História O Meu Nome É Otário - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Faculdade, Otpzao, Sekai, Yaoi
Visualizações 388
Palavras 1.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi galerinha do mal, dessa vez eu não demorei tanto né?

Capítulo 17 - 16


  -Aprontar? Eu não diria que ele aprontou. - Jongin disse saindo do banheiro. - Eu diria que ele me ajudou. - Parou de frente para mim. - Então quer dizer que é pra mim desconsiderar a sua existência? Mas se eu disser que é impossível para eu fazer isso? - Sorriu ladino.


-Faz um esforço, não deve ser tão difícil assim. - Me virei de costas pra ele e comecei a fazer cara de quem estava assustado.


  -Você sabe que o Chanyeol não sabe mentir muito bem né? Eu acabei descobrindo o plano de vocês dois...


  -E por isso você veio no lugar dele? - Me virei para olhá-lo.


  -Ninguém melhor que eu pra explicar essa história, não é mesmo?


  -Eu preferia o Chanyeol. - Cruzei os braços.


  -Preferia mesmo, ou só está falando isso pra me machucar? - Se aproximou.



   Pra te machucar.



  -Eu preferiria. - Me afastei.


  -Ok, vou ignorar essa sua resposta...


  -Igual você ignorou a minha mensagem? - O interrompi. - Mas por uma teimosia indescritível não está ignorando a minha existência? - Perguntei alterado.


  -Ignorar mensagens é fácil Sehun, agora ignorar quem você gosta é impossível.



  Então ele gosta mesmo de mim?! Mas ok, mantenha a calma, espere a explicação e veja se você pode fazer tudo que está passando na sua mente.



  -Que seja. - Revirei os olhos. - Agora me fala o que você tem pra falar. - Me sentei no sofá.


  -Devo começar desde quando eu e ele nos conhecemos?


   -É, eu agradeceria.


   -Ok...eu conheço o Min a um ano e meio...


   -Posso te pedir um favor? Não o chame pelo apelido perto de mim, quer chamá-lo assim quando estiverem em um momento íntimo, ótimo, mas não o chame pelo apelido perto de mim.


  Ele concordou com a cabeça e voltou a falar.



  -Faz um ano e meio que eu conheci o Minseok. Nós nos conhecemos pela internet, e desde que ele me chamou não passamos um dia sem conversar. Ele era divertido, me fazia rir, me fazia bem, fazia sentir-me único. Ficamos bem mais íntimos conforme o tempo foi passando, eu não conseguia ficar um dia sem conversar com ele, combinamos de nos encontrar em um feriado, e quando esse dia chegou eu fiquei tão nervoso. - Fez uma pausa. - Ao ver o Min..Minseok, meu coração ficou eufórico. Nós apenas conversamos nem parecia que tínhamos aquela intimidade quando conversávamos por mensagens. O tempo passou e a gente continuou se encontrando, a intimidade ficou ainda maior. Eu pretendia pedi-lo em namoro, mas você se mudou pro apartamento de frente ao meu, e o sentimento que eu jurava que havia morrido estava mais do que vivo dentro de mim. - Colocou uma das mãos no peito. - Tentei te ignorar, você abriu a porta apenas de camiseta e cueca, tentei te ignorar você pediu pra mim te beijar, mesmo estando bêbado, tentei te ignorar e você abriu a porta vestido apenas avental e cueca, tentei te ignorar você bateu na minha porta pra me xingar, tentei te ignorar mas eu te vi pelado, tentei te ignorar você me beijou e depois correu, tentei te ignorar e você me deu cinco segundos pra dizer o que eu realmente sentia por você. - Ele dizia andando de um lado para o outro. - Eu não conseguia te ignorar, você sempre estava lá, sorrindo, caindo, bêbado, causando desastres...você sempre estava lá. - Afirmou. - Quando o Yifan apareceu, eu pensei que ver vocês dois não me afetaria, mas me afetou, afetou e muito, eu ando nutrindo um ódio enorme por esse cara. No dia em que ele apareceu no seu apartamento com suas chaves e pizza em mãos eu fiquei possesso, eu adentrei o meu apartamento e beijei o Minseok, um beijo que eu nunca tinha dado ao mesmo. O beijo foi ficando mais quente e nós transamos, aquela não foi a nossa primeira transa, mas foi a que mais me marcou, porque mesmo estando com ele, foi em você que eu pensei. De manhã eu vi ele sair do seu apartamento com uma camiseta sua, e novamente eu entrei no meu quarto e transei com o Minseok, só que dessa vez, sem proteção alguma. - Respirou fundo e sentou-se do meu lado. - Sim, ele está grávido. - Afirmou.



  As lágrimas que eu prendia com tanta força caíram de uma só vez, eu queria gritar, xingar e bater no Jongin até não ter mais forças. Como ele pôde jogar a culpa em mim, sem ao menos saber o que realmente tinha acontecido naquela noite e naquela manhã. Foi irresponsabilidade dele, não minha.




  -Parabéns, papai. - Falei secando as lágrimas. - Desejo felicidade aos dois, vocês se merecem. - Me levantei. - A explicação foi dada, então você já pode sair da minha casa.


   -Você e essa mania de não me deixar terminar de falar. - Me repreendeu. - Minseok está grávido, mas eu não sou o pai. Me deixa terminar de falar pelo menos uma vez, me interrompe no meio do assunto e ainda acha que está certo. - Respirou fundo. - Oh Sehun, eu não sou o pai, entendeu? O pai não sou eu, é um outro cara, entendeu?


  -Como não é o pai? - Perguntei confuso.


  -Não sendo. Aquele dia que ele disse que eu seria pai, ele foi me dizer que me "traiu" com outro cara e que resultou no filho, mas ele ficou com ciúmes daquela cena e falou que o filho era meu.


  -E porque você não me falou isso antes? - Depositei tapas em seu peito e costas


  -Você nunca me deixa terminar de falar, sempre me interrompe. Mania feia.


 
  Continuei depositando tapas nele até ele me puxar e me abraçar com força.



  -Promete não se afastar de mim desse jeito? - Pediu baixinho e sem cessar o abraço.


  -Prometo. - Sorri bobo. - Promete ficar mil quilômetros de distância desse Mintluk?


  -Então sobre isso...



  Cessei o abraço e o olhei com raiva.



  -O que foi dessa vez? - Perguntei nervoso.


  -Nada, só queria testar seu ciúmes. - Me abraçou novamente. - Ei, se eu te ver perto do Yifan de novo eu vou ser obrigado a te trancar na minha casa e fazer você usar burca.


 -Tadinho do Fanfan. - Provoquei.


 -Ei. - Cessou o abraço. - Fanfan? Isso é sério? Você pode chamar o nosso professor de Fanfan, e eu não posso chamar o Minseok de Min?


 -Ele nunca inventou estar esperando um filho meu. - Dei de ombros.


 -Minseok nunca tentou abusar de mim enquanto eu estava bêbado. - Afirmou com raiva.


  -Isso é ciúmes? - Perguntei sorrindo.


  -Lógico que é. Esse cara é um urubu Sehun, um urubu. Fica rodeando rodeando, esperando o momento certo de atacar. - Ele se aproximou de mim e segurou meu rosto com as duas mãos. - Eu gosto muito de você, e só de pensar no que o Yifan e você já fizeram eu sinto uma vontade louca de matá-lo.


 -Nós nunca fizemos nada Kim Jongin. Enquanto você e Minseok transavam eu estava jogando Just Dance bêbado, eu comecei a chorar e até ia no seu apartamento bater nele e em você mas Yifan não deixou. Ele só saiu com uma camiseta minha, porque eu vomitei na dele, só por isso.



   Ele soltou meu rosto e fez cara de aliviado e sorriu.



  -Graças ao Buda.


  -Eu deveria ter feito alguma coisa com ele, só pra me sentir vingado.


  -Não brinca com essas coisas, quer me matar do coração.


  -Não, do coração não, mas de beijos sim.



   Tomei seus lábios com força, a saudade que eu senti do Jongin era tão grande que era impossível de medir. Ele me puxava para mais perto de si e me beijava com calma, assim como eu ele parecia aproveitar o momento, cada segundo daquele beijo estava sendo precioso. Aquele beijo iria esquentar se eu não ouvisse o barulho do carro do meu pai e tivesse que cessar o beijo.


  -Meu pai chegou. - Falei assustado.


  -Eu conheci ele, e ele parece ser legal. - Disse calmo.


  -Acho que você conheceu a pessoa errada.



  A porta foi aberta e ao ver a cara da minha mãe do meu pai, notei que ia dar uma merda bem gigantesca.



  -Então quer dizer que você é o cara que fez meu filho perceber que era gay? Kim Jongin? - Meu pai perguntou seco.


  -Seyoung, calma. - Minha mãe pediu preocupada.


  -Esse é o meu pai de verdade...











 



Notas Finais


R.I.P JONGIN sjsjdidjdj

Beijos e até o próximo capítulo sjdjskdjjdd ❤


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