos de Harumi. Ela era sensível, e aquilo ele já sabia, mas também, era a primeira vez que sentia algo assim.

Bakugou parou de “brincadeira”, e sem tirar o dedo do local, começou a esfregar a pontinha de sua língua quente por seu clitóris, lhe arrancando gemidos mais altos. Massageou a área com vigor utilizando somente sua língua, em seguida, deixou um forte chupão naquela região antes de descer um pouco, retirando o dedo de sua entrada e começando a chupar ali.

Sua língua entrava e saia, simulando estocadas. Era maravilhoso para a garota, ele prosseguiu com tal brincadeira por mais um tempo, e então, começou a lamber as paredes de seu interior como pode. Voltou a chupá-la fortemente.

— G-Gatinho... Gatinho e-eu vou... — Gemidos altos escapavam de seus lábios conforme sua língua movia-se por sua vagina. Não demoroi para atingir o ápice e rer seu orgasmo, o qual Bakugou engoliu com gosto.

Estavam prestes a continuar, e ir para a próxima etapa, a qual julgavam ser a melhor. Bakugou tirou sua blusa e a jogou na mesma direção onde havia arremessado o vestido da jovem, posicionou-se entre as pernas da albina enquanto beijavam-se. Sua glande já roçava em sua intimidade, seu membro dava leves pinceladas no local, a provocando e torturando. Quando seu membro estava prestes a penetrá-la...

O celular no criado-mudo começou a vibrar e tocar incessantemente. Harumi empurrou levemente o rapaz para que ele se afasta-se e ela pudesse verificar o que era.

— Tsc... Não vai me trocar por uma ligação, vai? — Indagou quase incrédulo por sua escolha. Harumi sorriu e deixou um selr em seus lábios.

— Eu nunca lhe trocaria por nada, Kacchan. Mas eu realmente preciso verificar do que se trata, pode ser importante... Continuamos isso outro dia, certo? — Viu o maior revirar os olhos e sair de cima dela.

Harumi pegou o celular e atendeu a ligação. Era Midoriya, ele disse que os outros integrantes do grupo haviam concordado em fazer o trabalho em sua casa. Ela sorriu alegre e apenas confirmou, em seguida, desligou a ligação e deixou o celular no criado-mudo novamente.

Vendo Bakugou a encarar o teto entediado, decidiu o provocar um pouco, subindo em seu peito e, roçando sua intimidade ali, molhando o mesmo. Quando ameaçou chegar para trás, sorriu e levantou-se, indo em direção ao banheiro.

— Vadia... Não me deixa duro a toa! E-Eu vou te torturar bastante da próxima vez por isso... — Disse com um sorriso sádico, limpando o filete de saliva no canto de seu lábio.

Assim, ele juntou-se a garota no banho, onde trocaram carícias e riram. Em seguida, voltaram ao quarto, vestiram os pijamas e adormeceram juntos.


Notas Finais


→ Gostaram?

→ Devo continuar?

→ Perdoe-me por qualquer erro.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...