História O monstro da memória - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura, Drama, Romance
Visualizações 2
Palavras 811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Apreciem mais um capítulo do monstro que é a mágoa

Capítulo 3 - Um mar de mal-estar


Não teria mais minha filáucia, pois se não fosse capaz de me amar não seria capaz de me amar em meio a tantas provações. Quando vi a cena do beijo o que me chocou foi a Amanda despida com as pernas entre postas ao corpo do Pietro que a beijava sem pudor nenhum durante uma festa de sua família, aquela falta de consideração me fez sentir mal comigo mesmo. Ele como das outras vezes não teve coragem de me convidar e humilhar a mim na frente de todos, afinal dessa vez ele ao menos teve a decência de não me fazer passar pelo clichê de sempre em especial caso eu segura-se a mão dele e alguém perguntasse era de praxe ele largar minha mão ficar sem graça e responder Não. Uma negativa que doía na alma eu queria mandar ele se foder todas as vezes que fomos nas festas que ele me convidava só para me subjugar e tratar como qualquer um.

Ele era volúvel, sem vergonha, insaciável e acima de tudo bruto; ele exigia muito de mim, eu me cobrava tanto a ponto de achar que tinha que ser mais masculino, ter a voz mais grossa etc. Entretanto nunca era o bastante! Ele nunca assumiria um romance comigo, eu naquela noite estava tão bêbado que quebrei a garrafa sem querer, o barulho acordou minha irmã. Escutei os passos na escada e ela chamou baixinho:

- J abre a porta por favor. o que foi isso? você está bem? J abre a porta.

Eu banhado em lágrimas num porre terrível e desesperado abri cambaleante, com certo vertigem após beber tanto sozinho.

- La-La...Laura.

Eu balbuciava o nome da minha mana.

-Juan Vitore!

Dizia ela chocada com minha situação deplorável no meu quarto. Ela arregalava os olhos e ficava pasma com meu estado físico; Ela me levou até o banheiro e ligou o chuveiro na água fria, com roupa e tudo parecia que minha alma estava sendo lavada, aos poucos recobrava minha consciência mas o mal-estar dava-me enjoos. Ela teve todo o cuidado de me ouvir atenta além de ter paciência comigo, devo muito a Laura afinal se não fosse com a ajuda dela eu jamais teria pensado em como alcançar o sucesso.

Ela me levou para o quarto e pediu para nossos pais que fossem conversar comigo depois, porque da bronca de beber escondido não teria escapatória; No meu quarto troquei de roupa, me deitei sobre a cama com a cabeça encostada nas pernas da minha irmã, Laura me deu um copo de água, bebi enquanto ela falava tudo:

- Foi o Pietro de novo? Eu soube esses dias que você estava andando com ele. Olha ele não é uma boa companhia ele é um canalha, você esta assim por causa dele?

Com os olhos inchados de tanto chorar eu respondi:

- Sim, foi ele, Laura eu gosto de garotos também, esse filho da puta nem liga para mim, mas eu amo ele.

Ela serena e delicada como ninguém já mais foi me respondeu.

- Eu...não, na verdade todos nós te amamos, você é o meu orgulho J ninguém pode te magoar assim. Eu já vinha percebendo que você tinha uma queda por homens também.

Dizia ela como se a verdade estivesse estampada na minha cara o tempo todo.

- O Pietro não faz ideia do quanto você é especial; eu amo você do jeito que você é! 

Aquelas palavras sinceras e reconfortantes fizeram meu coração se acalmar e minhas lágrimas cessarem para dar espaço a um sorriso de ponta a ponta do rosto.

-Eu também te amo Laura.

Eu falava alegre em ao menos ter para quem contar minhas decepções com a vida.Laura então me convidou para ir a praia no dia seguinte.

- J amanhã a tarde vou a praia com meu namorado e a família dele, você quer vir junto? 

Eu prontamente respondi.

- Claro porra.

Ela me desejou boa noite deu um beijo na testa e se retirou; eu exausto acordei no dia seguinte com uma baita dor de cabeça num porre, o preço de tanta bebida foi uma ressaca sem precedentes, tomei uma aspirina e fui em direção ao carro do namorado da minha irmã. Eu ia curtir a vida caralho não tem dor nenhuma para me impedir era o que eu achava até ficar zonzo a viagem toda e sentir sono no meio do caminho, dormi me babando todo. minha irmã só me acordou quando chegamos na praia umas 10:00 da manhã. Saímos animados do carro mas mesmo assim ainda me sentia estranho pensando nele, mas quando meus pés tocaram a areia da praia eu senti um alívio, a dor de cabeça estava mais forte mas mesmo assim me joguei ao mar aquele dia era meu ainda tinha que me valorizar minha mente esvaziou-se e eu curti aquele dia sem mais preocupações.


Notas Finais


Os próximos capítulos podem demorar um pouco mas sairão no meio da semana que vem.


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