História O Miserável - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Jogos, Vida Cotidiana
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Palavras 1.624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fiz esse capitulo e o anterior no mesmo dia. Com tanto tempo assim, eu devia ao menos melhorar meu português.

Capítulo 13 - Consegue seguir em frente?


Liza está presa no meu quarto, enquanto alguém entra em minha casa. Ela não imagina quem seja. Ela fica com medo e nervosa, mas tenta manter a calma. Então a pessoa então pela porta e chega à sala. Sutilmente, Liza tenta ver quem é. Então consegue ver. Um homem alto, magro, barba rala e cabelos quase totalmente brancos de sobre tudo. Obviamente era eu que cheguei à minha casa mais cedo do o previsto por ela. Liza se pergunta por que eu cheguei tão cedo. Ela não tem como sair, pois só tinha duas saídas, uma era a porta da frente, mas não como sair enquanto eu estou na sala, e a segunda era pela janela do meu quarto, mas havia grades então era impossível sair pela janela. Liza tinha a vantagem de eu não saber que ela estava lá, por isso ela tinha opção de me golpear minha cabeça eu desmaiar e assim sair de lá. Então enquanto ela pegava sutilmente meu radio-relógio para “me por pra dormir”. Porém, quanto ela pegava o objeto, ela ouve o barulho de dois objetos de vidro se batendo. Ela parou uns segundos para ouvir o que eu estou fazendo e então ela me ouve sentando na minha poltrona e ouve mais uma vez o barulho objetos de vidro se batendo só que dessa vez era de quarto objetos. Ela sutilmente olha pra sala para ver o que estava acontecendo e me vê sentado na poltrona, que por consequência, com as costas pra ela. Ela achou uma abertura para me golpear. Enquanto ela tenta sair sutilmente do meu quarto, ela vê os objetos de vidros. Eram dois copos de vidro colocados na minha mesinha que tinha o meio de vidro. Então ela fica surpresa e pensa.

- Por que colocou dois copos na mesa – questionou ela enquanto colocou uísque nos copos. – Pra quem será? Será que são pra mi...

            O pensamento dela é interrompido por mim mesmo que falo.

- Se está pensando: “Se esse copo é pra mim?”. Saiba que está correto. Sei que você esta ai, senhor invasor.

            Nesse instante, Lisa fica chocada, ela não sabe o que fazer. Então pensa.

- Como ele sabe? O que eu deixei escapar? Como? – pensou ela

- “Como” é o que você esta pensando, não é? – digo pra ela que fica chocada. – Simples. Foi pelo cheiro. Eu tenho um cheiro bem forte de cigarro, então o cheiro do seu perfume doce se destacou muito. Entendeu, Lisa Graysoul?

            Nesse instante, ela parece ter desisto e sai do meu quarto e fica parada do meu lado. E fala.

- Desde quando você? – pergunta ela e depois alguns segundo em silêncio eu respondo.

- Só isso que você quer me perguntar? Te deixei ter bastante tempo pra saber sobre mim. E só quer saber disso? – Dou um gole do uísque. – Francamente espero que seja só isso mesmo. Então tá. Hoje deve ter ido para o trabalho com muita pressa, então passou bastante perfume. Por isso quando passou pra ver se eu estava trabalhando, o seu cheiro ficou bem gravado em mim. Até o momento foi tudo normal. Mas quando eu voltei do almoço percebi que o cheiro estava forte de mais para você só ter passado pra frente do meu cubículo. Foi ai que descobri que tinha algo errado. Depois que percebi que minha chave tinha sumido, então foi fácil de deduzir o que estava acontecendo. – expliquei pra ela.

            A cara de surpresa dela virou de preocupação, então ela me faz uma proposta.

- Vamos fazer uma troca! Você vai me dar esse dinheiro em troca... – ela hesita por um instante, mas continua. - ...e eu faço “aquilo” pra você o quanto você quiser. O que achou ?

            Não me seguro e começo a rir.

- Tá de sacanagem comigo? E eu lá quero esse tipo de coisa? Os novos de hoje então cada vez pior. – digo e logo bebo mais do uísque.

- Então o que você? Eu preciso desse dinheiro! – ela grita comigo.

- Calma. Pode levar o dinheiro. – digo a ela e bebo mais.

- É o que? – novamente ela fica surpresa.

- Você me ouviu. Pode levar. – ela fica aliviada e até senta no meu sofá de tanto alivio.

- Por que você está fazendo isso? – questiona ela.

- Simples. – explico a ela. – Meu trato com o nosso chefe foi que o que eu ganhar seria dividido por nós dois. Promessa é promessa. Por isso pode levar, mas claro que na bolsa só tem metade. Deve ser o suficiente para os chefes se acalmarem. – claro que eu não sabia que até o presidente da empresa estava nessa também. – Além disso, também não quero que seu segredo seja revelado para seu marido. Alias, você devia ser mais sincera com ele.

            Mais uma vez ela fica surpresa. Ela é bem fácil de se surpreender.

-C-Como você sabe? Você sabe do meu segredo? E como você sabe que ele me ameaçou com ele? – diz ela bem espantada.

- Pensei que você ia perguntar mais sobre mim. Que decepção. Mas fazer o que. – bebo mais um gole e começa a explicar. – Como você sabe. Eu fico até tarde trabalhando. As vezes eu bato o cartão as 22 horas, mas verdade eu não saio do prédio, eu volto a trabalhar. E perto da meia noite, você e chefe ficam se divertindo até de mais na sala dele. Esse é seu segredo, né. Nem precisa confirmar. Eu sei que você é casada. Então o chefe te chamou para fazer esse “roubo”. Você deve ter aceitado por causa da ameaça ou você é idiota suficiente aceitar por amor. – digo a ela que fica chateada e admite.

- Fico envergonha por você saber. Ele me ameaçou por isso tentei te roubar. – confessa ela meio triste.

- Pare de mentir pra você mesma. Você fez isso por amor. A prova disso é a mesma do por que você foi descoberta. – ela olha pra mim com o rosto vermelho e quase chorando. – Quando você foi chamada pelo chefe, hoje de manhã cedo, você não passou muito perfume pela pressa. Foi por que você queria que ele te notasse. Queria impressionar ele. Por isso eu disse que você devia ser mais sincera com seu marido. – nesse instante ela começa a chorar

- Meu marido fez tanto por mim. Não queria que ninguém soubesse disso. Principalmente ele. Ainda não consegui retribuir. – diz ela chora.

- O melhor que você pode fazer por ele é dizer a verdade. E pedir desculpa sinceras para ele. – olho para o porta-retrato e falo. – Caso contrário, ele pode acabar como eu. Um velho solitário como raiva “daquela pessoa” para o resto da vida. – bebo mais um gole.

            Ela continua chorando por mais algum tempo. Então eu pego a bolsa e vou até a saída da minha. Lisa limpa seu rosto e pergunta.

- Aonde você vai? – diz ela

- Claro que vou cumprir minha promessa para aquele idiota do nosso chefe. – respondo com um tom mais sério

            Então saia de casa com a Lisa atrás de mim. Volto para o prédio e vou até a sala do meu chefe. Abro a porta sem ao menos bater. Surpreso, meu chefe pergunta.

- Você! O que está fazendo aqui? – diz ele com raiva nós olhos.

            Então a bolsa na cara dele. Meu azar foi que ele conseguiu pegar a bolsa sem problemas. Digo.

- Toma a grama! Foi o nosso combinado! Metade pra mim, metade para você! – vou em direção a ele, pego na gravata dele e olho nos olhos e falo. – Na próxima vez, seja homem suficiente para fazer o trabalho sujo você mesmo! – largo ele e vou em direção a saída.

- Isto é uma ameaça a mim! Eu posso te demitir por isso! – ameaça ele.

            Saio da sala mostrando o dedo do meio e volto para meu trabalho normalmente. No dia seguinte, enquanto eu trabalho, Lisa aparece no meu cubículo e fala.

- Já sua hora do almoço, né. Tem um minuto? – pergunta ela

            Vamos até a cobertura do prédio para conversar e fumar em paz.

- Vim agradecer por ontem. Você me ajudou a entender o que é mais importe na minha vida. – diz ela.

- Não há de quê. Fui legal contra meu chefe, não fui? – digo me sentindo orgulhoso.

- Na verdade, não. – diz ela dando uns risinhos disfarçados. – Só vim falar que eu pedi demissão e estou indo para outra empresa. E disse para meu marido que eu trai ele e que pedi desculpas sinceras, mas ele ainda sim pediu divorcio. – diz ela quase chorando.

- Desculpe. Não queria que tivesse acabado assim. – digo isso me sentindo culpado, mas ela me responde e com um sorriso.

- Não se desculpe. Foi melhor assim. Agora é minha hora de fazer alguma coisa e vou reconquistar ele. – diz ele bem empolgada e anima.

- Fico feliz com isso. Então adeus. – digo isso já saindo da cobertura do prédio, mas ela fala mais uma coisa.

- No final eu entendi um pouco de você. Alguém fez o mesmo eu fiz com meu marido em você, não é. Aquele objeto debaixo do seu criado-mudo é o que você ia dar pra ela, né. Entendo. Agora faz mais sentido por que você assim. Só queira ter descoberto antes. Quem sabe eu poderia ser sua amiga ou até mais. Adeus. – diz ela

            Enquanto vou até as escadarias para entrar no prédio de novo, eu dou um sinal de adeus pra ela e vou embora trabalhar. Depois nisso eu não vi mais ela no trabalho, mas recebi uma carta dela, me convidando para uma festa dela de renovação de votos do casamento. Ela tinha conseguido seguir em frente. Foi isso o que eu não consegui fazer.


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo. Podem dar suas opiniões nos comentário. Obrigado por lerem. Outro dia corrijo meu português. Um dia. Talvez, né.


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