História O meu novo vizinho. - Capítulo 11


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
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Palavras 3.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Touché.


Justin Bieber on.


Sábado. 09h.


- Oh porra, acorda. – Balancei a cachorra que não se movia na cama. Já era pra ela está fora daqui.


- Deixe-me dormir só mais um pouco.


- Não, vaza da minha cama.  – Meu tom foi autoritário. A vadia fechou a cara, levantou da cama e pegou suas roupas no chão.


- Minha grana? 


- Já está na sua bolsa. Agora adianta que eu preciso mandar a empregada lavar esses lençóis. – Desdenhei.


- Você não é nada gentil em. – Começou a vestir suas roupas.


- Com vadias? Nem um pouco. – Cruzei os braços.


- Essa vadia aqui que te fez gozar. – Piscou, sendo debochada. Pegou sua bolsa e saiu rapidamente, batendo a porta.


- Puta. – Resmunguei.


Havia pego alguns números de putas na mão do Biller pra poder me aliviar. Odiava acordar e ver que a vadia ainda estava ao meu lado. Eu sempre deixo claro que é pra ir embora logo cedo. 


Entrei no banheiro, tirando minha cueca. Liguei o chuveiro e deixei no gelado. Fui pra debaixo do mesmo, sentindo meu corpo se arrepiar ao entrar em contato com a temperatura da água. Esses dias foram um pouco cansativo pra mim. Tudo é bem mais complicado de resolver somente pelo computador e celular. Precisava voltar logo pra Miami.


Acabei o banho e voltei para o quarto. Me enxuguei e andei até meu armário para pegar algo pra vestir. Assim que escolhi, me vesti. Passei meu perfume como de costume e saí do quarto. Estava indo pra cozinha.


- Bom dia senhor Dustin! – Samantha abriu um belo sorriso quando me viu.


- Bom dia Sam. – Pisquei, me sentando na cadeira.


- A menina saiu soltando fogos pelo nariz. – Gargalhou. Acabei rindo também.


- Acontece. Que cheiro bom, o que você fez?


- Fiz um delicioso espaguete. – Virou-se para pegar a travessa com a comida. Aparentemente estava ótimo. Ela colocou o objeto com a comida em cima da mesa, e depois pegou o garfo e um prato.


- Você como sempre caprichando. – Sorri. – E ah, já ia me esquecendo, depois passe no meu quarto e coloque aqueles lençóis na máquina.


- Ok senhor.


- Não precisa dessa formalidade toda, eu gosto de você Sam, então tá suave. – Sam me serviu, e eu comecei a comer. Estava uma delícia.


- Entendido Dustin. – Sorriu.


- Dustin. – Gargalhei, pensando alto. Esse "Dustin" soava tão estranho.


- O que foi? 

 

- Nada! Só foi engraçado. 


- Bom, vou fazer o que você mandou. – Ela sorriu e saiu da cozinha. 


[...]


Biller já estava me esperando para o almoço. Ele havia combinado comigo que eu iria almoçar hoje lá. O mesmo tinha uns amigos pra me apresentar. Seria bom fazer amizades para ver se o tempo passava mais rápido. 


Abri a porta e saí. Quando estava prestes a entrar no meu carro, os gritos de Liz me chamaram atenção. 


- EU DESISTO, EU VOU ACABAR ME MATANDO DESSE JEITO. – Liz gritou, saindo do seu novo carro.


- NÃO PODE DESISTIR TÃO FÁCIL, EU NÃO PAGUEI UM CARRO CARO PRA ISSO. – Rochelle gritava, indo atrás da Liz. Impossivel não rir. Balancei a cabeça negativamente e entrei no carro.


Não dava uma semana pra aquela biruta estragar o carro.


Liz Becker on.


- Sério tia, por hoje chega. Não imaginava que era tão difícil aprender a dirigir. – Deitei no sofá, totalmente desanimada.


- Levanta essa cabeça Liz Becker. No começo é assim mesmo, quando você pegar o ritmo não vai querer parar de dirigir.


Suspirei. 


- Bom, vou almoçar na casa da Ash hoje. Faz tempo que não passo lá.


- Ótimo, vou chamar meu peguete.


- Folgada. – Gargalhei. 


Como já tinha tomado banho e tal, só precisava pegar meu celular e ir. Estava com tanta vontade de dirigir o meu carro, mas infelizmente... 


- Me leva lá? Não estou afim de pegar um ônibus. 


- Certo, aproveito e passo no meu macho, é caminho.


- Só pensa nisso. – Revirei os olhos.


Tia Rochelle demorou uns vinte minutos pra ficar pronta. Quando finalmente ficou, fomos para o carro. 


[...]


- Juízo em gatinha. 


- Olha quem fala né, mais fácil você perder o juízo do que eu. – Ri, e fechei a porta do carro assim que saí.


Subi alguns degraus que tinham em frente a casa da Ash. Quando cheguei na frente da porta, toquei a campainha. 


- ASHLEY. – Gritei pra que ela se apressasse. Odiava esperar.


- MAS VOCÊ É CHATA EM. – Minha amiga falou, ainda com a porta fechada. Ela estava abrindo a mesma, dava pra escutar o barulho da chave.


- E linda. – Sorri sapeca, e a porta finalmente foi aberta.


- Seja bem vinda madame. – Revirei os olhos. Deixei um riso escapar lembrando de Dustin que já falou esse "madame".


- Rose não veio? – Perguntei, reparando que ela não estava.


- Não. Diz ela que saiu com o Jhon. – Revirou os olhos. – Agora ela só quer saber desse cara.


- Quem sabe ela não aparece depois... Ou sei lá. – Fui indo em direção a cozinha e Ash me seguia.


- Tenho certeza que não. Quando ela quebrar a cara com ele, aí vai aprender a dar valor a nossa amizade. 


- Enfim. Cadê seus pais?


- Eles foram almoçar fora, graças a Deus. – Ash pegou os talheres e colocou na mesa. 


- Fez lasanha de frango né? Já sinto o cheiro. – Lambi os lábios.


- Única comida gostosa que eu sei fazer né. – Gargalhou. – Ah mano, que saudade do Biller. – Pegou a lasanha do forno e colocou na mesa. O cheiro estava maravilhoso.


- Amiga, você está realmente apaixonada por ele né? 


- Acho que sim... – A cadeira foi puxada e em seguida ela sentou.


- Acha? Nunca vi você gamar em alguém assim. – Ri e comecei a partir meu pedaço.


- Isso é o que acontece quando o cara fode gostoso.


- Ah, vai dizer que dá pra se apaixonar se o sexo for bom? – Franzi a testa.


- Com certeza.


- Eu discordo.


- Então Dustin não fode bem. – Ash se inclinou pra partir seu pedaço.


- Claro que fode, muito bem por sinal. – Engoli o seco, lembrando daquelas mãos grossas me tocando.


- Então você está mentindo pra si mesma. Impossível não gamar quando a química rola, quando o fogo bate, quando seu corpo se arrepia por completo... – Ash estava de olhos fechados, e eu acabei rindo.


- Tá, agora chega desse assunto chato. – Cortei a conversa e comecei a comer.


 Justin Bieber on.

- Vai se foder Biller, você rouba na porra do jogo e ainda tem a cara de pau de falar que você é foda. – Brian falou irritado e todos começaram a rir, inclusive eu que estava sentado no sofá. 


- Meu pau, seu otário. – Biller deu um gole na sua bebida.


- Passo o pau para o Alaric. – Brian olhou pra Alaric, rindo.


- Aqui pra você. – Alaric mostrou os dois dedos do meio.


- Passo para o George. – Brian cruzou os braços.


- Passo para o Justin, aliás, Dustin. – George olhou pra mim.


- Sai fora. – Gargalhei e todos riram também. 


Os caras eram gente boa demais! Eles trabalham junto com o Biller no tráfico de drogas. Eu contei apenas o básico pra eles do que eu faço, já que Biller disse que eles são de confiança. Parecia até que eu já conhecia os garotos a anos! Desde que cheguei, não parei de rir. Eu gostava do senso de humor que eles tinham, chegavam a serem parecidos comigo nesse sentido.


- Vamos mais uma. – Brian dividiu o baralho novamente. Ele estava jogando com o Biller. 


- Vou nem jogar pra não humilhar vocês. – Me gabei, colocando os pés no sofá.


- Não vai jogar porque sabe que vai perder feio. – Alaric gargalhou e eu mostrei o dedo do meio pra ele.


- Bora colar em alguma festa hoje galera, faz tempo que não curto uma. – George se sentou no outro sofá e começou a bolar a maconha que estava na mesa de centro.


- Por mim, hoje tá de boa. – Estendi as mãos, esperando as respostas dos outros.


- Também tô suave. – Biller disse, colocando uma carta do baralho na mesa. 


- De boa. – Brian falou, e foi sua vez de jogar o baralho.


- Ótimo. Vamos pra boate do centro então, tô com uma moral da porra com o dono. – George tragava a maconha, deixando a sala tomada com o cheiro.


- E por acaso eu disse que vou? – Alaric perguntou, e todos riram.


- E você tenho que dizer algo? Tu vai e acabou. Você é a nossa mariquinha. – George deu risada.


- Mariquinha é o Biller que vive dando gelo na gente pra sair com a cachorra nova dele. – Alaric falou, e eu segurei a risada.


- Isso se chama inveja. – Biller retrucou, sem tirar os olhos do baralho. 


- Porra, não deixava. – Coloquei fogo na conversa. 


- Inveja de quê? Posso comer qualquer uma quando eu bem quiser.


- Só pagando né meu chapa? – Biller gargalhou e eu não aguentei. Caí na risada assim como todos, exceto Alaric.


- Vai se foder.


- GANHEI PORRA. – Brian vibrou ao colocar a última carta.


- Será mesmo? – Biller debochou, colocando a carta dele sem pressa. – Touché.


- Ah cara, vai tomar no cú. – Brian se levantou, cruzando os braços. Todo mundo começou a rir novamente. Eles eram hilários.


Liz Becker on.


21h.


- Amiga você se empolgou demais, e só foi uma garrafa de vinho. – Ash revirou os olhos. 


- Quê? Eu nem bebi. – Gargalhei, tonta. O pai de Ash estava dirigindo pra minha casa, já que tia Rochelle não atendia o celular. 


- Eu nunca mais te deixo beber, não em casa. 


- Para de ser chata. – Falei, enxergando a Ash em duas. – Um Ashley incomoda muita gente, duas Ashley incomoda muito mais. – Cantei, sem deixar de rir. O pai dela acabou gargalhando também.


- Você tá lombrada pra caralho. – Ash bufou com a boca. – Se seus pais tivessem aqui...


- Não ia ter nada nessa porra, eu mando em tudo, eu sou a dona do universo. – Relaxei minha cabeça no banco, olhando pro teto do carro.


- Ai, odeio essa sua lombra de maluca.


- Ash, estou vendo estrelas. Que legal. – Ri, vendo umas luzes brilhantes no teto.


- Ah mano, cala a boca. 


- Também i love u.


- E eu te detesto, sua chata.


[. .]


- Ah, finalmente, não aguentava mais a tagarelagem dessa menina. – Ash abriu a porta do meu lado. – Você consegue entrar em casa? 


- Estou bêbada mas não cega. – Saí do carro e acenei para o pai da Ash que sorriu. – Tá vendo? Ele é bem mais legal que você. 


- Se cuida. 


Ele arrastou o carro, e então eu fui tropeçando até chegar em frente a minha casa. 


Assim que cheguei, reparei que não estava com a chave. Peguei meu celular e com dificuldade consegui achar o número de Rochelle.


- Atende esse caralho. – Me apoiei na parede, esperando ela atender. Foi em vão, ela não atendia. Pra completar a desgraça, meu celular descarrega.


- QUE ÓDIO. – Berrei, e logo escutei o eco do meu grito.


Me sentei no chão, com vontade de chorar de raiva. Não sei por que, mas aquele babaca conseguiu parar na minha mente novamente. As lembranças dele me tocando insistiam em martelar a minha cabeça. Eu o odiava tanto, mais tanto, que chegava a querer ele pra mim. Que inferno.


Levantei, fazendo o que meu corpo queria. Sem pensar duas vezes, fui andando na direção da casa do Dustin. Eu não sabia que merda estava fazendo.


- DUSTIN, ABRE AQUI. – Batia na porta, enquanto gritava seu nome. Vi a campainha e então toquei sem parar.


- DUSTIN!


Quando a porta foi aberta, meu coração acelerou. Ele estava tão lindo, ou eu estava enxergando assim por está bêbada.


- Nossa, você está um gato.


- Você está bêbada? – Ele desdenhou.


- Não, eu nem bebi. 


- O seu hálito deixou isso bem claro. – Ironizou. – Que porra você quer aqui? Ficou maluca de ficar me gritando? 


- Eu só precisava falar com você.


- Que merda você quer falar agora?


- Eu, eu, eu quero dizer que... Du-dustin, eu tô passando mal. – Comecei a enxergar tudo mais embaçado do que o normal. Meu corpo estava mole, mole. 


- Deu pra pagar de maluca agora garota?


- Eu tô falando sério, me aju... – Não consegui completar, eu só senti quando os braços de Dustin seguraram meu corpo.


Justin Bieber on.


Entrei com aquela maluca pra casa rapidamente e coloquei ela em cima do sofá.


- Acorda caramba. – Balancei ela, dando tapinhas em seu rosto. – Vai porra, não morre aqui não.


Quando ela começou a se mexer, respirei aliviado.


- Eu estou aonde? Cadê a Ash. – Perguntou, sem abrir os olhos.


- Caralho, você só bebeu ou cheirou pó?


- Tá louco, não faço essas coisas. – Ela tentou sentar mas deitou novamente. – Minha cabeça dói. 


- Isso que dá filhinha de papai e mamãe beber sem controle. Agora que está viva, pode sair daqui. Estou atrasado pra festa por sua culpa.


- A minha tia saiu e levou a chave, eu não vou ficar na rua.


- Aqui é que não vai ficar. – Ia levantar mas Liz me puxou.


- Ah Dustin, não me deixa sozinha, eu não quero morrer. 


- E por que você iria morrer? Para de palhaçada garota. – Desdenhei, e tentei me levantar novamente, mas foi em vão.


- Fica comigo, por favor, eu estou com medo. – Seus olhos estavam marejados, e aquilo me deixou mais irritado ainda. Eu odiava essas lombras ridículas.


- Que inferno garota, você não vai me deixar em paz?


- Eu estou sozinha. – Liz começou a chorar feito criança. Eu não entendi porra nenhuma. 


- Para de chorar porra, que maluquice. – Me levantei, dessa vez ela não impediu.


- Eu vou morrer.


- Você precisa de um banho gelado pra cortar essa lombra horrível.


- Me ajuda Dustin, não me deixa morrer sozinha. – Se sentou, ainda chorando. Ela só podia está de brincadeira com a minha cara.


Sem pedir permissão, peguei ela de uma vez no colo e fui na direção das escadas, na qual subi. 


- Pra onde você está me levando?


- Cala a porra dessa boca.


Entrei no quarto de hóspedes, e fui até o banheiro. Coloquei a insuportável de volta ao chão.


- Eu não vou tomar banho gelado. – Liz fez bico, com o rosto todo molhado de lágrimas. Suspirei fundo, tentando manter um pouco de calma que me restava. Não sei nem por que estava ajudando essa imbecil.


- Tira logo a roupa. 


- Eu não vou ficar pelada na sua frente.


- Até parece que eu já não te vi pelada. – Revirei os olhos.


- Não importa.


- Adianta caralho, não sinto nenhuma vontade de fazer algo contigo nessas condições. Agora tira a porra dessa roupa.


Liz finalmente fez o que pedi. Ela começou a se despir, e eu liguei o chuveiro. Quando a mesma estava completamente nua, me controlei para não fitar seu corpo. 


- Ah Dustin, está muito frio, eu vou morrer com essa água.


- Tudo você vai morrer agora. – Coloquei ela pra debaixo do chuveiro e a mesma deu vários pulos.


- AI CARAMBA, TÁ FRIO DEMAIS DUSTIN, ME TIRA DAQUI.


Gargalhei sem querer. Aquela mina não batia bem da cabeça.


- Para de palhaçada, toma banho direito.


- Cadê o sabonte? 


Fui até o balcão da pia e peguei o sabonete líquido. Assim que estendi a mão para dar pra ela, fui puxado para debaixo do chuveiro.


- VOCÊ FICOU LOUCA? – Gritei, e agora eu estava ensopado.


- Ah Dustin, vamos brincar de tomar banho. – Liz ria sem parar. Eu não sabia se matava ela ou me segurava pra não rir, a risada daquela idiota era contagiante.


- EU VOU ESTRANGULAR VOC... – Não aguentei, acabei rindo junto com ela.


- Está parecendo um pinto molhado. – Continuava a rir, apontando para meu cabelo que estava grudado na testa.


- Você vai me pagar garota. – Falei sem conseguir deixar de dá risada. Que ódio, eu queria falar sério mas não estava conseguindo me controlar.


- Eu te ajudo. – Liz começou a tirar minhas roupas. Ela realmente estava bêbada.


- Que porra você tá fazendo?


- Não se toma banho de roupa ué. 


Liz jogou minha roupa no chão, e agora estava completamente pelado. 


- Está feliz agora? – Fui irônico, cessando a risada. 


- Muito, muito feliz. – Mordeu seus lábios, olhando para o meu pau. Gargalhei.


- E eu pensava que eu era tarado.


- Nossa Dustin, vamos foder.


- Tá louca garota? 


- Vamos vai, foder gostoso. 


- Não vou fazer nada com você estando bêbada. – Desliguei o chuveiro, e quando ia sair do box, Liz me puxou, e logo me agarrou. Queria empurrá-la mas ao mesmo tempo queria continuar a beijando. Oh droga. Apertei sua cintura, encostando ela no box. Uma de suas mãos pararam em meu amigo e começou a me masturbar. Parei o beijo e mordi os lábios.


- Liz... 


- Xii. Eu quero você, quero você agora.


Sabia que ela iria se arrepender de tudo que estava fazendo amanhã. E até que eu estava começando a gostar.


- Você está bêbada. – Arfei baixo, sentindo prazer.


- Eu estou louca de vontade de dar pra você, isso sim. – Liz se agachou, e sem delongas abocanhou meu cacete, me surpreendendo. Segurei seu cabelo pra ajudá-la. Sua boca macia em contato com meu sexo me levava aos céus. Ela podia até ser inexperiente, mas só de vê-la louca de vontade de me dar prazer já me deixava mais excitado que o normal.


- Cachorra. – Gemi, puxando um pouco o seu cabelo. Ela parecia gostar da minha atitude.


O olhar daquela mulher me dava um tesão do caralho. Sem aguentar mais, puxei sua cabeça, e coloquei ela em meu colo.


- Se você desmaiar em cima de mim, eu deixo você morrer. Provocou porque quis. – Falei, e joguei ela na cama.


- Adoro brincar com fogo. – Liz ficou de quatro sem eu pedir, me impressionando ainda mais. Que porra essa garota bebeu?


- Gosto assim. – Dei um tapa estralado naquela bunda gostosa, fazendo Liz soltar um gritinho gostoso. 


- Me come vai Dustin, me come bem gostoso. – Pediu, rebolando a bunda na minha cara. Não aguentei, dei mais um tapa, seguido de outro, e de outro. Passei a língua em tudo que tinha direito com toda vontade do mundo. Coloquei a glande na entrada da boceta, e fui enfiando devagar.


- Que saudade que estava do seu pau. 


Me arrepiei. Caralho, como uma garota que perdeu a virgindade a pouco tempo conseguia causar esse efeito em mim? 


Enfiei meu pênis inteiro na boceta de Liz, e fodia ela com força e vontade. Os gemidos daquela mulher me deixava com um tesão do caralho. 


- Ah Dustin, que delícia, não pare.


- Eu vou te comer até você não aguentar mais. – Dei mais um tapa estralado naquela bunda, e segurei aqueles cabelos grandes com força. – Hoje você é todinha minha.






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