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História O moleque do hyung. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Há muito tempo não tenho produzido nada novo, embora tivesse vários projetos em andamento. Há uns anos decidi mudar de conta e criei a SarangChu, fui bem feliz lá por um certo tempo, até alguém denunciar minha conta como apologia à pedofilia.
Sério, alguém teve a cara deslavada de fazer isso... Eu fiquei no chão tentando entender como excluíram minha conta e todas as minhas histórias sem sequer chance de backup. Por sorte, as melhores estavam salvas, mas as drabbles mais íntimas se foram sem qualquer aviso.
Então decidi respostar essa, que teve mais sucesso naquela conta, pra me encorajar a voltar a escrever. To na luta pra me empenhar de novo, manxs, sério. Sinto falta disso, mas a falta de um pc ou um bom celular corrompe a alma. Anyway, que tenham bom proveito dessa história (de novo).

Capítulo 1 - Como o hyung gosta.


Eu, Kyungsoo, aos 20 anos, passava sufoco ao ter que dormir numa cama de solteiro com o irmão do meu colega de faculdade. 

Sehun era meio irmão de Junmyeon, eu havia sido convidado pra passar o fim de semana com eles, como não fazia há tempos; e já que Junmyeon estava dormindo com Jongin, seu namorado, fiquei com seu irmãozinho de 18 anos e um fodendo corpo gostoso. Sehun era espalhafatoso pra dormir, girava de um lado pro outro, já fazia meia hora que roçava a bunda gostosa e redondinha em mim, depois jogava a coxa grossa sobre meu corpo e grunhia em meu ouvido, para então virar e se empinar de novo; eu não podia estar mais duro. 

Aliás, podia. 

Ele tentava alcançar as costas e coçar, mas não conseguia bem. Por isso, arrancou a regata branca e se virou na cama, dobrando os joelhos e se esfregando no lençol para aliviar a coceira. Minha situação foi de terrível para desesperadora quando ele começou a gemer baixinho em satisfação pelo fim da coceira, mas ainda de pernas arreganhadas no short pequeno e folgado que mostrava a dobrinha da bunda farta. Pra piorar, ele apoiava as mãos na cabeceira. 

Era simplesmente impossível não assemelhar a cena a uma foda e, em minha cabeça, seria eu o fodendo tão fundo e forte que meu pau fisgou rude. Quando dei por mim, estava apoiado num dos braços, admirando de pertinho o mamilo rosado e durinho, arrepiado pelo prazer de aliviar as costas.     

— Soo? O... O que tá fazendo?     


Deus me perdoe, mas aquela vozinha rouca tinha que ser tão dengosinha? Eu sabia que era sono, mas era abuso da minha sanidade esvaída.     

Suspirei em cima daquele botão rosinha e juro que era por derrota, pois achava que seria mal julgado pela manhã, mas lá estava Sehun, soltando mais um gemidinho de arrepio por causa disso. E o safado nem tentou disfarçar, ele umedeceu os lábios – que lábios... Sempre que via aquela linda boquinha espremida, rosinha e gostosa, me indagava automaticamente se sua entradinha tinha a mesma aparência – e pronunciou de um jeito tão arrastado que era impossível não ter malícia: 

 — Isso é gostoso, hyung... Coloque a boca.     

Eu lá seria doido de recusar? 

"Mas ele é mais novo e é irmão do seu colega", pois dane-se. Eu queria fodê-lo há meses, não perderia a oportunidade; e do jeito que Junmyeon fodia como um coelho – no caso, era fodido, pelas noites que ouvi, muito bem fodido –, ele não se importaria com a vida sexual ativa do meio irmão.  

   Lambi o botãozinho rígido e ganhei mais um gemidinho de tirar o juízo; não demorei a sugar aquilo, meu pau latejando com a maciez gostosa da pele do mais novo. Sehun já contorcia as costas, empurrando-se mais contra minha boca. Não fui bobo e me coloquei entre suas pernas, indo sugar o outro mamilo rosadinho até que ele ficasse vermelho. 

Sehun, esse moleque desestruturador de sanidade alheia, ergueu o quadril e gemeu por sentir minha ereção contra a que nascia entre suas pernas; mas não tanto quanto eu revirei os olhos com a mínima carícia. E agradeci por receber mais, pois o corpo esguio e de uma cintura linda e fininha estava rebolando contra o meu pau, fazendo novamente os movimentos de vai e vem que eu havia presenciado. 

 — Você está tão duro, hyung... É por minha causa? 

 — Você sabe que sim, moleque. 

 — Na-não me chame assim, hyung. – o safado tinha o despeito de corar na minha frente? E com um suspirinho tão fodido… 

 — Ah, moleque... É isso que você é, um moleque safado; passou a noite toda se esfregando em mim, tirando minha sanidade. Você é um moleque muito mal criado. 

 — Não fiz por querer, hyung... – vai se foder com esse biquinho, Sehun! Inferno! — Ma-as você... Gostou- ah!     

Não deu pra segurar, desci um pouco mais o quadril e investi forte contra sua bunda gostosa, encaixando meu pau entre as nádegas cheias. O pilantra estava sem cueca. O short quase era uma, tão curto e fino, mas não havia nada por baixo e senti o calor da entradinha retraindo em contato com meu pênis. 

 — Quer que eu acredite que não planejou isso? Você está sem cueca! 

 — É q-que... Eu durmo sem roupa nenhuma, hyung, m-mas hm! Como você dormiria comigo, tive que vestir qualquer cois-ahn!     

Minha mão já estava dentro daquele short – que deveria ser folgado, mas a bunda era tão grande e ele já estava tão duro que o short colava na pele – e provocava seu ânus. Apenas o polegar fazendo uma carícia, fingindo penetrar, e ele parecia sedento tentando engolir meu dedo. Porra, meu pau já doía e enlouquecia pra se enterrar ali. 

 — Hyung... De-eixa eu te chupar? — "Do Kyungsoo: o profano" seria meu nome quando eu virasse demônio, certeza. — Eu posso deixar seu pau molhadinho, prometo que engulo tudo.    


 Sentiram meu drama? Sentiram essa fisgada no pau? Pois eu senti, senti tão forte que um grunhido alto se desprendeu da minha garganta. Oh Sehun existia pra me deixar louco, apenas para essa maldita função e a cumpria muito bem.    

 Eu o conheci quando tinha uns quatorze, quase quinze aninhos. Ainda cheirava a leite e mal havia saído das fraldas. Embora a questão de cheirar a leite não seja tão metafórica quanto eu gostaria, em vista de que sua pele, branquinha e leitosa, ainda era imaculada e com um cheirinho gostoso que todo pirralhinho da mamãe tem. Ele era grudado em Junmyeon de forma sem igual, mas também acolhia bem aos amigos do irmão – o que eu achava que era apenas uma desculpa pra receber mais mimos. Sehun era assim, como um gato: onde ele pudesse ganhar colo quentinho e um cafuné, ele estava enroscado. Fosse comigo, Jongin, Yixing ou Chanyeol, também nossos colegas de faculdade.   

  Comigo não fora diferente, logo ele estava grudado a mim e sempre me pedia colo quando me via. Era uma cena engraçada, o moleque havia puxado ao pai, que dividia com Junmyeon, e era uma lombriga branquela e enorme. Aquele homão todo no meu colo, se encolhendo e ronronando.    


 Agora esse homão todo ronronava por outros motivos, se contorcendo sob mim e pedindo pra me chupar, porém sua manha continua exatamente igual. Não foi preciso um segundo lamber de lábios para eu me ajoelhar na cama e trazer para fora de seu corpo o short que restava.    

 Céus, que paraíso ver Sehun todo arreganhadinho pra mim, nada cobrindo seu corpo e a entradinha rosada me convidando a tocá-la de novo. Infelizmente, me contive, dando espaço a Sehun para vir até mim.    

 O pilantrinha se virou na cama e ficou empinado na direção oposta, abaixando meu short e roupa íntima com as mãos incertas. Até parecia virgem, mas eu sabia que não era. Seu ex namorado, Baekhyun, era explícito demais pro meu gosto e adorava provocar o mais novo em público.     

Sehun levou os dedos bonitinhos ao meu pênis e o manuseou com receio, mas não demorou a pegar ritmo, parecia que estava me estudando primeiro. E assim que suas anotações mentais pareceram se concluir, ele fez o favor de me olhar enquanto abria a boquinha – novamente, que lábios! – e pendia a língua para fora, lambendo minha glande como a um pirulito. E ainda comparando ao doce, ele fechou a cavidade ao redor da cabecinha do meu pau, a chupando num curto movimento de vai e vem e soltando com um som molhado e obsceno.   

Obrigado, deus, jesus, ogum, cosmos, Goku! Seja lá quem governe os caminhos da vida, eu agradeço por esse momento! 

 Sehun continuou me encarando quando seus movimentos tomaram melhor controle, enchendo mais a boca que descobri ser muito apertadinha, pressionando as veias que adornavam meu membro com a língua enquanto sua cabeça ia e vinha. Em determinado momento, engoli em seco ao notar sua respiração pesar e ele fechar os olhos; eu sabia o que isso significava: garganta profunda. E, puta merda, ele fazia isso muito bem.     

O jovenzinho deslizou tão devagar que cada segundo era uma volta de minha mente ao céu e inferno; não tardou e seus lábios colaram à minha pélvis, nem por isso ele parou de se mover. Pude perceber que sua outra mão instigava o próprio membro, procurando se distrair do provável desconforto que era impulsionar a garganta quentinha contra a glande do meu pau. Ele se afastou devagar pra respirar e vislumbrei a saliva ser lambida por sua língua vermelhinha, esta que logo voltou a lamber a extensão que já estava suficiente molhada.  

   Sehun, não satisfeito em me ver delirar, provocou com os dedos em minhas bolas, massageando, tal qual deixava selinhos molhados e beijos de língua em meu pau. Ganhei na loteria mesmo. 

 — Porra, moleque gostoso. Vira pra mim, uh? O hyung tem que deixar você molhadinho também.    

 O gemidinho de satisfação que ele deu foi meu deleite. Com um último chupão em minha glande – ah, pirralho desgraçado! –, ele se virou e ajeitou o travesseiro antes de cair pra frente, os ombros largos e másculos apoiados na almofada larga e o quadril bem proporcionado virado para mim. Céus, que entradinha linda, nunca me cansaria de admirar.  

   Sehun era um filho da mãe dotado de uma linda e grossa comissão frontal – não vamos negar que o pau rosadinho dele era lindo, além de grosso e grande, muito apetitoso –, mas o que encantava era sua bunda redondinha e bem desenhada. Jesus, era tão grande! Talvez só perdesse para a do ex namorado, o Byun tinha um quadril de tirar o fôlego. Mas Sehun era de um corpo muito bem desenhado; o que me atraía nele era o fato de ter um corpo másculo, já que eu não me encantava por curvas femininas, com seus ombros largos e fortes, o que mantinha fixa a ideia de que eu tinha um homem em mãos. Mas ele também possuía uma cintura delicada, talvez beirasse o feminino, era fina e cheia de pintinhas; terminava num lindo quadril farto que, de um lado, detinha um belo pênis, mas do outro, havia uma bunda redonda, grande, macia, alva e que me parecia muito acolhedora. Constatei isso ao espalmar as duas mãos com gosto e encher os dedos na carne gostosa, fazendo o mais novo liberar mais um gemidinho. 

 — Você gosta, Sehunnie? Gosta quando o hyung bate? 

 — Hyung... — ele parecia lutar com a vergonha para falar. Estava de quatro e tinha vergonha, ora pois. — Hm... Eu gosto, sim. Bate de novo?    

 Não lhe negaria nada àquela altura. Enchi as mãos de novo em estapear cada lado, deixando a pele, outrora branca, avermelhada e ainda mais atraente; o movimento que fazia sob o impacto de minhas mãos era hipnotizador. Apertei-as entre as mãos e afundei o rosto entre as bandas, lambendo lentamente a fenda, desde o períneo até o ânus. O mais novo se remexeu e gemeu alto pela primeira vez, rebolando à procura de mais contato. Cedi e enfiei o músculo no pequeno orifício que espremeu minha língua, sem saber se a sugava ou expulsava; empurrei-a com mais força, recebendo mais súplicas dos lábios de Sehun e, sinceramente, eu adorava ouvir aquilo.     

Eu fazia movimentos para dentro e para fora, e chupava também; deixava estalos altos se mesclarem aos gemidos esganiçados de Sehun e esvoaçarem pelo quarto. Não tardei a juntar um dedo à preparação e o buraquinho me pareceu se contrair ainda mais; o adolescente se empinava ainda mais às sensações. 

 — Põe outro logo, Soo hyung. 

 — Moleque guloso. Você adora dar essa bunda, não é? Adora sentir um pau dentro de você e acabar todo gozadinho, no final. 

 — A-ah... Kyungsoo, não fale essas coisas... – pra contrariá-lo, enfiei mais um dedo e estoquei fundo, os curvando lá dentro e massageando aquele ponto que eu sabia ser maravilhoso. O que surtiu efeito, pois logo ele agitava os pés e se fodia em meus dedos, indo pra frente e pra trás, rebolando e gemendo. 

— S-sim, hyung, eu adoro ser fodido! Por favor, me foda, hyung. Por favor, mete logo o seu pau em mim.     

Ah, era isso que eu queria ouvir. Ele estava tão desesperado que continuava fodendo sozinho contra meus dedos, e resmungou quando os tirei. Mas sentiu a mesma expectativa que eu quando resvalei a glande entre suas nádegas, a escapando para cima apenas pra provocar, rindo do grunhido de insatisfação que deixou seus lábios. 

 — O hyung não vai mais brincar, moleque guloso. Vou dar um jeitinho nessa sua vontade.     

Dito isso, não demorei em introduzir devagar a cabecinha. Mesmo sendo gostoso o contato, saliva não era o melhor lubrificante e isso poderia doer para ele, assim como era difícil pra mim invadi-lo sem lubrificação correta. 

Segurei com delicadeza em seu quadril, controlando-o para não se mover com brusquidão e sentir dor. Aos poucos, com muito custo, estava inteiro dentro daquele aperto que me fazia gemer baixo e sem fôlego, enquanto o mais novo se tocava abaixo de mim. Massageei as nádegas fartas em busca de uma distração para esperar a hora certa de me mover; passados alguns segundos, ele mesmo se moveu contra mim, soltando um gemido com languidez no ato.  

   Tomei a dianteira e comecei a arremeter devagar, saindo até a metade de meu membro para entrar novamente. Depois de um tempo, as investidas tomaram mais força, embora continuassem ainda lentas. Mas não tardou a mudar de novo e agora já arremetia mais rápido para dentro do adolescente, que gemia alto e arrastado vez ou outra, com o rosto espremido contra o travesseiro. 

Ora, isso era um desperdício. Poder foder o Oh caçula e não ver seu lindo rostinho expressar esse prazer.     Com cuidado, o virei na cama e me pus contra seu peito agarrando suas coxas grossas para tomar impulso em voltar a investir dentro dele. 

Agora meu rosto estava bem diante do de Sehun, que me encarava nos olhos enquanto gemia meu nome, depois jogava a cabeça contra o travesseiro e levava as mãos à cabeceira – exatamente como na cena no meio de seu sono. Me pus a marcar o lindo pescocinho, dando atenção à pintinha linda que decorava ali. Por muito tempo a admirei e agora ela estava sob minha língua, se mesclando ao roxo que nascia do beijo quente que deixava na pele leitosa. 

Desci às clavículas muito marcadas e também as pintei, distribuindo chupões e beijos por onde minha boca alcançava. Quando me dei por satisfeito de uma obra digna de um acadêmico de artes, voltei aos lábios rosados e calei seus gemidos altos, espalmando nas coxas com tapas mais fortes.     

Sentia o pênis do mocinho esfregando entre nossos corpos, cada vez mais quente e pulsante. Sehun não demoraria a chegar ao orgasmo, mas eu ainda queria mais uma coisa. Por isso, dei um tapinha fraco em sua perna e me afastei, tomando lugar contra a cabeceira e estimulando meu próprio pênis para espalhar o pré gozo. 

 — Senta no pau do hyung, moleque.  


   Sehun não só atendeu a minha ordem como fez melhor: sentou de costas pra mim. Agora eu encarava a bunda vermelhinha virada pra mim – quando ele fez questão de ficar de quatro e rebolar aquela raba farta na minha cara – e descendo em direção ao meu pau, logo o engolindo com aquela fome que o fez rebolar devagar e em círculo, me arrancando mais um gemido alto.    

 O garoto jogou os cabelos pretos pra trás e desenhou o próprio corpo com as mãos quando começou a quicar, subindo e descendo tão rápido que me encantava em assistir o impacto de sua bunda em meu colo, gravando na mente a melodia que aquilo criava. Agarrei sua cintura e o fiz deitar contra meu corpo, podendo assistir enquanto se masturbava. 

Meus gemidos eram despejados em seu ouvido, tal como os deles vinham ao meu; e ele passeava a língua atrevida ali, largando um chupão em minha pele e murmurando "o pau do hyung é tão gostoso, eu sempre quis provar, mas é melhor do que imaginei". Quando digo que a peste não vale nada…    

 Quando os gemidos de Sehun ficaram ainda mais altos, tomei seu membro entre meus dedos e esfreguei sua glande, o levando à loucura. Ele se remexia em meu colo, massageando a própria próstata sobre meu pau e arfando uma seqüência gostosa de "ah! Ah! Ah!" em meu ouvido, até que espremeu meu falo em seu interior e gozou em minha mão.    

 Como ele parecia cansado pra continuar assim até que eu gozasse, o deitei de ladinho e segurei sua perna acima das minhas, arremetendo fundo com o quadril. Ele mordia o travesseiro na esperança de conter os gemidos pra lá de pornográficos e chorosos, mas eu ouvia bem e foi isso que me ajudou a chegar ao ápice, gozando dentro de Sehun e sendo envolvido pelo calor do meu próprio sêmen.     


O moleque estava acabado. Todo vermelho, suado e a porra escorria por sua bunda. 

 Céus, ele ficava ainda mais bonito nessa bagunça! Sehun era um anjo, não tinha outra explicação. Como um bom gatinho de espírito, ele veio se enroscando e ronronando pra cima do meu peito, aquele biquinho lindo inchado em seus lábios. 

 — Hyung... Acabou comigo, tô tão cansadinho... 

 — Primeiro vamos nos limpar, depois você volta a dormir, Hunnie. 

 — Tem lenço de cheirinho na gavetinha. — seu bico era uma muda súplica de que não tivesse que tomar banho naquele momento e, mesmo sendo não muito higiênico, cedi.     

Peguei o pacote de lenços, o que explicava ele ter cheirinho de pêra, e limpei entre suas pernas, também a meu pênis. Com mais um lenço limpo, sequei o suor de seu rosto, nuca e pescoço. Mal havia terminado e Sehun ressonava sobre mim, a boquinha bonitinha entreaberta, soltando a respiração leve. Beijei-o com um sorrisinho, ele se remexeu pra se acomodar e eu nos cobri de novo, agora abraçado à cintura bonita e acariciando livremente a coxa que estava sobre mim, pronto pra dormir feliz de finalmente realizar o desejo de uma vida.   


  O desejo de ter Sehun.        


Notas Finais


Muitas desculpas pela péssima formatação. Eu to só com um celular, já disse, é péssimo, formatar no app é péssimo, mas a betagem ta em dia. Aproveitem e obrigada se me derem apoio.


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