História O Ministério da Saúde adverte: - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Happy Sil Unnie Week, Nao Bebam Crianças
Visualizações 312
Palavras 1.585
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drabble, Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


​meninas que betam capítulo no meio da aula de inglês me add

Capítulo 1 - 3.1 por que tão trouxa google pesquisar


 Ainda me pergunto por que insisto em vir para essas festas de faculdade onde só tem bebida, suor, música alta num volume insuportável e pessoas transando até no teto.

 Suspiro irritada conforme seguro as beiradas do banquinho de bar onde estou sentada por ser a única opção mesmo.

 Bom, tem o chão, mas minha amiga com certeza puxaria minha orelha se voltasse do banheiro e me visse jogada lá com a cara que nunca consigo disfarçar de pleno desgosto. Se bem que àquela altura do campeonato, eu duvidava que ela estaria em condições para reagir tão sobriamente.

 Por que faço isso comigo mesma?

 Por que Yoon Hae?

 — Ufa! — Diz minha amiga ao se jogar do nada no banco ao meu lado, toda torta e com o copo derramando uma boa quantidade de bebida, ambas ações indicando que já estava mais do que na hora de eu começar a tomar as rédeas da situação. Viu, eu falei — Que gato na porta do banheiro, quase convido pra entrar — Completa piscando pra mim e eu reviro os olhos, tomando o copo de sua mão e o repousando sobre o balcão. 

 — Tá legal, mas chega de beber — Afirmo e ela deixa seus ombros caírem, mirando o copo com o líquido azul já quase na metade, não sei se por ela ter derrubado por aí ou de fato tomado, e fazendo biquinho.

 — Mas unnie, eu ainda estou bem, olha, consigo fazer o quatro com as pernas — Diz a coreana, pulando do banquinho e quase indo pro chão se não fosse eu para segura-la pela cintura fazendo com que conseguisse se manter de pé.

 A ruiva ri um pouco antes de se soltar das minhas mãos e levantar uma das pernas para cruzar com a outra de forma que representasse o número quatro.

 Chão, foi isso que ela encontrou por um segundo de descuido meu.

 Seguro os braços da mais nova e a amaldiçoo em inglês conforme a ajudo a levantar e ela só sabe gargalhar.

 — Ele era ruivo, unnie! — Grita ela parecendo maravilhada enquanto eu a jogo sentada no banquinho outra vez — Ruivo! — Repete ao apanhar seu copo cheio da bebida novamente. Eu a impediria, se de uma vez só ela não a tivesse derrubado toda na sua roupa.

 Levo a mão até a testa e apenas estalo a língua enquanto encaro a situação da minha amiga.

 Por que eu tinha a trazido? Por que tão irresponsável?

 — E eu não lembro o nome dele, mas tinha Park! — Conta ela, abraçando seu copo e sequer parecendo notar que estava toda melada de bebida, fedendo a álcool e prestes a levar uma surra minha e da mãe dela, quem também ia me bater depois — E ele era tão lindo — Afirma com os olhos brilhando e praticamente suspirando — E eu acho que já vi ele em algum lugar — Finaliza, colocando o dedo indicador sobre o queixo e agora parecendo pensar sobre de onde conhecia o tal garoto.

 Reviro os olhos e me aproximo dela pra finalizar toda aquela magia num sussurro ao seu ouvido:

 — O nome dele é Park Jimin e vocês estão se pegando há meses — E então dou as costas a menina agora estática sobre o banquinho do bar, estando tão puta que sequer penso na alta possibilidade de estar fazendo uma merda gigante em abandona-la ali.

 Eu tô afim de matar dois caras, e vocês?

 "Ah, vamos sair, Hae-yah", ele disse, "vai ser legal, o Jimin fica de olho nela. Nós quase não saímos juntos" fazendo o aegyo que eu sei que ele não tem, e por isso me atinge ainda mais.

 Bufo conforme me espremo entre aqueles corpos todos que se roçavam numa dança ridícula, em busca do homem do meu ódio.

 Claro, responsabilidade, com certeza Jeon Jungkook tem isso, óbvio, Yoon Hae, que ideia de gênio a sua, pega seu Oscar.

 Nunca mais saio de casal. Nunca mais mesmo. Anotem.

 Ah não ser que seja para alguma loja de conveniência na madrugada no intuito de tomar sorvete ou comer alguma coisa, do contrário, Jungkook pode sumir da minha frente com o sorriso desgraçado dele e as piscadas rápidas forçadas. Pode mesmo.

 Revirei o club inteiro atrás desse moleque.

 O club inteiro.

 E nem estou brincando.

 Passo pelo balcão onde havia deixado minha amiga umas três vezes e suspiro aliviada em encontrar ela ali em todas, dormindo pleníssima, agora acompanhada de Park Jimin, que mesmo parecendo estar em uma situação melhor que a inconsciente, ainda tinha o olhar mais perdido no nada que cego em tiroteio.

 Foi uma comparação cruel, mas é que eu tô puta.

 As paranoias já bateram, imaginei Jungkook fazendo tudo de ruim possível naquele lugar. Ter bebido tanto, parado no carro de um estranho e agora estar morto, saído pra rua e ter sido atropelado, aceitado os desafios idiotas de qualquer um e pulado do quinto andar do prédio, se envolvido com a máfia, dormido no meio da rua, e o pior que me deixava mais louca: ficado com várias mulheres, seja juntas ou uma de cada vez mesmo.

 Bateu muito o desespero e também a raiva.

 Na minha cabeça ele já tinha engravidado três, sido levado pra casa por alguma outra menina ou então estar se agarrando pelos cantos da balada mesmo.

 As lágrimas estavam descendo, eu já tava formando exatamente como ia acabar com ele no dia seguinte quando aparecesse lá em casa pedindo mil perdões, e indo em direção ao balcão do bar para arrastar minha amiga e o ficante otário dela pra casa, quando meu braço é puxado suavemente, fazendo com que eu intercepte meu caminho e me vire com uma exclamação de susto para quem quer que tenha tido a coragem de me tocar, já pronta pra socar a cara deste ou gritar a plenos pulmões porque sou dessas.

 — Oi, tudo bem?

 Não derrete, não derrete, tira o olho do sorriso e do olhar, tira, tira.

 — Jungkook, que susto — Disparo, colocando minha mão sobre o coração e sem coragem alguma de desgrudar minha mão da sua que estava quentinha por alguma razão.

 Tava no peito de alguma vadia por aí, né? Desgraçado.

 — Você está muito bêbado? — Olha Yoon Hae, a mais otária deste mundo, se preocupando com o traidor em vez de meter o pé na bunda dele já.

 O moreno umedece os lábios e se endireita a minha frente a.k.a fica perto demais, s.o.s, sentindo meu coração parar aqui.

 Não sei por que eu perguntava. Um dia de festa sem beber pro Jungkook nem era festa.

 — Não sei — Diz sorrindo e eu já sinto minhas mãos gelarem — Eu estou te observando há um tempinho — Ah, jura?! Como eu não te vi então, babaca? Carne de burro agora é transparente? — E preciso muito saber se você tem namorado.

 Ri na cara dele.

 Ri muito na cara dele.

 Tipo aquelas risadas que saem fazendo barulho porque você tenta segurar mas sem querer o ar sai pela boca.

 Naquela hora vi que Jungkook ou tava muito bêbado ou querendo me zoar mesmo, porque além da pergunta totalmente inacreditável, ele riu de eu rindo da cara dele.

 — Oi? Como é que é? — Questiono após me recompor e ele continua sorrindo pela minha reação.

 — Desculpa, eu realmente não consegui tirar os olhos de você a festa inteira.

 Meu Deus, era sério aquilo?

 Rio mais ainda e não sei se era pela situação ou por eu estar aliviada em saber que o garoto tinha mantido os olhos só em mim sabe-se-lá-de-onde.

 — Tenho, tenho namorado sim — Afirmo e seu sorriso aumenta.

 — Agora tem dois.

 Depois daquilo eu gargalhei. Me curvei de rir, mas juro que por dentro meu coração parou de bater um segundinho sim.

 — Tá bom, oppa, vamos embora — Digo assim que consigo manter uma seriedade parcial, já que ainda sim não dava pra parar de sorrir pelo quão incrivelmente Jungkook conseguia ser horrível. Ou vice-versa.

 O puxo por nossas mãos unidas, até o balcão onde minha amiga agora se mantém abraçada à Jimin, quem acaricia seus cabelos. Uma cena bonitinha se eu não quisesse tanto chutar a bunda dos dois.

 Sem paciência e super grosseira como sou, mandei os dois levantarem para irmos embora e foi o que eles fizeram, cambaleando, mas fizeram.

 No carro, Jungkook ainda quis teimar comigo que deveria dirigir, e novamente quase o deixo pra trás se não fosse Jimin, que parecia agora ser o mais razoável dos três, para quietar o facho do mais novo.

 Eu ainda estava estressada e não querendo papo com ninguém, ensaiando meu sermão pros bêbados ali dentro assim que estivessem em condições de ouvir cada uma das minhas palavras, quando Jungkook, que estava no banco do passageiro ao meu lado, se vira para mim depois de minutos de silêncio nos quais achei que os dois garotos também tinham pegado no sono — já que minha amiga parecia ter entrado em coma sobre o peito do namorado no momento em que se enfiou no carro.

 — Poxa, eu queria que você fosse minha namorada — Diz com a voz rouca e olhar sonolento — Quem é seu namorado? Ele é um otário. Larga ele pra ficar comigo, por favor.

 Abro a boca para o xingar mas sou surpreendida pela voz de Jimin vinda do banco de trás, quem esclarece de uma vez o que eu já estava prestes a fazer o moreno lembrar com um soco.

 — Jungkook, você é o namorado dela.

 O ministério da saúde adverte: se beber, não seja o Jungkook, porque reza a lenda que ele vai apanhar pra caralho de mim quando chegarmos em casa.


Notas Finais


só avisando que não vai dar pra postar amanhã por motivos de KKKKKKKKKKKKKenem
mas segunda volta a programação normal se meu curso permitir.
perdoa os vacilo, Sil <3

Jungkook na cabeça da Hae:
https://www.youtube.com/watch?v=DJNw3sqSuIc

ps: esqueci de avisar que plotei isso aqui em base de um imagine do jungkook que achei no pinterest
https://i.pinimg.com/564x/9b/00/fc/9b00fc4973943d4f43f273e86fda0f1e.jpg
ta tarde demais pra avisar mas é nóis


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