História O minigame que é seu coração; Jikook - Kookmin - Capítulo 3


Escrita por: e yixeep

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Comedia, Fluffy, Hoseok, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jimin Sofredor, Jimin!bottom, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Jungkook Metido A Hétero, Jungkook!tops, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kookmin, Lemon, Lgbt, Min Yoongi, Minigame, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Romance, Suga, Taehyung, Universo Alternativo, Vhope
Visualizações 17
Palavras 2.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi, amoreeees

espero que gostem <3

CAPÍTULO NÃO REVISADO!
perdoem qualquer erro.

Capítulo 3 - Fase número três: fantasminhas (não) camaradas.


Fanfic / Fanfiction O minigame que é seu coração; Jikook - Kookmin - Capítulo 3 - Fase número três: fantasminhas (não) camaradas.

Continuar?

( X ) Sim     (   ) Não 

Eu estava tudo, menos bem. Ouvir a voz forçadamente e exageradamente aguda de Min cobra agente do caos Yoongi proclamando ao mundo que Jungkook havia me beijado durante meu sono desestabilizou todo o meu corpo. Minhas pernas curtas tornaram-se bambas e impotentes; o sorriso matinal que eu exibia por simplesmente estar ali com meus amados amigos desapareceu. Se eu pudesse olhar minha face no espelho não tenho dúvidas de que exibia na mesma uma expressão chocada, preocupada, desesperada, incerta e esperançosa. Sim, esperançosa, pois naquele momento eu tive um pingo de esperanças que meus sentimentos pudessem serem retribuídos. 

Hoseok não estava diferente de mim, o choque em sua feição era nítido. Taehyung estava ocupado comendo e apenas murmurou um "eu já esperava". Minha cabeça girava e eu senti que cairia ali mesmo quando o perfume de Jeongguk fez-se presente ao meu lado. 

Jiminie? — não, mil vezes não Jeon Jungkook. Não finja que não ouviu, você estava bem atrás de mim, não faça isso. — Nossa você quebrou o prato, idiota. Pega isso aí! Moça! — prosseguiu como se não devesse satisfações ao idiota, vulgo, eu.

— Ah. É, eu derrubei. — retornei a realidade. — Vou limpar isso, com licença. — decretei, insistindo em segurar as lágrimas teimosas que marejaram em meus olhos. 

Como um covarde eu fugi. Não pedi explicações, apenas aceitei que foi um erro. É claro que foi, Jungkook é bem resolvido com a sua sexualidade, claro que é. Ele apenas decaiu por culpa da carência, apenas. Seria idiotice insistir no contrário; um tiro no escuro, um passo em uma ponte velha e desgastada. 

Apesar de ter dito que iria voltar, eu não voltei. Decidi passear pelo resort, respirar. Sair do campo de visão dos olhares julgadores de Jeon Jungkook, conseguir relaxar meus músculos tensos, mas ainda doía. Meu peito apertava ansiando por algo impossível, inalcançável. Sim, era isso que o coração de Jeongguk era para mim; inalcançável. Toda a minha confiança havia se esvaido, e agora, não era o moreno dono dos meus pensamentos aflitos que colocara uma parede de tijolos no coração, era eu mesmo, o idiota, apaixonado e confuso, muito confuso mesmo, Park Jimin. 

No complexo e irritante minigame que é o coração de Jeon eu falhei nessa fase, fracassei completamente, e, apenas utilizei das minhas moedinhas mais conhecidas como desistência para pular essa parte. 

Segunda fase: parede de tijolos. 

Finalizada, sem total sucesso. 

Fase número três: fantasminhas (não) camaradas. 

Jeon Jungkook pov. 

Ele estava tão sereno, tão lindo. Suas madeixas lisas e sedosas repousavam sobre seu rosto calmo e adormecido. Eu podia ouvir sua respiração baixa e controlada. Eu nunca entendi; nunca compreendi o porquê de um homem loiro, baixinho, alcoólatra e estranhamente lindo aos meus olhos desconcentrar todos os meus pensamentos. Quando nos conhecemos foi engraçado. Ele me banhou de vodca pura e ainda ficou me encarando feito um idiota. Se fosse qualquer outro eu mandaria para quinto dos infernos, mas era Park Jimin. Nossa amizade sempre foi aconchegante e eu apreciava sua presença. Mas, naquela noite tudo mudou. 

Taehyung já havia me alertado, já havia me dito inúmeras vezes que o olhar do Park dirigido à mim era apaixonado, necessitado. Porém, eu ignorei. Sempre fui muito bem resolvido com minha sexualidade, nunca tive problemas ou dúvidas. Não até eu jogar uma partida frustrante de Mario em um videogame velho que o loiro havia encontrado na bagunça de seu apartamento. Joguei o controle ao meu lado e deitei de barriga para cima fechando os olhos. Eu pude ouvir sua voz aguda e carinhosa me chamando, ordenando que eu parasse com a minha folga. Ignorei, e apesar de tentar ditar o contrário para meu subconsciente, não me arrependo. O silêncio fez se presente e só se foi quando seus passos cautelosos foram se aproximando. Jimin ficou com seu rosto acima do meu e seu hálito de creme dental refrescante batia contra minha pele ressecada. 

Ele se aproximou, mesmo sem vê-lo eu sentia que o pequeno segurava suas lágrimas. 

— Eu odeio tanto isso Jeongguk. — disse, fungando. — Odeio esse sentimento idiota que cresce em mim, odeio ser assim, odeio se Park Jimin. Odeio amar você e sua heterossexualidade fajuta. — prosseguiu e pude sentir uma lágrima fria pousar na minha bochecha. — Eu te amo e me odeio por isso. 

E então ele selou seus lábios nos meus. Um selar simples que deixou minha mente em caos. Afinal, eu queria aprofundar o toque, queria sentir o interior dos lábios carnudos de Park Jimin, e não apenas isso, eu queria sentir todo o interior de Park Jimin, em todos os sentidos. 

Me chame de tolo, idiota, imbecil, babaca, filho de uma senhora que presta serviços sexuais em troca de dinheiro, pois eu realmente sou. Depois daquela noite e daquela declaração eu entrei em desespero. Não era normal sentir tesão em amigos, certo? Minha mente estava absorta em confusão, desespero, incerteza e insegurança. Eu não sabia o que fazer, então, como um hétero mais frágil que vidro liguei para Hani, ela me ajudaria. 

— Eai, coelho. — saudou-me. — O que 'cê quer?

E depois de marcarmos um encontro e eu explicar toda a situação, ela riu. Gargalhou, mas eu senti que era de desprezo. 

— Que atitude nojenta, Jungkook! — exclamou, completamente irritada. 

— Hani-ah, entenda, eu estou apavorado. Talvez se eu sair com alguém... Uma garota, isso saia de mim. — expliquei. 

— Isso o que? Sua sexualidade ou sua babaquice? — ironizou. — Sabia que o B da bandeira LGBT não é de 'buce- — começou, mas eu a cortei. 

— Aish, Hani! — reclamei. — Eu só quero ter certeza da minha sexualidade. 

— Faça isso sozinho, não farei parte disso. — ditou, me encarando antes de se levantar da mesa. — Kook, eu gosto muito de você, mas irei embora antes que eu perca o controle e minha mão pouse na sua cara. 

E essas foram as últimas palavras da minha talvez ex melhor amiga muito furiosa que apenas deixou um papel pequeno com um número acompanhado de um nome. Hyelin. 

Depois de uma semana já estávamos juntos. Eu gostava da companhia da garota de cabelos curtos e humor animado. Apesar disso, eu me sentia estranho e esse sentimento só aumentou quando contei sobre meu namoro para Jimin. Ele sorriu, abertamente, porém não era um sorriso feliz ou brilhante como costumava ser. Me senti culpado por forçá-lo a comemorar comigo, quem eu estava enganando? Eu não gostava de Hyelin, fato que era convicto para mim, entretanto, eu não conseguia aceitar ao fato de me atrair por um cara, eu não poderia aceitar. 

Após tantos meses juntos eu aprendi a amar a silhueta alta e magra da minha namorada. Talvez aquele sentimento em relação a Park Jimin era só frustração sexual, eu não estava realmente atraído. Tentei me convencer disso, mas quando Hye e eu finalmente damos um passo a frente e tentamos ter algo mais íntimo, eu brochei. Sim, isso mesmo que você leu, o machão metido a hétero aqui brochou olhando para uma mulher bonita e pelada. 

Cara, qual o meu problema? Qual a porra do meu problema? 

Ah, já sei, Park Jimin. 

Apesar dos acontecimentos relatados acima Hyelin não terminou comigo ou ficou brava, o que era estranho, mas talvez não fosse ruim, certo? Eu a amava, ela me amava então tínhamos que nos entender, certo?

Eu a amava. 

Mesmo tendo ficado duro lembrando de Park Jimin, eu a amava, certo

Errado. Mas não era como se eu fosse admitir isso. 

Já era de manhã e minha cabeça doía pelo tanto de lágrimas que eu deixei-me liberar na noite anterior. Acordei ainda mais cansado, no entanto, ter liberado toda aquela mágoa havia me aliviado. Bocejei e virei-me para a silhueta pequena e delicada do loiro ao meu lado. Seus lábios carnudos e avermelhados pareciam tão sugestivos, tão únicos e maravilhosos. Quando retornei do transe meus lábios já estavam sobre os alheios, saboreando mesmo que muito pouco o gosto de Park Jimin. Ousei passear minha língua pela boca inchada, molhando levemente o exterior da mesma. Eu estava sem controle das minhas ações e só parei quando a porta foi fechada furtivamente, porém audível o suficiente para que parasse o ato rapidamente. 

O perfume irritante era inconfundível, maldito seja Min Yoongi. 

Eu já havia procurado por Jimin em todo lugar, até que finalmente desisti. Pude ouvir o menor de cabelos esverdeados rir controladamente da minha idiotice. 

— Sério, qual a necessidade Yoongi? — questionei, irritado. 

— Ah, qual é Jungkook! Eu não sabia que ele ia ouvir, e outra, eu nem detalhei, você estava quase enfiando sua língua na boca dele, fui bonzinho em não dar detalhes. — retrucou sarcástico. 

— Ele deve estar me odiando. Vai parecer que eu me martirizei para ele ficar sensível e depois eu o ataquei como um tarado. — bufei. 

— Jeon imbecil Jungkook, não sei se notou mas ele gosta de você. — Yoongi disse, revirando os olhos, não parecendo contente ao afirmar o fato. — Eu já superei nosso término, estou bem com os sentimentos dele, mas serei obrigado a te socar se continuar sendo um filho da puta que finge de hétero. 

— Eu estou confuso... — confessei. — Eu... 

— Foda-se, madame! Jimin está se corroendo desde que você apresentou aquela vadia para ele, e nem por isso te tratou com indiferença, agora corre atrás do tempo perdido meu amigo, porque Min Yoongi estará off como psicólogo, adeus. 

E lá se foi o imbecil com estilo de hippie revoltado, ah, como eu odiava aquele esverdeado desgraçado, que além de tudo, era um fofoqueiro de merda. 

Enquanto eu caminhava praguejando até a última geração da família Min, encontrei o dono dos meus batimentos acelerados e aflitos. Jimin estava dentro de uma hidromassagem escondida entre as palmeiras, seus olhos predadores estavam fechados e sua boca aberta parecendo cantarolar uma canção melancólica. Seus músculos bem definidos do abdômen encontravam-se relaxados e tranquilos, assim como tudo a sua volta. Os fios loiros molhados e colados a testa de pele branca e apenas ao olhar parecia macia. 

Em passos lentos e tensos eu me aproximei, fiquei perto o suficiente para ouvi-lo suspirar, minha presença parecia incômoda. 

— Jimin, precisamos conversar. 







Idiota, maldito, desgraçado, filho da puta destruidor de corações. É claro que precisávamos conversar, mas ele tinha que ditar isso? Por que Jungkook parecia estar sempre no controle de tudo? Eu já sabia tudo o que viria a seguir. 

Eu sei, foi um erro, tudo bem. — adiantei com um tom alterado por conta das bebidas que eu havia ingerido no caminho à hidromassagem. — Já esqueci, Jeongguk. 

— Jimin... 

— EU JÁ DISSE QUE ESTÁ TUDO BEM, DROGA! — esbravejei com lágrimas nervosas escorrendo pelas minhas bochechas. — O que mais quer que eu diga? O que, Jeongguk? Me diga, o que? 

— Eu, eu não sei. — ditou. — Pensa que é fácil para mim? Eu estou completamente confuso. Eu era totalmente bem resolvido, mas você entrou como um furacão na minha vida e quando me beijou... Eu... Eu senti algo que não me deixou desde então. 

Oi? Eu te beijei? — questionei. 

Como assim? Ele estava acordado naquele noite? Não, eu tenho certeza que não, eu saberia. Eu com toda certeza saberia. 

— No seu apartamento. 

Merda. 

— Eu também ouvi tudo o que disse. — acrescentou. — Depois daquilo eu fiquei desesperado, porque no final, eu gostei, Jimin. Mas eu não queria aceitar, então tentei provar a mim mesmo que eu gostava de garotas.

— M-Mas... Ontem você... 

— Eu fiquei abalado, confesso. Mas, eu não sei se realmente a amo. — explicou, agora com os olhos vidrados nos meus. 

— Quer testar? — indaguei. 

Não, Jimin, absolutamente, não. 

Jungkook não respondeu, apenas entrou na hidromassagem ainda de roupas e partiu para cima de mim como um leão faminto. 

Suas mãos delicadas puxaram-me pela nuca, quebrando todo o espaço uma vez existente entre nossos corpos. Sua respiração se descompassava a medida que ficávamos mais próximos. Quando eu pensei que o moreno finalmente acabaria com aquilo e me beijaria, me enganei. Sua língua quente saboreou o exterior dos meus lábios, provocando-me e conseguindo alcançar tal objetivo. Sem aviso prévio fiz o mesmo que Jungkook, libertando meu músculo úmido, tocando o semelhante. Uma onda de choque passou pelos nossos corpos, e Jeon aprofundou o ósculo, beijando-me com delicadeza, calma, e, principalmente, desejo. 

Os sons de sucção emitidos durante o ato não eram nem um pouco inocentes. Eram completamente obscenos, eróticos; apaixonantes. As mãos grandes do moreno acariciavam minha nuca, enquanto as minhas passeavam por todo seu corpo. Eu estava enlouquecendo e uma azia familiar fez-se presente no meu estômago, fantasmas não camaradas reviravam dentro do meu órgão, jogando na minha cara a paixão enlouquecedora que eu sentia por aquele homem. 

O ósculo foi encerrado quando o ar fez falta e eu nunca me odiei tanto por precisar respirar. 

— Sentiu isso? — questionou, sorrindo largamente. 

— O que? 

— Esses fantasmas rondando o estômago. 

Eu nunca me senti tão feliz. 

Jeon não mais hétero Jungkook sentiu o mesmo que eu; ele estava apaixonado por mim. 







Fase número três: fantasminhas não camaradas. 

Finalizada com sucesso. 


Notas Finais


kk, qualé? gostaram?

comentem, é muito importante para mim. <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...