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História O Mistério do Cristal Maldito I Vol 1 - Capítulo 31


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite, meus pelúcios fofinhos ^-^

Cá estou com mais um capítulo saindo do forno!

Sem mais delongas, boa leitura ♥

Capítulo 31 - Um Corajoso Ato de Griselda Milles


Fanfic / Fanfiction O Mistério do Cristal Maldito I Vol 1 - Capítulo 31 - Um Corajoso Ato de Griselda Milles

♦ Louisa Northrop ♦

 

— SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDE!

Todos os alunos que vagavam pelos terrenos brecaram os passos e viraram as cabeças de maneira sincronizada para uma das grandes janelas do 2° andar do castelo após ouvirem um grito evidentemente aterrorizado.

As janelas estavam escancaradas. Um garoto encontrava-se debruçado sobre o parapeito, uma boa parte do corpo estando perigosamente para fora. Entretanto, ele não parecia se importar: olhava por cima do ombro em total desespero, os olhos quase do tamanho de um Pomo-de-Ouro de tão arregalados que estavam.

Por favor, ele... — o menino resfolegou, e todos espantaram-se quando ele virou a cabeça rapidamente para o interior da construção outra vez e pôs-se a subir no parapeito, ficando ainda mais agitado. — ELE VAI ME PEGAR!! ALGUÉM ME AJUDE!!

O coração de Louisa Northrop batia rápido por conta do desespero que o garoto transpassava em tamanha agonia. O que estava havendo com ele?

Com poucos segundos observando-o em meio ao espanto e curiosidade, ela conseguiu reconhecê-lo enfim: tratava-se de Andy Stimers, aluno da Lufa-Lufa e primeiranista assim como ela...

A movimentação começou a aumentar no térreo, todos aflitos com a possibilidade de o garoto acabar caindo dali de cima. Ninguém conseguia compreender o que poderia está-lo ameaçando daquele jeito, mas devia ser algo extremamente alarmante, pois, pelo pouco tempo que Louisa já havia convivido com Andy, o garoto nunca mostrara-se como um histérico medroso.

ELE VAI ME PEGAR! ELE ESTÁ CADA VEZ MAIS PERTO... URGH! — Andy quase desequilibrou-se ao dar mais uma eufórica checada por cima do ombro. — POR FAVOR, ELE VAI ME MATAR!! O CRISTAL MALDITO VAI ME MATAR!!

Após a reveladora declaração (reveladora mesmo, aliás), Louisa até poderia ter parado para cair em completo espanto assim como todos os outros do espaço; contudo, na realidade, não houve nem mesmo tempo para ela fazer isso...

... Bem, não depois que Andy Stimers saltou corajosamente da janela ao mesmo tempo em que um completo estouro eclodiu do parapeito onde ele estava sentado segundos atrás.

Vidros despedaçados sobrevoaram boa parte da região, assim como diversas fagulhas de cristais ametistas muitíssimo brilhantes e muito bem afiados.

Os que estavam por perto tentaram proteger-se como puderam dos estilhaços perigosos que desabaram sobre suas cabeças como uma verdadeira chuva-cortante. Louisa, que encontrava-se um pouco longe do local (assim como Iris Legraund, que olhava para tudo com espanto), conseguiu, então, assistir de camarote à uma cena completamente radical improvisada:

Griselda Milles, tomada pelo senso de proteção e uma presença de espírito súbita, agarrou sem aviso prévio a Tinderblast das mãos do prof. Lukar (este parecia petrificado) e, montando imediatamente, disparou na direção das fagulhas cristalinas e dos perigosos pedaços de vidros segundos depois da explosão.

Em uma curva perfeita, ela desviou de vários pedaços maiores (contudo, infelizmente não conseguindo escapar dos discretos e pequenos vidros cortantes) e agarrou, com um dos braços, o traumatizado Andy em plena queda.

Eles ainda deviam estar há uns cinco metros do chão, com Milles já preparando-se para pousar, quando o inesperado aconteceu:

A vassoura brecou bruscamente, quase levando seus dois ocupantes a serem atirados para frente. Em seguida, seu cabo apontou para o solo num movimento repentino...

... E começou a cair.

A Milles até tentou fazer alguma coisa, mas a queda foi inevitável: tanto ela quanto Andy colidiram no chão com a vassoura, esburacando o solo e espalhando terra e grama para todo lado.

Em meio aos gritos histéricos de todos, Louisa levou as mãos a boca. Mais pasma do que nunca, apenas conseguiu reparar na expressão incrédula da Legraund antes de seus brilhantes olhos repousarem no parapeito em que Andy se jogara.

... E a imagem foi de puro terror.

Toda a extensão da janela leste do castelo estava coberta inteiramente por centenas de cristais, que encontravam-se moldados em gigantes e afiadíssimos espinhos, direcionados para fora da janela, como se desafiassem alguém a tentar passar sem sofrer nenhum corte crítico. Exatamente os mesmos cristais presentes há mais de dois meses no corredor do 1° andar.

E, pelo que parecia, com uma olhada mais analítica, não era apenas aquela parte que encontrava-se naquele estado lamentoso...

"O Cristal Maldito!", apavorou-se.

Louisa ouviu os gritos alarmados dos que encontravam-se feridos pelas fagulhas de cristal e pedaços de vidros vindos das janelas. Alguns alunos estavam até mesmo desmaiados, fato ocasionado por todo o desespero que fora florescido tão inesperadamente dada a situação escandalosa.

De repente, em meio ao pavor, choque e choro geral, uma voz cavernosa fez-se presente nos terrenos:

— Que aconteceu?! Que aconteceu?! Que é que está havendo?...

Várias pessoas gritaram de pavor e susto. Suzanne e Zoe tropeçaram uma no pé da outra ao tentarem se afastar daquela figura aterrorizante, caindo ambas de cara no chão. Outros alunos puseram-se a andar para trás, amedrontados, com os olhos presos naquele tipo de ser.

Louisa mesma não foi exceção: arregalou os olhos, escandalizada, para a imagem do homem que estava parado à sua frente.

Ele devia ter cerca de dois metros e meio de altura; usava roupas enormes e velhas, sujas de fuligem, e seus cabelos eram crespos e aparentemente ásperos, parecendo mais uma touca de pelo de urso, alcançando seus ombros. Apenas o rosto era liso e rosado, denunciando que, o que quer que fosse aquele tipo de "ser-humano", devia tratar-se de alguém jovem.

O homem pareceu ficar ansioso e preocupado com a reação das crianças, olhando-as com súbita timidez. Encolheu-se como se quisesse esconder-se de suas vistas — o que era praticamente impossível considerando seu tamanho anormal.

— Espere aí!

Todos voltaram-se para Iris Legraund, que apontava o indicador para o homem como se o acusasse. Sua expressão chocada e surpresa adquiriu certo compreendimento conforme ela o olhava com mais atenção.

— Eu... Eu vi você! Outro dia... Perto da floresta, isso! Se escondeu atrás das árvores!

O homem voltou os olhos assustados para a garota, assumindo uma estatura tensa e temerosa. Dava para ver que ele não estava acostumado a ser o centro das atenções...

Com o canto dos olhos, Louisa viu uma movimentação desconfortável, seguida de um praguejo.

— É aquele homem-aberração, não é? — Alexander Mackendrick cochichou com dois amigos. — Já ouvi Abraxas falando dele no dormitório... Foi ele o responsável pela morte daquela garota anos atrás, não foi?

— Eu lembro dessa história... — Anne Crystal ergueu uma sobrancelha, analisando num misto de medo e nojo o homem grandalhão. — Por que um criminoso como ele estaria aqui em Hogwarts?

O rosto do gigante pareceu ir perdendo a cor conforme os cochichos e olhares acusadores das crianças iam sendo lançados na direção dele. Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, o prof. Lukar tomou a palavra, parecendo sair de seu estado de choque.

— Ei, você é o Hagrid¹, não é?! Braço direito, ajudante do Ogg, correto? — o professor colocou a mão, atordoado, sobre o rosto, seus olhos voltando-se na direção de Griselda Milles e Andy Stimers, ambos imóveis no chão. — Vá até o castelo, rápido! Chame o... — ele franziu o cenho, buscando alguma palavra; estava muito nervoso. — Dumbledore, chame o Dumbledore, depressa! — devia ter sido o primeiro nome (e o mais confiável) que lhe ocorreu.

O professor logo ajoelhou-se diante do Stimers e da Milles, extremamente preocupado.

Quando o homem-gigante esboçou uma expressão aflita e hesitante, Louisa tocou-se de que ele era o tal "Hagrid" para qual o prof. Lukar dirigira-se.

— E-entrar?... No... Castelo?... — sua voz, mesmo com o tom cavernoso, saiu cheia de insegurança.

O professor de Voo assentiu freneticamente.

— Isso, rápido, não perca tempo! Aconteceu novamente, e a situação é séria! O Crist... A "coisa" atacou novamente! — ele gesticulou para que Hagrid fosse logo. O homem-gigante pôs-se, então, a ir na direção do castelo em passos vacilantes e desengonçados; muitos alunos saíram correndo na direção contrária quando ele se aproximou. — ... E chame o Dippet também! — o prof. Lukar gritou para que o outro ouvisse. — Preciso de todos aqui, é uma questão de vida ou morte!

 

 

♠ Iris Legraund ♠

 

Com a saída do tal Hagrid, todos os alunos foram se reunindo ao redor do professor e dos dois alunos acidentados.

— ... Sr. Stimers, consegue me ouvir? — o prof. Lukar chacoalhava o garoto. Andy apenas soltava alguns resmungos incoerentes. Devia ter batido forte com a cabeça. Abaixo de seu joelho havia uma considerável abertura, que sangrava à beça. Algum estilhaço particularmente grande deveria tê-lo cortado no momento da explosão. — E você, Griselda? Está me ouvindo? — o professor virou-se para a capitã do time da Grifinória, que estava evidentemente desmaiada.

Iris Legraund, assim como os colegas, prendeu a respiração ao averiguar a quantidade de vidros e pedaços de cristais fincados nos braços, pernas e estômago da quartanista. Muito sangue ia saindo das feridas dela, manchando o gramado verde e parcialmente úmido conforme o clima ia esfriando.

Quanto ao prof. Lukar, coitado, nem sabia o que fazer.

Já fazia três minutos desde que o homem-das-cavernas fora buscar alguém dentro do castelo e, enquanto isso, eles esperavam, impacientes e ansiosos, a ajuda do diretor Dippet ou do prof. Dumbledore — quem viesse primeiro.

Iris ainda encontrava-se em um estado de surrealismo com tudo que ocorrera tão inesperadamente e num piscar de olhos...

Quer dizer, há apenas cinco minutos eles voltavam de uma aula super divertida de Voo, felizes da vida, e agora, lá estavam: reunidos em volta de um garoto inconsciente e de uma garota que sangrava como um porco abatido — isso tudo além de, acima de suas cabeças, uma das sacadas do castelo parecer ter acabado de sair de uma caverna de cristais ametistas.

Griselda Milles foi arrastada cuidadosamente pelo prof. Lukar e Kennedy Thompson, um quintanista da Grifinória e integrante do time da casa, para um lugar mais limpo no solo. Ela parecia ficar mais pálida a cada segundo.

Iris não pôde deixar de olhá-la com admiração.

Aquela garota havia arriscado a própria vida para salvar o menino lufano que, com a estatura frágil que tinha, com certeza teria virado pudim quando colidisse contra o chão.

... Contudo, infelizmente, nem seu gesto heróico conseguira salvá-los. Fora bem nítido (até mesmo para uma ignorante do assunto como Iris) que a vassoura havia falhado por algum motivo.

Embora fosse uma atitude egoísta, Iris não parava de pensar no giro espetacular que a Milles dera com a vassoura. Uma vontade imensa de aprendê-lo havia apoderado-se da ruiva instantaneamente.

Não era à toa que denominavam Griselda Milles como "A Melhor Jogadora de Quadribol de Hogwarts".

Prof. Dumbledore! — alguém ali perto exclamou, cortando os pensamentos de Iris.

Todos olharam na direção do castelo, de onde vinha com rapidez e energia o admirável prof. Dumbledore; a varinha em punho e a capa carmim com tiras âmbar sacudindo elegantemente por suas costas.

Aquele tal de Hagrid vinha acompanhando-o timidamente, ainda com expressão assustada e intimidada, as mãos unidas sobre o largo estômago.

Deu para sentir a sensação de alívio pairar dentre todos os presentes ao verem a imagem reconfortante do professor de Transfiguração. Assim como acontecia nos desenhos, todos os ombros tensos abaixaram-se em sincronia, seguido de um suspiro geral.

Iris deveria ser a única pessoa a estar com os olhos pregados sobre o homem de proporções esquisitamente grandes.

Sempre soube que havia alguma coisa estranha naquela história de quando ela e Henry viram aquela "figura-desconhecida" na entrada da Floresta Proibida.

Iris já possuía conhecimento de que lá haviam diversas criaturas, mas achou muito preocupante o fato de uma delas (com altura de mais de dois metros) estar ali, bem à espreita, esperando qualquer desavisado passar...

Então tratava-se do tal Hagrid. Sua curiosidade apitava mais forte a cada segundo que o observava; principalmente considerando os cochichos alheios que explodiram entre seus colegas após a aparição dele.

Como um ser humano poderia ter nascido daquele jeito?

— Ah, Alvo... — o prof. Lukar suspirou, evidentemente aliviado. — Que bom que apareceu! Veja — ele apontou para os alunos feridos e a sacada cristalizada. —, aconteceu novamente...

Os olhos azuis do prof. Dumbledore estreitaram-se em direção aos cristais acima de suas cabeças. Uma névoa de tensão pareceu perpassar por eles, antes de virarem-se para Griselda e Andy.

— O que houve com eles? Foram alvos do ataque? — abaixou-se para examinar o machucado do garoto, a preocupação sendo transmitida em sua voz.

— O sr. Stimers teve de pular a janela, Alvo... — o professor de Voo explicou, tensamente. — Griselda tentou intervir e... Bem, o resultado foi esse.

O prof. Dumbledore voltou-se para a capitã e artilheira. Sua expressão exibia a de alguém que tinha um belo serviço pela frente enquanto examinava seus cortes profundos.

— Abram espaço.

Todos trataram de obedecer imediatamente a ordem do professor, que apontou a varinha para o abdômen de Griselda.

"Estanque Sangria." — ele pronunciou com voz suave, e uma luz azul circundou toda a área do estômago da garota.

Iris ofegou. O feitiço, após alguns segundos, apresentou êxito instantâneo: o sangue havia parado de vazar e os cortes foram se fechando, um a um.

O professor fez o mesmo feitiço nos braços e pernas da garota. A cor de Milles foi voltando aos poucos. Após isso, cuidou do corte na perna de Andy.

O prof. Dumbledore guardou a varinha, satisfeito.

— Temos que levá-los para a Ala-Hospitalar, assim como os outros alunos que foram feridos. — ele indicou algumas pessoas que tinham cortes superficiais nos rostos e braços. — Lukar, pegue a srta. Milles. Irei levar o sr. Stimers e...

— PROFESSORES, PROFESSORES!

Todos voltaram as atenções para o castelo novamente. Ofegante, uma garota roliça de cabelos curtos e encaracolados corria em suas direções.

Ela parou para recuperar o fôlego quando finalmente chegou no local onde todos rodeavam o prof. Dumbledore e os dois alunos machucados.

O prof. Lukar fez expressão confusa.

— Srta. Sprout?... O que está havendo? — franziu o cenho.

A garota precisou de alguns segundos a mais até endireitar-se e assumir uma estatura mais decente (Iris constatou que ela não deveria ser lá muito esportiva...). Logo, ela proferiu as palavras com desespero:

— Vocês tem que vir lá dentro! Ah, é horrível!... — ela colocou as mãos sobre o rosto avermelhado. Puxou o ar. — .... As explosões, as cristalizações!...

— Sim, sim, srta. Sprout, nós sabemos, veja, dá para ver daqui. — o prof. Lukar indicou a sacada. — Não precisa se desespe...

Contudo, ele fora cortado pelo prof. Dumbledore, que fizera um gesto simples, porém sério, com a mão. Seu cenho estava franzido e os olhos azuis concentrados na garota: parecia estar compreendendo algo que os outros ainda não sabiam.

Pomona Sprout sacudiu a cabeça veementemente, lançando-lhes um olhar aflito e desesperado.

— Não, não! Estou falando dos outros! Várias partes do castelo foram cristalizadas segundos atrás, uma após a outra! Depressa, venham, o prof. Dippet chamou à todos!


Notas Finais


♥ Curiosidades ♥

Rúbeo Hagrid¹ — Hagrid foi expulso de Hogwarts há mais ou menos 8 anos (1943) quando estava cursando o 3° ano. Foi acusado por Tom Riddle, que cursava na época o 5° ano, de ser o responsável pela acromântula que atacou vários nascidos-trouxas e que, posteriormente, matou um deles (Murta que Geme). Hagrid foi expulso e teve sua varinha partida; contudo, por insistência do professor de Transfiguração, Alvo Dumbledore, ele pôde continuar a viver nos terrenos de Hogwarts e começar seu treinamento para Guarda-Caça com o sr. Ogg.

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Primeiro, de tudo: o que acharam do capítulo?! Foi um pouco curto, eu sei, mas um personagem MUITOOOOOO querido foi apresentado!!!! Quem aí ficou surpreso em ver o Hagrid?? Eu me empolguei toda pra escrever essa primeira aparição dele ;)

Psé, como podem ver, a história da Câmara Secreta ainda está recente no castelo, assim como a morte da Murta. Como todos devem saber, o pobre Hagrid acabou sendo o Bode Expiatório e por isso foi expulso :( Maldito Tom Riddle...

O tio Duby é o máximo, né? É o herói para todas as horas, cuidou das crianças em dois segundos ;)

E quem aí ficou surpreso com esse novo ataque do Cristal Maldito?? Psé, e dessa vez a coisa foi feia, o pobre Andy quase bate as botas, se não fosse pela Griselda... E por falar nisso, o que deu naquela vassoura para ter falhado e caído, hein? Alguma sugestão?

E esse final então, a coisa TÁ FEIA no castelo, agora sim o Cristal resolveu entrar em cena AHHHHH! As coisas vão começar a ficar decididamente BOAS... (sorrindo malignamente).

Bem, acho que é só isso, até Sábado que vem, galera. E não esqueçam de deixar algum comentário no capítulo, viu? Vejo que os fantasminhas continuam vagando sem dar sinal de vida... Já disse que não mordo, pô! Lembrem-se sempre dos três “J”: “Jamais ofenda, jamais copie, jamais seja um leitor fantasma”. Xiiii, esses três são P-É-S-S-I-M-O-S!

Ok, já me prolonguei muito, não? kkkk Tenham um ótimo fim de semana e até o próximo capítulo, que sairá Sábado que vem! Aguardo suas impressões do capítulo, viu, amados leitores? <3

Malfeito, feito. Nox.


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