História O Monótono Diário de Isaac - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boyslove, Diário, Romance
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Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - 04.05.18 Sexta (noite - 20h)


Fanfic / Fanfiction O Monótono Diário de Isaac - Capítulo 13 - 04.05.18 Sexta (noite - 20h)


De: [email protected]
Para: [email protected]
Assunto: O melhor vídeo que já assisti

 

 

Boa noite, amiga! Eu estou vivo e passo bem (rsrs).

O principal motivo de eu não ter escrito para você ontem à noite foi: sono crônico.

Mas tenho SIM coisas para contar. E que coisas!

Depois que eu te mandei aquele e-mail de madrugada, todo doidão por causa do Dramin, peguei a Canon e saí a pé. Só que, por causa do efeito meio zureta em que eu estava, não saí pelo portão da frente. Fui andando pelo mato do terreno da casa. E por trás de umas árvores e arbustos eu encontrei uma trilha bem fininha meio batida de terra, sabe? E adivinha o que o Isaac drogado fez? Seguiu pelo caminho, claro… E eu dei de cara com a grade de limite do terreno. Na hora pensei “ué?”, estranhando que um caminho desse no nada. Só depois que eu notei que era um portão lateral, fechado por um arame muito enferrujado. Eu abri o arame (joguei aquele coquetel de tétano fora) e saí para o terreno que fica ao lado da minha casa. Lá também é cheio de mato e bem arborizado.

Fui andando por lá, meio que sem rumo, mas quando eu menos espero onde eu apareço? É, meus pés acabaram me levando na direção da casa de flores. A casa do Nicolas. Não pense que sou stalker, nem nada assim... Foi automático. Já falei que eu estava naquele estado bizarro por causa da porcaria do Dramin, não é?

Bom, a casa dele não tem grades de Drácula, que nem a minha. Ela é toda cercada por uma mureta não muito alta (mais ou menos da minha altura, e cheia de cacos de vidro em volta) e com pinheirinhos no lado interno, como se estivessem rodeando os fundos da casa dele. E o que eu fiz? Meio óbvio, né. Dei uma espiada entre os pinheiros. Olhei só por olhar, e vi o fundo da casa dele. Bem simples, mas tem plantação de alguma coisa que eu não soube identificar (antes que pense bobagem: não, não é maconha ¬¬). Eram plantas baixas, e estavam alinhadas feito hortinha, e tinha vários andares (uma estrutura daquelas de plantio aéreo, sabe?). Achei bonitinho, mas era “ok”, nada de mais. E dei meia-volta pra voltar pra casa.

Só que nessa hora eu ouvi a voz dele… Muito inconfundível. Mas ele não estava falando. Ele estava gemendo

Meu coração afundou uns três níveis. O som estava vindo do outro lado da casa (o lado oposto de onde eu tinha vindo). Eu fiquei super em dúvida sobre ir matar a curiosidade ou deixar quieto. Veio aquela dica da consciência “será que eu quero mesmo descobrir?”. E aí eu ouvi ele gemendo de novo, bem sutil e baixinho (mas à noite tudo parece ficar mais alto)… E foi o suficiente para eu tomar a decisão de ir checar. Eu tinha que saber quem estava causando aquele som.

Não vou negar: eu estava me roendo de ciúme antecipado.

E eu dei a volta, sentindo o coração na boca. Quando cheguei do outro lado vi uma janela aberta. Era (provavelmente) o quarto dele. E ele… estava… se… masturbando. Putz! Na hora, meu queixo caiu. Eu tive que tampar a respiração, porque eu fiquei, sim, muito ofegante. Estremeço um pouco só de lembrar daquele rosto em puro deleite. Já vou dizendo: não deu pra ver nada além do rosto dele e um pouco dos ombros (e ele estava vestido). Mas dava pra perceber que ele estava batendo uma enquanto assistia alguma coisa no computador.

Ahhh…

Meu…

Deus…

Que tarado gostoso…

 

(ok, eu sei que não sou nenhum santo pra poder chamar os outros de tarado… eu mesmo estava sendo um voyeur)

 

E… Você lembra que eu falei que eu estava com a Canon?

Pois é…

 

Ok, agora sim isso é algo sigiloso e perigoso de eu dizer, mas... Eu filmei ele. Usei o zoom da câmera e consegui pegar o rosto do Nicolas, e agora eu tenho isso gravado pra mim.

Sou um criminoso por isso? Talvez. E sei que talvez você me ache desprezível, agora.

Esse é o tipo de coisa sobre as quais eu não conversaria nunca com a Hellen. Acontece que eu nunca fui santo. Ela falava que eu era um fofo, anjinho, bonitinho e bla bla bla… Mas na madrugada de ontem eu me saí um perfeito de um pervertido.

Só não me odeie, por favor…

Bom, depois disso ele desligou o PC e apagou a luz. Ahhh, senhor Nicolas… Em plena madrugada, se masturbando! Como eu queria ser uma mosquinha e ver o que ele estava assistindo. Será que ele teve insônia também?

O que eu fiz com o vídeo, você se pergunta? Voltei pra casa pelo mesmo portãozinho lateral e fui pra minha cama com alguns lenços de papel. Tirei o meu pra fora e: sim, fiquei me masturbando enquanto assistia aquele gostoso morder os lábios na telinha da minha câmera. Eu acho que nunca tive uma sequência de masturbações tão… intensas. Ainda estava sob aquele efeito doido, então eu tirei toda a roupa, e depois da primeira gozada usei meu sêmem pra lambuzar meu pau e continuar… Fiquei de quatro e coloquei um dedo “ali atrás”, também.

Eu… Ahh, eu nunca tinha feito isso antes. Acho que eu estava mesmo um pouco estranho por causa do efeito do remédio. Mas aquilo foi… Putz, foi delicioso, não tem outra palavra. Arrisquei colocar um segundo dedo também, e fiquei mexendo eles lá dentro, imaginando que o Nicolas estava me comendo ao mesmo tempo em que eu batia uma.

Como a casa é afastada de tudo, eu não tive receio em soltar minha voz… Ah, meu Deus, agora dá vergonha de lembrar, mas… eu gemi tanto! E gozei várias vezes…

Acho que todo o efeito ruim do Dramin foi embora na minha porra, porque eu dormi que nem um anjo, e perdi hora para o trabalho no cemitério (tive que ouvir uma bronca básica do Seu Antônio ao chegar lá ao meio-dia… não tiro a razão dele).

Ai, meu Deus, não sei se eu deveria estar falando essas coisas num e-mail. Eu absolutamente NUNCA contaria isso para alguém. E de repente me senti vigiado.

Como se você… estivesse me olhando torto, sei lá.

Porque eu sinto que você existe. De alguma forma, em algum lugar… É como se eu ouvisse sua voz em minha mente, me respondendo a cada uma das coisas que falo por aqui.

Isso me conforta, todas as vezes, mas de repente me veio um receio sobre as coisas que eu possa estar falando.

Não sei se devo continuar a escrever com tantos detalhes assim, e usando palavras tão… obscenas. Creio que se eu tivesse uma amiga ouvindo isso pessoalmente, ela iria me repudiar, não iria? Sei lá. Você não acha isso que eu fiz nojento? Você sentiu repulsa por mim ao ler o que escrevi?

Por mais que eu tenha gostado e gozado demais, sei que não é o tipo de detalhes que todos querem saber por arte de um amigo. Me desculpe se exagerei. Ainda não sei até que nível de detalhes devo escrever aqui.

Queria que você fosse real, aqui comigo. Pra me dizer o que fazer.

Porque... Tipo... Sei lá. Ter visto o Nick assim parece que fez aquela chama fraca se tornar um incêndio dentro do meu peito.

Tô ferrado. Fala sério... Sou um idiota, né?

Durante o dia de ontem e de hoje também consegui me distrair um pouco. O trabalho no cemitério é mais puxado do que eu pensei (mas eu estou dando conta, sem problemas). O pé do Seu Antonio inflamou (como eu imaginei) e ele precisou largar de ser teimoso e ir pro hospital antes que aquilo caísse podre (o cheio daquilo me deixou enjoado… amiga do céu, eu nunca serviria para ser enfermeiro). Essa teimosia dele fez com que o tempo de recuperação seja maior, o que meio que me dá mais um tempinho nesse “emprego”.

Enquanto eu fazia o trabalho sujo (literalmente, porque tanto ontem quanto hoje eu voltei pra casa coberto de terra) fiquei ouvindo música e umas palestras pelo youtube. Nada melhor do que ocupar o corpo E A MENTE para que os pensamentos não invadam na hora errada.

Porque, sim. Meu cérebro virou papagaio agora, e fica repetindo “Nick, Nick, Nick”, que nem um retardado.

Sim, eu sei. O retardado sou eu.

Bom, vou parar por aqui, e levar o lixo lá pra fora. A parte chata de morar num casarão sozinho é essa: não tem ninguém além de mim pra fazer essas coisas, e a lixeira mais próxima de casa fica a 20 metros pro lado de fora do meu portão.

Vou lá, aproveitar e ver a lua cheia (que já começa a minguar).

Boa noite, amiga. Durma com os anjos e tenha uma linda noite de sexta! =)

 

 

E, claro… Obrigado por me suportar… Mesmo nas horas mais pervertidas de minha pessoa desprezível.

Bye.


Notas Finais


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